A Etihad Airways anuncia a compra de mais dois aviões de passageiros Airbus A330-200 em um negócio no valor de US$418 milhões no preço atual de tabela. A companhia aérea dos Emirados Árabes Unidos também converteu sete dos seus A320 já encomendados para o modelo maior A321 da Airbus. As novas aeronaves Airbus A330 estão programadas para entrega em janeiro e março de 2014, respectivamente.
“O Airbus A330-200, confiável e altamente versátil, tem sido uma parte integral de nosso sucesso com passageiros e cargas. À medida que nossas operações e rede continuam a crescer em escala, nós sentimos que o A330-200 é o tipo de frota correto para a expansão”, afirma o Presidente e CEO da Etihad, James Hogan.
Os novos Airbus A330-200 da companhia serão configurados com 22 camas totalmente reclináveis para a Pearl Business Class e 240 assentos Coral Economy. A aeronave utilizará motores Rolls Royce Trent 700, o suficiente para gerar mais de 70 mil libras de propulsão e dar a aeronave um alcance de 14 mil quilômetros.
A Etihad opera seus atuais A330-200 em rotas para: Bruxelas, Dublin, Frankfurt, Manchester, Munique, Milão, Casablanca, Joanesburgo, Lagos, Trípoli, Brisbane, Cingapura, Chengdu, Dhaka, Katmandu, Nagoya, Tóquio e Pequim.
"Nossa decisão de converter sete de nossas encomendas do A320 para o A321 é reflexo do incremento de demanda que vemos em diferentes rotas. Estamos ansiosos para receber nossa primeira aeronave em novembro de 2013”, acrescentou Hogan.
"A conquista da quinta encomenda consecutiva da Etihad Airways do A330 é, sem dúvida, um forte endosso da combinação única da aeronave entre versatilidade e eficiência de combustível”, comenta o CEO da Airbus, John Leahy.
"Em resposta à demanda contínua e forte, estamos aprimorando o A330 cada vez mais com, por exemplo, novas variantes de maior peso que oferecem aos nossos clientes mais capacidade de carga útil com a mesma alta confiabilidade operacional", complementa ainda Leahy.
Speech de boas vindas!
Senhoras e Senhores,
Bem vindos ao blog "aqui em cima".
Obeservem o número da poltrona no cartão de embarque.
Junto as saídas de emergência, não é permitida a acomodação de crianças ou colocação de bagagens.
Acomodem a bagagem de mão no compartimento acima ou embaixo da poltrona à sua frente.
Lembramos que os pertences de mão trazidos a bordo são de responsabilidade dos clientes.
Obrigado.
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6 de novembro de 2012
10 de outubro de 2012
A330 passará a operar na rota São Paulo - Lima
A TAM Linhas Aéreas vai alterar o modelo de aeronave que opera o voo diário entre o aeroporto de São Paulo/Guarulhos e Lima. A partir de 29 de outubro, a empresa utilizará o Airbus A330 na rota, substituindo o atual A320 que opera a frequência entre as duas cidades.
Com aumento de 43% no número de assentos, a companhia pretende integrar ainda mais as duas cidades que são importantes centros de conexão para Estados Unidos e Europa. Com o A330, a TAM oferecerá mais assentos nessa rota, passando dos atuais 156 para 223 lugares (por trecho). Só na Classe Executiva, a oferta de assentos triplicará, passando de 12 para 36 poltronas. Fortalecimento dos hubs de São Paulo/Guarulhos e Lima-A novidade voltada aos mercados brasileiro e peruano tem o objetivo de melhorar a ligação entre esses hubs, oferecendo mais conforto aos passageiros a partir desses aeroportos e ampliando a conectividade de voos na região, aproveitando a ampla malha do Grupo LATAM Airlines, criado a partir da associação da LAN e da TAM. Com o fortalecimento da ligação aérea entre Brasil e Peru, por exemplo, são ampliadas as possibilidades de conexão internacional em voos da LAN para a Costa Oeste dos Estados Unidos (entre Lima e Los Angeles) ou para a Austrália. No sentido inverso, os passageiros provenientes do Peru têm opções de conexão em rotas da TAM para a Europa (Frankfurt, Londres, Madri, Milão e Paris) ou Costa Leste dos Estados Unidos (Miami, Orlando e Nova York). Além disso, o incremento aumenta a capacidade do transporte aéreo de cargas entre os hubs de Lima e São Paulo.
Com aumento de 43% no número de assentos, a companhia pretende integrar ainda mais as duas cidades que são importantes centros de conexão para Estados Unidos e Europa. Com o A330, a TAM oferecerá mais assentos nessa rota, passando dos atuais 156 para 223 lugares (por trecho). Só na Classe Executiva, a oferta de assentos triplicará, passando de 12 para 36 poltronas. Fortalecimento dos hubs de São Paulo/Guarulhos e Lima-A novidade voltada aos mercados brasileiro e peruano tem o objetivo de melhorar a ligação entre esses hubs, oferecendo mais conforto aos passageiros a partir desses aeroportos e ampliando a conectividade de voos na região, aproveitando a ampla malha do Grupo LATAM Airlines, criado a partir da associação da LAN e da TAM. Com o fortalecimento da ligação aérea entre Brasil e Peru, por exemplo, são ampliadas as possibilidades de conexão internacional em voos da LAN para a Costa Oeste dos Estados Unidos (entre Lima e Los Angeles) ou para a Austrália. No sentido inverso, os passageiros provenientes do Peru têm opções de conexão em rotas da TAM para a Europa (Frankfurt, Londres, Madri, Milão e Paris) ou Costa Leste dos Estados Unidos (Miami, Orlando e Nova York). Além disso, o incremento aumenta a capacidade do transporte aéreo de cargas entre os hubs de Lima e São Paulo.
20 de setembro de 2012
Avianca recebe seu centésimo Airbus
A Airbus comemorou a entrega da centésima aeronave da fabricante à Avianca Taca. O modelo é o A330-200, configurado para 252 passageiros, sendo 30 na classe executiva. "A Avianca Taca tem uma das frotas mais jovens da América Latina, com média de cinco anos", disse o vice-presidente executivo da Airbus na América Latina e Caribe, Rafael Alonso. "Nós não poderíamos estar mais orgulhosos com a Avianca Taca, que tem baseado seus programas de expansão e modernização de frotas na Airbus e estamos ansiosos para celebrar muitos marcos a mais com a Avianca Taca", comemorou.
“A integração desta centésima aeronave Airbus para a frota Avianca Taca é um reflexo do nosso compromisso e da Airbus em reforçar a indústria da aviação na América Latina”, disse o presidente da Avianca Taca, Fabio Villegas. "Com esta nova aeronave, não estamos apenas aumentando nossa oferta de passageiros, mas também estamos promovendo o programa de expansão da Avianca Taca e melhorando o atendimento aos clientes, que são as nossas prioridades."
Com quase a totalidade de sua frota constituída por aeronaves Airbus, a Avianca Taca combinou encomendas de 190 aeronaves e agora opera 100 aeronaves Airbus, incluindo 91 aeronaves da família A-320 e nove A-330. A Avianca Taca aguarda a entrega de outras 80 aeronaves Airbus.
“A integração desta centésima aeronave Airbus para a frota Avianca Taca é um reflexo do nosso compromisso e da Airbus em reforçar a indústria da aviação na América Latina”, disse o presidente da Avianca Taca, Fabio Villegas. "Com esta nova aeronave, não estamos apenas aumentando nossa oferta de passageiros, mas também estamos promovendo o programa de expansão da Avianca Taca e melhorando o atendimento aos clientes, que são as nossas prioridades."
Com quase a totalidade de sua frota constituída por aeronaves Airbus, a Avianca Taca combinou encomendas de 190 aeronaves e agora opera 100 aeronaves Airbus, incluindo 91 aeronaves da família A-320 e nove A-330. A Avianca Taca aguarda a entrega de outras 80 aeronaves Airbus.
30 de julho de 2012
TAM voará do Rio direto pra Orlando
A TAM recebeu nesta segunda-feira autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar o trecho entre Rio de Janeiro e Orlando (EUA) a partir de 12 de novembro. A companhia será a primeira a fazer esse voo diário e sem escalas. O trecho será feito por uma aeronave Airbus A330, com capacidade para 223 passageiros sendo quatro lugares na primeira classe, 36 assentos na executiva e 183 na classe econômica.
Os voos sairão do Rio de Janeiro, do aeroporto Galeão, de segunda a sábado, exceto quinta-feira, às 10h13. Às quintas-feiras e domingos o voo partirá às 9h13. No sentido contrário, o avião deixa a cidade norte-americana às 18h10, chegando ao Brasil às 5h40 do outro dia.
A companhia já oferecia dois voos diários com saída de São Paulo para a cidade norte-americana desde novembro de 2008.
14 de julho de 2012
Synergy encomenda 9 Airbus 330-200 e escolhe turbinas Rolls-Royce
A Synergy Aerospace (grupo controlador da Avianca) assinou um pedido firme para nove aeronaves da família Airbus A330, incluindo seis aeronaves de passageiros A330-200 e três aviões cargueiros A330-200.
“O A330-200 é um ótimo investimento para a Synergy graças a sua eficiência com uso de combustível, baixos custos operacionais e notável desempenho ambiental”, disse German Efromovich, presidente da Synergy.
“A Família A330 está estabelecendo o padrão na região graças ao seu alto desempenho e eficiência de custos,” disse John Leahy, diretor comercial da Airbus. “A Airbus está orgulhosa pelo fato da Synergy estar entre as primeiras operadoras da América Latina a se beneficiarem da incrível vantagem econômica e do sucesso comercial comprovado das aeronaves A330.”
A Rolls-Royce, empresa global de sistemas de energia, presente no Brasil há mais de 50 anos, venceu a concorrência para um pedido de cerca de R$ 568,5 milhões*, a preços de tabela, da Avianca, que faz parte do Grupo AviancaTaca. Agora, os motores Trent 700 impulsionarão as aeronaves de carga Airbus A330. O contrato inclui serviços de suporte de longo prazo do programa TotalCare®. O pedido confirma uma Carta de Intenções anunciada em novembro de 2011.
As quatro aeronaves A330 entrarão em operação pela AviancaTaca, uma subsidiária da Tampa Cargo, o que fará desta última a primeira operadora de aviões de carga A330 na América Latina.
O Grupo AviancaTaca opera atualmente sete aeronaves A330 para passageiros movidas por motores Trent 700, com outras três encomendas já garantidas para o mesmo avião.
Fabio Villegas, presidente e diretor executivo da AviancaTaca, elogiou os motores Rolls-Royce: “O Trent 700 é o motor mais eficiente em termos de consumo de combustível, mais limpo e mais silencioso para as aeronaves Airbus A330 e temos a satisfação de estender o uso desse motor para nossas operações de carga na região”, exaltou o executivo.
Peter Turner, vice-presidente de Aeronáutica Civil da divisão de Atendimento a Clientes da Rolls-Royce, também exaltou as qualidades do motor: “O Trent 700 continua a ser a escolha mais popular para as operadoras de aeronaves Airbus A330 que desejam ter uma solução de motor confiável e de baixo custo. Esperamos ampliar o nosso já bem sucedido relacionamento com a AviancaTaca”, destacou, confiante. O Trent 700, líder de mercado para o modelo Airbus A330, é o único motor projetado especificamente para essas aeronaves, tem mais de 1.400 unidades em operação ou encomendadas. Mais de 90% das operadoras de motores Trent optaram pelos serviços de suporte do programa TotalCare.
Em junho deste ano, a AviancaTaca associou-se à rede de companhias aéreas Star Alliance. A Rolls-Royce impulsiona 60% da atual e futura frota de aeronaves de grande porte da Alliance.
“O A330-200 é um ótimo investimento para a Synergy graças a sua eficiência com uso de combustível, baixos custos operacionais e notável desempenho ambiental”, disse German Efromovich, presidente da Synergy.
“A Família A330 está estabelecendo o padrão na região graças ao seu alto desempenho e eficiência de custos,” disse John Leahy, diretor comercial da Airbus. “A Airbus está orgulhosa pelo fato da Synergy estar entre as primeiras operadoras da América Latina a se beneficiarem da incrível vantagem econômica e do sucesso comercial comprovado das aeronaves A330.”
A Rolls-Royce, empresa global de sistemas de energia, presente no Brasil há mais de 50 anos, venceu a concorrência para um pedido de cerca de R$ 568,5 milhões*, a preços de tabela, da Avianca, que faz parte do Grupo AviancaTaca. Agora, os motores Trent 700 impulsionarão as aeronaves de carga Airbus A330. O contrato inclui serviços de suporte de longo prazo do programa TotalCare®. O pedido confirma uma Carta de Intenções anunciada em novembro de 2011.
As quatro aeronaves A330 entrarão em operação pela AviancaTaca, uma subsidiária da Tampa Cargo, o que fará desta última a primeira operadora de aviões de carga A330 na América Latina.
O Grupo AviancaTaca opera atualmente sete aeronaves A330 para passageiros movidas por motores Trent 700, com outras três encomendas já garantidas para o mesmo avião.
Fabio Villegas, presidente e diretor executivo da AviancaTaca, elogiou os motores Rolls-Royce: “O Trent 700 é o motor mais eficiente em termos de consumo de combustível, mais limpo e mais silencioso para as aeronaves Airbus A330 e temos a satisfação de estender o uso desse motor para nossas operações de carga na região”, exaltou o executivo.
Peter Turner, vice-presidente de Aeronáutica Civil da divisão de Atendimento a Clientes da Rolls-Royce, também exaltou as qualidades do motor: “O Trent 700 continua a ser a escolha mais popular para as operadoras de aeronaves Airbus A330 que desejam ter uma solução de motor confiável e de baixo custo. Esperamos ampliar o nosso já bem sucedido relacionamento com a AviancaTaca”, destacou, confiante. O Trent 700, líder de mercado para o modelo Airbus A330, é o único motor projetado especificamente para essas aeronaves, tem mais de 1.400 unidades em operação ou encomendadas. Mais de 90% das operadoras de motores Trent optaram pelos serviços de suporte do programa TotalCare.
Em junho deste ano, a AviancaTaca associou-se à rede de companhias aéreas Star Alliance. A Rolls-Royce impulsiona 60% da atual e futura frota de aeronaves de grande porte da Alliance.
17 de maio de 2012
"Faz-tudo" da Airbus, o 330MRTT é um avião completo
Na medida em que a frota de jatos da Royal Air Force para transporte pesado e abastecimento no ar chega ao fim de suas vidas operacionais, a RAF se vê com o desafio de substituir um monte de aviões. Por sorte, o novo Airbus A330 Multi Role Tanker Transport é a solução para todos os problemas.
Como o nome diz, o Airbus A330 Multi Role Tanker Transport (MRTT) é um Airbus A330-200 reaparelhado para ser um avião de abastecimento aéreo e transporte de cargas pesadas. O MRTT, codinome “Voyager”, surgiu como parte do programa Future Strategic Tanker Aircraft (FSTA), de 2003. Ele visa substituir a frota da RAF composta de 26 VC10 e Lockheed TriStars para reabastecimento aéreo e transporte de cargas com 14 MRTTs. Avaliado em £ 13 bilhões (R$ 41,5 bilhões) distribuídos em 27 anos, o FSTA é a maior iniciativa de defesa não financiada pelo governo do mundo. O grupo Airtanker, um consórcio da Cobham, EADS UK, Rolls-Royce, Thales UK e VT Group, construirá, atualizará e manterá os aviões enquanto a RAF terá controle operacional total sobre eles. Quando a Força Aérea não os estiver usando como tankers (para o reabastecimento aéreo), os MRTTs poderão (e serão) usados para transportar civis.
O MRTT começa sua vida como um A330-200 comercial normal construído em Toulouse, França. Dali, o avião é transferido para as instalações da Cobham no Aeroporto Internacional de Bournemouth, n0 Reino Unido, onde ele é reaparelhado.
A reaparelhagem em si é um trabalho enorme. O avião é adornado com um par de pods de reabastecimento Cobham FRL 900E Mark 32B (conhecidos como uma variante do KC2), os quais ficam embaixo de cada asa, e um sistema de reabastecimento central na “barriga” do avião (o KC3), junto com o encanamento necessário e os sistemas de controle. Além disso, o A330 geralmente também é reequipado com sistemas de aviação militares, ainda que possam ser trocados rapidamente para o transporte de civis. No total, o MRTT pode levar até 380 passageiros (soldados ou civis) em sua cabine, ou abrigar 45 toneladas de mantimentos em seu compartimento de carga. O MRTT também pode ser reconfigurado para ser usado como um monstruoso “medivac” (espécie de hospital aéreo) capaz de transportar 130 macas.
Em sua primeira missão de reabastecimento em pleno ar, o MRTT foi incomparável. Ele carrega até 139 mil litros (ou 11 toneladas) de combustível de avião, o que o permite permanecer em voo por mais tempo e reabastecer mais aeronaves do que os aviões que ele substituiu. Como você vê na imagem acima, o reabastecimento é feito com um sistema de mangueira e um tipo de funil.
O Airtanker entregou o primeiro dos novos A330 MRTTs ao Reino Unido em 2011. Até agora, cinco países — Reino Unido, Arábia Saudita, Austrália, EUA e Índia — encomendaram 28 desses aviões para seus trabalhos de reabastecimento.
24 de abril de 2012
Virgin Atlantic apresenta sua nova Upper Class
O novo A330 da Virgin Atlantic, o 'Miss Sunshine', fez seu primeiro voo no sábado passado, dia 21, com destino a Nova Iorque; e esta nova aeronave é a primeira da frota a contar com a novíssima Upper Class.
A Virgin reinventou e redesenhou a sua Upper Class(o que seria equivalente a classe executiva das demais companhias aéreas), criando uma nova e fabulosa experiência a bordo, com várias novidades, entre elas:
Um novo visual para a cabine, com um interior edificante e elegante, com flashes do famoso vermelho Virgin e toques de cristais Swarovski para dar um brilho extra;
Um novo sistema de mood lighting, que foi concebido ao lado dos especialistas de arquitetura da iluminação DHA, que mudam de cor durante o voo para ajudar os passageiros a relaxar e se descontrair, dormir e até ajustar os fusos horários;
As revolucionárias suítes New Comfort proporcionam um sono mais luxuoso e comfortável. Ainda mais com uma cama de 220 cm, ela se torna a maior de todas as classes executivas;
Usando o mesmo esquema de conforto, os novos assentos de couro na cor café, são mais espaçosos e estão mais confortáveis do que nunca. Eles são uma polegada e meia mais largos e reclinam 50% mais. A posição super espreguiçadeira é perfeito para uma soneca nos voos mais curtos;
Cada assento agora conta com duas janelas na parede de cada suíte, proporcionando mais luz e espaço, mas o seu design opaco oferece o mesmo nível de privacidade que a Upper Class sempre ofereceu. Todos os assentos tem acesso direto ao corredor, assim você pode entrar, sair e entrar de novo sem nenhum obstáculo;
Louco por um drinque? O novo bar futurista a bordo tem uma nova orientação, agora ele é separado da cabine e tem grandes novos espaços para sentar-se e socializar com os demais passageiros;
O novo bar, o maior encontrado no céu, tem 2,5m e tem espaço para acomodar até 8 pessoas;
Cada assento tem um monitor touchscreen de 12,1 polegadas, com um controle também touchscreen, e é carregado com o novo sistema de entretenimento da Virgin, o JAM. Com o novíssimo JAM, você pode conectar o seu smartphone, dispositivos USB, ou seu tablet, e assim, assistir, ler, ouvir o seu próprio conteúdo, além de carregar a bateria do seu dispositivo.
Cada suíte também foi equipada com um painel retrátil no braço da poltrona, e uma nova mesinha para coquetéis, além da luz de leitura totalmente ajustável e uma entrada de fone de ouvido muito mais convenientemente localizada. Os assentos também contam com tomadas para laptop's, compatível com a maioria dos tipos de plugs mundo afora, e, o novo A330 conta com o sistema OnAir, então você pode fazer e receber ligações, sms e navegar pela internet no seu próprio telefone/notebook.
A Virgin investiu mais de 100 milhões de libras na nova Upper Class, preço que inclui também a nova sala VIP no aeroporto JFK (em New York), além do novo serviço de bordo. Se você quiser conhecer a nova Upper Class num tour 3D antes de realizar o seu voo, basta acessar o site www.virginatlanticplaneview.com e viajar a vontade!
A Virgin reinventou e redesenhou a sua Upper Class(o que seria equivalente a classe executiva das demais companhias aéreas), criando uma nova e fabulosa experiência a bordo, com várias novidades, entre elas:
Um novo visual para a cabine, com um interior edificante e elegante, com flashes do famoso vermelho Virgin e toques de cristais Swarovski para dar um brilho extra;
Um novo sistema de mood lighting, que foi concebido ao lado dos especialistas de arquitetura da iluminação DHA, que mudam de cor durante o voo para ajudar os passageiros a relaxar e se descontrair, dormir e até ajustar os fusos horários;
As revolucionárias suítes New Comfort proporcionam um sono mais luxuoso e comfortável. Ainda mais com uma cama de 220 cm, ela se torna a maior de todas as classes executivas;
Usando o mesmo esquema de conforto, os novos assentos de couro na cor café, são mais espaçosos e estão mais confortáveis do que nunca. Eles são uma polegada e meia mais largos e reclinam 50% mais. A posição super espreguiçadeira é perfeito para uma soneca nos voos mais curtos;
Cada assento agora conta com duas janelas na parede de cada suíte, proporcionando mais luz e espaço, mas o seu design opaco oferece o mesmo nível de privacidade que a Upper Class sempre ofereceu. Todos os assentos tem acesso direto ao corredor, assim você pode entrar, sair e entrar de novo sem nenhum obstáculo;
Louco por um drinque? O novo bar futurista a bordo tem uma nova orientação, agora ele é separado da cabine e tem grandes novos espaços para sentar-se e socializar com os demais passageiros;
O novo bar, o maior encontrado no céu, tem 2,5m e tem espaço para acomodar até 8 pessoas;
Cada assento tem um monitor touchscreen de 12,1 polegadas, com um controle também touchscreen, e é carregado com o novo sistema de entretenimento da Virgin, o JAM. Com o novíssimo JAM, você pode conectar o seu smartphone, dispositivos USB, ou seu tablet, e assim, assistir, ler, ouvir o seu próprio conteúdo, além de carregar a bateria do seu dispositivo.
Cada suíte também foi equipada com um painel retrátil no braço da poltrona, e uma nova mesinha para coquetéis, além da luz de leitura totalmente ajustável e uma entrada de fone de ouvido muito mais convenientemente localizada. Os assentos também contam com tomadas para laptop's, compatível com a maioria dos tipos de plugs mundo afora, e, o novo A330 conta com o sistema OnAir, então você pode fazer e receber ligações, sms e navegar pela internet no seu próprio telefone/notebook.
A Virgin investiu mais de 100 milhões de libras na nova Upper Class, preço que inclui também a nova sala VIP no aeroporto JFK (em New York), além do novo serviço de bordo. Se você quiser conhecer a nova Upper Class num tour 3D antes de realizar o seu voo, basta acessar o site www.virginatlanticplaneview.com e viajar a vontade!
18 de abril de 2012
A330 da Virgin faz pouso de emegência em Londres
A companhia aérea Virgin Atlantic informou que quatro pessoas ficaram levemente feridas depois que um dos aviões da empresa - que ia do Reino Unido para a Flórida - fez um pouso de emergência no aeroporto de Gatwick nesta segunda-feira.
A empresa se negou a fornecer mais detalhes sobre a natureza dos ferimentos ou o que provocou o pouso, mas afirmou que todos os passageiros e tripulantes desembarcaram em segurança.

Bombeiros disseram que houve relatos de um pequeno incêndio no interior da aeronave, um Airbus A330-300, que decolou às 10h48 (horário local, 6h48 em Brasília) e posou em segurança apenas duas horas mais tarde.
"Em razão de um problema técnico, o capitão decidiu, por precaução, evacuar imediatamente a aeronave", informou a Virgin Atlantic em comunicado, acrescentando que o voo VS27, de Gatwick para Orlando, Flórida, levava 299 passageiros e 13 tripulantes a bordo.
A empresa disse que está trabalhando com as autoridades para descobrir a causa do incidente e que os funcionários de Gatwick ofereceram "todo o apoio" aos passageiros.
Uma funcionária do aeroporto de Gatwick disse que o aeroporto ficou fechado por mais de uma hora e que metade dos passageiros do voo usaram as saídas de emergência do avião da Virgin Atlantic para sair da aeronave.
O aeroporto reabriu, com o uso de uma pista auxiliar, pouco depois de 14h (10h em Brasília), disse a funcionária, que não quis se identificar por causa das políticas da empresa. Segundo ela, os passageiros do aeroporto devem enfrentar atrasos.

O presidente do grupo Virgin, Richard Branson pediu desculpas aos que estavam a bordo do avião em mensagem postada no Twitter. Segundo ele, os funcionários da companhia estão fazendo de tudo para ajudar os passageiros e que mais informações serão divulgadas em breve.
A empresa se negou a fornecer mais detalhes sobre a natureza dos ferimentos ou o que provocou o pouso, mas afirmou que todos os passageiros e tripulantes desembarcaram em segurança.

Bombeiros disseram que houve relatos de um pequeno incêndio no interior da aeronave, um Airbus A330-300, que decolou às 10h48 (horário local, 6h48 em Brasília) e posou em segurança apenas duas horas mais tarde.
"Em razão de um problema técnico, o capitão decidiu, por precaução, evacuar imediatamente a aeronave", informou a Virgin Atlantic em comunicado, acrescentando que o voo VS27, de Gatwick para Orlando, Flórida, levava 299 passageiros e 13 tripulantes a bordo.
A empresa disse que está trabalhando com as autoridades para descobrir a causa do incidente e que os funcionários de Gatwick ofereceram "todo o apoio" aos passageiros.
Uma funcionária do aeroporto de Gatwick disse que o aeroporto ficou fechado por mais de uma hora e que metade dos passageiros do voo usaram as saídas de emergência do avião da Virgin Atlantic para sair da aeronave.
O aeroporto reabriu, com o uso de uma pista auxiliar, pouco depois de 14h (10h em Brasília), disse a funcionária, que não quis se identificar por causa das políticas da empresa. Segundo ela, os passageiros do aeroporto devem enfrentar atrasos.

O presidente do grupo Virgin, Richard Branson pediu desculpas aos que estavam a bordo do avião em mensagem postada no Twitter. Segundo ele, os funcionários da companhia estão fazendo de tudo para ajudar os passageiros e que mais informações serão divulgadas em breve.
29 de julho de 2011
BEA emite seu parecer final quanto ao AF447
O Escritório de Investigações e Análises (BEA) francês anunciou nesta sexta-feira ter identificado uma série de erros dos pilotos que causaram o acidente com o voo AF447 da Air France, que fazia o trajeto Rio-Paris em 1º de junho de 2009. O Airbus A330 caiu no Oceano Atlântico matando as 228 pessoas a bordo.

O terceiro relatório sobre as investigações técnicas da tragédia revela que os pilotos não adotaram o procedimento adequado após os primeiros problemas detectados durante o voo: perda de indicadores de velocidade - devido ao congelamento das sondas (sensores) pitot - e perda de sustentação da aeronave.
"Os pilotos não identificaram a situação de perda de sustentação", apesar do alarme sonoro que foi ativado durante 54 segundos, traz o relatório preparado a partir das investigações.

O documento diz ainda que eles não aplicaram o procedimento necessário após o congelamento das sondas (sensores de velocidade) pitot, o que provocou a perda dos indicadores de velocidade.
O BEA informou que os comandantes da aeronave "não receberam treinamento sobre os procedimentos adequados a serem tomados em grandes altitudes".
O piloto que comandava a aeronave efetuou uma manobra manual no momento, uma vez que o piloto automático foi desativado após a perda dos indicadores de velocidade. O relatório afirma que o comandante da aeronave foi descansar às 2h da manhã sem deixar "recomendações claras" aos dois co-pilotos que ficaram no controle do Airbus. Ele voltou à cabine às 2h11m e a gravação é interrompida às 02h14m.
O documento indica que os pilotos também não avisaram os passageiros dos problemas que enfrentavam na cabine. A empresa aérea Air France reagiu imediatamente ao relatório defendendo o "profissionalismo" dos seus pilotos e colocou em dúvida a confiabilidade do alarme, uma vez que o avião perdeu a sustentabilidade.
Em seu comunicado(na íntegra no final deste post), afirma que "nada permite colocar no banco dos réus as competências técnicas da tripulação". Antes da divulgação do relatório, a ministra da Ecologia e Transportes da França, Nathalie Kosciusko-Morizet, afirmou que o BEA apenas estabelece os fatos e que a justiça é que vai definir as responsabilidades.
"O BEA estabelece os fatos e baseando-se nesses fatos, estabelece recomendações. A responsabilidade de um ou de outros é o papel da justiça", enfatizou a ministra.
Até o momento, o BEA considerava que um problema nas sondas de velocidade tinha sido um dos fatores do acidente, mas também sempre ressaltou que a explicação definitiva seria conhecida apenas quando fossem descobertas as caixas-pretas.
As duas caixas pretas foram trazidas à tona em maio, depois de passar 23 meses a 3.900 metros de profundidade nos Oceano Atlântico.

Mas os erros de pilotagem não convencem as famílias em uma investigação na qual estão envolvidos as gigantes da indústria aeronáutica, como a Airbus, ou companhias, como a Air France, indiciados em março passado pela justiça francesa por homicídios involuntários.
"O que está em jogo economicamente supera a busca pela verdade (...). A precipitação em acusar os pilotos é muito suspeita à medida que essas acusações foram feitas muito cedo, logo depois as primeiras análises das caixas pretas", afirmou Robert Soulas, presidente da associação "Entraide et Solidarité AF447" (Ajuda Mútua e Solidariedade).
"As acusações contra os pilotos são inaceitáveis", afirmou Soulas, representante de familiares de 60 vítimas, que em 2009 abriram um processo ante a justiça francesa.
Entre os 216 passageiros e 12 tripulantes que estavam a bordo do aparelho figuravam 73 franceses, 58 brasileiros e 26 alemães.
Os familiares esperam para outubro a identificação completa dos 154 corpos recuperados no fundo do oceano.

Nota da Air France em defesa de sua tripulação:
"O Bureau de Pesquisas e Análises acaba de apresentar, em seu terceiro relatório, as circunstâncias exatas do acidente do voo AF 447 Rio/Paris em 1º de junho de 2009.
Este trabalho vem esclarecer ainda mais esta tragédia que abalou profundamente a Air France e a comunidade do transporte aéreo. A empresa deseja prestar sua homenagem à memória dos passageiros e membros da tripulação deste acidente e transmite seus sinceros pêsames às suas famílias.
A partir da análise dos dados dos gravadores de voo, ficou presentemente estabelecido que a combinação de múltiplos elementos improváveis conduziram à catástrofe em menos de quatro minutos: o congelamento das sondas Pitot foi o evento inicial que levou ao desligamento do piloto automático, à perda das proteções associadas de controle de pilotagem e a consideráveis movimentos de rolagem. Num ambiente dentro da cabine de comando degradado e desestabilizado, o aparelho perdeu sustentabilidade a grande altitude, sem conseguir recuperá-la, e chocou-se na superfície do oceano Atlântico em grande velocidade. Note-se que as inúmeras vezes em que os alarmes de perda de sustentabilidade foram ativados e parados intempestiva e enganosamente, em contradição com a situação do avião, contribuiu fortemente na dificuldade da tripulação em analisar a situação.
Durante esta sequência de acontecimentos, a tripulação no comando, reunindo as competências dos dois copilotos e do comandante, fez prova de consciência profissional e comprometimento até o fim na condução do voo. A Air France presta homenagem à sua coragem e à sua determinação nestas condições extremas.
Nada permite, neste estágio, colocar em dúvida as competências técnicas da tripulação.
O trabalho agora vai continuar a fim de compreender as causas, os diferentes fatores técnicos e os fatores humanos que contribuíram no desenrolar desta catástrofe. É importante compreender se o ambiente técnico, os sistemas, os alarmes complicaram a compreensão da situação por parte da tripulação.
O BEA também emitiu diferentes recomendações às autoridades europeias responsáveis pela segurança aérea, que a Air France já colocou em prática ou colocará o mais rapidamente possível. Para além dos elementos que serão trazidos pelo relatório final do BEA e pelos trabalhos da investigação judicial, sabemos, e isto é o mais importante para o transporte aéreo, que as medidas já tomadas fizeram progredir significativamente a segurança aérea. Elas visam evitar que tal tipo de acidente se reproduza."

O terceiro relatório sobre as investigações técnicas da tragédia revela que os pilotos não adotaram o procedimento adequado após os primeiros problemas detectados durante o voo: perda de indicadores de velocidade - devido ao congelamento das sondas (sensores) pitot - e perda de sustentação da aeronave.
"Os pilotos não identificaram a situação de perda de sustentação", apesar do alarme sonoro que foi ativado durante 54 segundos, traz o relatório preparado a partir das investigações.

O documento diz ainda que eles não aplicaram o procedimento necessário após o congelamento das sondas (sensores de velocidade) pitot, o que provocou a perda dos indicadores de velocidade.
O BEA informou que os comandantes da aeronave "não receberam treinamento sobre os procedimentos adequados a serem tomados em grandes altitudes".
O piloto que comandava a aeronave efetuou uma manobra manual no momento, uma vez que o piloto automático foi desativado após a perda dos indicadores de velocidade. O relatório afirma que o comandante da aeronave foi descansar às 2h da manhã sem deixar "recomendações claras" aos dois co-pilotos que ficaram no controle do Airbus. Ele voltou à cabine às 2h11m e a gravação é interrompida às 02h14m.
O documento indica que os pilotos também não avisaram os passageiros dos problemas que enfrentavam na cabine. A empresa aérea Air France reagiu imediatamente ao relatório defendendo o "profissionalismo" dos seus pilotos e colocou em dúvida a confiabilidade do alarme, uma vez que o avião perdeu a sustentabilidade.
Em seu comunicado(na íntegra no final deste post), afirma que "nada permite colocar no banco dos réus as competências técnicas da tripulação". Antes da divulgação do relatório, a ministra da Ecologia e Transportes da França, Nathalie Kosciusko-Morizet, afirmou que o BEA apenas estabelece os fatos e que a justiça é que vai definir as responsabilidades.
"O BEA estabelece os fatos e baseando-se nesses fatos, estabelece recomendações. A responsabilidade de um ou de outros é o papel da justiça", enfatizou a ministra.
Até o momento, o BEA considerava que um problema nas sondas de velocidade tinha sido um dos fatores do acidente, mas também sempre ressaltou que a explicação definitiva seria conhecida apenas quando fossem descobertas as caixas-pretas.
As duas caixas pretas foram trazidas à tona em maio, depois de passar 23 meses a 3.900 metros de profundidade nos Oceano Atlântico.

Mas os erros de pilotagem não convencem as famílias em uma investigação na qual estão envolvidos as gigantes da indústria aeronáutica, como a Airbus, ou companhias, como a Air France, indiciados em março passado pela justiça francesa por homicídios involuntários.
"O que está em jogo economicamente supera a busca pela verdade (...). A precipitação em acusar os pilotos é muito suspeita à medida que essas acusações foram feitas muito cedo, logo depois as primeiras análises das caixas pretas", afirmou Robert Soulas, presidente da associação "Entraide et Solidarité AF447" (Ajuda Mútua e Solidariedade).
"As acusações contra os pilotos são inaceitáveis", afirmou Soulas, representante de familiares de 60 vítimas, que em 2009 abriram um processo ante a justiça francesa.
Entre os 216 passageiros e 12 tripulantes que estavam a bordo do aparelho figuravam 73 franceses, 58 brasileiros e 26 alemães.
Os familiares esperam para outubro a identificação completa dos 154 corpos recuperados no fundo do oceano.

Nota da Air France em defesa de sua tripulação:
"O Bureau de Pesquisas e Análises acaba de apresentar, em seu terceiro relatório, as circunstâncias exatas do acidente do voo AF 447 Rio/Paris em 1º de junho de 2009.
Este trabalho vem esclarecer ainda mais esta tragédia que abalou profundamente a Air France e a comunidade do transporte aéreo. A empresa deseja prestar sua homenagem à memória dos passageiros e membros da tripulação deste acidente e transmite seus sinceros pêsames às suas famílias.
A partir da análise dos dados dos gravadores de voo, ficou presentemente estabelecido que a combinação de múltiplos elementos improváveis conduziram à catástrofe em menos de quatro minutos: o congelamento das sondas Pitot foi o evento inicial que levou ao desligamento do piloto automático, à perda das proteções associadas de controle de pilotagem e a consideráveis movimentos de rolagem. Num ambiente dentro da cabine de comando degradado e desestabilizado, o aparelho perdeu sustentabilidade a grande altitude, sem conseguir recuperá-la, e chocou-se na superfície do oceano Atlântico em grande velocidade. Note-se que as inúmeras vezes em que os alarmes de perda de sustentabilidade foram ativados e parados intempestiva e enganosamente, em contradição com a situação do avião, contribuiu fortemente na dificuldade da tripulação em analisar a situação.
Durante esta sequência de acontecimentos, a tripulação no comando, reunindo as competências dos dois copilotos e do comandante, fez prova de consciência profissional e comprometimento até o fim na condução do voo. A Air France presta homenagem à sua coragem e à sua determinação nestas condições extremas.
Nada permite, neste estágio, colocar em dúvida as competências técnicas da tripulação.
O trabalho agora vai continuar a fim de compreender as causas, os diferentes fatores técnicos e os fatores humanos que contribuíram no desenrolar desta catástrofe. É importante compreender se o ambiente técnico, os sistemas, os alarmes complicaram a compreensão da situação por parte da tripulação.
O BEA também emitiu diferentes recomendações às autoridades europeias responsáveis pela segurança aérea, que a Air France já colocou em prática ou colocará o mais rapidamente possível. Para além dos elementos que serão trazidos pelo relatório final do BEA e pelos trabalhos da investigação judicial, sabemos, e isto é o mais importante para o transporte aéreo, que as medidas já tomadas fizeram progredir significativamente a segurança aérea. Elas visam evitar que tal tipo de acidente se reproduza."
9 de junho de 2011
Você conhece a SPICE?
Uma das coisas que mais atrai os olhares no avião é a famosa Galley!!! (ou a cozinha, como dizem alguns clientes... huauhahuuha). O lugar é cheio de trolleys(carrinhos), caixas, gavetas, fornos e um monte de aparatos, que, para quem é comissário, é algo normal.

Mas, a galley é bem pesada, pois todo esse material foi desenvolvido há pelo menos 40 anos, numa época em que os materiais não eram os mesmos que hoje temos a disposição. Num mundo eco-eficiente, como o de hoje em dia, temos de pensar em inovações para resolver esse "problema" de peso. A Airbus fez isso e nos apresenta SPICE.

Quem/o que é SPICE?? SPace Innovate Catering Equipment, é a solução que a Airbus apresenta para a galley ser mais leve, ergonômica e eficiente.
A galley SPICE é mais alta que a atual, mas ela possui um elevador para que a tripulação não precise carregar peso. Na SPICE, os trolleys são substituídos por caixas e folding trolleys(carrinhos dobráveis) de materiais eco-eficientes e muito mais leves. Cada caixa vazia pesa 6Kg, e, num Airbus A330, são necessárias apenas 8 caixas, ao invés do 40, ou 50 trolleys (dependendo da companhia aérea e do tipo de serviço de bordo), que embarcam atualmente. Essa simples substituição ocasiona uma economia de 550Kg de carga, ou, num A380, a economia chega a 1000Kg!!!!!

Além da economia de peso, a SPICE também proporciona uma economia de espaço muito boa, sendo que num A330, sem nenhuma modificação na cabine de pssageiros, cabem mais 3 assentos, ou num A380, cabem mais 10 assentos.


Segundo os economistas, a nova galley da Airbus oferece muitas outras vantagens , através da solução de vários problemas que hoje têm muitas limitações devido ao desenho atual das galleys, entre eles:
- A possibilidades da instalação de equipamentos para separação do lixo, possibilitando a reciclagem;

- Melhora no espaço e no ambiente de trabalho da tripulação. Nas galleys de hoje a tripulação têm de carregar vários tipos de caixa de metal, algumas com mais de 1,5m, e essas caixas serverm para guardar diversos equipamentos como bebidas, pratarias e afins, que podem ser pesadas. Trabalhar com esses equipamentos manualmente pode causar fadiga nos tripulantes. Na SPICE, existe a "Transfer Table", que server como uma espécie de elevador que se move tanto vertical, como horizontalmente, fazendo assim todo o trabalho de esforço para carregar o peso;

- Equipamentos Plug & Play: Tudo o que está instalado nas galleys de hoje, foi pensando para ser colocado lá permanentemente, só sendo retirado de lá para as devidas manutenções. Na SPICE, isso é diferente, tudo é padronizado com as mesmas medidas, peso e intérface, o que permite a economia de espaço, e a troca dos equipamentos muito mais facilmente. Essa flexibilidade dos equipamentos da galley permite que as empresas aéreas ofereçam menus específicos em determinadas rotas, alterando os equipamentos embarcados sem causar grandes modificações na galley.
(vídeo de demonstração do uso da SPICE)
Até o momento, a SPICE foi pensada para equipar aeronave wide-body, como o A330, A380 e o A350, sendo que este último deve ser o "lançador" desse modelo de galley. Para as aeronaves narow-bdoy, a Airbus está planejando realizar algumas alterações na SPICE para que ela se adapte à família A320.

Mas, a galley é bem pesada, pois todo esse material foi desenvolvido há pelo menos 40 anos, numa época em que os materiais não eram os mesmos que hoje temos a disposição. Num mundo eco-eficiente, como o de hoje em dia, temos de pensar em inovações para resolver esse "problema" de peso. A Airbus fez isso e nos apresenta SPICE.

Quem/o que é SPICE?? SPace Innovate Catering Equipment, é a solução que a Airbus apresenta para a galley ser mais leve, ergonômica e eficiente.
A galley SPICE é mais alta que a atual, mas ela possui um elevador para que a tripulação não precise carregar peso. Na SPICE, os trolleys são substituídos por caixas e folding trolleys(carrinhos dobráveis) de materiais eco-eficientes e muito mais leves. Cada caixa vazia pesa 6Kg, e, num Airbus A330, são necessárias apenas 8 caixas, ao invés do 40, ou 50 trolleys (dependendo da companhia aérea e do tipo de serviço de bordo), que embarcam atualmente. Essa simples substituição ocasiona uma economia de 550Kg de carga, ou, num A380, a economia chega a 1000Kg!!!!!
Além da economia de peso, a SPICE também proporciona uma economia de espaço muito boa, sendo que num A330, sem nenhuma modificação na cabine de pssageiros, cabem mais 3 assentos, ou num A380, cabem mais 10 assentos.
Segundo os economistas, a nova galley da Airbus oferece muitas outras vantagens , através da solução de vários problemas que hoje têm muitas limitações devido ao desenho atual das galleys, entre eles:
- A possibilidades da instalação de equipamentos para separação do lixo, possibilitando a reciclagem;
- Melhora no espaço e no ambiente de trabalho da tripulação. Nas galleys de hoje a tripulação têm de carregar vários tipos de caixa de metal, algumas com mais de 1,5m, e essas caixas serverm para guardar diversos equipamentos como bebidas, pratarias e afins, que podem ser pesadas. Trabalhar com esses equipamentos manualmente pode causar fadiga nos tripulantes. Na SPICE, existe a "Transfer Table", que server como uma espécie de elevador que se move tanto vertical, como horizontalmente, fazendo assim todo o trabalho de esforço para carregar o peso;
- Equipamentos Plug & Play: Tudo o que está instalado nas galleys de hoje, foi pensando para ser colocado lá permanentemente, só sendo retirado de lá para as devidas manutenções. Na SPICE, isso é diferente, tudo é padronizado com as mesmas medidas, peso e intérface, o que permite a economia de espaço, e a troca dos equipamentos muito mais facilmente. Essa flexibilidade dos equipamentos da galley permite que as empresas aéreas ofereçam menus específicos em determinadas rotas, alterando os equipamentos embarcados sem causar grandes modificações na galley.
(vídeo de demonstração do uso da SPICE)
Até o momento, a SPICE foi pensada para equipar aeronave wide-body, como o A330, A380 e o A350, sendo que este último deve ser o "lançador" desse modelo de galley. Para as aeronaves narow-bdoy, a Airbus está planejando realizar algumas alterações na SPICE para que ela se adapte à família A320.
16 de maio de 2011
AF447, caixas pretas estão intactas e legíveis
Investigadores conseguiram extrair com sucesso dados das duas caixas-pretas recuperadas do avião da Air France que caiu no oceano Atlântico em 2009, disse a agência de investigação de acidentes aéreos da França, a BEA, nesta segunda-feira.
A transferência bem-sucedida inclui todas as informações do gravador de dados do voo, que monitora os sistemas da aeronave, e uma fita contendo as duas últimas horas de gravações de voz da cabine de pilotagem.
A realização aumenta as chances de que o mistério sobre a perda da aeronave Airbus A330, que matou todas as 228 pessoas a bordo em 2009, será finalmente resolvido.
Os gravadores do Airbus A330 foram retirados de uma profundidade de quase 4 quilômetros para a superfície do mar no começo de maio, após uma longa operação de busca que custou 50 milhões de dólares, e em seguida foram enviados para Paris, onde chegaram na quinta-feira passada.
Os dados agora serão analisados em detalhe, segundo a BEA. "Esse trabalho levará algumas semanas, e depois, um relatório interino será elaborado para ser publicado em meados do ano", afirmou a agência em comunicado.
Investigadores disseram anteriormente que qualquer informação retirada das caixas-pretas levaria meses para ser processada e que não esperavam emitir um relatório até o início de 2012.
A transferência bem-sucedida inclui todas as informações do gravador de dados do voo, que monitora os sistemas da aeronave, e uma fita contendo as duas últimas horas de gravações de voz da cabine de pilotagem.
A realização aumenta as chances de que o mistério sobre a perda da aeronave Airbus A330, que matou todas as 228 pessoas a bordo em 2009, será finalmente resolvido.
Os gravadores do Airbus A330 foram retirados de uma profundidade de quase 4 quilômetros para a superfície do mar no começo de maio, após uma longa operação de busca que custou 50 milhões de dólares, e em seguida foram enviados para Paris, onde chegaram na quinta-feira passada.
Os dados agora serão analisados em detalhe, segundo a BEA. "Esse trabalho levará algumas semanas, e depois, um relatório interino será elaborado para ser publicado em meados do ano", afirmou a agência em comunicado.
Investigadores disseram anteriormente que qualquer informação retirada das caixas-pretas levaria meses para ser processada e que não esperavam emitir um relatório até o início de 2012.
12 de maio de 2011
AF447, os encaixes das peças do quebra cabeças estão em andamento
O BEA (Birô de Investigações e Análises), órgão do governo francês responsável pela investigação do acidente com o voo 447 da Air France, informou que apenas na segunda-feira (16) será possível saber se as informações contidas nas caixas-pretas do avião poderão ser recuperadas.

Os dois aparelhos, resgatados do fundo do Atlântico nos dias 1º e 3 de maio, chegaram hoje à França e foram "apresentadas" para a imprensa.
"Na segunda-feira vamos anunciar em que situação estão as caixas-pretas que registram os parâmetros de voo e as conversas na cabine dos pilotos", afirmou o diretor do BEA, Jean Paul Troadec. "Diremos em que estado estão as caixas-pretas, se as informações podem ser recuperadas ou se são necessários trabalhos complementares para obter as informações."
Segundo Troadec, o aspecto exterior dos aparelhos é bom, o que prova que resistiram à queda no oceano, mas não é possível afirmar ainda se os dados foram preservados. Ele disse acreditar "bastante" que o órgão possa utilizar os dados na investigação do acidente.
O BEA considera que uma falha nos sensores de velocidade --as sondas Pitot-- foi um dos fatores do acidente, mas acredita que só terá a explicação definitiva da tragédia se conseguir analisar os dados das caixas-pretas do Airbus A330.
As duas caixas, que ficaram quase dois anos submersas a 3.900 metros de profundidade, foram apresentadas nos mesmos recipientes plásticos transparentes com água em que foram colocadas quando içadas ao navio Ile de Sein. Os recipientes foram selados, com um carimbo de cera, por se tratarem de provas em uma investigação judicial.
A Procuradoria francesa supervisiona os trabalhos do BEA, já que, na investigação judicial, Air France e Airbus são processadas por homicídios culposos (não intencionais).
O promotor público de Paris, Jean Quintard, afirmou que a prioridade de sua investigação é conhecer as circunstâncias do acidente para que se determine os responsáveis, um trabalho para o qual, segundo ele, não é necessário recuperar os corpos que permanecem entre os restos do avião.
No entanto, o representante do Ministério Público assegurou que alguns familiares das vítimas manifestaram seu desejo de recuperar os corpos e declarou que "a Justiça não é insensível" a dor dessas pessoas.
Os dois corpos resgatados do oceano estão em um laboratório e os resultados dos testes que tentam extrair seu DNA deverão ser conhecidos na próxima quarta-feira (18).
As caixas-pretas serão abertas na tarde desta quinta-feira na sede do BEA, em Le Bourget, nos arredores de Paris, na presença de um oficial da polícia francesa.

Segundo o BEA, o primeiro passo será limpar e secar o equipamento, o que deve levar dois dias, antes que se possa tentar extrair os dados contidos nos cartões de memória, por meio de um decodificador.
Caso os cartões de memória tenham sofrido corrosão ou outro tipo de desgaste, os investigadores poderão levar semanas para conseguir ler as informações. Segundo Troadec, nesse caso será necessário reconstituir o conjunto de dados de cada cartão usando técnicas sofisticadas.
Com os dados em mãos, a equipe do BEA vai analisar as informações e os investigadores deverão ter rapidamente um panorama geral dos motivos da queda do avião.
Um estudo mais detalhado dos dados das caixas-pretas e também de outras peças do avião porém, levará meses para ser concluído. O BEA prevê divulgar um relatório definitivo sobre o acidente até o início de 2012.

Os dois aparelhos, resgatados do fundo do Atlântico nos dias 1º e 3 de maio, chegaram hoje à França e foram "apresentadas" para a imprensa.
"Na segunda-feira vamos anunciar em que situação estão as caixas-pretas que registram os parâmetros de voo e as conversas na cabine dos pilotos", afirmou o diretor do BEA, Jean Paul Troadec. "Diremos em que estado estão as caixas-pretas, se as informações podem ser recuperadas ou se são necessários trabalhos complementares para obter as informações."
Segundo Troadec, o aspecto exterior dos aparelhos é bom, o que prova que resistiram à queda no oceano, mas não é possível afirmar ainda se os dados foram preservados. Ele disse acreditar "bastante" que o órgão possa utilizar os dados na investigação do acidente.
O BEA considera que uma falha nos sensores de velocidade --as sondas Pitot-- foi um dos fatores do acidente, mas acredita que só terá a explicação definitiva da tragédia se conseguir analisar os dados das caixas-pretas do Airbus A330.
As duas caixas, que ficaram quase dois anos submersas a 3.900 metros de profundidade, foram apresentadas nos mesmos recipientes plásticos transparentes com água em que foram colocadas quando içadas ao navio Ile de Sein. Os recipientes foram selados, com um carimbo de cera, por se tratarem de provas em uma investigação judicial.
A Procuradoria francesa supervisiona os trabalhos do BEA, já que, na investigação judicial, Air France e Airbus são processadas por homicídios culposos (não intencionais).
O promotor público de Paris, Jean Quintard, afirmou que a prioridade de sua investigação é conhecer as circunstâncias do acidente para que se determine os responsáveis, um trabalho para o qual, segundo ele, não é necessário recuperar os corpos que permanecem entre os restos do avião.
No entanto, o representante do Ministério Público assegurou que alguns familiares das vítimas manifestaram seu desejo de recuperar os corpos e declarou que "a Justiça não é insensível" a dor dessas pessoas.
Os dois corpos resgatados do oceano estão em um laboratório e os resultados dos testes que tentam extrair seu DNA deverão ser conhecidos na próxima quarta-feira (18).
As caixas-pretas serão abertas na tarde desta quinta-feira na sede do BEA, em Le Bourget, nos arredores de Paris, na presença de um oficial da polícia francesa.

Segundo o BEA, o primeiro passo será limpar e secar o equipamento, o que deve levar dois dias, antes que se possa tentar extrair os dados contidos nos cartões de memória, por meio de um decodificador.
Caso os cartões de memória tenham sofrido corrosão ou outro tipo de desgaste, os investigadores poderão levar semanas para conseguir ler as informações. Segundo Troadec, nesse caso será necessário reconstituir o conjunto de dados de cada cartão usando técnicas sofisticadas.
Com os dados em mãos, a equipe do BEA vai analisar as informações e os investigadores deverão ter rapidamente um panorama geral dos motivos da queda do avião.
Um estudo mais detalhado dos dados das caixas-pretas e também de outras peças do avião porém, levará meses para ser concluído. O BEA prevê divulgar um relatório definitivo sobre o acidente até o início de 2012.
7 de maio de 2011
AF447, as peças do quebra cabeça começam a ser reveladas...
O primeiro corpo de uma vítima do acidente do Airbus da Air France, que voava entre Rio de Janeiro e Paris e caiu no Oceano Atlântico em 2009 com 228 pessoas a bordo, foi recuperado nesta quinta-feira, poucos dias depois da descoberta das caixas pretas, que podem explicar as razões da catástrofe.
O corpo foi recuperado por equipes de resgate a 3.900 metros de profundidade, informou a Direção de Polícia Francesa (DGGN). Vários corpos foram localizados porque permanecem atados aos assentos do avião, que caiu no Atlântico pouco depois de decolar do Rio de Janeiro, segundo a DGGN, que destacou a dificuldade da operação de resgate.
"Depois de uma tentativa infrutífera, o corpo de uma vítima do voo AF447, que caiu no Atlântico em 1º de junho de 2009, pôde ser levado a bordo do navio 'Ile de Sein'" na manhã desta quinta-feira", afirma o comunicado. As tarefas de resgate dos corpos que permanecem nos destroços do Airbus, iniciadas na quarta-feira, prosseguirão nos próximos dias.
A operação acontece com um pequeno submarino e vários robôs teleguiados a 3.900 metros de profundidade. "Os restos mortais, que permeneceram submersos durante dois anos a uma profundidade de aproximadamente 3.900 metros, ainda atados a um assento da aeronave, pareciam deteriorados", completa a DGGN, que admitiu que existem "fortes incertezas" sobre a recuperação dos corpos. Içados a bordo, os restos mortais (assim como destroços e caixas-pretas) serão transportados agora para a cidade de Caiena, na Guiana Francesa, de onde partirão para a França.
Os destroços do Airbus foram localizados no início de abril em águas brasileiras, a 3.900 metros de profundidade, em uma zona de 600 por 200 metros, durante a quarta fase de buscas para localizar as caixas pretas do avião, que começou em 25 de março.
"Os investigadores da polícia retiraram mostras no local, que serão enviadas na próxima semana, junto com as caixas pretas, a um laboratório de análises para determinar a possibilidade de uma identificação das vítimas por DNA", completa a DGGN.
Na terça-feira, os investigadores franceses anunciaram a recuperação da segunda caixa preta do avião, a que grava o áudio da cabine do piloto. As causas do acidente do Airbus A330, que ainda não foi explicado e matou 228 pessoas de 32 nacionalidades diferentes, entre elas 72 franceses e 59 brasileiros, podem ser conhecidas depois da análise das caixas pretas resgatadas nos últimos dias.
Ainda é preciso descobrir se os gravadores da aeronave são legíveis, os únicos que permitiriam determinar as causas exatas da catástrofe. A investigação do acidente do voo Rio-Paris custou 35 milhões de euros (sendo que nesta fase ainda serão gastos mais US$ 12,5 mi). A ministra francesa de Ecologia e Transportes, Nathalie Kosciusko-Morizet, afirmou ao jornal La Tribune que o avião não explodiu porque foram encontrados destroços intactos da cabine da aeronaves, onde há corpos dentro, alguns deles "identificáveis".
Ainda não se sabe se os corpos que agora forem resgatados ajudarão a definir a dinâmica do acidente. A primeira perícia dos cadáveres permitiu indicar que a aeronave caiu "de barriga" no Atlântico. Isso porque 95% dos corpos analisados pelos legistas de Fernando de Noronha, em 2009, apresentavam fraturas no terço medial das pernas, nos braços e na região do quadril - semelhantes aos verificados em pessoas que caem de grande altura. Na avaliação dos legistas, esse é um indício de que alguns passageiros estariam sentados em suas poltronas no momento da queda.
De acordo com especialistas, provavelmente houve despressurização da cabine, conforme indicou uma das mensagens enviadas pelo avião. Mas não foi 100% possível afirmar que as vítimas morreram por causa disso, mesmo tendo sido achadas petéquias (lesões) em muitos corpos.
Apesar das dúvidas sobre a possibilidade de os corpos indicarem mais algum detalhe, Alain Jacubowicz, advogado da Associação Ajuda Mútua e Solidariedade, observou que "as autoridades fazem o que podem". "Não seria possível deixar os corpos onde estão."
Quanto à polêmica gerada pelas caixas pretas, se a França não quiser submeter as caixas-pretas do voo AF 447 à análise de um segundo país, nada a obriga a fazê-lo, de acordo com a Organização da Aviação Civil Internacional (Icao, na sigla em inglês). A Associação das Famílias das Vítimas do Voo AF 447, representando os familiares brasileiros das vítimas do acidente, havia solicitado uma análise isenta dos gravadores das informações do voo para o ministério dos Transportes da França e até para o presidente do país, Nicolas Sarkozy.
"Nenhuma norma internacional obriga a França a enviar as caixas-pretas para outro país", afirmou ao Terra Denis Chagnon, chefe da Comunicação da Icao, agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para a coordenação e a regulação do transporte aéreo internacional. "Se ela quiser, é evidente que pode fazê-lo. Mas o anexo 13 da Convenção de Chicago é bem claro sobre as responsabilidades da investigação de um acidente aéreo e, neste caso, não restam dúvidas de que cabem inteiramente à França".
A Convenção de Chicago - da qual 52 países são signatários, entre eles o Brasil - estabelece as regras internacionais de aviação civil, tais como as de segurança, as de direitos e deveres dos países envolvidos e de matrícula das aeronaves. O anexo 13 estipula que uma hierarquia de responsáveis no caso de um acidente aéreo: em primeiro lugar, o país da matrícula do avião, seguido pelo país da empresa à qual pertence a aeronave, e, por último, o país onde o avião foi construído. Nos três casos, a França é a principal envolvida. O Brasil, explica Chagnon, pode ter, voluntariamente, um papel na investigação enquanto "parte envolvida", mas não tem nem o direito nem o dever de interferir nas investigações.
Em no máximo 10 dias, estima o BEA, as caixas-pretas deverão chegar na França, onde serão lidas. Durante o trajeto, serão mantidas imersas na água em duas caixas lacradas, para evitar deterioração. O coronel da FAB Luís Cláudio Lupoli, do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) é o único brasileiro que acompanha as buscas em alto-mar a bordo do navio Île de Sein.
Nesta terça-feira, o Ministério dos Transportes da França - ao qual está submetido - anunciou que especialistas americanos, britânicos, além do brasileiro, dos franceses e de um representante da Justiça, estarão presentes no momento em que as caixas-pretas forem abertas. "Nós não temos nenhum medo em particular, mesmo sem saber o que os investigadores vão encontrar", afirmou Thierry Mariani, o secretário de Estado dos Transportes. "O mais deplorável seria ignorar os ensinamentos deste acidente. É preciso conhecer a verdade sobre este drama, sejam quais forem as causas", afirmou.
"Desejo ardentemente que os dados possam ser explorados e contribuir para trazer às famílias das vítimas, à nossa companhia e à comunidade aérea as respostas às questões em aberto há quase dois anos", disse o diretor-geral da Air France, Pierre-Henri Gourgeon, em comunicado divulgado hoje pela empresa.
O corpo foi recuperado por equipes de resgate a 3.900 metros de profundidade, informou a Direção de Polícia Francesa (DGGN). Vários corpos foram localizados porque permanecem atados aos assentos do avião, que caiu no Atlântico pouco depois de decolar do Rio de Janeiro, segundo a DGGN, que destacou a dificuldade da operação de resgate.
"Depois de uma tentativa infrutífera, o corpo de uma vítima do voo AF447, que caiu no Atlântico em 1º de junho de 2009, pôde ser levado a bordo do navio 'Ile de Sein'" na manhã desta quinta-feira", afirma o comunicado. As tarefas de resgate dos corpos que permanecem nos destroços do Airbus, iniciadas na quarta-feira, prosseguirão nos próximos dias.
A operação acontece com um pequeno submarino e vários robôs teleguiados a 3.900 metros de profundidade. "Os restos mortais, que permeneceram submersos durante dois anos a uma profundidade de aproximadamente 3.900 metros, ainda atados a um assento da aeronave, pareciam deteriorados", completa a DGGN, que admitiu que existem "fortes incertezas" sobre a recuperação dos corpos. Içados a bordo, os restos mortais (assim como destroços e caixas-pretas) serão transportados agora para a cidade de Caiena, na Guiana Francesa, de onde partirão para a França.
Os destroços do Airbus foram localizados no início de abril em águas brasileiras, a 3.900 metros de profundidade, em uma zona de 600 por 200 metros, durante a quarta fase de buscas para localizar as caixas pretas do avião, que começou em 25 de março.
"Os investigadores da polícia retiraram mostras no local, que serão enviadas na próxima semana, junto com as caixas pretas, a um laboratório de análises para determinar a possibilidade de uma identificação das vítimas por DNA", completa a DGGN.
Na terça-feira, os investigadores franceses anunciaram a recuperação da segunda caixa preta do avião, a que grava o áudio da cabine do piloto. As causas do acidente do Airbus A330, que ainda não foi explicado e matou 228 pessoas de 32 nacionalidades diferentes, entre elas 72 franceses e 59 brasileiros, podem ser conhecidas depois da análise das caixas pretas resgatadas nos últimos dias.
Ainda é preciso descobrir se os gravadores da aeronave são legíveis, os únicos que permitiriam determinar as causas exatas da catástrofe. A investigação do acidente do voo Rio-Paris custou 35 milhões de euros (sendo que nesta fase ainda serão gastos mais US$ 12,5 mi). A ministra francesa de Ecologia e Transportes, Nathalie Kosciusko-Morizet, afirmou ao jornal La Tribune que o avião não explodiu porque foram encontrados destroços intactos da cabine da aeronaves, onde há corpos dentro, alguns deles "identificáveis".
Ainda não se sabe se os corpos que agora forem resgatados ajudarão a definir a dinâmica do acidente. A primeira perícia dos cadáveres permitiu indicar que a aeronave caiu "de barriga" no Atlântico. Isso porque 95% dos corpos analisados pelos legistas de Fernando de Noronha, em 2009, apresentavam fraturas no terço medial das pernas, nos braços e na região do quadril - semelhantes aos verificados em pessoas que caem de grande altura. Na avaliação dos legistas, esse é um indício de que alguns passageiros estariam sentados em suas poltronas no momento da queda.
De acordo com especialistas, provavelmente houve despressurização da cabine, conforme indicou uma das mensagens enviadas pelo avião. Mas não foi 100% possível afirmar que as vítimas morreram por causa disso, mesmo tendo sido achadas petéquias (lesões) em muitos corpos.
Apesar das dúvidas sobre a possibilidade de os corpos indicarem mais algum detalhe, Alain Jacubowicz, advogado da Associação Ajuda Mútua e Solidariedade, observou que "as autoridades fazem o que podem". "Não seria possível deixar os corpos onde estão."
Quanto à polêmica gerada pelas caixas pretas, se a França não quiser submeter as caixas-pretas do voo AF 447 à análise de um segundo país, nada a obriga a fazê-lo, de acordo com a Organização da Aviação Civil Internacional (Icao, na sigla em inglês). A Associação das Famílias das Vítimas do Voo AF 447, representando os familiares brasileiros das vítimas do acidente, havia solicitado uma análise isenta dos gravadores das informações do voo para o ministério dos Transportes da França e até para o presidente do país, Nicolas Sarkozy.
"Nenhuma norma internacional obriga a França a enviar as caixas-pretas para outro país", afirmou ao Terra Denis Chagnon, chefe da Comunicação da Icao, agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para a coordenação e a regulação do transporte aéreo internacional. "Se ela quiser, é evidente que pode fazê-lo. Mas o anexo 13 da Convenção de Chicago é bem claro sobre as responsabilidades da investigação de um acidente aéreo e, neste caso, não restam dúvidas de que cabem inteiramente à França".
A Convenção de Chicago - da qual 52 países são signatários, entre eles o Brasil - estabelece as regras internacionais de aviação civil, tais como as de segurança, as de direitos e deveres dos países envolvidos e de matrícula das aeronaves. O anexo 13 estipula que uma hierarquia de responsáveis no caso de um acidente aéreo: em primeiro lugar, o país da matrícula do avião, seguido pelo país da empresa à qual pertence a aeronave, e, por último, o país onde o avião foi construído. Nos três casos, a França é a principal envolvida. O Brasil, explica Chagnon, pode ter, voluntariamente, um papel na investigação enquanto "parte envolvida", mas não tem nem o direito nem o dever de interferir nas investigações.
Em no máximo 10 dias, estima o BEA, as caixas-pretas deverão chegar na França, onde serão lidas. Durante o trajeto, serão mantidas imersas na água em duas caixas lacradas, para evitar deterioração. O coronel da FAB Luís Cláudio Lupoli, do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) é o único brasileiro que acompanha as buscas em alto-mar a bordo do navio Île de Sein.
Nesta terça-feira, o Ministério dos Transportes da França - ao qual está submetido - anunciou que especialistas americanos, britânicos, além do brasileiro, dos franceses e de um representante da Justiça, estarão presentes no momento em que as caixas-pretas forem abertas. "Nós não temos nenhum medo em particular, mesmo sem saber o que os investigadores vão encontrar", afirmou Thierry Mariani, o secretário de Estado dos Transportes. "O mais deplorável seria ignorar os ensinamentos deste acidente. É preciso conhecer a verdade sobre este drama, sejam quais forem as causas", afirmou.
"Desejo ardentemente que os dados possam ser explorados e contribuir para trazer às famílias das vítimas, à nossa companhia e à comunidade aérea as respostas às questões em aberto há quase dois anos", disse o diretor-geral da Air France, Pierre-Henri Gourgeon, em comunicado divulgado hoje pela empresa.
4 de maio de 2011
Mais notícias sobre o AF447
Agora é oficial. O diplomata Philippe Vinogradoff, representante especial do governo francês junto às famílias das vítimas do voo AF 447, escreveu hoje aos parentes informando sobre tentativa de resgate dos corpos consevardos depois de quase dois anos à 3900 metros de profundidade no Oceano Atlântico. “As peças do avião úteis para o inquérito vão agora ser içadas e as equipes da Gendarmerie Nationale a bordo do navio Ile de Sein, vão tentar a recuperação de um primeiro corpo”, escreveu em português com sotaque o embaixador Vinogradoff, ex-consul da França em Miami.
O resgate dos corpos é uma operação delicada, de êxito incerto. A tentativa será realizada por nove técnicos da empresa americana Phoenix International que, a bordo do navio lança-cabos ‘Ile de Sein’, operam o veículo autônomo submersível Remora 6000. “Nós temos experiência de sucesso em 57 resgates de corpos de vítimas no mar, não vou entrar em detalhes sobre o nosso método em respeito às famílias, mas é possível sim”, disse Steven Saint Amour, diretor da Phoenix.
Três equipes da Phoenix, cada uma com dois operadores e um supervisor, se revezam em turnos de oito horas. O funcionamento remoto do Remora 6000 requer dois operadores: um deles é responsável pelo deslocamento e estabilidade do robô submarino enquanto o outro, cuida dos movimentos dos braços mecânicos. Os comandos se fazem através de joysticks como os de vídeo game e em frente a telas de TV que recebem imagens captadas pela câmera de alta definição do Rêmora 6 000.
“O resgate dos corpos provoca uma carga emocional pesada em nossos operadores”, conta Saint Amour. O conjunto adiposo do corpo humano submerso na água durante longo período provoca saponização na derme. A reação química dificulta a aderência. Seguido ao resgate dos restos mortais das vítimas do acidente aéreo de Sharm el-Sheikh, no extremo sul da península do Sinai, junto do Mar Vermelho, alguns participantes da operação precisaram de apoio psicológico durante seis meses.
O Escritório de Investigações e de Análises (BEA) da Aviação Civil da França, órgão responsável pela apuração das causas do acidente, diz que o mosaico montado a partir de 13 000 fotografias submarinas mostraram uma cena de horror, “dezenas e dezenas de corpos” junto aos destroços do Airbus A330-203. A consevação se deu devido baixa temperatura no fundo do mar – entre um e zero graus Celcius.
“Neste nível de temperatura, a decomposição é mais lenta”, comenta Jean-Sebastian Raul, professor-legista do Instituto de Medicina Legal de Estrasburgo. “As bactérias anaeróbias do intestino, que não precisam de oxigênio e são responsáveis pela putrefação, ficam inativas, mas basta o aumento na temperatura que o processo se coloca em marcha.” O lança-cabos ‘Ile de Sein’ foi equipado com cameras frigoríficas cuja temperatura é de doze graus negativos. Caso corpos de vítimas da tragédia do voo AF 447 forem recuperados, eles serão levados primeiro para França, onde serão analisados, como exige o processo penal sobre o acidente, e depois, devolvidos aos familiares.
O resgate dos corpos é uma operação delicada, de êxito incerto. A tentativa será realizada por nove técnicos da empresa americana Phoenix International que, a bordo do navio lança-cabos ‘Ile de Sein’, operam o veículo autônomo submersível Remora 6000. “Nós temos experiência de sucesso em 57 resgates de corpos de vítimas no mar, não vou entrar em detalhes sobre o nosso método em respeito às famílias, mas é possível sim”, disse Steven Saint Amour, diretor da Phoenix.
Três equipes da Phoenix, cada uma com dois operadores e um supervisor, se revezam em turnos de oito horas. O funcionamento remoto do Remora 6000 requer dois operadores: um deles é responsável pelo deslocamento e estabilidade do robô submarino enquanto o outro, cuida dos movimentos dos braços mecânicos. Os comandos se fazem através de joysticks como os de vídeo game e em frente a telas de TV que recebem imagens captadas pela câmera de alta definição do Rêmora 6 000.
“O resgate dos corpos provoca uma carga emocional pesada em nossos operadores”, conta Saint Amour. O conjunto adiposo do corpo humano submerso na água durante longo período provoca saponização na derme. A reação química dificulta a aderência. Seguido ao resgate dos restos mortais das vítimas do acidente aéreo de Sharm el-Sheikh, no extremo sul da península do Sinai, junto do Mar Vermelho, alguns participantes da operação precisaram de apoio psicológico durante seis meses.
O Escritório de Investigações e de Análises (BEA) da Aviação Civil da França, órgão responsável pela apuração das causas do acidente, diz que o mosaico montado a partir de 13 000 fotografias submarinas mostraram uma cena de horror, “dezenas e dezenas de corpos” junto aos destroços do Airbus A330-203. A consevação se deu devido baixa temperatura no fundo do mar – entre um e zero graus Celcius.
“Neste nível de temperatura, a decomposição é mais lenta”, comenta Jean-Sebastian Raul, professor-legista do Instituto de Medicina Legal de Estrasburgo. “As bactérias anaeróbias do intestino, que não precisam de oxigênio e são responsáveis pela putrefação, ficam inativas, mas basta o aumento na temperatura que o processo se coloca em marcha.” O lança-cabos ‘Ile de Sein’ foi equipado com cameras frigoríficas cuja temperatura é de doze graus negativos. Caso corpos de vítimas da tragédia do voo AF 447 forem recuperados, eles serão levados primeiro para França, onde serão analisados, como exige o processo penal sobre o acidente, e depois, devolvidos aos familiares.
1 de maio de 2011
Flight Data Recorder do A330 da Air France é encontrado (AF447)
Uma das caixas-pretas do Airbus A330 da Air France, que caiu no mar ao longo da costa brasileira no dia 1º de junho de 2009, foi recuperada neste domingo, segundo Bureau de Investigações e Análises (BEA), encarregado da investigação técnica da catástrofe que deixou 228 mortos.

"A equipe de investigação localizou e identificou o módulo de memória do gravador de parâmetros, Flight Data Recorder (FDR), às 10h GMT (07h de Brasília) deste domingo. Ele foi recuperado (...) às 16h40 GMT (13h40 de Brasília)", segundo o comunicado do BEA. "A caixa-preta parece estar em bom estado físico. Nossos especialistas nos dizem que podemos conseguir ler esses dados", afirmou o diretor do BEA, Jean-Paul Troadec.
No entanto, Troadec disse que, no momento, é difícil saber se houve corrosão. "Se esses dados puderem ser analisados, isso vai permitir que a investigação avance porque o FDR registra a altitude, a velocidade, as diferentes posições do leme".

O módulo foi mantido imerso na água. Ele deve ser levado ao BEA, onde será limpo. "Deverá estar em nossos escritórios dentro de 8 a 10 dias, tempo que um navio da Marinha Nacional levará para buscá-lo e levá-lo a nós", disse. O objetivo agora é recuperar a segunda caixa-preta da aeronave , que registra as conversas dentro da cabine, para que o navio da Marinha leve os dois gravadores juntos.
Os investigadores haviam anunciado na quarta-feira a descoberta do chassi da caixa-preta, mas sem o módulo de memória contendo os valiosos dados do voo que poderão permitir que a tragédia seja explicada. O módulo provavelmente se soltou do chassi no momento do impacto com a água. O BEA havia anunciado no início de abril a localização dos destroços da aeronave antes de lançar na semana passada a fase de recuperação.

O BEA afirma ainda que uma falha nas sondas (sensores de velocidade) Pitot do fabricante francês Thales foi um dos fatores do acidente, mas considera que só terá a explicação definitiva da tragédia com as caixas-pretas.
O Brasil está participando da investigação, e o coronel da Aeronáutica Luís Cláudio Lupoli está a bordo do navio do BEA em alto mar acompanhando o trabalho com a caixa-preta. Segundo Lupoli, o trabalho está ocorrendo com "transparência". “O Cenipa não está apenas acompanhando a investigação mas também participando de todo o processo e tem ciência de todos os documentos elaborados internamente pelo BEA sobre o ocorrido”, disse Lupoli

"A equipe de investigação localizou e identificou o módulo de memória do gravador de parâmetros, Flight Data Recorder (FDR), às 10h GMT (07h de Brasília) deste domingo. Ele foi recuperado (...) às 16h40 GMT (13h40 de Brasília)", segundo o comunicado do BEA. "A caixa-preta parece estar em bom estado físico. Nossos especialistas nos dizem que podemos conseguir ler esses dados", afirmou o diretor do BEA, Jean-Paul Troadec.
No entanto, Troadec disse que, no momento, é difícil saber se houve corrosão. "Se esses dados puderem ser analisados, isso vai permitir que a investigação avance porque o FDR registra a altitude, a velocidade, as diferentes posições do leme".

O módulo foi mantido imerso na água. Ele deve ser levado ao BEA, onde será limpo. "Deverá estar em nossos escritórios dentro de 8 a 10 dias, tempo que um navio da Marinha Nacional levará para buscá-lo e levá-lo a nós", disse. O objetivo agora é recuperar a segunda caixa-preta da aeronave , que registra as conversas dentro da cabine, para que o navio da Marinha leve os dois gravadores juntos.
Os investigadores haviam anunciado na quarta-feira a descoberta do chassi da caixa-preta, mas sem o módulo de memória contendo os valiosos dados do voo que poderão permitir que a tragédia seja explicada. O módulo provavelmente se soltou do chassi no momento do impacto com a água. O BEA havia anunciado no início de abril a localização dos destroços da aeronave antes de lançar na semana passada a fase de recuperação.

O BEA afirma ainda que uma falha nas sondas (sensores de velocidade) Pitot do fabricante francês Thales foi um dos fatores do acidente, mas considera que só terá a explicação definitiva da tragédia com as caixas-pretas.
O Brasil está participando da investigação, e o coronel da Aeronáutica Luís Cláudio Lupoli está a bordo do navio do BEA em alto mar acompanhando o trabalho com a caixa-preta. Segundo Lupoli, o trabalho está ocorrendo com "transparência". “O Cenipa não está apenas acompanhando a investigação mas também participando de todo o processo e tem ciência de todos os documentos elaborados internamente pelo BEA sobre o ocorrido”, disse Lupoli
25 de abril de 2011
Operação de resgate do A330 da Air France começa amanhã
O navio Ile de Seine, que participa da quinta fase de buscas aos destroços do Airbus da Air France acidentado em 31 de maio de 2009, deve chegar à região da queda amanhã. As caixas- pretas podem ser localizadas em menos de 24 horas pois elas estão em uma parte da aeronave que ficou inteira após o acidente.
O avião do voo 447, que fazia a rota Rio-Paris, caiu no mar matando 228 pessoas. Uma grande concentração de destroços foi localizada no início do mês, em uma área a 1,1 mil km de Recife (PE), a quase 4 km de profundidade.
O resgate de corpos de vítimas que também foram avistados foi autorizado, mas não se sabe se será possível retirá-los, devido ao estado de decomposição.
O trabalho no fundo do mar será feito pelo robô Remora, operado por quatro técnicos e equipado com câmeras e braços mecânicos. Ele vai demorar três horas para atingir os destroços.
O equipamento pode ficar submerso por tempo indeterminado e tem três maneiras de içar os destroços, de acordo com o peso, que pode variar de 200 quilos a mais de 900 quilos. O robô agarra apenas pequenos objetos, mas vai posicionar as peças maiores em cestos ou prendê-las em ganchos para serem puxadas do navio.
O avião do voo 447, que fazia a rota Rio-Paris, caiu no mar matando 228 pessoas. Uma grande concentração de destroços foi localizada no início do mês, em uma área a 1,1 mil km de Recife (PE), a quase 4 km de profundidade.
O resgate de corpos de vítimas que também foram avistados foi autorizado, mas não se sabe se será possível retirá-los, devido ao estado de decomposição.
O trabalho no fundo do mar será feito pelo robô Remora, operado por quatro técnicos e equipado com câmeras e braços mecânicos. Ele vai demorar três horas para atingir os destroços.
O equipamento pode ficar submerso por tempo indeterminado e tem três maneiras de içar os destroços, de acordo com o peso, que pode variar de 200 quilos a mais de 900 quilos. O robô agarra apenas pequenos objetos, mas vai posicionar as peças maiores em cestos ou prendê-las em ganchos para serem puxadas do navio.
20 de abril de 2011
TAM recebe mais um A330 e volta a ser líder no mercado doméstico
A Tam incorporou à sua frota hoje (18/04), uma nova aeronave A330, vinda diretamente da fábrica da Airbus em Toulouse (França). Configurada com 221 assentos para passageiros, sendo quatro da Primeira Classe, 34 da Executiva e 183 da Econômica, é a primeira das duas aeronaves desse modelo que serão recebidas pela companhia neste ano e que permitirão expandir, a partir de maio, suas rotas internacionais de longo curso do Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão, no Rio Janeiro, a Frankfurt (Alemanha), Nova York (Estados Unidos) e Londres (Inglaterra).

A entrega do segundo A330 a ser recebido neste ano está prevista para maio. A Tam investiu cerca de US$ 300 milhões, com base no preço de lista, para receber esses dois aviões. A previsão do plano de frota da companhia é encerrar o ano com 156 aeronaves e chegar ao final de 2015 com 182 unidades em operação.
Com a chegada das duas novas aeronaves, a companhia tornará o voo para Frankfurt diário já a partir do início de maio e aumentará de quatro para seis as saídas semanais para Nova York. A primeira dessas duas saídas adicionais para o aeroporto JFK (de Nova York), começa a operar também em maio, e a expectativa é de que a outra, em processo de aprovação na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), comece a operar em agosto. A companhia aguarda, ainda, a autorização da Anac para aumentar os voos para Londres (Inglaterra), a partir de agosto, de três para seis frequências semanais.

O transporte de passageiros em voos domésticos cresceu 25,48% em março, em comparação com o mesmo período do ano passado. Foi o melhor resultado desde setembro de 2010, quando a demanda teve alta de 29,93%. A TAM retomou a liderança no mercado nacional, com fatia de 41,84%, após tê-la perdido em fevereiro pela primeira vez em oito anos por uma pequena margem de diferença para a Gol, que ficou com fatia de 38,83%.
Os dados, divulgados ontem pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), também mostram que a oferta de assentos registrou crescimento de 16,03% em março, no comparativo com o mesmo mês de 2010. O bom desempenho de março foi influenciado, também, pelo fato de o Carnaval ter sido comemorado no mesmo mês, sendo que no ano passado o feriado prolongado foi em fevereiro, como lembra o ex-diretor da Anac, Allemander Pereira.
Depois de TAM e Gol, a Azul ficou em terceiro lugar no ranking de voos domésticos, com 7,71% de participação de mercado, seguida por Webjet (5,41%) e pela Trip (2,6%). A taxa média de ocupação dos aviões no país foi de 70,38%, um crescimento de 5,3 pontos percentuais diante de março de 2010.
O crescimento da demanda por voos internacionais, entre as companhias aéreas brasileiras, foi ainda mais expressivo ao registrar expansão de 29,58% no mês passado, em relação ao mesmo período do ano passado. Esse é o melhor desempenho desde maio de 2008, quando a expansão foi de 30,6%. "Além do Carnaval, a desvalorização do dólar em relação ao real impulsionou as viagens para fora do Brasil", afirma Pereira, também consultor do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea).
A TAM, com 86,07%, e a Gol, com 12,87%, permanecem dominando o mercado internacional. A ocupação em voos para fora do país foi de 78,09%, um crescimento de 8,76 pontos percentuais ante a média de março do ano passado. A oferta de assentos ao exterior teve expansão de 15,04% no mês passado, diante do mesmo período de 2010.
No acumulado do primeiro trimestre deste ano, a demanda por voos domésticos cresceu 16,91%, enquanto para voos internacionais o aumento foi de 17,24%. A oferta de assentos no mercado doméstico acumula expansão de 14,44% e a internacional, de 14,10%.

A entrega do segundo A330 a ser recebido neste ano está prevista para maio. A Tam investiu cerca de US$ 300 milhões, com base no preço de lista, para receber esses dois aviões. A previsão do plano de frota da companhia é encerrar o ano com 156 aeronaves e chegar ao final de 2015 com 182 unidades em operação.
Com a chegada das duas novas aeronaves, a companhia tornará o voo para Frankfurt diário já a partir do início de maio e aumentará de quatro para seis as saídas semanais para Nova York. A primeira dessas duas saídas adicionais para o aeroporto JFK (de Nova York), começa a operar também em maio, e a expectativa é de que a outra, em processo de aprovação na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), comece a operar em agosto. A companhia aguarda, ainda, a autorização da Anac para aumentar os voos para Londres (Inglaterra), a partir de agosto, de três para seis frequências semanais.

O transporte de passageiros em voos domésticos cresceu 25,48% em março, em comparação com o mesmo período do ano passado. Foi o melhor resultado desde setembro de 2010, quando a demanda teve alta de 29,93%. A TAM retomou a liderança no mercado nacional, com fatia de 41,84%, após tê-la perdido em fevereiro pela primeira vez em oito anos por uma pequena margem de diferença para a Gol, que ficou com fatia de 38,83%.
Os dados, divulgados ontem pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), também mostram que a oferta de assentos registrou crescimento de 16,03% em março, no comparativo com o mesmo mês de 2010. O bom desempenho de março foi influenciado, também, pelo fato de o Carnaval ter sido comemorado no mesmo mês, sendo que no ano passado o feriado prolongado foi em fevereiro, como lembra o ex-diretor da Anac, Allemander Pereira.
Depois de TAM e Gol, a Azul ficou em terceiro lugar no ranking de voos domésticos, com 7,71% de participação de mercado, seguida por Webjet (5,41%) e pela Trip (2,6%). A taxa média de ocupação dos aviões no país foi de 70,38%, um crescimento de 5,3 pontos percentuais diante de março de 2010.
O crescimento da demanda por voos internacionais, entre as companhias aéreas brasileiras, foi ainda mais expressivo ao registrar expansão de 29,58% no mês passado, em relação ao mesmo período do ano passado. Esse é o melhor desempenho desde maio de 2008, quando a expansão foi de 30,6%. "Além do Carnaval, a desvalorização do dólar em relação ao real impulsionou as viagens para fora do Brasil", afirma Pereira, também consultor do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea).
A TAM, com 86,07%, e a Gol, com 12,87%, permanecem dominando o mercado internacional. A ocupação em voos para fora do país foi de 78,09%, um crescimento de 8,76 pontos percentuais ante a média de março do ano passado. A oferta de assentos ao exterior teve expansão de 15,04% no mês passado, diante do mesmo período de 2010.
No acumulado do primeiro trimestre deste ano, a demanda por voos domésticos cresceu 16,91%, enquanto para voos internacionais o aumento foi de 17,24%. A oferta de assentos no mercado doméstico acumula expansão de 14,44% e a internacional, de 14,10%.
777 da TAM começa a operar regularmente em Manaus
A TAM ampliou sua oferta de assentos e cargas entre São Paulo e Manaus desde ontem, 19 de abril. Isso foi possível devido à entrada em operação de uma aeronave Boeing 777 que substitui um Airbus A330 em três frequências semanais do voo direto entre o aeroporto de Guarulhos e a capital amazonense. É a primeira vez que o modelo é utilizado de forma regular na operação da TAM nesta rota.
“Manaus é a cidade onde instalamos o nosso maior terminal de cargas. Percebemos a necessidade de aumentar a capacidade da operação após analisar a demanda da Zona Franca, região que continua a desempenhar função estratégica como polo industrial e entreposto comercial do Brasil para o exterior, e vice-versa”, afirma Carlos Amodeo, diretor da TAM Cargo.

Atualmente, a TAM Linhas Aéreas opera 21 voos diretos de ida e volta por semana entre o aeroporto de Guarulhos e Manaus, oferecendo três frequências diárias aos clientes. Até então, duas eram operadas com A320 e uma com o A330. Agora, com a ampliação da operação, o A330 dará vez para o B777 às terças, quartas e quintas-feiras, aumentando assim em 90 toneladas a capacidade de transporte de cargas.
De acordo com Paulo Castello Branco, vice-presidente Comercial e de Alianças da TAM, o aumento da capacidade é apenas uma das ações da TAM Cargo neste ano. “Também vamos investir R$ 15 milhões na melhoria da infraestrutura de nossos terminais de cargas e R$ 5 milhões em tecnologia, ao longo de 2011″, destaca o executivo.

A operação da aeronave B777 na rota doméstica entre São Paulo e Manaus também permitirá aos passageiros experimentar uma aeronave típica das rotas internacionais de longo curso. O modelo, utilizado regularmente pela TAM nos voos entre São Paulo e as cidades de Santiago (Chile), Frankfurt (Alemanha) e Londres (Inglaterra), é um dos mais modernos e eficientes aviões comerciais do mundo.
“Manaus é a cidade onde instalamos o nosso maior terminal de cargas. Percebemos a necessidade de aumentar a capacidade da operação após analisar a demanda da Zona Franca, região que continua a desempenhar função estratégica como polo industrial e entreposto comercial do Brasil para o exterior, e vice-versa”, afirma Carlos Amodeo, diretor da TAM Cargo.

Atualmente, a TAM Linhas Aéreas opera 21 voos diretos de ida e volta por semana entre o aeroporto de Guarulhos e Manaus, oferecendo três frequências diárias aos clientes. Até então, duas eram operadas com A320 e uma com o A330. Agora, com a ampliação da operação, o A330 dará vez para o B777 às terças, quartas e quintas-feiras, aumentando assim em 90 toneladas a capacidade de transporte de cargas.
De acordo com Paulo Castello Branco, vice-presidente Comercial e de Alianças da TAM, o aumento da capacidade é apenas uma das ações da TAM Cargo neste ano. “Também vamos investir R$ 15 milhões na melhoria da infraestrutura de nossos terminais de cargas e R$ 5 milhões em tecnologia, ao longo de 2011″, destaca o executivo.

A operação da aeronave B777 na rota doméstica entre São Paulo e Manaus também permitirá aos passageiros experimentar uma aeronave típica das rotas internacionais de longo curso. O modelo, utilizado regularmente pela TAM nos voos entre São Paulo e as cidades de Santiago (Chile), Frankfurt (Alemanha) e Londres (Inglaterra), é um dos mais modernos e eficientes aviões comerciais do mundo.
12 de abril de 2011
A380 da Air France colide em NY, e mais notícias do A330 acidentado
Um Airbus A380 da Air France chocou-se na noite de segunda-feira contra outro avião na pista de manobras do aeroporto JFK, em Nova York, provocando danos nas duas aeronaves, mas sem deixar feridos, informou a imprensa americana.
O Airbus A380, que transportava 495 passageiros, se encaminhava para a pista de decolagem para partir com destino a Paris quando sua asa atingiu a parte traseira de um avião de médio porte da companhia Comair, que acabara de aterrissar vindo de Boston, com 62 passageiros a bordo, segundo o jornal The New York Times.
Apesar do susto, ninguém se feriu na colisão, e as duas aeronaves foram levadas a um ponto isolado do terminal para que os passageiros pudessem desembarcar em segurança.
A administração da aviação federal americana foi imediatamente notificada sobre o acidente, que ocorreu às 20h15min locais (21h15min, horário de Brasília). Segundo a rede de televisão CNN, os investigadores também interrogaram os pilotos dos dois aviões.
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Já aproveitando que estamos falando da Air France, as caixas-pretas do voo 447 da Air France, que fazia o trajeto Rio-Paris e desapareceu dos radares em 31 de maio de 2009 com 228 pessoas a bordo, já teria sido localizada pela companhia, segundo informou o presidente da Associação das Famílias e Vítimas do Voo 447 da Air France, Nelson Faria Marinho.

Marinho participou de uma reunião com diretores da Air France, autoridades do governo francês e outros familiares dos passageiros – pessoas de 32 nacionalidades estavam a bordo do avião –, em Paris, e disse que as caixas-pretas estariam na cauda da aeronave, já localizada pela equipe de buscas.
Assim que as caixas-pretas forem retiradas, começa uma nova batalha entre familiares, a Air France e o governo francês: o local onde as caixas-pretas serão analisadas. Nelson defende que elas sejam levadas para os Estados Unidos, por ser um território neutro, mas enfrenta forte resistência do governo francês e da própria companhia estatal.

O presidente da Associação das Famílias e Vítimas do Voo 447 solicitou por meio da Secretaria Nacional de Articulação Social uma audiência com a presidente Dilma Rousseff para pedir que o Brasil se pronuncie oficialmente sobre o assunto.
“O governo brasileiro está nos apoiando, mas ainda não fez nenhuma declaração oficial sobre isso [a análise das caixas-pretas], o que é usado como justificativa pelo governo francês para levar as caixas-pretas para a França”, disse Nelson.

No último dia 3, corpos de passageiros que estavam no avião foram encontrados dentro de fuselagem achada no oceano Atlântico. Segundo Marinho, a operação para retirar os corpos e os destroços encontrados no mar deve começar em até três semanas e se estenderá até junho.
Marinho, que perdeu o filho Nelson no acidente, reclama que o governo francês “está fechado” e limitando a participação dos familiares e as informações divulgadas. “Foi negado ver até as fotos dos corpos resgatados”, diz ele.
“O governo francês negou a presença de um observador da associação para acompanhar as buscas e o resgate dos destroços, justificando que a justiça francesa não permite isso, e também negou um pedido do governo brasileiro para que um diplomata do país na França me acompanhasse na reunião”, disse Nelson.
Segundo ele, há uma forte resistência do BEA [sigla em francês do Escritório de Investigações e Análises sobre Aviação Civil] para liberar a participação de um “observador” nos resgates dos corpos e dos destroços do avião. “Esperava uma consideração maior, afinal, Brasil e França são países amigos e de boas relações”, disse.

Os corpos dos passageiros do Airbus acidentado, que foram encontrados junto dos destroços do avião, mantiveram-se preservados devido às baixas temperaturas e à profundidade a que se encontravam. A temperatura de 2ºC, a profundidade de 3900 metros a que os corpos estão e a falta de oxigénio fizeram com que não houvesse reacções químicas que gerassem a decomposição dos mesmos, disse Jean Paul Traodec, especialista do Escritório de Investigação e Análises (BEA) que está investigando o acidente.
Algumas famílias dos passageiros brasileiros estavam já resignadas com a situação, e dizem mesmo que "os corpos deviam ficar no fundo do mar", disse Nelson Faria Marinho, presidente da Associação Brasileira de Vítimas do voo 447. No entanto, existe um processo judicial a decorrer e os corpos irão ser retirados, afirmou Jean Paul Traodec.
O Airbus A380, que transportava 495 passageiros, se encaminhava para a pista de decolagem para partir com destino a Paris quando sua asa atingiu a parte traseira de um avião de médio porte da companhia Comair, que acabara de aterrissar vindo de Boston, com 62 passageiros a bordo, segundo o jornal The New York Times.
Apesar do susto, ninguém se feriu na colisão, e as duas aeronaves foram levadas a um ponto isolado do terminal para que os passageiros pudessem desembarcar em segurança.
A administração da aviação federal americana foi imediatamente notificada sobre o acidente, que ocorreu às 20h15min locais (21h15min, horário de Brasília). Segundo a rede de televisão CNN, os investigadores também interrogaram os pilotos dos dois aviões.
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Já aproveitando que estamos falando da Air France, as caixas-pretas do voo 447 da Air France, que fazia o trajeto Rio-Paris e desapareceu dos radares em 31 de maio de 2009 com 228 pessoas a bordo, já teria sido localizada pela companhia, segundo informou o presidente da Associação das Famílias e Vítimas do Voo 447 da Air France, Nelson Faria Marinho.

Marinho participou de uma reunião com diretores da Air France, autoridades do governo francês e outros familiares dos passageiros – pessoas de 32 nacionalidades estavam a bordo do avião –, em Paris, e disse que as caixas-pretas estariam na cauda da aeronave, já localizada pela equipe de buscas.
Assim que as caixas-pretas forem retiradas, começa uma nova batalha entre familiares, a Air France e o governo francês: o local onde as caixas-pretas serão analisadas. Nelson defende que elas sejam levadas para os Estados Unidos, por ser um território neutro, mas enfrenta forte resistência do governo francês e da própria companhia estatal.

O presidente da Associação das Famílias e Vítimas do Voo 447 solicitou por meio da Secretaria Nacional de Articulação Social uma audiência com a presidente Dilma Rousseff para pedir que o Brasil se pronuncie oficialmente sobre o assunto.
“O governo brasileiro está nos apoiando, mas ainda não fez nenhuma declaração oficial sobre isso [a análise das caixas-pretas], o que é usado como justificativa pelo governo francês para levar as caixas-pretas para a França”, disse Nelson.

No último dia 3, corpos de passageiros que estavam no avião foram encontrados dentro de fuselagem achada no oceano Atlântico. Segundo Marinho, a operação para retirar os corpos e os destroços encontrados no mar deve começar em até três semanas e se estenderá até junho.
Marinho, que perdeu o filho Nelson no acidente, reclama que o governo francês “está fechado” e limitando a participação dos familiares e as informações divulgadas. “Foi negado ver até as fotos dos corpos resgatados”, diz ele.
“O governo francês negou a presença de um observador da associação para acompanhar as buscas e o resgate dos destroços, justificando que a justiça francesa não permite isso, e também negou um pedido do governo brasileiro para que um diplomata do país na França me acompanhasse na reunião”, disse Nelson.
Segundo ele, há uma forte resistência do BEA [sigla em francês do Escritório de Investigações e Análises sobre Aviação Civil] para liberar a participação de um “observador” nos resgates dos corpos e dos destroços do avião. “Esperava uma consideração maior, afinal, Brasil e França são países amigos e de boas relações”, disse.

Os corpos dos passageiros do Airbus acidentado, que foram encontrados junto dos destroços do avião, mantiveram-se preservados devido às baixas temperaturas e à profundidade a que se encontravam. A temperatura de 2ºC, a profundidade de 3900 metros a que os corpos estão e a falta de oxigénio fizeram com que não houvesse reacções químicas que gerassem a decomposição dos mesmos, disse Jean Paul Traodec, especialista do Escritório de Investigação e Análises (BEA) que está investigando o acidente.
Algumas famílias dos passageiros brasileiros estavam já resignadas com a situação, e dizem mesmo que "os corpos deviam ficar no fundo do mar", disse Nelson Faria Marinho, presidente da Associação Brasileira de Vítimas do voo 447. No entanto, existe um processo judicial a decorrer e os corpos irão ser retirados, afirmou Jean Paul Traodec.
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