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30 de outubro de 2012

Compra da TAP deve ser realizada sem ajuda do BNDES

O empresário German Efromovich, dono da Avianca, único candidato escolhido pelo governo português para fazer uma proposta de aquisição da TAP, afirma que não deve recorrer ao BNDES para a concluir a operação.
"Não sei se precisa do BNDES", disse. "Tenho recebido ligações de muitos bancos querendo entrar na operação. A não ser que o BNDESpar demonstre interesse, mas até agora não houve conversas nesse sentido."

O governo português oficializou o convite para que Efromovich apresentasse uma proposta no último dia 19, depois de eliminar outros dois concorrentes.

Com o convite, Efromovich agora tem acesso às informações financeiras da TAP, empresa que acumula uma dívida de € 1,2 bilhão.

"Estou bastante otimista e esta operação faz todo sentido. Mas depende do que vou ver no 'data room'. Se a gente não gostar do que olhar, não precisamos comprar."

Efromovich explica que se a operação for adiante, o grupo Synergy, holding que concentra os negócios do empresário em diversas áreas, abrirá uma empresa europeia. Por ser descendente de poloneses, Efromovich está livre da restrição que exige nacionalidade europeia para o controlador de uma companhia aérea no continente.

O negócio levará à criação de uma empresa que ainda é metade do tamanho da LATAM, com pouco mais de US$ 7 bilhões de faturamento, ante US$ 13,5 bilhões do grupo chileno-brasileiro.

Porém, o grupo de Efromovich, passaria a liderar o mercado do Brasil para a Europa.
A operação também fortalece a irmã caçula da Avianca TACA, a Avianca Brasil.

Como parte do grupo, a empresa, que detém menos de 5% do mercado brasileiro, passaria a ter a sua malha integrada à da TAP, o que lhe daria mais fôlego para abocanhar mais rapidamente uma fatia maior.

O objetivo de Efromovich é triplicar de tamanho no mercado brasileiro e ampliar a frota atual, de 34 aviões, para 40 até 2015. "Não tenho ambição de ter o tamanho que as grandes têm no mercado brasileiro", diz. "Prefiro uma operação doméstica enxuta, porém rentável."

18 de outubro de 2012

Avianca brigando firme pela TAP e investindo mais no Brasil

Os ares são de expectativa no Synergy Group, holding que detém o controle da Avianca. O grupo aguarda a publicação da “short list”, ou seja, dos nomes das companhias que disputarão o controle da companhia aérea portuguesa TAP, que entrou no processo de privatização do governo local e cuja venda é estimada em cerca de  500 milhões.

“Não há data para a finalização do processo, mas aparentemente nossa proposta foi bem aceita (pelo governo português). Acredito que até o fim do mês sejam anunciadas as empresas que vão para a segunda etapa da oferta”, afirmou Germán Efromovich, presidente do Synergy e também da Avianca Brasil e Avianca Colômbia.

O empresário preferiu não dar detalhes sobre o andamento do processo. Mas fontes de mercado apontam que grandes companhias europeias como a Air France-KLM, Lufthansa e a IAG (controladora da British Airways e da Iberia) não fizeram propostas pela Tap até o fim da semana passada. Culpa, em grande parte, dos pesados efeitos da crise no continente sobre seus balanços financeiros

Nos bastidores da Tap é evidente a predileção pela proposta brasileira, de acordo com fontes ligadas ao processo. Algumas dessas pessoas apontam, inclusive, que a empresa de Efromovich é a única candidata ao posto de nova dona da TAP. É que caso o Synergy Group vença o certame, é grande a chance de manter os voos atuais entre o Brasil e Portugal — ao passo que uma vitória de uma das gigantes europeias significaria o corte de rotas sobrepostas. “É a entrada da Avianca na Europa”, apontam especialistas do setor.

No primeiro semestre, a TAP teve prejuízo de 140 milhões de Euros.

Enquanto aguarda a decisão do governo português sobre a venda da Tap, o grupo acelera os investimentos no Brasil. Ainda neste mês, a companhia receberá três novos aviões — dois A320 e outro A318, todos da Airbus — para ampliar o número de rotas e atender à crescente demanda. Ontem, a companhia inaugurou a rota que liga São Paulo à Maceió.

Para acompanhar a expansão das atividades da companhia, foi necessário aumentar em 8% os investimentos de R$ 2,7 bilhões previstos no período entre 2010 a 2015. A Avianca vai fechar o ano com uma frota de 34 aparelhos, 10 freqüências na ponte aérea Rio-São Paulo, 200 voos diários e espera transportar 5,2 milhões de passageiros.

“Praticamente triplicamos o nosso número de passageiros transportados. Em 2009, eram 1,7 milhão. Triplicamos também nossas receitas”, afirmou Efromovich.

Segundo dados da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac), a Avianca tem taxa de ocupação de seus voos de 78,34%, acima da média da aviação nacional, que é de 71,47%.

10 de outubro de 2012

Novela TAP: Agora vai?

O leilão do governo português para vender a estatal TAP SGPS SA tem sido evitado pela três maiores companhias aéreas europeias, aumentando as chances de que a empresa seja levada por uma concorrente da América Latina. Analistas dizem que o negócio pode atrair cerca de 500 milhões de euros.
Air France-KLM Group, Deutsche Lufthansa SA e a IAG, da British Airways, não fizeram oferta até o prazo final na semana passada, disseram as companhias à Bloomberg. Entre as ofertas não vinculativas há uma da empresa brasileira Synergy Group, proprietária da marca Avianca, segundo três pessoas com conhecimento do processo de venda.
A TAP ofereceria para a unidade brasileira da Avianca muitas conexões a partir de Lisboa. Empresas europeias que poderiam se interessar pelas rotas da TAP na América do Sul estão ocupadas em absorver aquisições anteriores e a Lufthansa também poderá ficar de lado porque a Star Alliance, que atualmente inclui a TAP, conta com o braço colombiano da Synergy.

“O único valor da TAP está em sua rede na América Latina”, disse Yan Derocles, analista de aviação do Oddo & Cie, em Paris. “A Star é mais fraca lá, mas a Avianca Taca é membro, portanto isso poderá ser contrabalançado através deles. E é um bom ponto de entrada para Avianca na Europa, ainda que não seja no centro.”
O proprietário da Synergy, German Efromovich, procura rotas mais longas para a Avianca Brasil, fruto da empresa anterior, a OceanAir, disse uma das pessoas, que pediu para não ser identificada porque as conversas sobre a venda da companhia são privadas. Uma porta-voz da Synergy em São Paulo se negou a comentar.

20 de setembro de 2012

Avianca desiste de TAP

A companhia colombiana Avianca, ligada ao grupo brasileiro Sinergy, anunciou que não irá avançar com uma proposta para concorrer à privatização da transportadora aérea TAP, segundo a agência Bloomberg.

O anúncio foi feito poucas horas depois de a imprensa ter noticiado que a Avianca era uma das três empresas que apresentaram proposta não vinculativa ao governo português.

Até ao momento, não são conhecidas as razões da desistência.

Outros grupos empresariais, nomeadamente o IAG (British Airways e Iberia) e a alemã Lufthansa, que haviam sido consultados pelo governo de Portugal também já manifestaram não estar interessados na aquisição da companhia de bandeira lusa.

Nos meios ligados ao setor aéreo, a Avianca, subsidiária da holding brasileira Synergy Group, surgia como bem colocada na disputa. Primeira companhia aérea comercial de passageiros fundada na América e a segunda no mundo, a Avianca faz parte do grupo Avianca Taca, que controla a brasileira Avianca Brasil, ex-OceanAir.

O grupo Synergy é propriedade de Germán Efromovich, de nacionalidade colombiana e brasileira. Os negócios do grupo vão do petróleo e gás natural a usinas hidrelétricas, telecomunicações, construção naval e infraestrutura .

A Synergy Aerospace, do grupo Synergy, com sede em Bogotá, na Colômbia, detém participações na Avianca e Tampa Cargo, da Colômbia , na Avianca Brasil, VarigLog e Synerjet no Brasil , e na VIP e Aerogal do Equador.

25 de junho de 2012

LATAM fala a respeito da TAP

A Latam, empresa que resultou da fusão entre a chilena LAN e a brasileira TAM, está interessada na privatização da TAP, embora o tema não seja a prioridade da empresa.

"Nos interessa olhar qualquer negócio. Podemos analisar [o caderno de encargos da privatização da TAP]. Mas no curto prazo não há condição de absorver nada, estamos focados na construção da Latam e na obtenção das sinergias", diz o presidente do conselho de administração da Latam, Mauricio Amaro, em declaração.

Esta é a primeira vez que o grupo enquanto Latam fala da venda da companhia portuguesa. Até aqui, a TAM havia manifestado interesse em analisar o processo, já a LAN dizia que o enfoque era a fusão com a companhia brasileira.

As duas companhias anunciaram uma fusão há quase dois anos e só recentemente a concluíram a união. Deste modo, o foco da Latam está agora na integração das duas companhias.
"Temos um acordo de nos concentrar, nos próximos dois ou três anos, no projeto Latam, o que não significa que, especialmente para a TAM, a TAP não seja um competidor importante, que transporta uma quantidade importante de passageiros entre o Brasil e a Europa", acrescenta o presidente-executivo da companhia, Enrique Cueto.

O Governo português pretende efetuar a privatização da TAP este ano e o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, esteve na semana passada na Colômbia, onde procurou atrair interessados na privatização da TAP.

Passos Coelho referiu que "há uma manifestação de interesse, de princípio, por parte de uma empresa colombiana, que é a Avianca, no processo de privatização da TAP", mas assinalou que este só será aberto quando o Conselho de Ministros aprovar os respectivos caderno de encargos e calendário.

11 de maio de 2012

Greves em Portugal, cuidado passageiros brasileiros

As companhias de aviação e as agências de viagens têm vindo a avisar os passageiros dos efeitos dos protestos. Em caso de dúvida, o melhor é perceber se tem voo antes de ir para o aeroporto. 

Desde que os sindicatos da NAV, a operadora de navegação aérea do Estado, emitiram o pré-aviso para a greve que amanhã começa e se estende, de forma intervalada, por outros quatro dias, as empresas do setor preparam-se para os impactos que esta paralisação vai ter no tráfego que entra e sai de Portugal. Nestes casos, as companhias de aviação optam por fazer uma reprogramação dos voos, antecipando-os ou adiando-os para horas em que possam realizar-se. 

Como os protestos estão agendados para três períodos ao longo dia (das 7h às 9h, das 14h às 16h e das 21h às 23h), há espaço para realizar alguns voos, embora tenha sido inevitável proceder a cancelamentos. As transportadoras aéreas e as agências de viagens (para o caso dos passageiros que adquiriram os bilhetes através destes intermediários) têm vindo a avisar os clientes das alterações horárias e da possibilidade de serem transferidos para novos voos, casos os originais tenham sido suspensos. 

Algumas das companhias de aviação têm publicado online informação atualizada sobre os voos reprogramados ou cancelados. Na TAP, que foi obrigada a deixar em terra 76 das frequências programadas entre quinta e sábado, essa listagem pode ser consultada num site criado pela empresa. Também a ANA, que gere os aeroportos nacionais em Lisboa, Porto, Faro, Madeira e Açores, tem informação atualizada sobre o estado dos voos que partem e chegam ao país. 

Os cancelamentos e atrasos nas ligações programadas podem ser seguidos numa plataforma online . A gestora aeroportuária estatal aconselha os passageiros a dirigirem-se para o aeroporto apenas quando tiverem o voo confirmado. Ainda assim, e mesmo que apesar da greve a ligação seja realizada, é de esperar atrasos significativos. As companhias de aviação são obrigadas, pela lei comunitária, a prestar assistência aos passageiros (refeições, por exemplo) nestes casos. 

Para as situações em que os passageiros pretendam apresentar uma reclamação relativamente à atuação de uma agência de viagens, podem fazê-lo junto do Provedor do Cliente da Associação Portuguesa de Viagens e Turismo, que recebe e trata queixas relacionadas com cancelamentos, atrasos ou falta de assistência. 

O pré-aviso de greve dos cinco sindicatos da NAV indica que a paralisação ocorrerá amanhã e durante mais quatro dias: 17, 18, 24 e 25 de Maio. Trata-se já de um segundo período de protestos, uma vez que os trabalhadores já tinham feito greve, durante cinco dias, entre 12 e 26 de Abril, mas esta apenas abrangeu duas horas de cada dia (entre as 7h e as 9h). 

Os trabalhadores, de entre os quais os controladores aéreos (sem os quais não é possível fazer a gestão do tráfego que entra e sai de Portugal), reivindicam que a operadora de tráfego aéreo não seja obrigada a cumprir as regras impostas ao Setor Empresarial do Estado, nomeadamente no que diz respeito à obrigação de reduzir custos e de manter os cortes nos salários dos trabalhadores. 

A própria administração da NAV já enviou um pedido de exceção ao Ministério das Finanças, uma vez que, no caso desta empresa, as receitas são geradas em função dos gastos que reporta ao organismo europeu Eurocontrol. 

Num dos dias de greve agendados pelos sindicatos da NAV, o setor da aviação será particularmente afetado, isto porque foi convocada uma outra paralisação para dia 18 de Maio pelo Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos. Estes protestos, que surgem por causa de um conflito relacionado com o cumprimentos dos Acordos de Empresa, abrangem praticamente todas as empresas do setor, incluindo a TAP, a SATA e a ANA . Apenas a operadora de handling Groundforce não está incluída porque já tem um novo Acordo de Empresa em vigor desde Fevereiro.

5 de maio de 2012

Viracopos perde mais uma empresa aérea

A companhia aérea TAP Portugal vai suspender os voos operados pelo Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), para Portugal, a partir de outubro. As ligações entre São Paulo e Lisboa serão concentradas no Aeroporto Internacional de Guarulhos até março de 2013, no período de baixa temporada da companhia. A empresa opera, desde julho de 2010, três voos regulares internacionais por semana saindo de Campinas para a Europa. A TAP é a segunda companhia aérea que decidiu suspender os voos em Viracopos. Desde 11 de abril, a Pluna Linhas Aéreas Uruguaias não opera mais voos para Montevidéu partindo de Campinas, mas a empresa alega que pode retomar as operações a partir de junho.
Entre os motivos que levaram a TAP Portugal a suspender os voos em Campinas estão a falta de estrutura de Viracopos e a inexistência de serviços de catering e de free shop - área franca para comercialização de mercadorias nacionais e estrangeiras. com isenção ou redução de impostos-, "indispensáveis em qualquer aeroporto com voos internacionais", segundo a empresa.

Em nota enviada às agências de turismo, a companhia aérea informou que espera que, até março de 2013, o aeroporto de Campinas ofereça melhores condições aos passageiros da TAP, para assim retomar os voos regulares. Segundo a assessoria de imprensa da companhia aérea, a suspensão foi avisada com antecedência aos passageiros e aos órgãos competentes e que nenhum cliente será prejudicado com as mudanças.
A Infraero informou que a área destinada às lojas de free shop está pronta e que a empresa vencedora da licitação, a Dufry, está em processo de regularização dos produtos que serão comercializados com a Alfândega.

O serviço deve ser inaugurado até o fim de maio, segundo a assessoria de imprensa da Infraero. Sobre a falta de estrutura do aeroporto, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária informou que ainda não foi avisada oficialmente pela TAP Portugal sobre a suspensão dos voos e que, por isso, não vai se manifestar sobre as reivindicações da companhia aérea.

O presidente do Campinas e Região Convention & Visitors Bureau, Sérgio Bica, recebeu a notícia da suspensão com desânimo. "Isso dificulta ainda mais a vinda de eventos internacionais para Campinas. Se você tem uma estratégia para captar eventos desse porte para a cidade e não tem um voo internacional regular em Viracopos, é ainda mais complicado", diz Bica.
Ele explica que os congressos internacionais movimentam muito a economia de Campinas, já que um visitante estrangeiro a negócios gasta, por dia, US$ 400, o dobro de um visitante brasileiro a negócios. "Quando um voo internacional é suspenso, a candidatura da cidade para um evento de grande porte perde muitos pontos", lamenta o presidente do Campinas e Região Convention & Visitors Bureau. 

Sérgio Bica também aponta com uma das principais deficiências de Campinas a falta de um centro de convenções. "Esse seria o grande salto qualitativo para aumentar o poder da cidade para atrair esses eventos", explica. No dia 16 de maio, será lançado um novo programa de captação de eventos internacionais na cidade. A expectativa é receber 30 eventos por ano até 2014. 

"A cidade de São Paulo está saturada e apresenta, atualmente, uma série de desvantagens. Campinas está na contramão disso, mas precisa melhorar o aeroporto e oferecer outros atrativos", conclui o presidente do Convention & Visitors Bureau. Juarez Cintra, da Ancoradouro, e Mauro Shwartzmann, da Costa Brava – ambas empresas com sede em Campinas – também estão indignados com a suspensão do voo da Tap no aeroporto de Viracopos. 

“Parece que todos estão míopes nesta cidade! Ninguém fez nada para que o aeroporto contasse com mínima estrutura para receber voos internacionais: nem Infraero, nem a Câmara de Vereadores e nem a prefeitura de Campinas e região. Viracopos é uma piada de mau gosto. Não temos sala vip para os passageiros de classe executiva, nem desembarque especial. O freeshopp nunca veio. O embarque e desembarque de passageiros no terminal é um horror”, diz.
Schwartzmann também está inconformado. Ele salienta que a Tap fez um investimento enorme, já que Viracopos e a própria região são muito importantes para a companhia, e a Infraero, por sua vez, fez somente promessas de melhorias “fundamentais” para o sucesso da operação. 

“Conversei várias vezes com o Mário Carvalho, pedindo para ´aguentar mais um pouco´, mas me coloco no lugar dele e de quem decide na Tap. Viracopos está uma rodoviária de quinta! Muitos dos passageiros que voam para Europa com a Tap optam por Guarulhos, apesar do tempo de estrada e da Marginal Tietê. O estado a que está relegado este nosso aeroporto é um crime”, opina. 

O acesso a Viracopos, com congestionamentos, também é citado por Schwartzmann. “Dentro do aeroporto é fila para tudo, passageiro após passar pelo controle de passaporte não tem mais acesso a um bar, um café, um sanduíche! Mesmo os que viajam em classe executiva e pagam um bom dinheiro pela passagem. No desembarque a espera pela bagagem é outro drama, as esteiras são dos tempos dos Electras! É triste para nós, que vemos mais uma frustração com Viracopos! Não podemos culpar a Tap, que em minha opinião aguentou mais tempo do que imaginávamos! A Pluna também não aguentou, esta é a verdade!“, finaliza.

1 de fevereiro de 2012

TAP M&E começa a realizar check's em aeronaves widebody em Porto Alegre

A TAP M &E Brasil tem cada vez mais se estabelecido como líder em MRO da América Latina. Em 09 de dezembro de 2011, após a obtenção das certificações ANAC, FAA e TCCA, a TAP M &E Brasil entregou a primeira aeronave Airbus A-330-200, dentro do prazo contratual, na base de Porto Alegre, tendo completado com sucesso o primeiro cheque C1/C2 em uma aeronave operada pela empresa canadense Air Transat.

A TAP M&E Brasil tem um longo relacionamento técnico e comercial com a Air Transat, devido à sua competência técnica, bem como sendo apenas a única MRO na América Latina que tem a capacidade de, simultaneamente, realizar inspeções em até cinco aeronaves widebody.

A duração de cada vôo de posicionamento de Montreal para Porto Alegre foi de aproximadamente 10 horas e 30 minutos.

Na base do Rio de Janeiro, a TAP M&E Brasil é capaz de trabalhar simultaneamente em quatro aeronaves widebody de todos os modelos Airbus e Boeing que operam na América Latina. Dada a crescente demanda por manutenção de aeronaves widebody e, a fim de tornar os serviços para o cliente nacional e internacional mais flexível, Porto Alegre passará a receber com freqüência revisões desses tipos de aeronaves. John Daccoulis, Vice Presidente Técnico da Air Transat, salientou que a aeronave foi entregue exatamente no tempo, o que destaca a pró-atividade e eficiência do grupo, a agilidade no desembaraço aduaneiro e a capacidade geral da equipe técnica.

De acordo com Nestor Koch, Diretor-Presidente da TAP M&E Brasil: “Nossa capacidade de lidar com essas aeronaves, em ambas as bases da Empresa, consolida os objetivos estratégicos de ampliar a disponibilidade e flexibilidade de slots para empresas que operam diversas aeronaves widebodies, das frotas Airbus ou Boeing, em constante crescimento.”

31 de outubro de 2011

TAP abre sua primeira loja em Natal

O diretor da companhia aérea portuguesa TAP no Brasil, Mário Carvalho, acredita que o turismo em Natal poderia crescer se houvesse maior divulgação deste destino do Nordeste brasileiro, aliado a estratégias de preços mais baixos na hotelaria local e nos serviços oferecidos.

Para Mário Carvalho, a divulgação é apenas um de vários problemas. "Devido à variação cambial, o Brasil se tornou um destino caro. Junte-se a isso a crise econômica na Europa. Se você juntar os três elementos, ficamos nessa situação. Cabe a nós contrariar isso e procurar trabalhar cada vez mais e melhor".

"Apesar de Natal ser um destino bastante procurado e bastante atrativo para o europeu, com a crise na Europa e no resto do mundo houve um decréscimo do fluxo de passageiros que vinham para cá. Isso faz com que seja absolutamente necessário que as entidades públicas turísticas - do País, secretaria estadual, municipal, etc - tenham um posicionamento mais forte com a divulgação", apelou Mário Carvalho.

Natal acaba de receber a primeira loja com o selo TAP Partner do Nordeste. "É um projeto onde nós pretendemos que algumas agências escolhidas por nós tenham um maior conhecimento dos produtos TAP e representem bem os nossos produtos. Essa experiência começou no Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca. Hoje existe uma (loja Partner) em Porto Alegre, uma Florianópolis, uma em Curitiba e agora a Arituba aqui em Natal. Ou seja, Natal é a primeira cidade do Nordeste onde nós temos esse tipo de acordo comercial", explicou o responsável da TAP para a América Latina.

8 de setembro de 2011

Lufthansa expande operações na América Latina e fala sobre a TAP

A companhia aérea alemã Lufthansa está mirando o mercado latino-americano, em especial o Brasil, para ampliar suas operações em um momento de crise nas economias dos Estados Unidos e da Europa, afirmou o diretora da companhia para as Américas, Martin Riecken.



A empresa aérea espera chegar até o início do ano que vem com 50 frequências semanais na América Latina, um crescimento de mais de 50% sobre as 33 frequências de 2010.
"O mercado latino-americano é muito promissor. Dentro da companhia ainda é pequeno, mas com um potencial de crescimento muito grande", disse ele a jornalistas. "A Índia sozinha já conta com 40 frequencias semanais", ponderou.

Em 30 de outubro, o grupo alemão vai inaugurar uma nova rota ligando o Rio de Janeiro a Frankfurt. A empresa anunciou recentemente um aumento de cinco para sete nos vôos semanais de São Paulo, principal base da empresa no Brasil, para Munique.



Dessa forma, as freqüências semanais da empresa no Brasil subiram de 19 para 26, mais da metade das rotas para a América Latina. "Nós operamos na Venezuela, Argentina, Colômbia, México e queremos crescer ainda mais. O objetivo é ampliar o números de países e pessoas", disse Riecken. "O Brasil é um país estratégico para nós. Não só pelos eventos que vem por aí (Copa do Mundo e Olimpíadas) mas pelo grande número de negócios, principalmente nos setores de infraestrutura, óleo e gás", acrescentou.

Apesar da ameaça de uma nova crise global, a empresa mantém a perspectiva de um lucro operacional esse ano na casa de 1 bilhão de euros, mesmo montante auferido em 2010. A demanda na América do Norte e na Europa deve cair, segundo o executivo, diante da perspectiva de um crescimento econômico menor, bem como no Japão e no norte da África, em razão do tsunami de março e dos conflitos políticos, respectivamente.



Por outro lado, a demanda interna da Alemanha e nos novos mercados, como América Latina, deve se manter forte. "Por enquanto mantemos nossos números, podemos até rever se a crise vier mais forte. Qualquer empresa faria isso, mas a Alemanha continua com demanda forte e outros mercados com demanda crescendo. Estamos crescendo e investindo, apesar da crise", disse ele.

O grupo alemão possui 710 aviões em operação sendo 317 da Lufthansa. Os demais aviões pertencem a outras empresas do conglomerado como Swiss, BMI e Austrian Airlines, adquiridas nos últimos 5 anos.



Segundo o executivo, a consolidação desse processo ainda está em curso e o grupo precisará de um pouco mais de tempo para arrumar a casa. Por isso, Riecken descarta interesse da Lufthansa na compra da estatal portuguesa TAP, que será privatizada. "Ainda estamos num processo de consolidar as aquisições. Também não teríamos cacife para comprar mais uma empresa sem prejudicar nossas contas", destacou ele.

Mesmo apostando na expansão do mercado brasileiro, o executivo disse que a empresa também não pretende participar dos leilões de concessão à iniciativa privada dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília, que devem ocorrer até o fim do ano.

"Definitivamente, não queremos caminhar nessa direção. Queremos manter nosso foco em carga, manutenção e transporte de pessoas. Não queremos ampliar o leque", finalizou Riecken ao lembrar que a Lufthansa tem participações estratégicas na administração dos aeroportos de Frankfurt e Munique.

5 de junho de 2011

Por que não????

José Efromovich, presidente da Avianca Brasil, voa alto em seus planos: a privatização do aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN) está na mira da companhia aérea. Operações futuras desse tipo, em outros aeroportos brasileiros, idem. "Temos muito interesse, só estamos aguardando para ver como se dará o processo. Mas administrar aeroportos é parte de nosso negócio, sem dúvida." Além disso, a empresa revelou que passará a voar para três novas cidades a partir do mês que vem: Ilhéus (BA), João Pessoa e Natal. Com isso, passará a atender 22 cidades e 24 aeroportos - números que, até o final do ano, podem crescer ainda mais, diz Efromovich. A meta da organização é transportar 3,2 milhões de passageiros neste ano, em comparação com os 2,4 milhões que voaram pela Avianca em 2010.

Tal expansão exigirá um investimento, já anunciado anteriormente, de US$ 1,5 bilhão até 2016. Parte disto vai para a incorporação, via leasing, de 15 Airbus A318: 5 já estarão voando até agosto, e outros 10, até 2013. A Avianca fechará este ano com 22 aeronaves.

Mas o voo mais ousado da companhia talvez seja outro. Questionado, em evento ontem em São Paulo, acerca das chances de a Avianca participar da privatização da aérea portuguesa TAP (prevista para o início de 2012) Efromovich surpreendeu: "Não descarto. Se me perguntassem isso há oito ou dez meses, eu diria que não, porque ainda tinha muita coisa a ser feita", disse, referindo-se à reestruturação pela qual passou a Avianca. "Hoje, [como o processo] andou bem, está tudo em aberto", observou. "Consolidada nossa empresa, criada a estrutura, o céu é o limite para nossos projetos."

Em abril, a Avianca atingiu a liderança no ranking nacional de ocupação de voos entre as empresas aéreas locais regulares - 82% de suas poltronas estavam vendidas a cada decolagem, contra uma média de 73,37% no setor. O bom momento motivou a companhia a planejar para breve a construção de um novo centro de treinamento de seus funcionários no Brasil. "Para resgatar a empresa da situação difícil em que ela estava, entre 2009 e 2010, tivemos de demitir 700 pessoas. Felizmente, pudemos recontratar muitas delas posteriormente. Hoje, nossa saúde financeira está casada com nossos bons resultados", observou o presidente da companhia.

Também no evento de ontem foi apresentado o novo vice-presidente Comercial e de Marketing da Avianca, Tarcísio Gargioni, ex-executivo das aéreas Vasp e Gol.

1 de junho de 2011

Seria uma reviravolta na fusão LAN-TAM, ou uma manobra para pressionar o tribunal????

A companhia aérea chilena LAN Airlines afirmou hoje que abandonará seu plano de fusão com a brasileira TAM ou apelará da decisão que o Tribunal Antitruste do Chile divulgará nos próximos 60 dias, caso as medidas de mitigação impostas pela Corte se tornarem demasiadamente caras. A informação foi dada pelo diretor operacional da companhia, Ignacio Cueto, segundo o jornal Diario Financiero.

O Tribunal Antitruste do Chile, conhecido localmente por TDLC, abriu uma audiência pública na última quinta-feira para avaliar a petição de um grupo de direitos dos consumidores para suspender a fusão. "Se as medidas de mitigação tornarem inviável a operação de fusão, vamos encerrá-la ou recorrer", declarou Cueto.

O executivo acrescentou que a fusão com a TAM é uma oportunidade histórica para a LAN e que, se a operação fracassar, a companhia irá procurar outro parceiro. Se a fusão for completada, a companhia resultante da transação, denominada Latam, pretende ingressar no mercado asiático, disse Cueto.

"Ao final (se for reprovado), vamos procurar um 'second best'. Podemos ir falar com a Gol, que não sei se estará disponível, mas que sua internacionalização não se compara com a da TAM", disse o gerente-geral da LAN, Ignacio Cueto, em entrevista publicada pelo jornal chileno El Mercurio.

"Também procuraremos por opções que não sejam deste tipo (fusão)", acrescentou.
Um representante legal da TAM disse durante a audiência que a companhia iria procurar outro parceiro, se a operação não avançasse.Segundo analistas, a alternativa mais vantajosa seria uma união com a portuguesa TAP.

A operação entre TAM e TAP traria benefícios para ambas as empresas. Para a brasileira, a união seria uma nova porta de entrada para o mercado europeu por meio de Portugal – onde a TAM não opera regionalmente. “A TAM teria mais distribuição na Europa com estrutura de vendas. A parte de malha não seria preciso aumentar, por conta do codeshare”, avalia o consultor André Castellini.

Com maior força no mercado europeu, a brasileira poderia reforçar sua presença também no mercado doméstico. A TAP opera em nove cidades do Brasil para a Europa. Em 2010, transportou 1,4 milhão de passageiros. “A TAP faz de Lisboa um hub importante de lazer para passageiros que querem voar para o nordeste brasileiro”, aponta Castellini. A portuguesa opera em 65 cidades de 31 países da Europa, África, América do Sul e do Norte.

A compra da TAP também blindaria a Latam de eventuais investidas de outras companhias aéreas. “Como o mercado internacional da TAP é o Brasil, há empresas do Oriente Médio, como Emirate e Qatar, que tentariam comprar a portuguesa para reforçar a presença por aqui”, avalia o consultor Respício Espírito Santo. “Grosso modo a TAP seria uma subsidiária da Latam.”

Para Castellini, porém, a TAM enfrentaria uma dura competição. “Operar na Europa é um desafio. A TAM passaria a concorrer com grandes grupos, além de esbarrar nos sindicatos locais que tem regras diferentes do Brasil”, diz Castellini. Dele discorda Respício: “Com a associação, a TAM ganharia mais proximidade com as autoridades regulatórias, mais força na Star Alliance e possibilitaria um intercâmbio de aeronaves entre as empresas”.

No entanto, Cueto considerou que os argumentos apresentados ao Tribunal da Concorrência são "fortes" para permitir a união das empresas.
As companhias esperam obter sinergias de 400 milhões de dólares anualmente com seus planos.

18 de maio de 2011

Viracopos, a nova saída de drogas do Brasil

A Polícia Federal do Brasil incluiu o aeroporto na rota do tráfico internacional de drogas, devido ao aumento substancial de apreensões registadas desde que a TAP começou a operar no local. Até Junho passado, quando a companhia portuguesa passou a realizar três voos semanais para o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, a 100 quilómetros de São Paulo, não havia sido feita nenhuma apreensão; depois dessa data foram registados nove casos. Viracopos estava há quase duas décadas sem contar com voos internacionais.

Segundo a Polícia Federal, a retomada de voos regulares para o estrangeiro é a principal causa que justifica o disparo do tráfico. Depois da TAP, a uruguaia Pluna (em Dezembro), e a American Airlines passaram a usar este aeroporto nas suas rotas.

Entre os passageiros detidos desde Junho, conta-se um português, apanhado com 1,6 quilos de cocaína na bagagem de mão. Além do português, também há tchecos, romenos e brasileiros. Jessé de Almeida, da assessoria de comunicação da Polícia Federal de Campinas, acredita que a droga, proveniente da Bolívia e da Colômbia, tem Lisboa - e a partir daí toda a Europa - como destino final.

O fato de a estrutura deste aeroporto, assim como das forças de segurança presentes na infra-estrutura, não terem acompanhado o número crescente de passageiros é uma das causas apontadas para o problema.

Em comparação com 2009, o total de passageiros em Viracopos triplicou em 2010 para mais de 5 milhões de passageiros, mas a Polícia Federal presente no aeroporto não acompanhou o crescimento. Segundo um polícial de Viracopos que pediu o anonimato, o único equipamento à disposição para detectar drogas é o raio-X. Já Jessé de Almeida aponta que o aeroporto não tem seguranças a mais, "mas também não está um caos". Sobre a falta de outros equipamentos, diz, o treino dado às forças de segurança compensa essa falha. Tem sido assim, a olho e com um labrador treinado para o efeito, que a maioria das apreensões de droga vão sendo feitas naquele aeroporto.

Das nove ocorrências já registadas este ano pela Polícia Federal em Viracopos, oito eram estrangeiros com um total de 51,16 quilos de cocaína apreendidos. O outro era um brasileiro com 500 microcomprimidos de LSD. A maior apreensão foi registada em Abril, quando um estudante de Cabo Verde carregava consigo 24 quilos de cocaína em 112 sutiãs.

Além do tráfico de droga, o aumento do fluxo de passageiros neste aeroporto também fez crescer o total de roubos registados, especialmente o furto de notebooks. Foram 600 em 2010.

12 de maio de 2011

Acordo sindical garante de 10 a 20% da TAP para seus pilotos

Questionado sobre o acordo de 1999 que dá aos pilotos esta participação, fonte do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) afirmou que “o acordo celebrado em 1999 é para ser cumprido pois consagra direitos adquiridos no processo de privatização”.

Os pilotos membros do SPAC “decidiram, na última Assembleia-Geral, lembrar ao Governo e à administração da TAP que o acordo é para cumprir”, referiu a mesma fonte do sindicato.



Na sequência de um processo de contestação laboral em 1999, o Conselho de Administração da TAP e o SPAC assinaram o acordo no dia 20 de Julho do mesmo ano.

Seis dias mais tarde, a 26 de Julho, o sindicato anunciava que os pilotos teriam uma participação de entre 10 a 20 por cento do capital social da empresa de transportes aéreos que resultasse da cisão da companhia em três empresas.

Com esta entrada ficou ainda garantida aos pilotos, a nomeação de um representante no conselho de administração da empresa aérea nascida da cisão, dizia então o sindicato.

“Os pilotos têm sensibilizado as partes para a importância do acordo e, uma vez que o Governo está demissionário, essa sensibilização será também feita a todos líderes partidários, numa perspetiva pró-activa para que o futuro processo decorra sem altercações”, disse hoje o SPAC à agência Lusa.

Portugal vai receber um empréstimo de 78 mil milhões de euros nos próximos três anos ao abrigo de um acordo de ajuda financeira com o Fundo Monetário Internacional, o Banco Central Europeu e a Comissão Europeia, ficando obrigado a aprovar um conjunto de medidas para reduzir os gastos do Estado que abrangem diversos sectores.

No memorando de entendimento que define as medidas, lê-se que o Governo “tem esperanças que as condições de mercado permitam a venda da TAP, até ao final de 2011”.

25 de abril de 2011

A novela da TAP continua...

A TAM está interessada em conhecer as condições de privatização da companhia aérea portuguesa TAP, cujo controle pertence ao Estado português.

Até agora, o governo do primeiro-ministro José Sócrates, que confirmou no início deste ano pretender privatizar a TAP, ainda não divulgou pormenores sobre as condições em que a operação será desenvolvida.



A crise econômica e política que atinge o país e o pedido de demissão apresentado por Sócrates não deverão possibilitar que as condições de privatização sejam conhecidas antes da tomada de posse de um novo governo saído das eleições legislativas antecipadas que serão realizadas dia 5 de junho.

Em recente entrevista ao jornal Globo, o presidente da TAM, Marco Bologna, admitiu que a transportadora brasileira está interessada em acompanhar a privatização da TAP.

Há algumas semanas, a imprensa brasileira também noticiou eventual interesse da companhia Gol na transportadora portuguesa. Além destas duas companhias brasileiras, empresas aéreas de outros países, entre elas a Qatar Airlines, também manifestaram interesse na TAP.

Ao mesmo tempo, confirmou que a Tam planeja também participar da construção de terminais em alguns aeroportos, incluindo um setor de cargas em Guarulhos e que vai comprar mesmo 31% da Trip para atuar nos mercados regionais.



As declarações foram feitas ontem, e abordou também o processo de fusão com a Lan, garantindo que não haverá impactos maiores nem na redução de funcionários nem de voos.

Chegou a mencionar que a companhia após a fusão pretende ampliar seus voos para destinos internacionais como Miami e Los Angeles. Com a fusão o objetivo da companhia é ser a maior empresa aérea da América do Sul, a segunda no mercado americano e a quarta na Europa.

24 de março de 2011

Venda da TAP: A grande novela!!!!!

A TAP, maior companhia aérea de Portugal, foi fundada em 1945 e é membro da Star Alliance. Desde a grande crise aérea de 2001, seguida pela crise mundial de 2008, a TAP vêm apresentando prejuízos e o governo português, que também não anda bem das pernas, resolveu que precisa se "livrar" da TAP, ou seja, vender a companhia aérea.



Após o anúncio de venda, e consequente privatização, a grande expeculação de mercado é a respeito do comprador! O governo português, que aparentemente prefere investidores brasileiros, já anunciou algumas vezes que a TAP seira vendida à TAM, depois voltou atrás e disse que a companhia portuguesa seria vendida à GOL linhas aéreas, e agora diz que está em negociação com a Avianca.



A TAM nega qualquer tipo de negociação de compra com a TAP, já a GOL linhas aéreas não quer mais comprar fatia da portuguesa TAP e, ao contrário, deseja voltar a ser, no Brasil, uma empresa de baixo custo(coisa que há muito tempo deixou de ser). Enquanto isso, a imprensa mundial já comenta as negociações entre o governo português e o empresário German Efromovich, dono das empresas aéreas Avianca-Taca(Colômbia), Avianca Brasil(antiga OceanAir), e dos estaleiros Eisa e Mauá.



De acordo com o Relatório Reservado, German pretende ficar com 49% da TAP, e já mantêm conversas com Fernando Pinto, presidente da TAP, e com o governo português, para obter informações a respeito da privatização da companhia aérea, e, mais especificamente, se o contrato incluirá uma golden-share e a alienação da TAP maintenance and Engineering (antiga VEM - Varig Engineering and Maintenance).



Agora nós aguardamos ansiosos pelos próximos capítulos dessa novela, que tem tudo para ser um sucesso de audiência!!! Quem vai ficar com a TAP??????

16 de fevereiro de 2011

Abre o olho que a TAP vem com tudo!

A TAP anunciou hoje que vai passar a voar para o Mali, a partir de Junho. A rota, que será feita entre Lisboa e Bamako, vai contar com três voos por semana, dando seguimento a uma estratégia de expansão da rede comercial da companhia aérea portuguesa.

Luiz Gama Mor, administrador da empresa, afirmou hoje, numa coletiva de imprensa, que o objetivo da TAP é ultrapassar a quantia de 9,5 milhões de passageiros em 2011, o que significará um crescimento de cinco por cento face ao ano passado.

O responsável disse, no entanto, que este aumento não é uma garantia de lucros. “Bom tráfego significa só bom tráfego, não está relacionado com bons resultados”, disse, recordando que, em 2008, ano em houve um aumento significativo do número de passageiros, a empresa teve prejuízos recorde de 285 milhões de euros.



Esta meta surge depois que a TAP registrou um crescimento de 7,7 por cento no tráfego em 2010, ultrapassando a quantia de nove milhões de euros. E vai ser alcançada através da criação de novas rotas e do reforço de ligações já existentes.

O Mali faz parte do grupo de novas rotas e, Gana também deverá juntar-se à investida da TAP na África. No Brasil, a companhia vai inaugurar ligações para Porto Alegre em Junho.

Na Europa, há novas frequências começando já em Abril (Bordéus e Dusseldorf) e outras em Junho, como é o caso de Atenas e de Viena. Nessa altura, também vai avançar, nos Estados Unidos, a rota para Miami.



Na altura do Verão, a TAP vai reforçar algumas das ligações atuais, como Belo Horizonte, Maputo e Budapeste, adicionando mais frequências por semana.

A TAP ainda quer desenvolver parcerias com congéneres na América do Sul, agendando negociações com a Pluna, a companhia de bandeira Uruguaia, disse o administrador executivo da transportadora portuguesa.

Luiz Mór, também disse aos jornalistas que esta parceria se insere num conjunto de acordos que têm como objetivo transformar o destino brasileiro de Porto Alegre, onde a TAP logo iniciará suas operações, na porta de entrada dos passageiros europeus na América do Sul.



"O objetivo é transformar Porto Alegre, que vai ser o nosso próximo destino do Brasil, na porta de entrada dos europeus para o cone sul da América do Sul -- Argentina, Buenos Aires, Uruguai, Santiago do Chile e mesmo o sul do Brasil", afirmou à margem da coletiva de imprensa a respeito do balanço das atividades comerciais da TAP em 2010 e dos objetivos para 2011.

5 de fevereiro de 2011

Mas, hein???????

A TAP poderá ter um interessado do lado de lá do Atlântico. Segundo o site Portugal Digital, que cita o jornal DCI, a companhia aérea brasileira Gol está na corrida.
De acordo com o jornal, os donos da GOL Linhas Aéreas estão em conversações com o também brasileiro administrador da TAP, Fernando Pinto.



O Governo português quer privatizar a transportadora portuguesa, mas a TAP ainda não tem qualquer indicação da tutela. Na semana passada, fora noticiado que a TAP pode render mil milhões ao Estado. Sem referir valores, o DCI diz hoje que a GOL deverá avançar sozinha para a aquisição, com fundos de private equity.

Contudo, Qatar Airways, Lufthansa e International Airlines Group (resultante da fusão entre a British Airways e a Iberia) também podem estar interessadas.



A eventual aquisição da TAP pela GOL representará num crescimento significativo da companhia brasileira, que só voa na América do Sul.