"Este negócio, quando finalizado, será a maior encomenda da história da Boeing em volume de dólares e quantidade total de aviões", afirmou a fabricante com sede em Chicago. "Este pedido é um grande negócio", afirmou o analista Robert Stallard, da RBC Capital Markets, acrescentando que o acordo dará um aumento significativo nas encomendas à Boeing e dos pedidos do MAX.
A companhia disse que o presidente Barack Obama irá na sexta-feira à cerimônia de assinatura da encomenda dos 230 aviões, que a Casa Branca disse garantir mais de 110 mil empregos nos Estados Unidos.
A Casa Branca também disse que a Singapore Airlines encomendará oito Boeing 777 com um preço de tabela de 2,4 bilhões de dólares.
O 737 MAX é uma versão modernizada do campeão de vendas da Boeing que incluirá motores com consumo de combustível mais eficiente. A encomenda já constava da carteira da Boeing, mas era relacionada a um cliente que ainda não tinha sido identificado pela fabricante, afirmou a Boeing.
A Boeing espera crescer ainda mais na América Latina com o lançamento do 737 Max, o seu novo modelo de corredor único. O mercado de aviões deste modelo irá representar 84% da demanda latino-americana de aviões nos próximos 20 anos, segundo a última previsão de mercado da fabricante norte-americana.

“Assim como o atual 737 Next-Generation, o 737 Max será uma aeronave importante para a frota da América Latina”, disse o vice-presidente de Vendas da Boeing Commercial Airplanes para a América Latina, Van Gallard. “Conforme interesse das aéreas de atualizar suas frotas com aviões mais econômicos que ajudam na otimização do consumo de combustível, o 737 Max poderá se tornar o avião do futuro”, completou.
Segundo a Boeing, a queima de combustível deste avião será 16% menor que a atual oferta do competidor (Airbus A320), e 4% menor que a oferta futura(Airbus A320neo). O novo modelo ainda emitirá 277 mil toneladas de CO2 a menos e economizará cerca de 80 mil toneladas de combustível por ano.
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