Considerado um herói na Polônia, seu país natal, Wrona reconheceu que após o pouso ainda temia que o atrito da aterrissagem pudesse ter causado problemas à aeronave e colocado a vida das pessoas a bordo em risco, por isso não se sentiu tranquilo até que uma comissária de bordo confirmou que o avião já estava vazio.
Em entrevista coletiva, o piloto relatou sua surpresa com a falha do trem de pouso do avião, com o qual disse ter voado mais de 500 vezes sem contratempos.
A aeronave está nesta quarta-feira entre as duas pistas onde na terça fez a aterrissagem, e deverá ser levada nos próximos dias a um hangar, onde será revisada por especialistas da Boeing que já estão na Polônia. O aeroporto de Varsóvia continua fechado e deve retomar os voos ao longo do dia.
O Boeing 767 pertence à companhia polonesa LOT e havia decolado horas antes no aeroporto de Newark, nos Estados Unidos.
Meia hora antes do pouso, a tripulação comunicou uma avaria no sistema hidráulico central, e, conforme os procedimentos nestes casos, o avião foi escoltado no espaço aéreo polonês por dois caças F-16 da força aérea.
Foram feitos então procedimentos para a aterrissagem forçada no aeroporto de Varsóvia, onde jamais um avião sem trem de pouso havia pousado.
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