A BOC Aviation é a principal empresa de leasing de aeronaves, com 203 aeronaves próprias e operados por companhias aéreas em todo o mundo. A companhia ainda possui uma das frotas mais jovens da indústria, com uma idade média de quatro anos.
Speech de boas vindas!
Senhoras e Senhores,
Bem vindos ao blog "aqui em cima".
Obeservem o número da poltrona no cartão de embarque.
Junto as saídas de emergência, não é permitida a acomodação de crianças ou colocação de bagagens.
Acomodem a bagagem de mão no compartimento acima ou embaixo da poltrona à sua frente.
Lembramos que os pertences de mão trazidos a bordo são de responsabilidade dos clientes.
Obrigado.
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5 de dezembro de 2012
GOL fecha contrato de leasing de mais 8 Boeings
A Gol Linhas Aéreas fechou um acordo com a BOC Aviation, companhia de leasing asiática, para o pagamento de oito novos aviões Boeing 737-800 adquiridos. Segundo a Gol, a empresa anunciou em outubro a compra de 60 aeronaves, das quais essas novas oito fazem parte. De acordo com comunicado da BOC, as aeronaves serão entregues entre o primeiro trimestre de 2013 e o terceiro trimestre de 2014.
Steven Townend, diretor geral adjunto e diretor comercial da BOC Aviation, disse estar "muito satisfeito em finalizar este acordo com a Gol e apoiar seus planos de longo prazo da frota". O executivo ressaltou ainda que nos últimos meses, a empresa tem compromissos equivalentes a cerca de US$ 1,5 billhão em operações de novas compras.
A BOC Aviation é a principal empresa de leasing de aeronaves, com 203 aeronaves próprias e operados por companhias aéreas em todo o mundo. A companhia ainda possui uma das frotas mais jovens da indústria, com uma idade média de quatro anos.
A BOC Aviation é a principal empresa de leasing de aeronaves, com 203 aeronaves próprias e operados por companhias aéreas em todo o mundo. A companhia ainda possui uma das frotas mais jovens da indústria, com uma idade média de quatro anos.
28 de novembro de 2012
787-10 pode vir por aí...
A Boeing afirmou nesta segunda-feira que estava avançando com planos para uma versão maior de seu modelo 787 Dreamliner, mas acrescentou que é necessário mais trabalho antes que obtenha a aprovação para um lançamento oficial.
A Boeing disse que tem conversado com companhias aéreas e empresas de leasing para definir as especificações para o 787-10, uma versão maior dessa linha e um concorrente poderoso para o A350, da Airbus.
"Nós temos muito apoio dentro da empresa, incluindo o Conselho de Administração", disse o vice-presidente e gerente geral do programa 787, Larry Loftis, sobre o 787-10 durante uma conferência com investidores organizada pela RBC Capital Markets, nesta segunda-feira.
"Nós ainda temos mais algum trabalho a fazer antes de estarmos prontos para iniciar o programa e/ou ter autorização para lançar o programa", Loftis acrescentou.
A esperada versão maior do 787 teria como interessadas as companhias aéreas para viagens de longo curso. Loftis disse que a carteira de encomendas do 787 atualmente estava dividida em cerca de 60 por cento para o modelo 787-8, que pode transportar 210-250 passageiros, e 40 por cento para o 787-9, uma versão ligeiramente maior projetada para acomodar até 290 assentos.
A Boeing disse que a montagem final da versão 787-9 começará provavelmente no final da primavera ou início do verão do próximo ano no hemisfério Norte, com a primeira entrega prevista para o início de 2014.
A Boeing disse que tem conversado com companhias aéreas e empresas de leasing para definir as especificações para o 787-10, uma versão maior dessa linha e um concorrente poderoso para o A350, da Airbus.
"Nós temos muito apoio dentro da empresa, incluindo o Conselho de Administração", disse o vice-presidente e gerente geral do programa 787, Larry Loftis, sobre o 787-10 durante uma conferência com investidores organizada pela RBC Capital Markets, nesta segunda-feira.
"Nós ainda temos mais algum trabalho a fazer antes de estarmos prontos para iniciar o programa e/ou ter autorização para lançar o programa", Loftis acrescentou.
A esperada versão maior do 787 teria como interessadas as companhias aéreas para viagens de longo curso. Loftis disse que a carteira de encomendas do 787 atualmente estava dividida em cerca de 60 por cento para o modelo 787-8, que pode transportar 210-250 passageiros, e 40 por cento para o 787-9, uma versão ligeiramente maior projetada para acomodar até 290 assentos.
A Boeing disse que a montagem final da versão 787-9 começará provavelmente no final da primavera ou início do verão do próximo ano no hemisfério Norte, com a primeira entrega prevista para o início de 2014.
Em busca do voo silencioso
Nasa e Boeing estão desenvolvendo um avião com design inovador. As pesquisas pretendem construir um modelo de aeronave para transporte de passageiros mais eficiente. Uma das preocupações dos engenheiros envolvidos no projeto X-48 é criar um avião que seja muito mais silencioso, poupando vizinhos de aeroportos do incômodo provocado pelo ruído dos aviões.
Projetar o avião do futuro também envolve criar soluções que aumentem a eficiência no consumo de combustível e a segurança. Para melhorar o desempenho da aeronave, as empresas apostaram num desenho que foge completamente do tradicional: em vez de asas transversais e uma fuselagem longa, o X-48 foi proposto para usar o conceito de asas curvas (blended wings, no inglês).
Essa proposta oferece melhor desempenho aerodinâmico para o avião, o que diminui a necessidade de consumo de combustível: se a aeronave tem melhor capacidade de perfurar o ar e gerar sustentação, menos combustível os motores irão consumir para mantê-la voando.
Em termos de diminuição de ruído, a equipe de projeto decidiu equipar os protótipos com turbinas menores e cuidadosamente isoladas. A ideia é garantir que a aeronave seja mais silenciosa do ponto de vista das pessoas na terra, seja nas manobras no aeroporto, ou nos primeiros quilômetros após a decolagem ou antes da aterrissagem, que perturbam consideravelmente as vizinhanças dos aeroportos. Não há data prevista para a Boeing lançar comercialmente o primeiro modelo baseado nas concepções do X-48. Entretanto, as diversas versões e protótipos do projeto, juntas, já somam 100 voos bem sucedidos. A Boeing pretende realizar ainda 20 outras missões com os protótipos antes de considerar o programa de desenvolvimento como concluído.
Em termos de diminuição de ruído, a equipe de projeto decidiu equipar os protótipos com turbinas menores e cuidadosamente isoladas. A ideia é garantir que a aeronave seja mais silenciosa do ponto de vista das pessoas na terra, seja nas manobras no aeroporto, ou nos primeiros quilômetros após a decolagem ou antes da aterrissagem, que perturbam consideravelmente as vizinhanças dos aeroportos. Não há data prevista para a Boeing lançar comercialmente o primeiro modelo baseado nas concepções do X-48. Entretanto, as diversas versões e protótipos do projeto, juntas, já somam 100 voos bem sucedidos. A Boeing pretende realizar ainda 20 outras missões com os protótipos antes de considerar o programa de desenvolvimento como concluído.
Guerra, doce guerra... Airbus e Boeing trocam farpas publicamente
A Airbus e a Boeing travaram uma verdadeira discussão em público sobre o desempenho dos mais recentes modelos, em meio à briga por mercado com base em aviões que prometem eficiência de combustível às endividadas companhias aéreas.
A briga está chegando às principais publicações especializadas com uma série de anúncios carregados na tinta em que as fabricantes tentam manter o espaço no mercado de aviões comerciais, que movimenta 100 bilhões de dólares por ano.
Na mais recente capítulo dessa troca de farpas, a Airbus publicou um anúncio na revista Aviation Week em que acusa a rival de "exagerar as capacidades" dos modelos 737 e 747.
O anúncio trazia a imagem de um Boeing com nariz de Pinóquio e a seguinte frase: "Por que nosso concorrente está distorcendo a verdade?".
O diretor de vendas da Airbus, John Leahy, disse que a fabricante europeia recorreu ao Pinóquio em resposta às recentes propagandas em que a Boeing apresentava seus modelos como muito melhores que os da rival.
"Eles estão deturpando a verdade em termos de magnitude", afirmou Leahy à Reuters.
A Boeing explicou o anuncio: "Acreditamos - e a História tem mostrado isso - no desempenho superior de nossos produtos e serviços. Nós nos baseamos em números", disse o porta-voz da Boeing, Marc Birtel.
A briga está chegando às principais publicações especializadas com uma série de anúncios carregados na tinta em que as fabricantes tentam manter o espaço no mercado de aviões comerciais, que movimenta 100 bilhões de dólares por ano.
Na mais recente capítulo dessa troca de farpas, a Airbus publicou um anúncio na revista Aviation Week em que acusa a rival de "exagerar as capacidades" dos modelos 737 e 747.
O anúncio trazia a imagem de um Boeing com nariz de Pinóquio e a seguinte frase: "Por que nosso concorrente está distorcendo a verdade?".
O diretor de vendas da Airbus, John Leahy, disse que a fabricante europeia recorreu ao Pinóquio em resposta às recentes propagandas em que a Boeing apresentava seus modelos como muito melhores que os da rival.
"Eles estão deturpando a verdade em termos de magnitude", afirmou Leahy à Reuters.
A Boeing explicou o anuncio: "Acreditamos - e a História tem mostrado isso - no desempenho superior de nossos produtos e serviços. Nós nos baseamos em números", disse o porta-voz da Boeing, Marc Birtel.
6 de novembro de 2012
Boeing lança site no Brasil
A Boeing anunciou a abertura de um novo canal de comunicação com o Brasil. O site www.boeing.com.br, com conteúdo em português, foi lançado com o objetivo de estreitar o diálogo da empresa com o mercado brasileiro.
Além do institucional, com informações sobre a empresa, o usuário também encontrará dados sobre as divisões Boeing Aviação Comercial, Boeing Defesa, Espaço e Segurança, Pesquisa e Tecnologia, Satélites, Biocombustíveis e Parcerias.
As novidades em vídeos, imagens, notícias e informações completas sobre os lançamentos de aviões no mundo também podem ser conferidas pelos usuários.
“Nosso objetivo é oferecer um espaço de fácil navegação e no idioma local, e assim democratizar a informação possibilitando aos brasileiros o acesso aos conteúdos divulgados por nós não só nos Estados Unidos, como em outros países”, diz Ana Paula Ferreira, diretora de Comunicação da Boeing Brasil.
Além do institucional, com informações sobre a empresa, o usuário também encontrará dados sobre as divisões Boeing Aviação Comercial, Boeing Defesa, Espaço e Segurança, Pesquisa e Tecnologia, Satélites, Biocombustíveis e Parcerias.
As novidades em vídeos, imagens, notícias e informações completas sobre os lançamentos de aviões no mundo também podem ser conferidas pelos usuários.
“Nosso objetivo é oferecer um espaço de fácil navegação e no idioma local, e assim democratizar a informação possibilitando aos brasileiros o acesso aos conteúdos divulgados por nós não só nos Estados Unidos, como em outros países”, diz Ana Paula Ferreira, diretora de Comunicação da Boeing Brasil.
19 de outubro de 2012
Avião da Jet2 realiza evacuação de emergência em Glasgow
Uma evacuação de emergência de um avião da companhia Jet2 deixou 17 pessoas feridas e fechou o aeroporto de Glasgow, na Escócia, na manhã desta sexta-feira.
O Boeing 737 da companhia de baixo custo Jet2 devia levantar voo às 7.15 horas, com destino a Alicante, em Espanha, mas fez um aborto de decolagem, depois que um alerta de fumaça soou dentro da cabine.
A tripulação e os 189 passageiros evacuaram o avião pela saída de emergência, usando um escorregador inflável. Três dos passageiros ficaram feridos sem gravidade, disse o porta-voz do aeroporto, sem especificar se os ferimentos ocorreram durante a frenagem do avião ou no desembarque.
Todos os voos com destino a Glasow ficaram suspensos, pelo menos até às 11 horas, dado que a evacuação foi feita em plena pista.
Boeing e NASA buscam aviões mais silenciosos
A busca de uma nova forma de fazer com que aviões comerciais (de passageiros) atinjam velocidades maiores esbarra, muitas vezes, no problema das explosões sônicas. O Sonic Boom (nome em inglês) acontece quando as aeronaves atingem velocidades muito altas, fazendo com que o deslocamento de ar seja tão intenso que um barulho muito alto acabe chegando ao solo.
Há algum tempo, a NASA está pesquisando formas de criar aviões rápidos e com o design adequado à supressão dos altos sons. Agora, um novo protótipo criado pela parceria entre NASA e Boeing começa a mostrar resultados bastante promissores. Em testes realizados em túneis de vento no Glenn Research Center, o modelo já apresentou melhorias importantes.
Com isso, começam a ficar claros os avanços na tecnologia da aviação. Podemos esperar ainda mais melhorias para os próximos anos e, quem sabe em pouco mais de uma década, os primeiros aviões comerciais silenciosos do mundo.
Há algum tempo, a NASA está pesquisando formas de criar aviões rápidos e com o design adequado à supressão dos altos sons. Agora, um novo protótipo criado pela parceria entre NASA e Boeing começa a mostrar resultados bastante promissores. Em testes realizados em túneis de vento no Glenn Research Center, o modelo já apresentou melhorias importantes.
Com isso, começam a ficar claros os avanços na tecnologia da aviação. Podemos esperar ainda mais melhorias para os próximos anos e, quem sabe em pouco mais de uma década, os primeiros aviões comerciais silenciosos do mundo.
Lufthansa tem planos de trazer os novos 747-8 e o A380 para o Brasil
Pela primeira vez um presidente da Lufthansa visita o País. E isso é apenas uma amostra da importância que a companhia dá ao mercado brasileiro, que teve nos últimos 18 meses um aumento de 75% na oferta de voos. Em visita a São Paulo, hoje, dia 19, Carsten Spohr anunciou também que, a partir do próximo dia 28, a rota Rio de Janeiro-Frankfurt passa a ser servida diariamente e com voos noturnos nas duas direções. Um investimento da ordem de 400 milhões de euros para atender um pedido dos passageiros.
Nos últimos 24 meses, a companhia aérea aumentou a oferta de assentos nos voos que ligam o continente à Europa em 40%. O investimento expressivo no mercado latino-americano começou em outubro de 2010 com a introdução da rota Bogotá–Frankfurt. Só no Brasil, foram introduzidos os voos para o Rio de Janeiro e a rota São Paulo – Munique passou a ser diária.
"O Brasil é um mercado muito importante para a Lufthansa, e é um país que vive um bom momento, os brasileiros tem viajado mais, por isso os investimentos que estamos fazendo são justificáveis", disse. O presidente mundial da Lufthansa também abordou em sua visita, outros planos da companhia para o Brasil e para a América Latina, além de projetos da empresa para o mercado brasileiro e aumento de capacidade e investimentos para atender a crescente demanda latino americana nos próximos anos.
Entre algumas das metas para os próximos anos envolvendo o Brasil, que esteve representado no encontro com a mídia relizado no hotel Grand Hyatt São Paulo pela diretora geral Annette Taeuber, o executivo destacou o plano de introduzir a partir de 2013 um 747-800 na rota de São Paulo. E da ideia de trazer em 2014 um A380, mas claro, ressaltando que isso dependerá das condições aeroportuárias do Aeroporto Internacional de São Paulo.
“Poderíamos trazer agora o moderníssimo 747-8, mas o problema é o aeroporto de Guarulhos. Por isso que vamos trazê-lo no próximo ano”, afirmou Spohr durante coletiva de imprensa no hotel Grand Hyatt na capital paulista. “Já temos cinco 747-8 em operação e em três anos teremos 20.”
“A deficiência na infraestrutura aeroportuária é uma grande limitação ao crescimento maior da economia brasileira”, alfinetou o executivo da Lufthansa em relação aos aeroportos daqui.
“E em 2014 vamos trazer o A380, o avião que esse mercado merece”, garantiu ele. A Lufthansa opera hoje dez jatos desse modelo e vai receber mais dois nos próximos anos.
“Hoje a América Latina representa 5% da receita da companhia, mas acredito que nos próximos três anos essa participação vai crescer 50%, sendo que grande parte produzido a partir do Brasil”, finalizou ele, que está “bastante otimista com o mercado brasileiro”.
Nos últimos 24 meses, a companhia aérea aumentou a oferta de assentos nos voos que ligam o continente à Europa em 40%. O investimento expressivo no mercado latino-americano começou em outubro de 2010 com a introdução da rota Bogotá–Frankfurt. Só no Brasil, foram introduzidos os voos para o Rio de Janeiro e a rota São Paulo – Munique passou a ser diária.
"O Brasil é um mercado muito importante para a Lufthansa, e é um país que vive um bom momento, os brasileiros tem viajado mais, por isso os investimentos que estamos fazendo são justificáveis", disse. O presidente mundial da Lufthansa também abordou em sua visita, outros planos da companhia para o Brasil e para a América Latina, além de projetos da empresa para o mercado brasileiro e aumento de capacidade e investimentos para atender a crescente demanda latino americana nos próximos anos.
Entre algumas das metas para os próximos anos envolvendo o Brasil, que esteve representado no encontro com a mídia relizado no hotel Grand Hyatt São Paulo pela diretora geral Annette Taeuber, o executivo destacou o plano de introduzir a partir de 2013 um 747-800 na rota de São Paulo. E da ideia de trazer em 2014 um A380, mas claro, ressaltando que isso dependerá das condições aeroportuárias do Aeroporto Internacional de São Paulo.
“Poderíamos trazer agora o moderníssimo 747-8, mas o problema é o aeroporto de Guarulhos. Por isso que vamos trazê-lo no próximo ano”, afirmou Spohr durante coletiva de imprensa no hotel Grand Hyatt na capital paulista. “Já temos cinco 747-8 em operação e em três anos teremos 20.”
“A deficiência na infraestrutura aeroportuária é uma grande limitação ao crescimento maior da economia brasileira”, alfinetou o executivo da Lufthansa em relação aos aeroportos daqui.
“E em 2014 vamos trazer o A380, o avião que esse mercado merece”, garantiu ele. A Lufthansa opera hoje dez jatos desse modelo e vai receber mais dois nos próximos anos.
“Hoje a América Latina representa 5% da receita da companhia, mas acredito que nos próximos três anos essa participação vai crescer 50%, sendo que grande parte produzido a partir do Brasil”, finalizou ele, que está “bastante otimista com o mercado brasileiro”.
18 de outubro de 2012
Aeronave comercial ajuda no resgate em pleno oceano pacífico
Um avião de passageiros que viajava entre o Canadá e a Austrália ajudou a localizar um veleiro à deriva no Oceano Pacífico com a ajuda de binóculos emprestados por um passageiro.
O Boeing 777 da Air Canada, que saiu de Vancouver com destino a Sydney, fez um desvio de 400 km de sua rota original a pedido da Autoridade de Segurança Marítima Australiana (AMSA, na sigla em inglês) após um farol de emergência ser avistado no Mar da Tasmânia, entre a Austrália e a Nova Zelândia.
Os pilotos também reduziram a altitude da aeronave a 1,8 mil metros para ajudar na localização visual do barco. A altitude de cruzeiro de um voo de longa distância é de 11 mil metros.
O barco, com um único ocupante, foi encontrado cerca de 500 km a leste de Sydney.
O navegador havia deixado a área de Sydney havia duas semanas e estava à deriva por cerca de uma semana após perder seu mastro e ficar sem combustível.
Segundo a AMSA, o aviso luminoso de emergência do barco foi avistado por volta das 8h15 de terça-feira (18h15 de segunda-feira em Brasília).
O voo com 270 passageiros e 18 tripulantes a bordo, que já durava 12 horas e estava próximo ao seu destino, foi então desviado em busca do barco.
Segundo um porta-voz da Air Canada, a aeronave pousou com 90 minutos de atraso em Sydney.
"Estamos realmente satisfeitos de poder ter ajudado", afirmou o porta-voz Peter Fitzpatrick ao jornal canadense The Globe and Mail.
Posteriormente, um avião da Air New Zealand que viajava entre Auckland e Sydney também foi desviado, antes da chegada de uma aeronave de resgate australiana que lançou um bote salva-vidas e um telefone por satélite para o navegador à deriva.
Um navio mercante também protegeu o barco dos fortes ventos até a chegada de uma embarcação de resgate.
Um porta-voz da AMSA afirmou à rede Australian Broadcasting Corporation (ABC) que a ajuda dos aviões de passageiros foi necessária por causa da localização remota do veleiro. "A localização do sinal de emergência estava dentro da rota de voo, então precisávamos avaliar a situação, e o Boeing 777 era o mais próximo do local", afirmou o porta-voz Jo Meehan.
Segundo as autoridades, o navegador foi resgatado com segurança e passa bem.
O Boeing 777 da Air Canada, que saiu de Vancouver com destino a Sydney, fez um desvio de 400 km de sua rota original a pedido da Autoridade de Segurança Marítima Australiana (AMSA, na sigla em inglês) após um farol de emergência ser avistado no Mar da Tasmânia, entre a Austrália e a Nova Zelândia.
Os pilotos também reduziram a altitude da aeronave a 1,8 mil metros para ajudar na localização visual do barco. A altitude de cruzeiro de um voo de longa distância é de 11 mil metros.
O barco, com um único ocupante, foi encontrado cerca de 500 km a leste de Sydney.
O navegador havia deixado a área de Sydney havia duas semanas e estava à deriva por cerca de uma semana após perder seu mastro e ficar sem combustível.
Segundo a AMSA, o aviso luminoso de emergência do barco foi avistado por volta das 8h15 de terça-feira (18h15 de segunda-feira em Brasília).
O voo com 270 passageiros e 18 tripulantes a bordo, que já durava 12 horas e estava próximo ao seu destino, foi então desviado em busca do barco.
Segundo um porta-voz da Air Canada, a aeronave pousou com 90 minutos de atraso em Sydney.
"Estamos realmente satisfeitos de poder ter ajudado", afirmou o porta-voz Peter Fitzpatrick ao jornal canadense The Globe and Mail.
Posteriormente, um avião da Air New Zealand que viajava entre Auckland e Sydney também foi desviado, antes da chegada de uma aeronave de resgate australiana que lançou um bote salva-vidas e um telefone por satélite para o navegador à deriva.
Um navio mercante também protegeu o barco dos fortes ventos até a chegada de uma embarcação de resgate.
Um porta-voz da AMSA afirmou à rede Australian Broadcasting Corporation (ABC) que a ajuda dos aviões de passageiros foi necessária por causa da localização remota do veleiro. "A localização do sinal de emergência estava dentro da rota de voo, então precisávamos avaliar a situação, e o Boeing 777 era o mais próximo do local", afirmou o porta-voz Jo Meehan.
Segundo as autoridades, o navegador foi resgatado com segurança e passa bem.
1 de outubro de 2012
GOL encomenda 60 boeing's 737-MAX
A empresa aérea Gol anunciou nesta segunda-feira (1º) que irá comprar 60 aviões 737 MAX da Boeing, que deverão ser entregues a partir de 2018.
"A companhia utilizará os novos aviões, principalmente, para a renovação de sua frota no futuro", diz a companhia em nota.
O gasto da Gol com a encomenda dos 60 novos aviões 737 Max será de US$ 6 bilhões, já que cada aeronave custa por volta de US$ 100 milhões. Os pedidos dos 60 aviões, que serão entregues até 2026, são todos pedidos firmes, ou seja, confirmados.
“O que temos é opção de calendarização (de alteração das datas de entrega das aeronaves)”, afirmou o presidente da Gol, Paulo Kakinoff.
Segundo ele, a forma de pagamento será definida de acordo com o momento econômico de cada entrega, podendo ser leasing, financiamento. Em relação à entrega das aeronaves, a companhia informou que duas aeronaves do novo modelo serão entregues já em 2018.
A compra – anunciada como a “maior encomenda em número de aviões de uma companhia na história da aviação da América do Sul” – feita no momento em que a empresa enfrenta resultados negativos, não foi vista como uma contradição pelo presidente da Gol.
“O prejuízo é uma questão transitória na nossa avaliação, o fato de fazer a maior compra da nossa história atesta isso. É uma renovação da nossa convicção de que é algo transitório. Para a empresa a alta dos combustíveis é um momento que estamos vivendo hoje”, disse Paulo Kakinoff. “Num horizonte de médio prazo devemos voltar a ter um ambiente competitivo saudável e sustentável que irá viabilizar o caminho para a compra que estamos anunciando hoje”, afirmou.
A Gol teve prejuízo no segundo trimestre deste ano, de R$ 354,6 milhões, e defende que os resultados são decorrentes da depreciação do real frente ao dólar, do aumento bem maior que o esperado nas despesas com combustível e o aumento dos custos das tarifas aeroportuárias nos principais aeroportos do país.
Kakinoff abriu a entrevista coletiva de imprensa anunciando que o acordo de compra havia sido firmado minutos antes do anúncio, divulgado logo após o fechamento do mercado financeiro nesta segunda. “Estamos decidindo os nossos próximos 15 anos em relação ao tipo de equipamento com os quais devemos operar”, disse Adalberto Bogsan, vice presidente de operações da Gol.
O 737 Max está sendo desenvolvido pela fabricante norte-americana Boeing em conjunto com engenheiros e técnicos da Gol, segundo os executivos. Os destaques da compra das novas aeronaves são, segundo a Gol, a menor quantidade de combustível que ele carrega, que dá menor peso e maior performance ao avião, e as “radial tires”, pneus com menor peso e maior durabilidade. "Estas e outras inovações reduzirão o consumo de combustível e a emissão de gases poluentes em até 13%, na comparação com os Boeing 737 Next Generation (usados atualmente pela companhia)", disse a empresa.
"A companhia utilizará os novos aviões, principalmente, para a renovação de sua frota no futuro", diz a companhia em nota.
O gasto da Gol com a encomenda dos 60 novos aviões 737 Max será de US$ 6 bilhões, já que cada aeronave custa por volta de US$ 100 milhões. Os pedidos dos 60 aviões, que serão entregues até 2026, são todos pedidos firmes, ou seja, confirmados.
“O que temos é opção de calendarização (de alteração das datas de entrega das aeronaves)”, afirmou o presidente da Gol, Paulo Kakinoff.
Segundo ele, a forma de pagamento será definida de acordo com o momento econômico de cada entrega, podendo ser leasing, financiamento. Em relação à entrega das aeronaves, a companhia informou que duas aeronaves do novo modelo serão entregues já em 2018.
A compra – anunciada como a “maior encomenda em número de aviões de uma companhia na história da aviação da América do Sul” – feita no momento em que a empresa enfrenta resultados negativos, não foi vista como uma contradição pelo presidente da Gol.
“O prejuízo é uma questão transitória na nossa avaliação, o fato de fazer a maior compra da nossa história atesta isso. É uma renovação da nossa convicção de que é algo transitório. Para a empresa a alta dos combustíveis é um momento que estamos vivendo hoje”, disse Paulo Kakinoff. “Num horizonte de médio prazo devemos voltar a ter um ambiente competitivo saudável e sustentável que irá viabilizar o caminho para a compra que estamos anunciando hoje”, afirmou.
A Gol teve prejuízo no segundo trimestre deste ano, de R$ 354,6 milhões, e defende que os resultados são decorrentes da depreciação do real frente ao dólar, do aumento bem maior que o esperado nas despesas com combustível e o aumento dos custos das tarifas aeroportuárias nos principais aeroportos do país.
Kakinoff abriu a entrevista coletiva de imprensa anunciando que o acordo de compra havia sido firmado minutos antes do anúncio, divulgado logo após o fechamento do mercado financeiro nesta segunda. “Estamos decidindo os nossos próximos 15 anos em relação ao tipo de equipamento com os quais devemos operar”, disse Adalberto Bogsan, vice presidente de operações da Gol.
O 737 Max está sendo desenvolvido pela fabricante norte-americana Boeing em conjunto com engenheiros e técnicos da Gol, segundo os executivos. Os destaques da compra das novas aeronaves são, segundo a Gol, a menor quantidade de combustível que ele carrega, que dá menor peso e maior performance ao avião, e as “radial tires”, pneus com menor peso e maior durabilidade. "Estas e outras inovações reduzirão o consumo de combustível e a emissão de gases poluentes em até 13%, na comparação com os Boeing 737 Next Generation (usados atualmente pela companhia)", disse a empresa.
Um novo 777 no horizonte?
A Boeing Co. está lutando com um dos problemas mais espinhosos do mundo dos negócios: Como e quando substituir um produto de sucesso?
O grande jato bimotor 777 fabricado pela empresa aerospacial americana precisa de uma reforma, segundo as companhias aéreas e licenciadas que fizeram do 777 sua aeronave principal nas rotas de longa distância, desde o seu lançamento em 1995.
O 777 paga as contas da Boeing, gerando até US$ 1,2 bilhão em receitas a cada mês, com base no preço médio de venda do modelo maior e mais popular, segundo a Avitas, consultoria do setor aéreo.
É muito dinheiro para arriscar em um novo projeto, mas as encomendas para o 777, que no momento não tem rival, estão diminuindo, agora que as aéreas esperam a próxima geração desse jato e um modelo concorrente que já está no horizonte, da fabricante europeia Airbus. Lutas internas irromperam nos últimos meses na Boeing sobre como manter o custo do novo jato sob controle, disseram pessoas da empresa e executivos do setor aéreo. Clientes importantes também discordam do projeto final da aeronave.
O debate interno foi intensificado pelos tropeços da Boeing ao renovar seu 737, uma nave de corredor único, e os anos de atraso e bilhões de dólares de excesso de custos no seu mais recente grande projeto em desenvolvimento, o 787 Dreamliner. Mas a disputa sobre como construir um novo 777 com um preço de venda realista é um aspecto fundamental do complexo processo de conceber e projetar uma aeronave. "É um processo minucioso, com vigorosas discussões em curso, para garantir que chegaremos ao mercado com o avião certo, na hora certa, alavancando a tecnologia certa e com o esquema econômico certo", disse a Boeing em um comunicado.
No início do ano, a Boeing parecia ter um roteiro bem claro a seguir. Apelidado de 777X, o proposto jato, um modelo renovado, incluía uma asa nova, turbinas atualizadas e outras melhorias para aumentar o desempenho. Mas seus planos não estão tão claros hoje, dizem os clientes. A Boeing está fazendo grandes cortes para reduzir os custos do seu novo e ambicioso projeto, embora o plano atual seja o preferido da Dubai Emirates Airline, a maior cliente do 777. "Eu deixei bem claro para [o diretor-presidente da Boeing] Jim McNerney que esse era um produto que eles deveriam considerar seriamente. Eles estavam entusiasmados, mas depois parece que tudo deu errado", disse Tim Clark, diretor-presidente da Emirates. Clark informou que expressaria suas opiniões novamente em um discurso hoje para o Câmara de Comércio Britânica-Americana, em Seattle, no Estado americano de Washington, perto de onde a Boeing fábrica o 777. Em agosto, Ray Conner, o novo diretor-presidente da divisão comercial da Boeing, procurou contradizer uma reportagem de um jornal de Seattle segundo a qual o trabalho no projeto 777X estava se desacelerando. Conner mandou uma nota aos funcionários dizendo: "Quando estivermos satisfeitos com os riscos, os custos e o cronograma, além de muitos outros fatores importantes, nossa intenção é apresentar um plano" aos clientes e ao conselho administrativo, no fim de 2012 ou início de 2013. A Boeing já precisou tomar decisões difíceis. No ano passado, a empresa foi obrigada a renovar às pressas, em vez de substituir, seu modelo mais vendido, o jato 737 de um corredor, depois que a AMR Corp., controladora da American Airlines, que antes tinha uma frota inteiramente Boeing, dividiu seu pedido entre a Boeing e a Airbus, unidade da European Aeronautic Defence & Space Co., encomendando centenas de jatos Airbus renovados. Lars Andersen, ex-gerente de programa do 777 que ajudou a projetar a aeronave original na década de 1990, foi convidado a suspender sua aposentadoria em 2010 para trabalhar no 777X. Ele e sua pequena equipe apresentaram o que seria o avião comercial mais eficiente já vendido, superando até mesmo o desempenho do Dreamliner, de acordo com conversas com os clientes e documentos obtidos pelo The Wall Street Journal.
Os planos apresentados às empresas aéreas eram para uma aeronave com economia de combustível 21% maior do que o modelo mais recente do jato, o 777-300ER, e custo de operação 16% menor. O 777 atualizado, que se inspirou no Dreamliner para suas asas de compósito de fibra de carbono, seria ainda maior do que o jumbo747 de dois andares da empresa. A Boeing iria alongar o corpo do avião em dois modelos e instalar novos motores.
Depois de ultrapassar o orçamento no Dreamliner, a Boeing, que também estava gastando dinheiro para atualizar seu 737 e para desenvolver um novo avião-tanque para a Força Aérea americana, procurava conservar recursos. A equipe de Andersen entregou o que as aéreas queriam, mas os enormes custos de desenvolvimento do gigantesco jato de alto desempenho implicariam um preço de venda igualmente elevado.
Agora, depois de 18 meses de estudos, a Boeing, como parte de suas iniciativas de corte de custos, está reexaminando a ideia de uma aeronave menos custosa, um 777X com asa metálica, que conservaria dois terços da asa atual. Mas o design menos ambicioso da Boeing seria de 3% a 4% menos eficiente do que o modelo com fibra de carbono, segundo um possível cliente.
"Assim como todos os outros esforços de desenvolvimento de aeronaves, este é um processo interativo. Deixamos que os dados vindos de nossos estudos e os subsídios dos nossos clientes indiquem o rumo para o melhor projeto", informou a Boeing.
Com o atraso na entrega do Dreamliner e o Airbus 350 ainda parado, as aéreas se voltaram para modelos mais velhos, o 777 e o A330 de corredor duplo, enquanto a demanda por viagens aéreas continua se ampliando.
Adam Pilarski, da Avitas, diz que o tempo favorece a Boeing, pois o A350 da Airbus, cuja meta é tornar obsoleto o 777-300ER, também enfrenta atrasos. Ele está programado para entrar em serviço em 2017, e não em 2015, como planejado anteriormente.
O grande jato bimotor 777 fabricado pela empresa aerospacial americana precisa de uma reforma, segundo as companhias aéreas e licenciadas que fizeram do 777 sua aeronave principal nas rotas de longa distância, desde o seu lançamento em 1995.
O 777 paga as contas da Boeing, gerando até US$ 1,2 bilhão em receitas a cada mês, com base no preço médio de venda do modelo maior e mais popular, segundo a Avitas, consultoria do setor aéreo.
É muito dinheiro para arriscar em um novo projeto, mas as encomendas para o 777, que no momento não tem rival, estão diminuindo, agora que as aéreas esperam a próxima geração desse jato e um modelo concorrente que já está no horizonte, da fabricante europeia Airbus. Lutas internas irromperam nos últimos meses na Boeing sobre como manter o custo do novo jato sob controle, disseram pessoas da empresa e executivos do setor aéreo. Clientes importantes também discordam do projeto final da aeronave.
O debate interno foi intensificado pelos tropeços da Boeing ao renovar seu 737, uma nave de corredor único, e os anos de atraso e bilhões de dólares de excesso de custos no seu mais recente grande projeto em desenvolvimento, o 787 Dreamliner. Mas a disputa sobre como construir um novo 777 com um preço de venda realista é um aspecto fundamental do complexo processo de conceber e projetar uma aeronave. "É um processo minucioso, com vigorosas discussões em curso, para garantir que chegaremos ao mercado com o avião certo, na hora certa, alavancando a tecnologia certa e com o esquema econômico certo", disse a Boeing em um comunicado.
No início do ano, a Boeing parecia ter um roteiro bem claro a seguir. Apelidado de 777X, o proposto jato, um modelo renovado, incluía uma asa nova, turbinas atualizadas e outras melhorias para aumentar o desempenho. Mas seus planos não estão tão claros hoje, dizem os clientes. A Boeing está fazendo grandes cortes para reduzir os custos do seu novo e ambicioso projeto, embora o plano atual seja o preferido da Dubai Emirates Airline, a maior cliente do 777. "Eu deixei bem claro para [o diretor-presidente da Boeing] Jim McNerney que esse era um produto que eles deveriam considerar seriamente. Eles estavam entusiasmados, mas depois parece que tudo deu errado", disse Tim Clark, diretor-presidente da Emirates. Clark informou que expressaria suas opiniões novamente em um discurso hoje para o Câmara de Comércio Britânica-Americana, em Seattle, no Estado americano de Washington, perto de onde a Boeing fábrica o 777. Em agosto, Ray Conner, o novo diretor-presidente da divisão comercial da Boeing, procurou contradizer uma reportagem de um jornal de Seattle segundo a qual o trabalho no projeto 777X estava se desacelerando. Conner mandou uma nota aos funcionários dizendo: "Quando estivermos satisfeitos com os riscos, os custos e o cronograma, além de muitos outros fatores importantes, nossa intenção é apresentar um plano" aos clientes e ao conselho administrativo, no fim de 2012 ou início de 2013. A Boeing já precisou tomar decisões difíceis. No ano passado, a empresa foi obrigada a renovar às pressas, em vez de substituir, seu modelo mais vendido, o jato 737 de um corredor, depois que a AMR Corp., controladora da American Airlines, que antes tinha uma frota inteiramente Boeing, dividiu seu pedido entre a Boeing e a Airbus, unidade da European Aeronautic Defence & Space Co., encomendando centenas de jatos Airbus renovados. Lars Andersen, ex-gerente de programa do 777 que ajudou a projetar a aeronave original na década de 1990, foi convidado a suspender sua aposentadoria em 2010 para trabalhar no 777X. Ele e sua pequena equipe apresentaram o que seria o avião comercial mais eficiente já vendido, superando até mesmo o desempenho do Dreamliner, de acordo com conversas com os clientes e documentos obtidos pelo The Wall Street Journal.
Os planos apresentados às empresas aéreas eram para uma aeronave com economia de combustível 21% maior do que o modelo mais recente do jato, o 777-300ER, e custo de operação 16% menor. O 777 atualizado, que se inspirou no Dreamliner para suas asas de compósito de fibra de carbono, seria ainda maior do que o jumbo747 de dois andares da empresa. A Boeing iria alongar o corpo do avião em dois modelos e instalar novos motores.
Agora, depois de 18 meses de estudos, a Boeing, como parte de suas iniciativas de corte de custos, está reexaminando a ideia de uma aeronave menos custosa, um 777X com asa metálica, que conservaria dois terços da asa atual. Mas o design menos ambicioso da Boeing seria de 3% a 4% menos eficiente do que o modelo com fibra de carbono, segundo um possível cliente.
"Assim como todos os outros esforços de desenvolvimento de aeronaves, este é um processo interativo. Deixamos que os dados vindos de nossos estudos e os subsídios dos nossos clientes indiquem o rumo para o melhor projeto", informou a Boeing.
Com o atraso na entrega do Dreamliner e o Airbus 350 ainda parado, as aéreas se voltaram para modelos mais velhos, o 777 e o A330 de corredor duplo, enquanto a demanda por viagens aéreas continua se ampliando.
Adam Pilarski, da Avitas, diz que o tempo favorece a Boeing, pois o A350 da Airbus, cuja meta é tornar obsoleto o 777-300ER, também enfrenta atrasos. Ele está programado para entrar em serviço em 2017, e não em 2015, como planejado anteriormente.
11 de setembro de 2012
Boeing evacua fábrica após suspeita de bomba
A Boeing evacuou 500 empregados de uma fábrica da Pensilvânia nesta terça-feira, depois de receber uma ameaça de bomba durante, em um dia em que os Estados Unidos recordam o 11º aniversário dos ataques de 11 de setembro. "Mais cedo, às 7h30 locais, a Boeing recebeu uma ameaça em uma de suas fábricas, em Ridley Park", informou o porta-voz da empresa, Damian Mills à AFP.
"Por razões de segurança, evacuamos os empregados, notificamos às autoridades e contatamos a polícia do condado de Delaware", acrescentou. Nem o porta-voz nem a polícia confirmaram as versões da imprensa de que houve uma nota deixada em um banheiro da fábrica de Ridley Park alertando para a existência de explosivos.
O porta-voz assinalou que o primeiro turno foi suspenso na ala sul da fábrica, mas que o segundo turno iria trabalhar normalmente, às 14h30 locais. A fábrica de Ridley Park produz o helicóptero H-47 Chinook.
"Por razões de segurança, evacuamos os empregados, notificamos às autoridades e contatamos a polícia do condado de Delaware", acrescentou. Nem o porta-voz nem a polícia confirmaram as versões da imprensa de que houve uma nota deixada em um banheiro da fábrica de Ridley Park alertando para a existência de explosivos.
O porta-voz assinalou que o primeiro turno foi suspenso na ala sul da fábrica, mas que o segundo turno iria trabalhar normalmente, às 14h30 locais. A fábrica de Ridley Park produz o helicóptero H-47 Chinook.
Apesar de crise mundial, fabricantes aeronáuticos comemoram crescimentos para o mercado
Enquanto companhias aéreas europeias veem seu faturamento abalado pela crise no continente, setor de construção de aviões não para de crescer. Aumento do número de passageiros em países emergentes é um dos motivos.
A paralisação do pessoal de cabine da Lufthansa na semana passada chamou a atenção para as dificuldades financeiras pelas quais a maior companhia aérea alemã vem passando, assim como a maioria de suas concorrentes europeias. Mas, enquanto a crise da dívida do euro abala os orçamentos das companhias, os negócios vão de vento em popa para as fabricantes de aviões.
Os números são claros: a cada 15 anos, o tráfego aéreo dobra, e as grandes fabricantes de aviões registram um recorde após o outro. Recentemente, a empresa europeia Airbus foi destacada por ter criado mais de 15 mil empregos em 2011 e investido cerca de 14 bilhões de euros em suas 15 fábricas na Europa.

"A indústria de aviões detém hoje 15 milhões de postos de trabalho no mundo todo e gera um Produto Interno Bruto equivalente a 400 bilhões de euros", ressaltou um porta-voz da Airbus numa conferência de investidores internacionais em La Baule, na França. Na ocasião, a empresa recebeu o prêmio de "Melhor investidor europeu na Europa".
A crise do euro pode representar rendimentos adicionais para a europeia Airbus. O presidente da empresa, Fabrice Bregier, apontou na revista Wirtschaftswoche que o câmbio poderia inflar o resultado operativo da Airbus. "No câmbio atual de 1,25 dólar por euro, isso significa um rendimento adicional de 1 bilhão de euros", estima. "Como fabricamos nossos aviões na Europa, mas os vendemos em dólar, isso representa maiores receitas para nós."

Apesar da crise da dívida na Europa, a Companhia Aeronáutica Europeia Espacial e de Defesa (EADS, na sigla em inglês) – da qual a Airbus é uma das divisões – elevou suas projeções de lucros e estima um resultado operacional de 2,7 bilhões em vez dos antes previstos 2,5 bilhões de euros. O principal motivo é a surpreendente demanda por aviões econômicos na Ásia.
O tráfego aéreo é um motor de crescimento global e parece que assim permanecerá, apesar da crise. Até o momento, o número de passageiros cresceu em média 5% ao ano mundo afora. A Airbus, assim como a concorrente norte-americana Boeing, prevê uma crescente demanda por novos aviões para os próximos 20 anos.

As fabricantes são beneficiadas principalmente por dois cenários. Em primeiro lugar, cada vez mais pessoas dos países emergentes podem bancar uma viagem aérea. Além disso, aviões antigos precisam ser substituídos no países desenvolvidos.
A demanda contínua por aviões econômicos é a principal responsável pelos negócios do setor. O preço constantemente elevado dos combustíveis abala o orçamento das companhias aéreas. Na Europa, há ainda a conjuntura incerta devido à crise da dívida. A isso somam-se requisitos legais controversos, como o imposto sobre as passagens na Alemanha e no Reino Unido, e a taxa de proteção climática estabelecida na União Europeia (UE).

Apesar do aumento internacional do número de passageiros, a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA, na sigla em inglês) estima um prejuízo de 1,1 bilhão de dólares (871 milhões de euros) para as companhias aéreas europeias em 2012.
Ao mesmo tempo, a IATA prevê um lucro de 3 bilhões de dólares para as empresas do setor mundo afora. Melhores rendimentos no continente americano devem compensar o elevado prejuízo na Europa e os modestos números na Ásia. Em 2011, porém, as companhias aéreas registraram um lucro de 7,9 bilhões de dólares.

Há muito tempo a Europa não responde mais pela maioria das encomendas do setor aeronáutico. No caso da Airbus, os clientes europeus representam apenas 15% da receita. Os modelos para trechos de curta e média distância são os mais requisitados. É o caso do A320neo da Airbus e do Pendant 737MAX da Boeing, que deverão ser lançados em 2015 e 2017, respectivamente, consumindo cerca de um terço a menos de combustível do que muitos dos jatos que substituem.
A paralisação do pessoal de cabine da Lufthansa na semana passada chamou a atenção para as dificuldades financeiras pelas quais a maior companhia aérea alemã vem passando, assim como a maioria de suas concorrentes europeias. Mas, enquanto a crise da dívida do euro abala os orçamentos das companhias, os negócios vão de vento em popa para as fabricantes de aviões.
Os números são claros: a cada 15 anos, o tráfego aéreo dobra, e as grandes fabricantes de aviões registram um recorde após o outro. Recentemente, a empresa europeia Airbus foi destacada por ter criado mais de 15 mil empregos em 2011 e investido cerca de 14 bilhões de euros em suas 15 fábricas na Europa.
"A indústria de aviões detém hoje 15 milhões de postos de trabalho no mundo todo e gera um Produto Interno Bruto equivalente a 400 bilhões de euros", ressaltou um porta-voz da Airbus numa conferência de investidores internacionais em La Baule, na França. Na ocasião, a empresa recebeu o prêmio de "Melhor investidor europeu na Europa".
A crise do euro pode representar rendimentos adicionais para a europeia Airbus. O presidente da empresa, Fabrice Bregier, apontou na revista Wirtschaftswoche que o câmbio poderia inflar o resultado operativo da Airbus. "No câmbio atual de 1,25 dólar por euro, isso significa um rendimento adicional de 1 bilhão de euros", estima. "Como fabricamos nossos aviões na Europa, mas os vendemos em dólar, isso representa maiores receitas para nós."
Apesar da crise da dívida na Europa, a Companhia Aeronáutica Europeia Espacial e de Defesa (EADS, na sigla em inglês) – da qual a Airbus é uma das divisões – elevou suas projeções de lucros e estima um resultado operacional de 2,7 bilhões em vez dos antes previstos 2,5 bilhões de euros. O principal motivo é a surpreendente demanda por aviões econômicos na Ásia.
O tráfego aéreo é um motor de crescimento global e parece que assim permanecerá, apesar da crise. Até o momento, o número de passageiros cresceu em média 5% ao ano mundo afora. A Airbus, assim como a concorrente norte-americana Boeing, prevê uma crescente demanda por novos aviões para os próximos 20 anos.
As fabricantes são beneficiadas principalmente por dois cenários. Em primeiro lugar, cada vez mais pessoas dos países emergentes podem bancar uma viagem aérea. Além disso, aviões antigos precisam ser substituídos no países desenvolvidos.
A demanda contínua por aviões econômicos é a principal responsável pelos negócios do setor. O preço constantemente elevado dos combustíveis abala o orçamento das companhias aéreas. Na Europa, há ainda a conjuntura incerta devido à crise da dívida. A isso somam-se requisitos legais controversos, como o imposto sobre as passagens na Alemanha e no Reino Unido, e a taxa de proteção climática estabelecida na União Europeia (UE).

Apesar do aumento internacional do número de passageiros, a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA, na sigla em inglês) estima um prejuízo de 1,1 bilhão de dólares (871 milhões de euros) para as companhias aéreas europeias em 2012.
Ao mesmo tempo, a IATA prevê um lucro de 3 bilhões de dólares para as empresas do setor mundo afora. Melhores rendimentos no continente americano devem compensar o elevado prejuízo na Europa e os modestos números na Ásia. Em 2011, porém, as companhias aéreas registraram um lucro de 7,9 bilhões de dólares.
Há muito tempo a Europa não responde mais pela maioria das encomendas do setor aeronáutico. No caso da Airbus, os clientes europeus representam apenas 15% da receita. Os modelos para trechos de curta e média distância são os mais requisitados. É o caso do A320neo da Airbus e do Pendant 737MAX da Boeing, que deverão ser lançados em 2015 e 2017, respectivamente, consumindo cerca de um terço a menos de combustível do que muitos dos jatos que substituem.
O sucesso de aeronaves do tipo no mercado levou a brasileira Embraer a restabelecer seus planos para tal segmento. A fabricante pretende produzir uma versão econômica de seus aviões da classe E.

A Embraer é líder de mercado no segmento de jatos regionais com capacidade de 60 a 120 passageiros. A empresa brasileira disputa com a canadense Bombardier o terceiro lugar entre as maiores fabricantes de aviões do mundo.
Com cerca de 300 milhões de passageiros, a China ocupa atualmente o segundo posto, atrás do tradicional e maior mercado aéreo mundial Estados Unidos. As companhias aéreas chinesas foram responsáveis por metade dos lucros do setor em 2011.
Enquanto isso, as companhias aéreas europeias seguem adiante na batalha para vencer as dificuldades financeiras. No primeiro semestre deste ano, a Lufthansa registrou um prejuízo operacional de 20 milhões de euros.

Na briga com a Organização Sindical Independente do Pessoal de Cabine da Alemanha (UFO, sigla em alemão), que levou à paralisação de sexta-feira e outras anteriores, o presidente do sindicato, Nicoley Baublies, pede que a Lufthansa avalie as sugestões para cortes de gastos apresentadas pelo UFO. O plano representaria para a empresa uma economia de 8% ou 72 milhões de euros com pessoal por ano.
Lufthansa e sindicato entraram em acordo sobre um processo de arbitragem. Até a próxima quarta-feira, um plano conjunto sobre tal processo deverá ser apresentado. Caso a arbitragem não chegue a uma solução, a UFO ameaça a companhia aérea com novas e extensas greves.
A Embraer é líder de mercado no segmento de jatos regionais com capacidade de 60 a 120 passageiros. A empresa brasileira disputa com a canadense Bombardier o terceiro lugar entre as maiores fabricantes de aviões do mundo.
Com cerca de 300 milhões de passageiros, a China ocupa atualmente o segundo posto, atrás do tradicional e maior mercado aéreo mundial Estados Unidos. As companhias aéreas chinesas foram responsáveis por metade dos lucros do setor em 2011.
Enquanto isso, as companhias aéreas europeias seguem adiante na batalha para vencer as dificuldades financeiras. No primeiro semestre deste ano, a Lufthansa registrou um prejuízo operacional de 20 milhões de euros.
Na briga com a Organização Sindical Independente do Pessoal de Cabine da Alemanha (UFO, sigla em alemão), que levou à paralisação de sexta-feira e outras anteriores, o presidente do sindicato, Nicoley Baublies, pede que a Lufthansa avalie as sugestões para cortes de gastos apresentadas pelo UFO. O plano representaria para a empresa uma economia de 8% ou 72 milhões de euros com pessoal por ano.
Lufthansa e sindicato entraram em acordo sobre um processo de arbitragem. Até a próxima quarta-feira, um plano conjunto sobre tal processo deverá ser apresentado. Caso a arbitragem não chegue a uma solução, a UFO ameaça a companhia aérea com novas e extensas greves.
4 de setembro de 2012
Boeing entrega o primeiro 747-8 com Aeroloft
A Boeing entregou nesta segunda-feira o primeiro avião com "Aeroloft", uma área de descanso localizada acima da cabine principal, entre o pavimento superior e cauda do avião, com oito leitos privativos e uma sala de convivência, segundo informações da assessoria de imprensa da empresa. A área privativa foi instalada em um Boeing Business Jet (BBJ) 747-8.
O Aeroloft, foi projetado e construído pela empresa Greenpoint Tecnologias localizada em Kirkland, Washington, nos Estados Unidos. A aeronave, de 481,2 metros quadrados (m²), conta com 36,5 m² de espaço adicional. Conforme a empresa, a Boeing e a Greenpoint trabalham juntas a cerca de uma década no desenvolvimento de soluções para pavimentos interiores para clientes particulares e chefes de Estado. Segundo o presidente da divisão da Boeing para jatos executivos, Steve Taylor, o projeto é especial.
"O Aeroloft é um dos projetos mais inovadores e emocionantes da parceria com a Greenpoint", disse Taylor. "Temos a certeza de todos os clientes que receberem o BBJ 747-8 vão se encantar com este espaço único e confortável." Dois aviões similares estão com entrega programada para 2012. O nome do cliente que comprou o primeiro avião com Aeroloft não foi divulgado. Até o momento, nove jatos BBJ 747-8s foram vendidos para chefes de Estado.
O Aeroloft, foi projetado e construído pela empresa Greenpoint Tecnologias localizada em Kirkland, Washington, nos Estados Unidos. A aeronave, de 481,2 metros quadrados (m²), conta com 36,5 m² de espaço adicional. Conforme a empresa, a Boeing e a Greenpoint trabalham juntas a cerca de uma década no desenvolvimento de soluções para pavimentos interiores para clientes particulares e chefes de Estado. Segundo o presidente da divisão da Boeing para jatos executivos, Steve Taylor, o projeto é especial.
"O Aeroloft é um dos projetos mais inovadores e emocionantes da parceria com a Greenpoint", disse Taylor. "Temos a certeza de todos os clientes que receberem o BBJ 747-8 vão se encantar com este espaço único e confortável." Dois aviões similares estão com entrega programada para 2012. O nome do cliente que comprou o primeiro avião com Aeroloft não foi divulgado. Até o momento, nove jatos BBJ 747-8s foram vendidos para chefes de Estado.
1 de setembro de 2012
LAN recebe seu primeiro Boeing 787 Dreamliner
A Lan é a primeira das Américas e uma das primeiras do mundo a receber o Boeing 787 Dreamliner. Durante os próximos dez anos, a empresa receberá 32 B-787, sendo os três primeiros ainda este ano, resultado de um dos maiores investimentos da história da companhia: US$ 4,9 bilhões. Desse total, seis aeronaves foram adquiridas pelo sistema de leasing.
Com um evento na fábrica da Boeing, em Seattle (EUA), nesta sexta-feira (dia 31), autoridades presentes, além dos principais executivos da Lan, e representantes do fabricante celebraram a entrega do primeiro Dreamliner para a empresa chilena. Ignacio Cueto, presidente da Lan, se referiu à importância desta entrega para a companhia e celebrou o que este avião representará, tanto para a indústria aérea da região, como para a experiência de viagem dos passageiros que voarão neste modelo. “Estamos muito satisfeitos de ser os primeiros no continente americano a receber este avião, o mais moderno do mundo em seu modelo. Não é somente um marco para a Lan, mas também para todos os nossos passageiros, já que graças a sua avançada tecnologia e atributos inéditos melhorará ainda mais a experiência de viagem a bordo da Lan. Com o Boeing 787 Dreamliner, poderemos voar a maiores distâncias, em um avião que contribui para a preservação do meio ambiente e que é altamente eficiente, o que nos assegurará prosseguir crescendo de forma sustentável” - explicou Cueto.
Para Van Rex Gallard, vice-presidente de Vendas para América Latina, África e Caribe da Boeing, a Lan se converteu em líder na América Latina e no mundo, graças ao seu incomparável serviço de bordo, liderança e compromisso com a inovação e a tecnologia. ”A entrega do 787 ajudará a Lan a manter essa posição ao incrementar sua presença global e oferecer renovada experiência de viagem a mais passageiros no mundo”, disse Gallard.
As primeiras cidades atendidas pelos 787 da Lan serão: Santiago, Buenos Aires, Lima, Los Angeles, Madri e Frankfurt. Estas rotas se somarão, de maneira paulatina, durante o primeiro ano de operação da aeronave, que começará a voar comercialmente nos próximos meses.
Entre as novidades do Boeing 787 da Lan, os assentos da classe Premium Business – que serão full flat 100% horizontal e com a mesma geometria que os atuais – incorporam: um repouso para os pés, sistema de memória que grava a posição do assento que o usuário escolheu, além da massagem lombar, que aumentará ainda mais a sensação de descanso. Na classe econômica, seus assentos ergométricos reclináveis – que contam com repousa-cabeça com quatro ajustes – proporcionam relaxamento. A configuração da cabine nos primeiros aviões Boeing 787 da Lan será de 217 assentos na classe econômica e 30 na Premium Business.
30 de agosto de 2012
TAM aumenta capacidade para Miami em 60%, e antecipa rota Rio-Orlando
Com a chegada de dois novos Boeing 777, o primeiro no próximo final de semana, a Tam antecipou para 19 de setembro a utilização da aeronave em sua ligação São Paulo-Miami, hoje operada pelo A330. A oferta subirá de 220 para 360 assentos, um aumento de 60%. Continuarão sendo dois voos diários, um saindo diurno e voltando noturno e o outro fazendo o sentido contrário.
Em 29 de outubro será a vez de uma nova estréia, o Rio-Orlando, um destino que vem trazendo bons resultados para a empresa. A data inicialmente programada era 12 de novembro. Destino mais visitado dos Estados, com 55,1 milhões de turistas no ano passado, a cidade de Orlando terá mais esta ligação inédita. Os cariocas e fluminenses, alem de passageiros que vão preferir o Galeão para este voo, tiveram a antecipação de 15 dias na freqüência que será de segunda a sábado, com partida do Rio às 10h13 e chegada às 17h15 em Orlando (hora local) com o voo JJ 8144. O retorno no JJ 8115 parte da Florida às 19h10 com chegada ao Galeão na madrugada do dia seguinte, 05h40. As tarifas promocionais já disponibilizadas pela companhia e agencias de viagem são a partir de R$ 2.109, ida e volta, taxas não inclusas. O voo será em Airbus A330, com capacidade para 223 passageiros, sendo quatro lugares na Primeira Classe, 36 assentos na Executiva e 183 na Econômica.
“Há outras novidades, mas ainda não podemos revelar”, disse a vice-presidente da unidade de negócios doméstica da Tam, Cláudia Sender. Segundo ela, a troca de operação para Bogotá, que passará a ser atendida por um avião da Lan Colômbia, deve-se a uma necessidade de avião em outro destino. Ela acredita que o passageiro Tam não perderá nada com a troca, apesar de não ser mais a empresa brasileira operando. “Estamos trabalhando na integração de equipes e padrões e o passageiro terá o mesmo atendimento”, garante ela, que também passou a ser responsável por aeroportos e tripulação no Brasil.
Sobre a otimização da malha internacional da Latam, ela diz que o trabalho já começou e que as malhas de Tam e Lan são realmente complementares, com a primeira forte para Estados Unidos e Europa, e a segunda para Caribe e Pacífico. “Claro, há sobreposições na América do Sul e para os Estados Unidos, mas são rotas de alta densidade”.
Além de Aeroportos e Tripulação, Cláudia é responsável por marketing doméstico (um diretor está sendo contratado), vendas diretas (a cargo de Rodrigo Trevizan) e Indiretas (Klaus Kühnast), Rotas e Receita, e Planejamento (gestão financeira). “Está sendo um bom desafio, bastante dinâmico. Não há rotina nunca”, brinca ela.
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