Speech de boas vindas!

Senhoras e Senhores,

Bem vindos ao blog "aqui em cima".

Obeservem o número da poltrona no cartão de embarque.

Junto as saídas de emergência, não é permitida a acomodação de crianças ou colocação de bagagens.

Acomodem a bagagem de mão no compartimento acima ou embaixo da poltrona à sua frente.

Lembramos que os pertences de mão trazidos a bordo são de responsabilidade dos clientes.

Obrigado.
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6 de novembro de 2012

Panther chega ao Brasil na metade de novembro

Fabricado na Áustria e com valor de R$ 3 milhões, equipamento é utilizado em mais de 80 países, entre eles Alemanha, Austrália, Estados Unidos, Inglaterra e Japão.
Seguindo os planos de investimentos em segurança, a Concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos adquiriu um veículo de combate a incêndios – o Panther, um dos mais modernos do mundo e utilizado em mais de 80 aeroportos, entre eles o de Sydney (Austrália), Schiphol (Amsterdã), Dusseldorf (Alemanha), Gatwick e Stansted (Inglaterra). Com um custo de cerca de R$ 3 milhões, o equipamento deve chegar ao Brasil na segunda quinzena de novembro.
O Panther é fabricado na Áustria, pela Rosenbauer, líder mundial nesse setor, e é reconhecido pelos seus atributos em operações de emergência. Os para-brisas, por exemplo, são panorâmicos, propiciando um grande ângulo de visão ao motorista. Em situações de pouca visibilidade ou mesmo de visibilidade zero, como neblina ou fumaça intensa, o veículo dispõe de um sistema de câmera térmica capaz de traçar o caminho por meio da medição do calor em diferentes áreas.
Outro diferencial do equipamento é o braço mecânico perfurador (stinger piercing). O dispositivo consegue, por meio de uma lança, perfurar a fuselagem das aeronaves e jogar água no seu interior. Com um tanque de 12,5 mil litros, o Panther permite lançar água a uma distância de 90 metros. Além da água, o veículo tem capacidade para armazenar 2,5 mil quilos de pó-químico e 1,5 mil litros de espuma (LGE), agentes extintores bastante utilizados em incêndios. O Panther consegue atingir uma velocidade de 80 km/h em apenas 30 segundos – 10 segundos mais rápido do que exige a legislação da Anac.

19 de outubro de 2012

Lufthansa tem planos de trazer os novos 747-8 e o A380 para o Brasil

Pela primeira vez um presidente da Lufthansa visita o País. E isso é apenas uma amostra da importância que a companhia dá ao mercado brasileiro, que teve nos últimos 18 meses um aumento de 75% na oferta de voos. Em visita a São Paulo, hoje, dia 19, Carsten Spohr anunciou também que, a partir do próximo dia 28, a rota Rio de Janeiro-Frankfurt passa a ser servida diariamente e com voos noturnos nas duas direções. Um investimento da ordem de 400 milhões de euros para atender um pedido dos passageiros.
Nos últimos 24 meses, a companhia aérea aumentou a oferta de assentos nos voos que ligam o continente à Europa em 40%. O investimento expressivo no mercado latino-americano começou em outubro de 2010 com a introdução da rota Bogotá–Frankfurt. Só no Brasil, foram introduzidos os voos para o Rio de Janeiro e a rota São Paulo – Munique passou a ser diária.
"O Brasil é um mercado muito importante para a Lufthansa, e é um país que vive um bom momento, os brasileiros tem viajado mais, por isso os investimentos que estamos fazendo são justificáveis", disse.
O presidente mundial da Lufthansa também abordou em sua visita, outros planos da companhia para o Brasil e para a América Latina, além de projetos da empresa para o mercado brasileiro e aumento de capacidade e investimentos para atender a crescente demanda latino americana nos próximos anos.
Entre algumas das metas para os próximos anos envolvendo o Brasil, que esteve representado no encontro com a mídia relizado no hotel Grand Hyatt São Paulo pela diretora geral Annette Taeuber, o executivo destacou o plano de introduzir a partir de 2013 um 747-800 na rota de São Paulo. E da ideia de trazer em 2014 um A380, mas claro, ressaltando que isso dependerá das condições aeroportuárias do Aeroporto Internacional de São Paulo.
“Poderíamos trazer agora o moderníssimo 747-8, mas o problema é o aeroporto de Guarulhos. Por isso que vamos trazê-lo no próximo ano”, afirmou Spohr durante coletiva de imprensa no hotel Grand Hyatt na capital paulista. “Já temos cinco 747-8 em operação e em três anos teremos 20.”
“A deficiência na infraestrutura aeroportuária é uma grande limitação ao crescimento maior da economia brasileira”, alfinetou o executivo da Lufthansa em relação aos aeroportos daqui.
“E em 2014 vamos trazer o A380, o avião que esse mercado merece”, garantiu ele. A Lufthansa opera hoje dez jatos desse modelo e vai receber mais dois nos próximos anos.
“Hoje a América Latina representa 5% da receita da companhia, mas acredito que nos próximos três anos essa participação vai crescer 50%, sendo que grande parte produzido a partir do Brasil”, finalizou ele, que está “bastante otimista com o mercado brasileiro”.

31 de março de 2012

Airbus investirá pesado este ano

No Dia da Airbus 2012, em Bruxelas, uma reunião de alto nível com mais de 100 deputados do parlamento europeu, formuladores de políticas e representantes da indústria discutiram questões importantes para a indústria aeroespacial europeia. Christian Scherer, Diretor de Estratégias e Programas Futuros da Airbus disse: "A Airbus é uma empresa verdadeiramente europeia, e que destaca como a Europa pode ser bem sucedida se trabalharmos juntos. Apesar do ambiente econômico difícil, vamos investir cerca de dois bilhões de euros em pesquisa e desenvolvimento ambiental este ano. Também vamos recrutar 4.000 novos funcionários, altamente qualificados, em 2012, e muitos mais na cadeia de abastecimento".

"Durante a última década, a aviação alcançou 45 por cento de crescimento com apenas 3 por cento a mais de combustível", disse Rainer Ohler, Diretor de Relações Públicas e Comunicações da Airbus, "Essa é a melhor evidência para o registro do longo caminho de nossa indústria em se tornar verde. Os governos nacionais e da UE deveriam apoiar esse compromisso, progredindo no Céu Único Europeu e na modernização da tecnologia de gerenciamento do tráfego aéreo europeu, que é antiga. Isso poderia reduzir as emissões de CO2 na Europa, provenientes da aviação, em 10%".

Os esforços em pesquisa e desenvolvimento da Airbus estão focados na redução das emissões de gases e de ruído. A Airbus está plenamente empenhada em cumprir as metas globais da indústria da aviação: melhorar a eficiência do combustível em 1,5% em média, por ano, até 2020, para limitar as emissões líquidas de carbono a partir de 2020, e trabalhar para atingir a ambiciosa meta de redução de 50% até 2050 - em comparação aos níveis de 2005.

2 de outubro de 2011

Pir lim pim-pim, aeroporto cresça para mim!

A Infraero resolveu fazer magia e, alterou a metodologia usada para calcular a capacidade dos 13 aeroportos que servirão à Copa. Com isso, mesmo sem mudanças nos planos de investimentos, os terminais poderão receber 100 milhões de passageiros a mais por ano.

Antes do novo cálculo da estatal, os aeroportos das 12 cidades-sede (mais Campinas-SP) estavam aptos a receber 95 milhões de usuários por ano. No entanto, em 2010, 104 milhões de passageiros passaram pelos terminais.

Os investimentos programados até 2014, da ordem de R$ 6,4 bilhões, previam um aumento na capacidade de 55 milhões de passageiros/ano. No total, durante o Mundial, 150 milhões poderiam utilizar os 13 areroportos.

Segundo estimativa da Infraero, em 2014, 152,6 milhões de passageiros devem passar pelos aeroportos da Copa. O novo cálculo elevou a capacidade para (inacreditáveis) 256,8 milhões de pessoas. Além de conter a demanda, a "nova" infraestrutura dará uma folga de 41% ao sistema. Mágico, não?

Segundo a estatal, a nova metodologia é baseada nos avanços tecnológicos e na mudança de perfil dos usuários. O superintendente de Planejamento da Infraero, Walter Américo, também afirma que os voos na madrugada influenciaram os cálculos. "Os aeroportos ficam abertos 24 horas, mas não considerávamos a madrugada no cálculo da capacidade. Mas agora há muitos voos [nesse período]", disse.

1 de junho de 2011

Avianca investe pesado no nordeste!!!

Com um investimento de R$ 1,5 bilhão a ser aplicados ao longo de 2011, a companhia aérea Avianca anunciou a aplicação no Nordeste a partir da instalação de duas novas bases: uma em João Pessoa (PB) e outra em Natal (RN); e o aumento da densidade da malha aeroviária da empresa, que contemplará os destinos já cobertos com a criação de mais voos.



“Nós vamos para onde já estamos próximos”, ressaltou o presidente da companhia, José Efromovich, a respeito da estratégia de expansão arquitetada pela Avianca que decidiu sobre a construção das novas bases. Com elas, a empresa passará a cobrir oito cidades nordestinas, em seis estados: Bahia, Ceará, Pernambuco, Sergipe e, agora, Paraíba e rio Grande do Norte.

“A partir disso, com certeza, Fortaleza terá um incremento considerável em chegadas”, garantiu Efromovich. A certeza, segundo ele, deve-se, principalmente, à esta maior densidade que a malha de cobertura da Avianca terá.



Sem saber mensurar quanto a Capital cearense representa nos voos da companhia, “por conta do grande fluxo de passageiros e destinos”, Efromovich conta que, a partir da nova estratégia, “uma cidade que só tinha um voo, a partir de agora, terá dois ou mais”. Em cerca de 35 dias, a nova malha da empresa aérea será anunciada, de acordo com o presidente da companhia aérea.

Para dar sustentação às implementações anunciadas, o plano de expansão da Avianca também prevê aplicar parte dos R$ 1,5 bilhão em infraestrutura, na construção de um centro de treinamento de funcionários próprio e na compra de novas aeronaves, além da manutenção das existentes. Ao todo, foram 15 aeronaves Airbus A318 contratadas em lotes de cinco por ano, a partir de 2011. De acordo com Efromovich, um dos aviões já encontra-se em operação e as outras quatro previstas para este ano chegaram até dezembro.



“Nós não somos os mais caros e nem os mais baratos, mas cobramos um preço justo, o que faz valer a pena pelo nosso serviço”, argumentou o presidente da Avianca sobre o conforto que os passageiros da empresa dispõem nos voos. A empresa foi a primeira a receber da Agência Nacional de Aviação Civil a classificação A na avaliação dimensional, por conta do espaço maior de 73 centímetros entre as poltronas de cada aeronave da empresa. “Nós temos entre 76,4 e 78,6cm entre cada assento, sem falar que somos a única companhia a servir refeições quentes entre todos os trechos”, ressaltou o executivo.

20 de fevereiro de 2011

Quer ser sócio da Webjet????

A companhia aérea Webjet antecipou em um ano seus planos de abrir o capital com o objetivo de chegar à bolsa antes da concorrente Azul Linhas Aéreas Brasileiras. Segundo a reportagem do Valor apurou, a Webjet pretende captar cerca de R$ 500 milhões com uma oferta inicial de ações, o que pode representar a venda 50% do capital da empresa.

O pedido de análise da oferta pública e o prospecto preliminar da Webjet devem ser encaminhados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nos próximos dias. No dia 115 passado, a empresa protocolou o pedido de registro de companhia aberta, o primeiro passo para o ingresso no mercado de capitais.

A Webjet planejava fazer a oferta de ações no primeiro trimestre de 2012. Mas antecipou sua decisão para impedir que a rival Azul, do empresário David Neeleman, acesse o mercado antes.A Azul tem entre seus investidores a gestora de recursos Gávea, do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga. A previsão para a abertura de capital da Azul é até o fim de 2011. "A Webjet acredita que não há espaço no mercado para duas ofertas de companhias aéreas", diz um executivo próximo da empresa que concedeu entrevista na condição de sigilo. "Ao se antecipar à Azul, a Webjet acredita que conseguirá melhor aceitação dos investidores para os seus papéis", diz.



Com a abertura de capital, a Webjet pretende ampliar sua frota atual de 23 aeronaves do modelo boeing 737-300, para 58 até o final de 2015, sendo que 7 delas seriam entregues ainda este ano. Apesar da iniciativa, a Webjet não descarta a venda de participação para um investidor estratégico. A Companhia aérea já teria tendado negociar a venda de participação da congênere irlandesa Ryanair, durante o ano de 2009. "A transação não avançou porque a lei brasileira limita em 20% a participação de estrangeiros em companhias aéreas brasileiras", diz um executivo ligado à Webjet.



A abertura de capital estava nos planos da Webjet desde que a companhia foi fundada, em 2005, pelo advogado Rogério Otoni. Na ocasião, o plano de negócio parecia perfeito: a Webjet era uma das primeiras empresas pensadas com modelo de negócio "low cost" - baixo custo - para o mercado brasileiro. Os planos da Webjet foram frustrados quando a Gol, fundada pela família Constantino, estreou no mercado e também tinha estratégia de baixo custo. Operando com apenas um avião, a Webjet não suportou a vantagem da concorrência, mais capitalizada e que deflagrou uma acirrada guerra de preços.



Hoje, a Webjet pertence ao empresário Guilherme Paulus, fundador da CVC, que se transformou na maior rede de turismo do país. Paulus adquiriu a Webjet em 2007 com o objetivo de transportar os clientes da sua CVC. A idéia inicial se provou ruim porque a renda com os passageiros da sua rede de turismo era insuficiente para cobrir os custos da operação aérea. No início de 2010, Paulus vendeu 60% da CVC para o fundo de participações Carlyle, por um valor estimado em R$ 700 milhões.

Quando decidiu ir ao mercado atrás de passageiros, a empresa se deparou com a forte concorrência de Gol e TAM, que, juntas, detêm mais de 80% do mercado. Desde então, a Webjet acumulou prejuízos consecutivos., sendo queempresa acumula mais de R$ 200 milhões de prejuízos nos últimos três anos.



Desde início do ano passado, a Webjet vinha empenhando esforços para melhorar a rentabilidade. Primeiro, nomeou o diretor financeiro Fábio Godinho para assumir a presidência no lugar do executivo Wagner Ferreira -- que permaneceu no cargo cerca de um ano e negociou a saída por motivos pessoais. Depois, montou uma espécie de conselho consultivo, com a contratação de David Mandelli, ex-presidente da TAM, para assessorar a empresa no processo de reestruturação. Boa parte da operação já foi executada: aumento do número de assentos nas aeronaves, mudança de rotas, extinção de vôos e renegociação de contratos com fornecedores.