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Junto as saídas de emergência, não é permitida a acomodação de crianças ou colocação de bagagens.

Acomodem a bagagem de mão no compartimento acima ou embaixo da poltrona à sua frente.

Lembramos que os pertences de mão trazidos a bordo são de responsabilidade dos clientes.

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6 de setembro de 2012

Emirates e Qantas Airways, juntas

A Emirates e a Qantas anunciam uma nova parceria global de aviação que dará aos clietnes uma rede internacional e contínua à Austrália, além de benefícios exclusivos a passageiros frequentes e experiências de viagem de classe mundial.

Sob o acordo assinado pelo presidente da Emirates, Tim Clark, e o CEO da Qantas, Alan Joyce, a Qantas mudará seu hub para voos europeus de Singapura para Dubai e, assim, começará uma extensiva relação comercial com a Emirates. A parceria de codesharing de dez anos é reforçada pela colaboração em rede integrada com preços, vendas e agendamentos coordenados, bem como um modelo de partilha de benefícios. Nenhuma das duas companhias assumirá participação na outra.

Juntas, as duas companhias oferecerão 98 serviços semanais entre a Austrália e Dubai, incluindo quatro voos diários do A380. Com a Emirates voando com a maior frota de A380 do mundo – são 23 aeronaves desse modelo –, e a adição de 12 A380 da Qantas, serão agora 35 no total, de modo que muitos voos para a Europa, incluindo Londres, Paris, Moscou, Amsterdã, Munique e Roma, também serão realizados na famosa aeronave. Além disso, a Qantas lançará serviços diários do A380 de Sydney e Melbourne para Londres via Dubai, promovendo um combinado sem precedentes de sete voos diários de A380 para Londres, Aeroporto de Heathrow. Trinta gateways adicionais europeus poderão ser facilmente alcançados a partir da Austrália via Dubai.

Para os clientes da Emirates, o grupo australiano Qantas oferecerá uma rede doméstica de mais de 50 destinos e cerca de 5 mil voos por semana. As companhias aéreas também coordenarão seus respectivos serviços trans-Tasmânia entre Austrália e Nova Zelândia, com a Emirates oferecendo melhores horários para voos para Christchurch e Auckland – e incluindo a introdução de serviços diários da Emirates com o A380 na rota Melbourne-Auckland em outubro.

Os acordos de milhagem de Emirates e Qantas serão alinhados, dando aos clientes oportunidades expandidas para acumular e resgatar pontos, com acesso recíproco aos benefícios de status e incluindo o reconhecimento de clientes de ponta a ponta, com acesso ao lounge e prioridade no check-in e no embarque, bem como outros serviços exclusivos.

"O momento era certo para o desenvolvimento da parceria de longo prazo e grande futuro com a Qantas, a icônica companhia aérea australiana", disse Clark. "Desde nossos primeiros voos em 1996, a Austrália tem sido um destino popular para os viajantes da Emirates a lazer e negócios, tornando-se um dos três principais destinos na nossa rede." "Ao estabelecer esta parceria, estamos oferecendo aos nossos passageiros conectividade adicional na Austrália e na região e a capacidade de promover benefícios avançados a passageiros frequentes, como ter acesso a salas premium para uma experiência de viagem excepcional", acrescentou.

Emirates e Qantas trabalharão juntas para garantir uma experiência mais confortável aos clientes, incluindo o acesso mútuo a lounges, o uso compartilhado de instalações da Emirates dedicadas ao A380 previstas para estrear no início de 2013 em Dubai, franquia de bagagem coordenada e serviço de motorista para clientes premium.

O CEO do Qantas Group, Alan Joyce, disse que a parceria dará benefícios sem precedentes aos clientes Qantas e marcará um passo decisivo na estratégia da empresa. "A Emirates é o parceiro ideal para a Qantas", disse Joyce. "A Emirates tem uma marca maravilhosa, uma frota moderna, compromisso com a qualidade, e voa para uma lista top de destinos internacionais."

"Como a maior companhia aérea internacional do mundo, e com uma rede que complementa perfeitamente a nossa própria, a Emirates nos ajudará a oferecer aos nossos clientes em toda a Austrália uma ampla expansão de opções de viagem. Juntamente com a Emirates, a Qantas oferecerá um serviço exclusivo ‘one stop’ hub, bem como uma proposta profundamente integrada a passageiros frequentes e clientes."

"A parceria atende a todos os quatro pilares da estratégia internacional do grupo Qantas: nos fará voar para a cidade porta de entrada global Dubai, fornecerá algumas das melhores experiências do mundo em viagens tanto com a Qantas como com a Emirates, melhorará nossa posição na Ásia com voos mais bem coordenados e, fundamentalmente, ajudará a construir uma Qantas forte nos negócios internacionais de longo prazo", acrescentou.

As companhias aéreas apresentarão pedidos de autorização para a Australian Competition and Consumer Commission (ACCC) e outras autoridades reguladoras, a fim de iniciar o planejamento comercial. Sujeitos a aprovações regulatórias, prevê-se que os acordos de parceria entrarão em vigor em abril de 2013.

24 de agosto de 2012

Qantas cancela compra de 35 Boeings 787


A companhia australiana Qantas Airways anulou nesta quinta-feira um pedido de 35aviões Boeing 787, após registrar um forte prejuízo.
A decisão representa um corte de 8,5 bilhões de dólares nos gastos com investimentos da empresa aérea.

"Qantas segue praticando uma gestão disciplinada do capital com a perspectiva de fazer com que a Qantas International volte a ser lucrativa. É uma decisão prudente", declarou seu diretor-geral, Alan Joyce.
A companhia anunciou na quinta-feira um prejuízo anual de 256 milhões de dólares devido aos altos preços dos combustíveis e à concorrência internacional.

No ano passado, a Quantas obteve um lucro líquido de 262 milhões de dólares.
A decisão não envolve a entrega de 15 aviões Boeing 787 à filial Jetstar, com o primeiro aparelho chegando no segundo semestre de 2012.

26 de julho de 2012

TOP 10 aéreas que mais lucraram com serviços em 2011


Ficou pra trás o tempo em que as companhias aéreas faturavam apenas com as vendas de passagens. Hoje uma parte importante do negócio está na oferta de serviços complementares, aqueles adicionais ao bilhete, que vão de espaço extra e acesso ao longe a uso do wi-fi nos aviões. Em dez anos, a receita proveniente desses serviços foi multiplicada por dez – as vendas saltaram de 1,72 bilhão de euros, em 2007, para 18,23 bilhões de euros, em 2011. O número de empresas que ofertam esses serviços duplicou no mesmo período.

Os dados, fornecidos por uma pesquisa inédita feita pelas consultorias Amadeus e IdeaWorksCompany, a partir dos relatórios financeiros de 108 companhias aéreas em todo mundo, mostram que a receita com esse tipo de serviço cresceu 66% apenas nos últimos dois anos. Se antes essas ofertas eram limitadas às empresas de baixo custo, hoje elas se tornaram prioridade para a maioria das companhias do setor. A TAM é a única brasileira entre elas, na nova posição. Juntas, elas faturaram 13,7 bilhões de euros, ou seja, 75% de toda receita gerada com serviços adicionais para as áreas no mundo.

Líder entre as que mais faturam com serviços adicionais, tanto em 2010 como 2011, a United Continental oferece todo tipo de serviço, de refeição diferenciada a milhagens. E a receita com esses serviços só aumenta.

Se em 2010, a companhia faturava 3,530 bilhões de euros com os serviços, no ano seguinte a receita foi para 4,162 bilhões de euros – em termos de comparação, o valor equivale a cerca de 60% da receita líquida total obtida pela TAM, no ano passado. A United chega a ganhar 29,36 euros a mais por passageiro apenas com a venda de complementos.

Uma das suas ofertas é o cartão Visa MileagePlus Explorer que prove um embarque de bagagem extra, dois passes para o lounge do aeroporto por ano, embarque antecipado, milhas extras e mais vantagens. A anuidade do cartão, a partir do segundo ano, é de 95 dólares.
A americana Delta é a segunda que mais fatura com esses serviços que incluem, principalmente, despacho de bagagem e venda de milhas aéreas para seus parceiros bancários. A companhia faturou 2,039 bilhões de euros com esse tipo de oferta em 2011 – ainda assim, menos do que no ano anterior, quando a receita foi de 2,612 bilhões de euros.

Uma das razões da receita ter diminuído, aponta o levantamento, é o fato da empresa ter começado a refinar a divulgação dessas receitas, com a exclusão de valores advindos de alguns negócios ligados à aviação.
Assim como a Delta, a American Airlines teve suas receitas de serviços adicionais vindas de despacho de bagagem e venda de milhas aéreas para seus parceiros bancários. Mas, ao contrário da concorrente, a American teve um crescimento expressivo do faturamento com esse tipo de produto.

A companhia, que faturava 1,379 bilhão de euros, em 2010, viu sua receita crescer para 1,7 bilhão de euros, no ano passado.
A companhia australiana Qantas Airways (e sua marca de low coast Jetstar) ocupa o quarto lugar no ranking, com faturamento de 1,141 bilhão de euros no ano passado – em 2011, a receita era de 1,087 bilhão de euros e a empresa também ocupada a mesma posição. A aérea chega a faturar 40,91 euros a mais por passageiros, além da venda de passagens, apenas com a venda desses adicionais.

A maneira como vende esses serviços são as mais variadas possíveis e incluem a tradicional abordagem à la carte com a cobrança pelo jantar, entretenimento a bordo, despacho de bagagens e assentos com espaço extra. Uma das inovações mais recentes da empresa foi a venda de uma tecnologia que, conectada à reserva do passageiro, permite check-in de bagagens simplificado para voos dentro da Austrália.

Ainda assim, sua maior fonte de receita é gerada por seu programa de milhagem. A única que se assemelha com ela nessa parte é a brasileira TAM.
A companhia americana de baixo custo Southwest estreou na lista das dez que mais faturam com serviços complementares em 2011.

No ano a empresa teve receita de 950 milhões de euros contra 835 milhões de euros do ano anterior, número suficiente para fazer da aérea a quinta empresa que mais fatura com esses serviços.
Pela primeira vez, a companhia de baixo custo EasyJet passou a concorrente Ryanair na lista das que mais faturam com serviços adicionais. A empresa teve aumentou sua receita com essas ofertas de 655 milhões de euros, em 2010, para 890 milhões de euros, em 2011.

A porcentagem da receita total da EasyJet gerada por meio desses serviços também passou a ser maior que a da concorrente. Hoje, 20,8% de sua receita são de vendas de complementos, enquanto que na Ryanair a porcentagem fica um pouco abaixo, 20,5%.
A Ryanair caiu da 6ª para a 7ª posição entre as áreas que mais faturam com complementos às passagens, mas ainda assim tem 20,5% de sua receita total gerada por meio desses serviços adicionais.

De 2010 para 2011, a empresa viu seu faturamento nessa parte crescer 10% e atingir 886,2 milhões de euros.
A US Airways, que pertencente a AMR, mesma controladora da American Airlines, caiu da 5ª para a 8ª posição entre as que mais lucram com serviços adicionais no mundo, por causa do avanço das concorrentes nessa parte.

Ainda assim, a empresa fatura 874 milhões de euros, 5% a mais que no ano anterior, com a oferta de complementos diversos, como bagagem extra e refeição especial.
A TAM é a única aérea brasileira a figurar na lista das que mais faturam com serviço extra, com resultados que a fizeram subir da 10ª para a 9ª posição no ranking. E foi a empresa que mais viu esse faturamento subir entre as dez mais.

Em 2011, a companhia faturou 537,315 milhões de euros com a venda de serviços adicionais, como exceslucrosso de bagagem, quase 50% mais do que o faturado no ano anterior. Porém, diferente das outras do ranking, com exceção da australiana Qantas, a TAM tem essa receita gerada principalmente por meio de seu programa de milhagem, segundo a pesquisa.
O desempenho da TAM em 2011 foi o suficiente para fazer com que a americana Alaska Air caísse da 9ª para a 10ª posição na lista – mas nada que a tirasse da lista das dez aéreas que mais ganham com vendas adicionais aos passageiros: são 19,81 euros gerados a mais por cada pessoa que compra um bilhete Alaska no mundo.

A receita da companhia gerada por complementos saltou 26% de 2010 para 2011 e atingiu 491 milhões de euros no ano passado.









22 de abril de 2012

Fim da novela entre Airbus, Qantas e Rolls Royce

Depois de ter um dos motores explodido em novembro de 2010, o Airbus A380 - a maior aeronave de passageiros do mundo - da companhia aérea australiana Qantas foi reformado e parte neste sábado do aeroporto de Changi, em Cingapura, para Sidney. O piloto Richard de Crespigny, responsável por pousar a aeronave no incidente, participou do evento antes da nova decolagem do avião.
Em 4 de novembro de 2010, o A380 da companhia levava 459 passageiros e precisou efetuar uma aterrissagem de emergência em Cingapura após sofrer uma avaria em um dos quatro motores, que explodiu pela combustão de óleo, segundo a investigação preliminar.
Segundo o jornal australiano Herald Sun, o consertou durou 11 meses e demandou 139 milhões de dólares australianos (US$ 143,6 milhões). Foi o primeiro problema técnico grave desde o primeiro voo comercial do maior avião de passageiros do mundo, há três anos. A aeronave, de 73 metros de comprimento, pode abrigar até 853 passageiros em seus dois andares.
Segundo a empresa, os reparos ocorreram no prazo previsto, dentro do orçamento estipulado e tiveram a cobertura do seguro. As informações foram dadas por executivos da Qantas e da fabricante da aeronave, a europeia Airbus.

24 de março de 2012

A380 e o dilema das micro-rachaduras, capítulo 5

A companhia aérea australiana Qantas descobriu novas fissuras em dois dos seus aviões A380, depois de as autoridades europeias terem ordenado em Fevereiro a inspeção, a nível mundial, de toda a frota daqueles aparelhos da Airbus.

“Até agora inspecionamos dois aviões e encontramos evidências limitadas de fissuras. Os dois aparelhos já foram reparados”, disse o porta-voz da Qantas, citado pela imprensa local.

A companhia australiana avalia a possibilidade de pedir à Airbus uma indenização pelos problemas causados pelas inspeções e reparações das aeronaves, de acordo com o portal do diário Sydney Morning Herald.

“Estamos discutindo com a Airbus os custos das inspeções e reparações”, acrescentou o porta-voz da Qantas, ao explicar que as “fissuras não representam um risco para a segurança dos A380 e as inspeções prevêem a resposta apropriada ao problema”.

21 de março de 2012

Qantas deixará de voar para Buenos Aires

Uma tradição de muitos anos será quebrada. A empresa aérea australiana deixará de voar para Buenos Aires. Na versão oficial, a justifica diz respeito a uma reeestruturação geral da companhia que vai dispensar mil de seus 35 mil empregados, mas também se comenta sobre uma negativa do setor oficial aéreo argentino com referência ao sistema de código compartilhado com a brasileira TAM. Fato é que a partir do próximo domingo, a Qantas deixará de aterrizar no aeroporto de Ezeiza, restringindo o seu destino mais austral a Santiago do Chile, tres vezes por semana.

Os rumores de paralização da Qantas nos voos para a Argentina existiam desde agosto do ano passado. Quanto à questão do código negado pela Anac da Argentina, não houve desmentidos. Segundo fontes, a negativa foi para evitar que a TAM tivesse acesso à rota transpolar realizada pela Aerolineas (desde o final dos anos 70).

A Qantas havia voltado à voar para a capital argentina em novembro de 2008, depois de ter suspendido a rota entre Buenos Aires e Sidney em 2002.

11 de janeiro de 2012

A380 e o dilema das micro-rachaduras

A Singapore Airlines (SIA) e a Qantas Airways disseram nesta sexta-feira (6) ter encontrado rachaduras nas estruturas das asas de modelos dos seus Airbus A380, mas afirmaram que as fendas não significam uma ameaça para a segurança, e que reparos foram feitos.

A observação ocorre depois de a Airbus ter dito na quinta-feira que engenheiros descobriram rachaduras menores nas asas em um "número limitado" de A380, mas disse que as rachaduras não afetariam a segurança das aeronaves.

"Rachaduras foram localizadas em um pequeno número das estruturas das asas do A-380 durante inspeções na segunda metade do ano passado. Isso não representa um problema de segurança e reparos foram feitos nas aeronaves", disse o porta-voz da SIA, Nicholas Ionides.

"Reparos subsequentes foram feitos em um segundo avião. Nós mantemos as autoridades regulatórias totalmente informadas e faremos outras inspeções e outros reparos necessários em outros A380 como verificações de rotina", adicionou.

Separadamente, a Qantas disse que uma "minúscula rachadura" foi encontrada em estruturas de asas do A380 da companhia, sendo reparado em Cingapura depois de um dos motores da Rolls-Royce sofrer um problema em pleno ar, em 2010.

"Investigações descobriram que as fendas não estão ligadas ao incidente de falha no motor vivido por essa aeronave em novembro de 2010 e não é exclusivo da Qantas. Isso já foi reparado", disse a companhia aérea em comunicado. "Nenhuma ação imediata foi pedida pelos operadores do A380 porque as rachaduras não mostravam qualquer risco para a segurança do voo", disse a Qantas.

A Airbus disse que determinou a origem do problema e desenvolveu um procedimento de inspeção e reparo que será feito durante a rotina e planejado nas verificações de manutenção, a cada quatro anos.

A SIA, segunda maior companhia aérea mundial em valor de mercado e primeira empresa a usar a aeronave, possui 14 aviões A380 e cinco pedidos, enquanto a Qantas recebeu 10 dos 20 aviões pedidos, de acordo com o website da companhia. Tanto os aviões da Singapore Airlines quanto da Qantas utilizam o motor Trent 900 da Rolls-Royce nos aviões A380.

A Australian Licensed Aircraft Engineers Association, uma associação de engenharia da Austrália, pediu uma inspeção imediata da empresa. Para a associação, o reparo deveria ser feito com mais urgência. “Não podemos continuar a jogar com a vida das pessoas e esperar que a manutenção só seja feita na sua inspeção quadrienal", disse Steve Purvinas, secretário da Australian Licensed Aircraft Engineers Association.

No total, há 67 aviões em uso em todo mundo. Qantas, Singapore Airlines, Emirates, Air France, Lufthansa, companhias aéreas da Coréia e sul da China são as empresas que utilizam o Airbus A380. O avião tem capacidade para 525 passageiros, divididos em três classes.

17 de agosto de 2011

E, por falar em Qantas...

A empresa de aviação australiana, Qantas, anunciou nesta terça-feira passada que irá comprar 110 aeronaves Airbus A320 com o intuito de renovar a frota de acordo com as projeções de crescimento para os próximos 10-15 anos. A companhia disse que irá, ao mesmo tempo, adiar a entrega de 6 Airbus A380 em até seis anos.



Segundo a Qantas, a compra é a primeira etapa de uma nova estratégia: "construir uma verdadeiramente moderna empresa de negócios em aviação com foco no cliente e de competitividade global".

"O investimento inteligente é parte do plano de cinco anos do Qantas Group, que tem por objetivo tornar a empresa ainda mais competitiva", disse.

Da união de três grandes companhias, nasce a Jetstar Japan

A maior empresa aérea australiana, a Qantas, uniu-se às japonesas Mitsubishi Corporation e Japan Airlines para criarem juntas a mais nova companhia aérea de baixo custo do mercado mundial: a Jetstar Japan. O anúncio do surgimento da nova low-cost foi feito ontem, no final da tarde, através de uma nota emitida pela Qantas: "A nova empresa se chamará Jetstar Japan e será focada em voos domésticos no mercado japonês. Seu objetivo será trazer tarifas mais baixas para os clientes do Japão", disse o documento.



A Jetstar Japan será controlada em partes iguais pelas três empresas, e se prevê que inicie suas operações até o final de 2012 com uma rota entre Tóquio e Osaka. Posteriormente, serão consideradas outras cidades japonesas. Não está fora de cogitação o lançamento de rotas internacionais por parte da nova aérea low-cost com destino a cidades-chave na Ásia, tornando-as mais acessíveis a milhões de japoneses.



Numa fase inicial a Jetstar Japan voará com uma frota de três Airbus A-320, mas os acionistas esperam que, em um prazo máximo de cinco anos, a companhia aérea tenha em operação 24 aeronaves.

Para o executivo-chefe de Qantas, Alan Joyce, a nova companhia é um passo muito importante na relação que ambas as companhias mantêm como parceiras e membros da aliança Oneworld.



'Também estamos muito satisfeitos de nos unir à Mitsubishi Corporation - uma das principais empresas do Japão em nível mundial - para iniciar a Jetstar Japan, sobre a base da bem-sucedida expansão de Jetstar na Ásia', afirmou Joyce.



A nova companhia foi apresentada nesta terça-feira em Tóquio pelo presidente da JAL, Masaru Onishi, o vice-presidente-executivo e executivo-chefe de Mitsubishi Corporation, Takeuchi Hideshi, e o executivo-chefe do Grupo Jetstar, Bruce Buchanan.

A decisão da JAL de criar a nova empresa acontece depois que sua principal concorrente no Japão, All Nippon Airways (ANA), anunciou que começará a operar a partir do ano que vem duas companhias de baixo custo.

22 de junho de 2011

E assim termina uma novela na aviação...

A Rolls Royce acordou pagar 70 milhões de euros à Qantas pela explosão de um motor em pleno de um avião da companhia australiana, que obrigou a empresa a deixar em terra, para inspecção aprofundada, toda a sua frota de A380, o super-jumbo da Airbus.

A Qantas confirmou o valor do acordo, mas disse que as cláusulas são confidenciais. O porta-voz da Rolls Royce, David Mair, afirmou que a sua empresa "está satisfeita por este assunto ter sido resolvido" em consonância com um cliente valioso.

O caso teve origem em Novembro do ano passado, quando o motor de um A380 explodiu e destruiu parcialmente as asas do avião, com 466 pessoas a bordo, obrigando os pilotos a fazerem um pouso de emergência em Singapura. Um relatório preliminar do Departamento de Segurança do Transporte Aéreo da Austrália revelou que uma peça defeituosa do motor produzido pela Rolls Royce rompeu um tubo de óleo e que o líquido se infiltrou num dos quatro motores do avião, provocando a explosão.

O fabricante abriu a sua própria investigação aos propulsores Trent 900, usados nos A380 da Qantas, Lufthansa e Singapore Airlines.

12 de março de 2011

WOOOOWWWWWWWWWWWWWW

Esse aqui é o vídeo da cerimônia de entrega do primeiro A380 à Qantas, em 2008. O vídeo não é novo, mesmo assim é incrível assistir à essa cerimônia que é um espetáculo!!!

11 de janeiro de 2011

E sai mais um capítulo da novela da Qantas...

A companhia aérea australiana fez saber, esta terça-feira, que irá retomar no próximo fim-de-semana as operações do Airbus A380 para os Estados Unidos. O primeiro voo está marcado para domingo, entre Melbourne e Los Angeles.

A Qantas tinha suspendido as carreiras dos seus A380 devido a uma grave avaria num motor Rolls-Royce em 4 de Novembro, obrigando um dos seus aparelhos a um pouso de emergência.

E, assim vamos seguindo essa novela que, pelo jeito, está beeeemmmm longe de terminar!!!!

3 de dezembro de 2010

Mais um capítulo da novela A380 da Qantas...

A Qantas Airways está cobrando da fabricante de turbinas Rolls-Royce danos por perda de negócios gerada pela falha nos motores do superjumbo A380. Investigação sobre o problema ocorrido em uma turbina do avião em pleno voo no mês passado concluiu que a explosão que destruiu o motor foi causada provavelmente por falha de projeto.

A Qantas, em um processo aberto em tribunal da Austrália, afirma que a Rolls-Royce falhou com obrigações e pode ter dado informações erradas para a companhia aérea quando forneceu motores defeituosos e que não podiam funcionar de acordo com os padrões garantidos pela Airbus e pela própria Rolls-Royce.

A Qantas não declarou as perdas que sofreu, mas afirmou que teve prejuízos causados pela decisão de deixar sua frota de seis A380 em terra, atrasos na entrega de novas unidades do modelo e porque não pode usar o modelo em rotas entre Austrália e Los Angeles.

Analistas estimam que as perdas da Qantas podem chegar a 60 milhões de dólares australianos (US$ 58,5 milhões), excluindo custos de reparação do avião afetado pela falha. A empresa aérea também enfrenta custos relacionados à redução de capacidade na temporada de verão no hemisfério sul e potenciais danos à reputação da empresa.
Um porta-voz da Rolls-Royce não comentou o assunto, mas afirmou: "A Rolls-Royce vai continuar a trabalhar com as autoridades de investigação e regulação para assegurar cumprimento de padrões de segurança".

A Agência de Segurança de Transportes Australiana concluiu que o incidente ocorreu provavelmente por causa de uma falha de design do motor que levou à fadiga de material que gerou rachaduras e vazamento de óleo, causando o incêndio na turbina.
"É possível que essa seja a causa, mas os resultados das inspeções vão nos dizer se é o caso", disse o diretor do órgão, Martin Dolan.
A Qantas retomou os voos com sua frota de A380 de maneira limitada em 27 de novembro depois de manter os aviões em terra por três semanas. Mas a companhia teve que tirar os aviões de rotas para Los Angeles, um dos destinos mais lucrativos da empresa.

Os problemas no motor significam que a Qantas não pode usar o poder máximo de decolagem a partir de Los Angeles e, por isso, teria que limitar o número de passageiros dos aviões do modelo em 80 pessoas ante capacidade normal de 450 pessoas.

A companhia aérea afirmou que vai continuar a buscar um acordo fora de tribunais e que a abertura do processo foi decidida para manter todas as opções abertas para a empresa caso um acordo não possa ser atingido.



Enfim, esse foi só mais um capítulo da novela...

22 de novembro de 2010

A380 - a novela continua...

Hoje, enquanto na Austrália a companhia aérea Qantas anunciava que retomará os voos com seus 6 Airbus A380 no sábado, a própria Airbus declarava que pedirá a compensação à Rolls Royce pelos custos devidos à troca dos motores Trent 900. Ou seja, a airbus já realizou todas as ações de prevenção nos equipamentos A380 e que os mesmos se encontram em total segurança para voo.

A Rolls-Royce, que acaba de concluir os estudos da causa do incidente de 4 de novembro, disse em nota, que o problema de vazamento de óleo limitou-se a um componente específico e que está trabalhando para a substituição do mesmo nas aeronaves que utilizam o motor... (traduzindo: eles não encontraram o problema exato, então resolveram trocar o motor todo...)

A própria Qantas diz ainda, que serão necessárias a troca de 40 motores Rolls-Royce de suas aeronaves afim de se garantir a total segurança de seus equipamentos.

Em resumo, a novela do Rolls-Royce Trent 900 deve continuar por um bommmm tempo...

8 de novembro de 2010

A380 - o bebê gigante


A aviação mais uma vez toma as páginas dos noticiários com a imprensa abusaiva fazendo um MEGA escandalo sem necessidade... Pois é, mais uma vez o jornalismo prova que quando escreve, ou noticia qualquer coisa a respeito da aviação, não sabem o que estão publicando...

Vamos às explicações... Semana passada a Qantas Airways teve um incidente provocado por problemas em uma das turbinas do seu A380. Referida turbina foi desenvolvida especialmente para o projeto da Airbus pela Rolls Royce, empresa britânica famosa por seus carros. O motor de modelo Trent900 é o responsável pela pane, que não aconteceu somente no A380, mas também aconteceu no Boeing 747-400 e no teste do Boeing 787...



Ou seja, ao contrário do que a grande imprensa noticia, o problema não é da Airbus, e sim da Rolls Royce!!!!!!!!
A parcela de culpa da Airbus fica apenas na parte de não ter desenvolvido uma segunda opção de motor para seu avião gigante, o que pode causar grandes problemas ainda para a companhia...

Enfim, enquanto a Rolls Royce não resolve o problema desse motor, a Qantas decidiu que todos os voos com aeronaves A380 estão suspensas por precaução... Lembrando de apenas um detalhezinho: A Qantas é uma das empresas aéreas mais antigas do mundo, ela tem 90 anos de existência, e, ao longo desses 90 anos, NUNCA houve um acidente se quer...