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5 de dezembro de 2012

PROCON-SP divulga ranking das empresas aéreas que mais atrasam e cancelam voos

A Fundação Procon-SP divulgou nesta terça-feira (4) ranking de atrasos e cancelamentos de voos no país no mês de setembro. O levantamento utilizou como base os dados divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em outubro e avaliou as companhias aéreas TAM, Pantanal (Grupo TAM), Gol, Azul, Webjet, Avianca, Trip e Passaredo.

Nos voos domésticos, a Passaredo foi a empresa que registrou o maior percentual de cancelamentos: 24% ou 456 voos de um total de 1940. Em segundo lugar ficou a Pantanal, com 12%, ou 70 voos cancelados de um total de 582.

Na sequência, aparece a Trip com percentual de cancelamentos de 10%, seguida, pela ordem, por Azul (9%), Gol (6%), Avianca (5%), TAM (3%) e Webjet (2%).

Em número de voos cancelados, a Gol foi a empresa que afetou o maior número de passageiros, segundo o Procon-SP, com 1.341 cancelamentos, seguida pela Trip (1.207) e pela Azul (988).

A Passaredo foi também a área com o maior percentual de atrasos iguais ou superiores a 30 minutos (28% dos voos) e de atrasos iguais ou superiores a 60 minutos (14% dos voos).

No ranking de atrasos iguais ou superiores a 30 minutos, a Avianca aparece em 2º lugar, com 12%, seguida por Trip e Gol (ambas com 9%), TAM (7%) e Azul, Pantanal e Webjet (as três com 4%).

Na lista de atrasos iguais ou superiores a 60 minutos, Avianca e Trip registraram percentual de 4% em setembro, ficando á frente de Gol, Pantanal e TAM, com 2% cada uma, e Webjet e Azul, com 1% cada uma.

Na análise dos voos internacionais, TAM registrou 22 cancelamentos em setembro, o que correspondeu a 1% dos 1.920 voos previstos. Na Gol, foram 16 cancelamentos, o correspondente também a 1% do total de 12.137 voos.

Na Gol, 12% dos voos internacionais atrasaram pelo menos 30 minutos e 3% mais de 60 minutos. Na TAM, os índices de atraso foram, respectivamente, 11% e 4%.

O Procon lembra que, desde 4 de junho deste ano, todas as empresas aéreas devem enviar o histórico de atrasos e cancelamentos em relação ao mês anterior e disponibilizar nas páginas de vendas de passagens e balcões dos aeroportos. "Pela norma, as companhias aéreas são responsáveis pela informação acerca do voo, mesmo quando forem comercializados por parceiros comerciais, como agências de viagens", destaca o órgão.

22 de maio de 2012

Passaredo recebe seu primeiro ATR

A Passaredo Linhas Aéreas, recebeu na manhã de hoje, na cidade de Toulouse, França, a primeira das 14 aeronaves ATRs 72-600 novas que integrarão sua frota, juntamente com 2 ATRs 72-500.
A cerimônia que aconteceu na sede da ATR, marca oficialmente a parceria comercial entre as empresas que prevê a entrega este ano de 4 ATRs 72-600, através do contrato de leasing com a empresa americana ALC ( Air Lease Corporation), além de 2 aeronaves ATR 72-500 negociadas diretamente com a ATR.

Na ocasião, a Passaredo Linhas Aéreas anunciou também a assinatura de um contrato de compra de 10 aeronaves com opção de mais 10, firmado em 2011, totalizando 20 novas aeronaves ATRs 72-600 que serão entregues até 2015, com investimento estimado em US$ 450 milhões.
Esta nova frota deve operar em rotas do interior dos estados para as capitais e em rotas de menor alcance para a qual a aeronave ATR 72-600 se apresenta com o menor custo do mercado. As aeronaves Embraer ERJ-145 serão mantidas na frota e estrategicamente operarão em rotas de médio e longo curso. “Desta forma teremos ambos os modelos de aeronaves operando de maneira eficiente em relação ao consumo de combustível, que apresenta forte alta de preço desde o final de 2010”- ressalta o Comandante Felicio, presidente da Passaredo Linhas Aéreas.

Com a chegada das novas aeronaves, a empresa espera aumentar progressivamente a capacidade de passageiros, reduzindo substancialmente os custos por assento. “A aeronave ATR combina um desempenho altamente adequado à infraestrutura dos nossos aeroportos regionais com elevados padrões de conforto dos passageiros e baixo impacto ambiental” – completa o presidente.

19 de maio de 2012

GOL e Passaredo renovam acordo de code share

A Gol e a Passaredo anunciaram a assinatura de um novo acordo interline de longo prazo, com o objetivo de oferecer mais opções de voos aos passageiros das duas empresas. Por meio da parceria, a Gol passa a contar com destinos como Araguaína, Alta Floresta, Barreiras, Carajás, Juazeiro do Norte e Rondonópolis, entre outros.
“Com o novo acordo, a malha regional será desenvolvida e operada pela Passaredo, que atuará em mercados de média e baixa densidade conectados com trechos operados pela Gol”, destaca o presidente da Gol, Constantino de Oliveira Júnior. “Nossas redes de linhas serão aprimoradas para proporcionar melhor conectividade, o que vai tornar as viagens mais convenientes aos passageiros.”

18 de abril de 2012

Anac distribui 119 slots em Congonhas

As companhias aéreas solicitaram 119 dos 227 slots (autorizações de pouso e decolagem) do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, colocados à disposição pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Todos eram para voos no final de semana - Congonhas, que é um dos aeroportos mais movimentados do País, não tem mais disponibilidade de horário para voos de segunda a sexta-feira.

Dos 125 slots disponíveis para sábado, 58 foram solicitados. Dos 102 disponíveis para domingo, houve demanda para 61. A reunião que definiu a distribuição dos slots ocorreu na sede da Anac em São Paulo e durou cerca de duas horas.

A empresa que solicitou o maior número de novos pousos e decolagens foi a WebJet, adquirida pela Gol no ano passado: foram 38 slots, sendo 18 deles no sábado e 20 no domingo.

Em segundo lugar ficou a própria Gol, com 32 slots, 15 no sábado e 17 no domingo. A Passaredo ficou em terceiro lugar, com 16 slots (8 no sábado e 8 no domingo), seguida pela TAM, com 15 slots (7 no sábado e 8 no domingo), a Avianca, com 14 slots (8 no sábado e 6 no domingo) e a NHT, com 4 slots (2 no sábado e 2 no domingo).

Com isso, a Passaredo será a nova empresa a oferecer voos em Congonhas. Atualmente, as seguintes companhias oferecem voos no aeroporto da capital paulista: TAM, Gol, Avianca, NHT, Pantanal (que pertence à TAM), WebJet (que pertence à Gol) e Azul.

A Azul, que havia confirmado interesse em participar do certame, não enviou representes e ficou de fora do sorteio. Em nota, a companhia aérea afirmou que "não há convergência entre sua estratégia de mercado e os horários disponibilizados para o sorteio".

A solicitação de um no slot não significa necessariamente que a empresa lançará um novo voo. Ela pode usar o slot, por exemplo, para oferecer uma nova conexão num voo já existente. Um exemplo: um voo que faz a rota Porto Alegre - Brasília, hoje, pode usar os novos slots para fazer uma parada em São Paulo, no aeroporto de Congonhas.

A próxima fase é a de habilitação das empresas que participaram da distribuição dos slots hoje. Pelas regras, isso ocorrerá até o dia 18 de maio, mas a Anac informou que pretende antecipar essa data, sem informar para quando. Feita a habilitação, o processo de redistribuição dos slots será submetida à diretoria da Anac para homologação do resultado.

A movimentação de pousos e decolagens no aeroporto de Congonhas acontece de 6h às 22h30 e cada intervalo de uma hora tem no máximo 30 movimentos (pousos e decolagens), o que resulta em 496 slots por dia. Os slots de segundas às sextas-feiras estão todos distribuídos e o procedimento realizado nesta quarta-feira colocou à disposição os 227 slots não utilizados, dos quais 125 aos sábados e 102 aos domingos.

25 de março de 2012

ATR da Passaredo é flagrado em Toulouse

Após alguns anos, a Passaredo Linhas Aéreas volta a operar os ATR, porem dessa vez, serão do modelo ATR 72 das séries 500 e 600.

O primeiro ATR72-600 da Passaredo foi flagrado na fábrica da ATR em Toulouse Blagnac (LFBO), França. A aeronave, ostentando a matrícula de testes F-WWLP (cn 1022), já está nas cores completas da companhia. A Passaredo encomendou 4 ATR's em novembro de 2011.

Os Tripulantes da Passaredo que irão comandar os ATR já iniciaram os treinamentos de adaptação com a aeronave que esta prevista para ser entregue no mês de Maio.

6 de fevereiro de 2012

Passaredo linhas aéreas sob nova direção

O presidente da GOL, Constantino Jr, tirou do bolso R$ 20 milhões e acaba de comprar a Passaredo Linhas Aéreas, empresa de rotas regionais.

Ele quer competir esse nicho com a Azul, de David Neelerman, que cresceu meteoricamente nesse mercado. Constantino já faz uma intervenção branca na direção da empresa que adquiriu e dá palpites.

A Passaredo vai encomendar os aviões turbohélices franceses ATR, o mesmo modelo comprado pela Azul. Chamou a atenção de quem se envolveu na negociação que Constantino comprou a aérea como pessoa física, e não pela holding da GOL.

5 de fevereiro de 2012

Londrina agora tem a opção de voar com a Azul, e Cascavel voará com a Passaredo

A companhia iniciou em 1º de fevereiro, suas operações na cidade de Londrina. Para marcar a sua chegada, realizou um voo panorâmico de cerca de 45 minutos sobre a região de Londrina para autoridades, agentes de viagens, empresários e convidados locais, em conjunto com representantes da diretoria da companhia. No voo, os convidados tiveram a oportunidade de experimentar o jato Embraer 195, conhecer o serviço de bordo, o espaço interno e o atendimento diferenciado da Azul.

Londrina é o quarto destino da Azul no Estado, com duas frequências diárias a partir de Campinas. A companhia oferece passagens com tarifas a partir de R$ 99,90 o trecho. Ainda, um terceiro voo diário está em aprovação na Anac e deverá iniciar-se em 1º de março.

A cidade de Londrina é um importante pólo econômico e industrial do País. “Estamos confiantes de que, com a nossa chegada, iremos oferecer aos londrinenses voos regulares, opções de horários e possibilidades de conexão para todos os destinos da Azul a partir de Campinas”, disse Paulo Nascimento, vice-presidente Comercial, Marketing e TI da Azul.

A Passaredo Linhas Aéreas iniciará as operações na cidade de Cascavel, no interior do Paraná, a partir de 12 de março. A nova rota, anunciada no final de 2011, faz parte do plano de expansão da companhia.


Os novos voos, que serão operados por jatos Embraer ERJ 145, partirão de segunda a sábado de Cascavel com destino à capital paranaense às 6h12 com chegada às 7h12. Já de Curitiba para Cascavel, a ligação acontece de domingo a sexta-feira com saída às 21h22 e chegada às 22h20.

2 de outubro de 2011

TAM é a companhia aérea preferida das pessoas

Levantamento realizado pelo buscador Mundi apontou as empresas de aviação mais buscadas pelos internautas viajantes no 1º semestre de 2011. A pesquisa foi feita com companhias aéreas nacionais e internacionais.

De acordo com os dados, a TAM obteve 31% das buscas do site, 1% a mais que a GOL, a segunda colocada. No ano passado, a mesma pesquisa apontou a GOL como líder com uma margem de diferença considerável, quando apresentou índice de busca de 38,48%. Na ocasião, a TAM ficou com 23,40% da preferência.

Na terceira colocação ficou a Azul, com 11%. A Webjet, que anunciou recentemente a fusão com Gol, garantiu a quarta colocação, com índice de busca de 8%. Em quinto lugar, veio a Avianca, seguida da Trip. As demais companhias aéreas garantiram um índice conjunto de 4%. Entre elas estão as estrangeiras TAP Portugal e Aerolineas Argentinas.

Os dados do Mundi são idênticos, nas quatro primeiras posições, com as informações divulgadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que em seu último levantamento realizado em julho, apontou que o grupo TAM (que compreende TAM e Pantanal) ocupa a liderança do setor, com 41,68%, enquanto a GOL/Varig responde por 37,13% do mercado doméstico. Entre as demais empresas do setor aéreo, ainda segundo a ANAC, a Azul obteve 8,61%, a Webjet conquistou 5,51%, a Trip ficou com 3,24% e a Avianca 2,94%.

24 de setembro de 2011

Sistema que permite voos mais "retos" comaçará a operar em 2012

Um projeto de reestruturação da rede de rotas aéreas feito pela Aeronáutica promete reduzir o tempo de viagem no país, além de diminuir o consumo de combustível e a poluição provocada pelos aviões.

De acordo com a Aeronáutica, a partir de 2012, as aeronaves comerciais passarão a se deslocar pelo Brasil por meio da chamada Navegação Baseada em Performance (PBN, na sigla em inglês), sistema que permite que o caminho percorrido entre um aeroporto e outro seja mais "reto" e direto.



Hoje, os trajetos feitos pelos aviões acompanham linhas de equipamentos de auxílio à navegação aérea instalados no solo. O piloto precisa passar sobre uma série desses equipamentos, que emitem sinais captados pelo avião e permitem dizer a sua localização e a direção em que ele voa.

Muitas vezes, por conta da localização desses equipamentos, a aeronave é obrigada a fazer curvas e desviar da direção da cidade-destino, o que aumenta o tempo de viagem e o consumo de combustível.

Com o sistema PBN, pilotos e controladores passarão a usar informações de satélites e de equipamentos que ficam dentro do avião para saber sua posição e a direção. Sem a obrigação de acompanhar os equipamentos no solo, diminui a necessidade de curvas e o caminho fica mais reto.

Cálculos preliminares feitos pela Aeronáutica indicam a redução de cerca de 10 minutos no tempo das viagens tendo como origem ou destino a cidade de São Paulo, nas ligações com Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Natal.

Apenas nessas rotas são feitos mais de 35 mil voos por ano. Segundo a aeronáutica, os 10 minutos a menos por voo devem gerar uma economia de cerca de 12 milhões de kg de combustível e evitar a emissão de cerca de 38 milhões de kg de CO2 na atmosfera por ano.



“Este é um cálculo conservador. Esperamos que o tempo de viagem e, consequentemente, a economia de combustível e redução das emissões, sejam maiores do que as estimativas preliminares apontam”, disse o tenente-coronel Julio Cesar Souza Pereira, chefe da Sessão de Planejamento Operacional Estratégico do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) e responsável pelo projeto.

O sistema PBN começa a funcionar em março de 2012 na área que inclui as cidades São Paulo, Campinas, Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória. A estimativa é que ele passe a valer para todo o país até o final de 2013. Os equipamentos de solo vão continuar a funcionar, principalmente para guiar aeronaves que não dispõem de equipamentos para voar pelo novo sistema.

Pereira aponta que o PBN também vai trazer mais segurança para o sistema aéreo brasileiro e reduzir a carga de trabalho de controladores e pilotos.

Isso acontece porque o PBN reduz os cruzamentos de rotas, hoje muito comuns devido à necessidade de seguir os equipamentos em solo. O uso de satélite e equipamentos embarcados vai permitir que as rotas de ida e volta entre dois destinos sejam paralelas.

“A partir do momento em que se reduz o número de cruzamento, aumenta a segurança. O espaço aéreo fica menos complexo e os controladores não vão mais precisar intervir tanto nos voos”, disse Pereira.

De acordo com ele, hoje 95% dos voos na América do Sul, da aviação comercial, geral e militar, são feitos por aeronaves que dispõem dos equipamentos necessários para operar no sistema PBN. No Brasil, diz o tenente-coronel, todos os aviões das grandes empresas aéreas estão equipados.

6 de junho de 2011

Google agora fornece pesquisa de voos

O Google agora permite pesquisar informações sobre voos comerciais. O novo recurso é um ataque direto a um dos grandes diferenciais do Bing, da Microsoft.

A medida era esperada desde que a empresa de Larry Page e Sergey Brin conseguiu, no dia 12 de abril, um sinal verde do Departamento de Justiça dos Estados Unidos para a compra da ITA, companhia americana especializada em organizar dados sobre voos e viagens. O valor pago, de US$ 700 milhões, teve outro custo imposto pelo governo americano: a ITA terá que continuar a fornecer tecnologia para concorrentes do Google e este não poderá ter acesso aos dados.

Para o pessoal de Mountain View, isso é o de menos. Desde que o Bing surgiu, muita gente no Googleplex ficou preocupada com os diferenciais do serviço. Em vez de criar mais um buscador de sites, a Microsoft foi esperta e desenvolveu um produto múltiplo, capaz de vasculhar diferentes conteúdos. Não por acaso, vários desses diferenciais foram copiados pelo Google nos últimos tempos – papel de parede na tela do buscador, links de filtragem aprimorados na lateral esquerda, previews…

Por enquanto, o sistema é um pouco tosco e informa apenas os horários dos voos e as companhias aéreas. A boa notícia é que estão disponíveis informações sobre o Brasil. Para utilizar a novidade, é preciso entrar no Google ou no Google Brasil. Depois, é só digitar uma das seguintes expressões, em português ou inglês:

voos de [cidade ou código/nome do aeroporto] para [cidade ou código/nome do aeroporto]

voos de [cidade ou código/nome do aeroporto]

voos para [cidade ou código/nome do aeroporto]

Veja, abaixo, o resultado de uma pesquisa de todos os voos que desembarcam no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte:

21 de maio de 2011

Passaredo chega a Congonhas



A Passaredo iniciará, a partir de 17 de junho, três voos semanais, aos finais de semana, no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Os destinos atendidos serão Valença e Lençóis, na Bahia, e Ribeirão Preto, no interior paulista. Para todos os voos será utilizado o Embraer ERJ 145, com capacidade para 50 passageiros. As freqüências serão operadas nos seguintes horários:

2386 – Decola de CGH às 14h12 no sábado, pousando em Valença às 16h15.
2388 – Decola de CGH às 08h38 no domingo; chegada em Lençóis às 11h00.
2398 – Saída de CGH às 14h12 no domingo, aterrissando em Ribeirão Preto às 15h02.

16 de maio de 2011

Litoral paulista pode ganhar voos comerciais (finalmente)

O aeroporto de Itanhaém, na Baixada Santista, poderá receber voos regionais em seis meses. Administrado pelo Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp), o Aeroporto Regional Doutor Antônio Ribeiro Nogueira Júnior precisa passar por pequenas adequações - como a aquisição de um aparelho de raio X - para estar pronto para começar a receber voos comerciais. "A ideia inicial é integrar a região à chamada "rota do petróleo", com voos para Rio, Macaé, Campos, Navegantes e Vitória", disse o prefeito de Itanhaém, João Carlos Forssell (PSDB).



Segundo Forssell, que se reuniu com representantes das empresas Trip e Passaredo, da Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo (Abetar), do Daesp e do 4.º Comando Aéreo Regional da Aeronáutica, a pista já é adequada para os turboélices da ATR, aeronaves usadas pela Trip.



"Para os jatos da Passaredo pousarem aqui, precisaria instalar equipamentos de voo adicionais. Mas o investimento não é nada exorbitante. Calculo que sejam recursos na ordem de R$ 5 milhões", disse o prefeito, que acredita que o primeiro voo da Trip em Itanhaém deve ser feito em 180 dias. O Daesp informou que vai recapear as pistas em concorrência pública que será aberta no dia 31. O valor estimado da obra é R$ 2,3 milhões.

7 de maio de 2011

Quem dá mais??????

O edital de concessão do Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante será publicado na próxima segunda-feira (9) no Diário Oficial da União (DOU). A informação foi confirmada ontem pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O diretor-presidente interino da agência Carlos Eduardo Pellegrino assinou a aprovação dos documentos pertinentes ao processo de licitação ainda na última quinta-feira. O edital prevê que o leilão ocorra 60 dias após sua publicação. A data prevista para o evento é 11 de julho. O leilão será realizado na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

O valor mínimo para participação do leilão é de R$ 51,7 milhões. A previsão da Anac é de que a licitação custe até R$ 60 milhões, dependendo da concorrência. O consórcio vencedor terá três anos para construir terminais e outros 25 anos para exploração. A estimativa é de que o consórcio vencedor tenha que investir R$ 650 milhões na construção dos terminais. Os investimentos do governo chegarãoa R$ 250 milhões para a construção de pistas e outras obras de infraestrutura, o que está sendo realizado pelo Batalhão de Engenharia do Exército. Esse será o primeiro aeroporto privado mediante concessão do Brasil.

Segundo a Anac, 80% das obras já estão concluídas. A estimativa é de que o consórcio demore entre 20 e 24 meses para construir os terminais dos aeroportos, apesar do prazo máximo ser de três anos. O contrato, segundo a Anac, será reajustado pelo IPCA e por uma fórmula que medirá a qualidade dos serviços prestados pelo consórcio. Não há garantia contratual para uma taxa de retorno mínima, como acontece nos contratos de concessão de algumas rodovias. Entretanto, o estudo de viabilidade técnica da para elaboração do edital previu uma taxa de retorno de 6,3%.

O teto de tarifas aeroportuárias no momento inicial será o mesmo estipulado pela Anac para a Infraero. Uma das exigências que constam do edital é de que 95% dos embarques e desembarques de passageiros de voos internacionais sejam feitos em fingers. A previsão de movimento no aeroporto é de que alcance 3 milhões, em 2014; 4,7 milhões, em 2020; e 7,9 milhões, em 2030.

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern), Flávio Azevedo, comemorou a definição da data de lançamento do edital. Ele frisou que a publicação será o fim de muitas batalhas travadas pelo Rio Grande do Norte em busca da construção do aeroporto. Azevedo destacou o empenho do deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB) como fator essencial na conquista do aeroporto. "Todo esse processo terminou com a vitória do nosso estado. O aeroporto vai alavancar a nossa economia e trazer muito desenvolvimento", enfatizou.

Flávio Azevedo também lembrou que, após o lançamento do edital, o processo de construção do aeroporto entra em uma nova fase: o leilão. "Já que o edital foi submetido ao Tribunal de Contas da União (TCU) e debatido em diversas audiências, esperamos que esse processo seja rápido. Acredito que em 90 dias já tenhamos a definição do consórcio que construirá e administrará o aeroporto. Minha previsão é para que a primeira etapa já esteja construída antes da Copa do Mundo de 2014", declarou.

O deputado Henrique Eduardo informou que pedirá ao consórcio que vencer a licitação agilidade nas obras para que o aeroporto esteja pronto antes da Copa de 2014 e que os empregos gerados sejam preenchidos por potiguares ou pessoas que moram no Rio Grande do Norte.

Enquanto isso, nos terminais mais abarrotados do Brasil...

O governo decidiu adiar os planos de privatização dos aeroportos do Galeão (Tom Jobim) e de Confins (Belo Horizonte) e restringir a lista de concessões imediatas a Guarulhos, Brasília e Viracopos (Campinas). A decisão foi tomada na reunião realizada pelo ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, e demais autoridades do setor na última terça-feira. Em recuperação de uma pneumonia, a presidente Dilma Rousseff não participou do encontro, mas havia passado as coordenadas ao ministro na véspera, no Palácio da Alvorada.

De acordo com uma fonte, o Galeão poderá até ficar de fora da lista de concessão, porque o problema do aeroporto não é de infraestrutura (ele está com capacidade ociosa), mas de má qualidade do serviço prestado. A avaliação do governo é que a Infraero poderá mudar essa situação e concluir as reformas em andamento, apesar da pressão do governo do Rio pela privatização do terminal.

Já em Confins, que está operando no limite, não haveria mais prazo suficiente para realizar as obras que visariam à Copa do Mundo de 2014. Por enquanto, a orientação dada à Infraero é reiniciar a reforma do terminal de passageiros existente, paralisada por ação judicial, e construir um terminal provisório, com áreas de embarque, desembarque e check-in. Ou seja, o aeroporto pode ter de esperar mais tempo para que seu destino seja decidido.

O objetivo do governo é centrar fogo para agilizar as obras em Guarulhos, Brasília e Viracopos, considerados os mais críticos, com gargalos no terminal de embarque de passageiros, na pista e no pátio. Apesar de ter anunciado os editais de licitação de Guarulhos e Brasília para o início deste mês, o governo não cumpriu as etapas que precedem um leilão: estudo de viabilidade econômica financeira e modelagem jurídica.
Na reunião com Palocci, a Secretaria de Aviação Civil (SAC), a Infraero e o BNDES, que estão trabalhando em conjunto, informaram que o edital para construção do terceiro terminal de Guarulhos somente estará na praça em junho de 2012 - o que foi contestado pelo ministro, alegando que esse cronograma não seria aceito pela presidente. Para Brasília e Viracopos, os órgãos responsáveis não têm sequer previsão.

O prazo de 30 e 60 dias, explicou uma fonte envolvida nas negociações, é para que a Empresa Brasileira de Projetos (formada por BNDES, Banco do Brasil e instituições privadas) contrate consultorias especializadas, que farão os estudos econômicos e definirão o melhor modelo de concessão para terminal. Ou seja, se concessão administrativa, Parceria Público-Privada (PPP) ou outorga.

Além dessas novidades, a ANAC determinou que as companhias aéreas serão obrigadas a compartilhar entre si os balcões de check-in em todos os aeroportos brasileiros, nos embarques nacionais e internacionais. Os sistemas de autoatendimento também terão uso coletivo e caberá ao operador aeroportuário (no caso a Infraero) instalar sistemas informatizados com essa finalidade. As exigências constam de uma resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a ser colocada em consulta pública na próxima semana.

O setor terá prazo de 180 dias, a partir da publicação da norma definitiva, para se adaptar. A Infraero terá que renegociar com as empresas que atualmente pagam aluguel pelo uso das áreas (cerca de R$ 10 por metro quadrado).

Segundo o texto da minuta, o administrador do aeroporto terá decisão soberana para remanejar as áreas de acordo com a necessidade do momento e quem descumprir a ordem será punido. O objetivo da medida é reduzir filas, aumentar a eficiência operacional e melhorar o conforto aos passageiros.

Atualmente, é comum ver filas enormes em áreas cedidas a determinadas empresas e espaço vazio ao lado, da concorrente. As companhias aéreas foram informadas da medida ontem na primeira reunião com o novo ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Wagner Bittencourt. Hoje, os pontos da resolução serão discutidos com as empresas.

Quem descumprir a ordem do administrador aeroportuário será multado. As empresas poderão, neste caso, recorrer à diretoria da Anac, sem efeito suspensivo, no prazo de dez dias, com prioridade na tramitação, segundo o texto da resolução.

Durante o encontro, foi decidida ainda a criação de um grupo de trabalho com todos os envolvidos - empresas, Infraero, Anac, SAC, Departamento de Controle do Espaço Aéreo, Polícia Federal e Receita Federal - para discutir problemas operacionais em Guarulhos e Brasília, considerados os aeroportos mais críticos. Cada empresa apresentará uma pauta de reivindicação numa próxima reunião, ainda sem data marcada.

2 de maio de 2011

O bafafá vai começar de novo, mas dessa vez promete muitas mudanças...

As companhias aéreas querem aumentar a carga horária das tripulações - pilotos e comissários - por considerá-la uma das mais baixas do mundo e pouco produtiva para o negócio da aviação civil nos voos domésticos. Estudos das empresas, dentro e fora do País, avaliam que o limite das atuais 85 horas/mês deveria subir para algo em torno de 100 horas/mês. As companhias defendem a iniciativa argumentando que o incremento na carga horária também beneficiará os trabalhadores, que terão aumento de salário e maior número de folgas mensais.

Segundo o presidente da Azul Linhas Aéreas, Paulo Janot, com essa mudança, além de beneficiar os aeronautas com os salários e as folgas, o Brasil terá condições de manter os profissionais trabalhando no país, evitando o êxodo para companhias de outros países.

A carga horária das tripulações brasileiras é regulamentada por uma lei que tem quase 30 anos (7.183/1984). Diz a legislação que, nas rotas domésticas, "os limites de tempo de voo não poderão exceder 85 horas por mês, 230 horas por trimestre e 850 horas ao ano". A lei estabelece que "o limite de voo e pousos permitidos para uma jornada (diária) é de 9 horas e 30 minutos de voo e cinco pousos."

A intenção das empresas é encaminhar a proposta ainda neste ano, em conjunto com alterações no Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA), regulado pela lei 7.565, de 1986. O estudo foi elaborado em conjunto com o Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea), com base na legislação da aviação dos Estados Unidos adaptada à realidade brasileira. Pela legislação americana, a carga horária máxima é de 190 horas/mês. O Snea não divulgou detalhes sobre o estudo.

O ideal, para os executivos da Azul, brigadeiros da ativa e da reserva e consultores, é que a carga horária, além de subir para algo em torno de 100 horas/mês, acabe com o limite de cinco pousos diários e aumente o número de horas diárias de 9,5 para 11 ou até 12 horas, como é nos EUA.

Nos últimos meses os passageiros da Gol e da Webjet sofreram com atrasos e cancelamentos em série porque as tripulações se recusavam a trabalhar além da jornada legal. A Gol alegou falha no software responsável pelas escalas. A Webjet disse ter enfrentado uma debandada de pessoal para concorrentes.

Formalmente, o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) não comenta o aumento da carga horária, que é tratado entre os diretores das companhias aéreas como "flexibilização".

Enquanto isso, O presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), Gelson Fochesato, "repudia" a ideia de aumentar ou flexibilizar a carga horária das tripulações, como sugerem estudos das companhias aéreas. Ele diz que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) não pode "ser conivente" com os interesses das empresas aéreas.

"Estamos trabalhando no limite, voando três, quatro, cinco dias seguidos na madrugada. Isso não acontece nos Estados Unidos, onde os aeronautas têm de 10 a 12 dias de folga por mês, contra os oito dias no Brasil, os salários são mais decentes, e o aeronautas têm uma vida social mais saudável, bem diferente daqui", disse Fochesato.

"Qualquer mudança na lei é um crime inaceitável por causa do estresse que estamos vivendo, com privação de sono e extrapolando nossa capacidade física", protesta o sindicalista Gelson Fochesato. Ele adverte ainda que a mudança poderá provocar uma greve nacional.

Traduzindo em miúdos, significa que aí vem mais uma batalha entre esses dois sindicatos que promete ser das boas!!!! Espero, sinceramente, que se houverem mudanças na legislação, que seja para beneficiar o aeronauta. Hoje a legislação brasileira tem muitas brechas e deixa margens à interpretação quanto a vários assuntos, principalmente quanto às jornadas e regulamentações.

Exemplo disso são os voos durante a madrugada, chamados "corujões". A lei, hoje, diz que se o aeronauta estiver em sua base contratual, ele não pode realizar dois voos durante a madrugada seguidos; no entanto não diz nada quanto a realização dos mesmos voos se o aeronauta estiver fora de sua base. Ou seja, há muito que ser discutido e essa novela vai muito, muito longe!!!!!

Deixe sua opinião a respeito!!!!!!

24 de fevereiro de 2011

Passaredo está desistindo do maior mercado de transporte regional

Após o anúncio de que deixou de operar em três cidades do interior paulista, a Passaredo agora anunciou que levará sua sede para Goiânia, ou seja, ela está abandonando de vez o estado de São Paulo, restringindo suas operações à cidade de Guarulhos e Ribeirão Preto, com possível redução nas frequências para as duas cidades.

Uma série de benefícios fiscais e melhores condições de infraestrutura (???????) levaram a Passaredo Linhas Aéras - segunda maior companhia de aviação regional do País, atrás da Trip - a trocar Ribeirão Preto (SP) por Goiânia (GO) como a sede da nova base operacional da companhia. Os investimentos iniciais previstos chegam a R$ 12 milhões para a construção de um novo centro de treinamento e de hangares de manutenção no aeroporto Santa Genoveva, cujo prazo previsto é de 18 meses. "Os programas de incentivo do governo de Goiás à aviação regional foram fundamentais", disse José Felício Filho, presidente da Passaredo.

A redução de 15% para 3% do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do querosene de aviação em Goiás, em novembro de 2010, foi o principal motivo alegado pela companhia para a mudança. Em São Paulo, o ICMS sobre o combustível é de 25%. O querosene corresponde a até 40% dos custos totais da companhia. Além disso, a Passaredo contará com linhas de financiamento para as obras do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) e outros incentivos fiscais do próprio governo de Goiás.



Segundo Felício, cerca de 400 empregos diretos devem ser gerados em Goiás, mas toda a estrutura em Ribeirão Preto será mantida. "Nós só transferiremos os planos de expansão para Goiânia, onde já temos 34 operações por dia", disse. Contribuiu ainda para a decisão da Passaredo a falta de infraestrutura do aeroporto Leite Lopes, de Ribeirão Preto, cujo projeto de ampliação se arrasta há quase uma década sem que haja uma definição.

De acordo com o presidente da Passaredo, no ano passado a companhia apresentou ao Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp) o projeto para a expansão em Ribeirão Preto, mas "a indefinição sobre o futuro do aeroporto não permitiu que ele fosse consolidado", disse. "É um plano para 15 anos, 20 anos e não poderíamos conviver com essa insegurança para o investimento", concluiu.



Felizmente a decisão ainda não está completamente tomada, e, em reunião com a prefeita de Ribeirão Preto, os diretores da Passaredo irão rever a decisão. As propostas do governo goiano serão encaminhadas para o programa Investe São Paulo, do governo paulista. Uma reunião entre representantes da Passaredo e o governador Geraldo Alckmin também será agendada.

Em nota, a Investe São Paulo, agência do governo estadual responsável pela atração e manutenção de investimento para o Estado, informou que o pesidente da agência, Luciano Almeida, já entrou em contato com o mandatário da Passaredo. Uma reunião será realizada na semana que vem.



Enquanto a Passaredo diminui as operações no estado de São Paulo, Azul e Trip aumentam cada vez mais as operações no interior do estado, uma vez que o potencial dessa região é imenso, e a expectativa é de que cresça cada vez mais. Será que a Passaredo está tomando a decisão correta??? Comente o post com suas opiniões e suas ideias.

20 de fevereiro de 2011

Passaredo aposenta o Brasília e abre 'brecha' no mercado regional paulista

A Passaredo Linhas Aéreas encerrou as operações em Presidente Prudente, Bauru e Marília, todas três cidades do interior de São Paulo.



“Devido a estas rotas serem de curta distância para operações com os jatos Embraer ERJ-145 e também por apresentarem demanda insuficiente para a oferta de 50 assentos que possuem, a Passaredo optou por encerrar as operações e passar a atender estas localidades por meio da recente parceria com a Gol”, explia a Passaredo por meio de um comunicado.

Conforme o planejamento estratégico da empresa, as aeronaves turbo-hélices Brasília, com capacidade para 30 passageiros, que operam os voos destas localidades, serão desativadas na mesma data.


(EMB-120 - Brasília)

“Os consumidores com passagens compradas com data de embarque posterior ao dia 14 de fevereiro estão sendo contatados pela empresa para as devidas acomodações nos voos da Gol ou de outras companhias”, finaliza a Passaredo.

Com a Passaredo deixando as operações em Marília, a Azul Linhas Aéreas deverá “herdar” o balcão de atendimento e check in. A solicitação de espaço para esse fim dentro do aeroporto de Marília já havia sido formalizada pela companhia junto ao Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo) e pode agora ser facilitada.


Em nota, a assessoria do Daesp confirmou: “As áreas de check in liberadas pela Passaredo são uma opção para instalação dos balcões da Azul”. Essa conveniência, somada justamente a lacuna que a Passaredo deverá deixar no transporte aéreo da cidade, animaram aqueles que negociam a chegada da Azul. “O caminho fica ainda mais aberto e estamos torcendo para que a confirmação de Marília nos planos de expansão da Azul seja oficializada em breve”, disse o diretor regional do Ciesp, Flávio Peres.
A Trip Linhas Aéreas também estuda atuação em Marília, mas ainda não fala em prazos nem dá detalhes de como seria esse atendimento.