A Fundação Procon-SP divulgou nesta terça-feira (4) ranking de atrasos e cancelamentos de voos no país no mês de setembro. O levantamento utilizou como base os dados divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em outubro e avaliou as companhias aéreas TAM, Pantanal (Grupo TAM), Gol, Azul, Webjet, Avianca, Trip e Passaredo.
Nos voos domésticos, a Passaredo foi a empresa que registrou o maior percentual de cancelamentos: 24% ou 456 voos de um total de 1940. Em segundo lugar ficou a Pantanal, com 12%, ou 70 voos cancelados de um total de 582.
Na sequência, aparece a Trip com percentual de cancelamentos de 10%, seguida, pela ordem, por Azul (9%), Gol (6%), Avianca (5%), TAM (3%) e Webjet (2%).
Em número de voos cancelados, a Gol foi a empresa que afetou o maior número de passageiros, segundo o Procon-SP, com 1.341 cancelamentos, seguida pela Trip (1.207) e pela Azul (988).
A Passaredo foi também a área com o maior percentual de atrasos iguais ou superiores a 30 minutos (28% dos voos) e de atrasos iguais ou superiores a 60 minutos (14% dos voos).
No ranking de atrasos iguais ou superiores a 30 minutos, a Avianca aparece em 2º lugar, com 12%, seguida por Trip e Gol (ambas com 9%), TAM (7%) e Azul, Pantanal e Webjet (as três com 4%).
Na lista de atrasos iguais ou superiores a 60 minutos, Avianca e Trip registraram percentual de 4% em setembro, ficando á frente de Gol, Pantanal e TAM, com 2% cada uma, e Webjet e Azul, com 1% cada uma.
Na análise dos voos internacionais, TAM registrou 22 cancelamentos em setembro, o que correspondeu a 1% dos 1.920 voos previstos. Na Gol, foram 16 cancelamentos, o correspondente também a 1% do total de 12.137 voos.
Na Gol, 12% dos voos internacionais atrasaram pelo menos 30 minutos e 3% mais de 60 minutos. Na TAM, os índices de atraso foram, respectivamente, 11% e 4%.
O Procon lembra que, desde 4 de junho deste ano, todas as empresas aéreas devem enviar o histórico de atrasos e cancelamentos em relação ao mês anterior e disponibilizar nas páginas de vendas de passagens e balcões dos aeroportos. "Pela norma, as companhias aéreas são responsáveis pela informação acerca do voo, mesmo quando forem comercializados por parceiros comerciais, como agências de viagens", destaca o órgão.
Speech de boas vindas!
Senhoras e Senhores,
Bem vindos ao blog "aqui em cima".
Obeservem o número da poltrona no cartão de embarque.
Junto as saídas de emergência, não é permitida a acomodação de crianças ou colocação de bagagens.
Acomodem a bagagem de mão no compartimento acima ou embaixo da poltrona à sua frente.
Lembramos que os pertences de mão trazidos a bordo são de responsabilidade dos clientes.
Obrigado.
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5 de dezembro de 2012
10 de outubro de 2012
TRIP iniciará voos entre São Paulo e Rio de Janeiro
A Trip Linhas Aéreas acaba de pedir autorização à Agência Nacional de Aviação Civil – Anac – para operar quatro frequências diárias entre São Paulo (Guarulhos) e Rio de Janeiro (Santos Dumont).
Se aprovado, a companhia terá mais um voo inédito em sua malha e poderá atender também aos clientes da Azul Linhas Aéreas por meio do acordo de compartilhamento de voos, conhecimento como codeshare. Trata-se de um voo que não fazia parte das malhas das companhias, mas que agora, tornou-se uma realidade. Além deste pedido feito à Anac, a Trip também solicitou autorização para operar uma frequência de segunda a sábado entre Campo Grande (MS) e Rio de Janeiro (Santos Dumont). Estas mudanças que estão acontecendo em ambas aéreas são decorrência do acordo de codeshare e da fusão das companhias. As operações serão realizadas pela Trip e comercializadas somente pela Azul. O início está previsto para a primeira quinzena de novembro e os voos serão operadas pelos jatos Embraer.
Se aprovado, a companhia terá mais um voo inédito em sua malha e poderá atender também aos clientes da Azul Linhas Aéreas por meio do acordo de compartilhamento de voos, conhecimento como codeshare. Trata-se de um voo que não fazia parte das malhas das companhias, mas que agora, tornou-se uma realidade. Além deste pedido feito à Anac, a Trip também solicitou autorização para operar uma frequência de segunda a sábado entre Campo Grande (MS) e Rio de Janeiro (Santos Dumont). Estas mudanças que estão acontecendo em ambas aéreas são decorrência do acordo de codeshare e da fusão das companhias. As operações serão realizadas pela Trip e comercializadas somente pela Azul. O início está previsto para a primeira quinzena de novembro e os voos serão operadas pelos jatos Embraer.
1 de setembro de 2012
Azul Trip anuncia sua nova marca
A companhia resultante da união entre a Azul Linhas Aéreas e a Trip Linhas Aéreas, após aprovação das autoridades governamentais, já tem uma nova marca definida: Azul. Pesquisas encomendadas pelas empresas apontaram que a Azul detém hoje uma marca com maior presença e, portanto, com maior conhecimento no Brasil e no mundo. Para simbolizar a união entre as duas companhias, uma nova identidade visual foi criada, trazendo elementos da Trip que preservam o legado desta marca no novo logotipo.
Para David Neeleman, CEO e presidente do Conselho da Azul Linhas Aéreas, escolher entre os dois nomes foi uma decisão difícil, pois as duas aéreas souberam construir suas imagens de forma primorosa nos últimos anos. "Esse é o resultado esperado quando o discurso está alinhado com a prática. Ambas as companhias foram hábeis nessa relação e por isso construíram marcas que comunicam os atributos a ela desejados. Logo, a dificuldade de optarmos por uma", conclui Neeleman.
"Estou contente com a definição e adoção de uma marca unificada. Isto nos tornará muito fortes, maximizará nossos investimentos, e acima de tudo representará um legado unificado" diz José Mário Caprioli, presidente da Trip Linhas Aéreas.
O logotipo da Azul passará por modificações. A letra "U" na palavra "Azul" passa a ser grafada em tons contrastantes com as letras "A", "Z" e "L", de forma a evocar a logotipia atual da Trip, onde a letra "I" é grafada em tonalidades distintas das letras "T", R" e "P". Além de remeter ao logo da Trip, a letra "U" destacada em outra tonalidade simboliza a "união" das duas companhias em torno do objetivo de ser a companhia número 1 na escolha dos Clientes. Há ainda outra mudança: as expressões "Linhas Aéreas Brasileiras" e "Brazilian Airlines", que hoje fazem parte da marca, deixam de existir, uma vez que a empresa já se consolidou como uma companhia aérea e brasileira. As duas empresas manterão suas marcas por mais algum tempo, porém, passam a incorporar uma assinatura e um selo alusivo ao momento de integração nas aeronaves, cujo tema é "Azul e Trip: juntas pelo Brasil." Os novos aviões, encomendados pelas duas aéreas, já sairão de fábrica ostentando a nova identidade unificada. Quanto aos aviões já existentes nas malhas das empresas, esses receberão gradativamente a nova identidade unificada quando do cumprimento dos trabalhos de manutenção e repintura, programados para acontecer ao longo dos próximos anos. A expectativa é de que em dois anos toda a frota esteja sob a nova marca.
Algumas ações serão feitas em homenagem às empresas, com o objetivo de que suas atuais marcas sejam lembradas após o surgimento da nova companhia. Como já é tradição da Azul "batizar" suas aeronaves, todos os aviões da Trip ganharão "padrinhos e madrinhas", que darão nomes aos aviões, e terão uma faixa na cor prata, elemento presente na identidade atual da empresa. Além disso, um Embraer e um ATR da Trip serão mantidos com as pinturas atuais, para todo o sempre. Por fim, um Embraer 195 ganhará uma pintura especial tendo como base a cor prata, presente na identidade da Trip, simbolizando a união das duas empresas.
Em relação aos uniformes, as companhias entendem que esses continuam representando-as muito bem, além de serem bem avaliados por aqueles que os vestem. Assim, para deixar clara a mensagem de união, as companhias resolveram adotar os uniformes hoje utilizados por cada um em diferentes áreas. Dessa forma, os técnicos de manutenção de ambas as empresas passarão a utilizar os uniformes hoje empregados pela Azultec, a divisão de manutenção da Azul. Em contrapartida, toda a equipe de solo, das duas empresas, passarão a vestir o uniforme recentemente desenvolvido para a Trip pela estilista Teresa Santos, que será responsável também por criar um novo uniforme para os comissários na nova companhia. A unidade de cargas, a Azul Cargo, manterá o seu atual traje, com a mudança da marca. O uniforme para pilotos ainda está em definição.
As companhias passam a adotar as cores "azul médio" (no jargão interno, o "azul Trip") como cor de suporte, assim como o uso pontual da cor cinza-prateado, outra referência direta à identidade atual da Trip. Assim, este novo padrão será gradativamente aplicado a veículos, equipamentos de apoio em solo, edifícios, balcões de aeroportos, materiais impressos e peças promocionais, sempre de acordo com o cronograma estipulado pelas autoridades governamentais.
O trabalho de implantação de uma única identidade corporativa para as duas companhias encontra-se em fase de preparação e desenvolvimento de sua normatização para eventual aplicação. Quando da aprovação do acordo pelas autoridades, ele será gradativamente adotado em todas as aplicações da marca.
Quando duas empresas de tão expressivo sucesso se unem, uma das primeiras perguntas é sempre em relação a qual marca sobreviverá. Neste caso, se pelo resultado, a marca apontada foi a Azul, isto não necessariamente significava que a imagem da Trip irá desaparecer. "Nossa intenção foi a de promover a continuidade do incrível legado que ambas as companhias aportam. Ainda que jovens – a Trip tem somente 14 anos e a Azul menos de quatro anos de idade – trabalhamos para que as duas marcas fossem promovidas e lembradas, com a inclusão de elementos das duas em todo o trabalho de identidade visual nesta nova fase de unificação das companhias" afirma Gianfranco Beting, diretor de Comunicação, Marca e Produto da Azul.
Para David Neeleman, CEO e presidente do Conselho da Azul Linhas Aéreas, escolher entre os dois nomes foi uma decisão difícil, pois as duas aéreas souberam construir suas imagens de forma primorosa nos últimos anos. "Esse é o resultado esperado quando o discurso está alinhado com a prática. Ambas as companhias foram hábeis nessa relação e por isso construíram marcas que comunicam os atributos a ela desejados. Logo, a dificuldade de optarmos por uma", conclui Neeleman.
"Estou contente com a definição e adoção de uma marca unificada. Isto nos tornará muito fortes, maximizará nossos investimentos, e acima de tudo representará um legado unificado" diz José Mário Caprioli, presidente da Trip Linhas Aéreas.
O logotipo da Azul passará por modificações. A letra "U" na palavra "Azul" passa a ser grafada em tons contrastantes com as letras "A", "Z" e "L", de forma a evocar a logotipia atual da Trip, onde a letra "I" é grafada em tonalidades distintas das letras "T", R" e "P". Além de remeter ao logo da Trip, a letra "U" destacada em outra tonalidade simboliza a "união" das duas companhias em torno do objetivo de ser a companhia número 1 na escolha dos Clientes. Há ainda outra mudança: as expressões "Linhas Aéreas Brasileiras" e "Brazilian Airlines", que hoje fazem parte da marca, deixam de existir, uma vez que a empresa já se consolidou como uma companhia aérea e brasileira. As duas empresas manterão suas marcas por mais algum tempo, porém, passam a incorporar uma assinatura e um selo alusivo ao momento de integração nas aeronaves, cujo tema é "Azul e Trip: juntas pelo Brasil." Os novos aviões, encomendados pelas duas aéreas, já sairão de fábrica ostentando a nova identidade unificada. Quanto aos aviões já existentes nas malhas das empresas, esses receberão gradativamente a nova identidade unificada quando do cumprimento dos trabalhos de manutenção e repintura, programados para acontecer ao longo dos próximos anos. A expectativa é de que em dois anos toda a frota esteja sob a nova marca.
Algumas ações serão feitas em homenagem às empresas, com o objetivo de que suas atuais marcas sejam lembradas após o surgimento da nova companhia. Como já é tradição da Azul "batizar" suas aeronaves, todos os aviões da Trip ganharão "padrinhos e madrinhas", que darão nomes aos aviões, e terão uma faixa na cor prata, elemento presente na identidade atual da empresa. Além disso, um Embraer e um ATR da Trip serão mantidos com as pinturas atuais, para todo o sempre. Por fim, um Embraer 195 ganhará uma pintura especial tendo como base a cor prata, presente na identidade da Trip, simbolizando a união das duas empresas.
Em relação aos uniformes, as companhias entendem que esses continuam representando-as muito bem, além de serem bem avaliados por aqueles que os vestem. Assim, para deixar clara a mensagem de união, as companhias resolveram adotar os uniformes hoje utilizados por cada um em diferentes áreas. Dessa forma, os técnicos de manutenção de ambas as empresas passarão a utilizar os uniformes hoje empregados pela Azultec, a divisão de manutenção da Azul. Em contrapartida, toda a equipe de solo, das duas empresas, passarão a vestir o uniforme recentemente desenvolvido para a Trip pela estilista Teresa Santos, que será responsável também por criar um novo uniforme para os comissários na nova companhia. A unidade de cargas, a Azul Cargo, manterá o seu atual traje, com a mudança da marca. O uniforme para pilotos ainda está em definição.
As companhias passam a adotar as cores "azul médio" (no jargão interno, o "azul Trip") como cor de suporte, assim como o uso pontual da cor cinza-prateado, outra referência direta à identidade atual da Trip. Assim, este novo padrão será gradativamente aplicado a veículos, equipamentos de apoio em solo, edifícios, balcões de aeroportos, materiais impressos e peças promocionais, sempre de acordo com o cronograma estipulado pelas autoridades governamentais.
O trabalho de implantação de uma única identidade corporativa para as duas companhias encontra-se em fase de preparação e desenvolvimento de sua normatização para eventual aplicação. Quando da aprovação do acordo pelas autoridades, ele será gradativamente adotado em todas as aplicações da marca.
Quando duas empresas de tão expressivo sucesso se unem, uma das primeiras perguntas é sempre em relação a qual marca sobreviverá. Neste caso, se pelo resultado, a marca apontada foi a Azul, isto não necessariamente significava que a imagem da Trip irá desaparecer. "Nossa intenção foi a de promover a continuidade do incrível legado que ambas as companhias aportam. Ainda que jovens – a Trip tem somente 14 anos e a Azul menos de quatro anos de idade – trabalhamos para que as duas marcas fossem promovidas e lembradas, com a inclusão de elementos das duas em todo o trabalho de identidade visual nesta nova fase de unificação das companhias" afirma Gianfranco Beting, diretor de Comunicação, Marca e Produto da Azul.
TRIP e TAM devem manter codeshare
O presidente e fundador da Trip, José Mário Caprioli, disse nesta quinta-feira que a Trip pretende manter o compartilhamento de voo (codeshare) com a TAM, mesmo após o final do processo de fusão com a Azul. "A TAM mantém hoje codeshare com concorrentes, como no caso das empresas internacionais. Temos voos, como os entre São Paulo e São José do Rio Preto, por exemplo, que alimentam voos internacionais da TAM", disse o executivo.
Caprioli informou que espera que a fusão da Azul e da Trip, anunciada no final de maio, seja autorizada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) até dezembro. "Esse é o nosso desejo", afirmou. Segundo o executivo, até o fim de outubro (entre os dias 20 e 30), o codeshare entre as duas empresas estará implementado em todos os voos de ambas.
Caprioli informou que espera que a fusão da Azul e da Trip, anunciada no final de maio, seja autorizada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) até dezembro. "Esse é o nosso desejo", afirmou. Segundo o executivo, até o fim de outubro (entre os dias 20 e 30), o codeshare entre as duas empresas estará implementado em todos os voos de ambas.
30 de agosto de 2012
A marca TRIP será extinta após fusão entre Azul e Trip
A holding Azul Trip S.A., criada a partir da fusão entre a Azul Linhas Aéreas e a Trip Linhas Aéreas, anuncia hoje que a Azul será a marca que prevalecerá da união entre as duas companhias. O nome Trip terá apenas uma referência gráfica no novo logotipo. Além disso, a holding divulga a autorização de code-share concedida pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
"O índice de rejeição em relação à marca Azul era mínimo. A lembrança da marca tinha uma penetração mais relevante que a Trip", afirma José Mario Caprioli, presidente da Trip Linhas Aéreas. Segundo ele, foram feitos estudos estudos nos mercados de maior relevância para descobrir o grau de aceitação de cada marca.
Estrategicamente também é natural a adoção de uma marca única. "Quando se tem um processo de fusão entre empresas e elas atuam nas mesmas regiões geográficas é normal manter uma marca única", afirma André Castellini, sócio da Bain & Company e analista de aviação.
Na nova empresa, a Azul detém 66,6% de participação, enquanto os investidores da Trip ficaram com 33,3%. As companhias continuam operando de forma independente até a aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), entidade federal responsável por avaliar se fusões e aquisições podem prejudicar a livre concorrência.
O anuncio feito pela a Anac foi no dia 20 de agosto, quando deu o aval para o compartilhamento de voos. De acordo com os dados da Agência, as duas companhias juntas protocolaram 380 pedidos de alteração de horários de transporte. Do total de pedidos de alteração de voos, 129 são da Azul. No caso da Trip, são 251. A Anac informa que todas as solicitações estão sendo analisadas pela área técnica da agência.
Os executivos da Azul Trip S.A. também deverão apresentar oficialmente hoje sua nova estrutura administrativa. Neeleman permanece como presidente do conselho de administração da Azul e será o presidente-executivo da empresa resultante da fusão, que agora será conhecida apenas como Azul. A nova empresa também terá um comitê executivo, presidido pelo atual presidente-executivo da Trip, José Mario Caprioli. Pedro Janot, que ocupava a presidência-executiva da Azul, passará a integrar o conselho de administração, em dois comitês específicos.
Na nova empresa, a Azul detém 66,6% de participação, enquanto os investidores da Trip ficaram com 33,3%. As companhias continuam operando de forma independente até a aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), entidade federal responsável por avaliar se fusões e aquisições podem prejudicar a livre concorrência.
O anuncio feito pela a Anac foi no dia 20 de agosto, quando deu o aval para o compartilhamento de voos. De acordo com os dados da Agência, as duas companhias juntas protocolaram 380 pedidos de alteração de horários de transporte. Do total de pedidos de alteração de voos, 129 são da Azul. No caso da Trip, são 251. A Anac informa que todas as solicitações estão sendo analisadas pela área técnica da agência.
Os executivos da Azul Trip S.A. também deverão apresentar oficialmente hoje sua nova estrutura administrativa. Neeleman permanece como presidente do conselho de administração da Azul e será o presidente-executivo da empresa resultante da fusão, que agora será conhecida apenas como Azul. A nova empresa também terá um comitê executivo, presidido pelo atual presidente-executivo da Trip, José Mario Caprioli. Pedro Janot, que ocupava a presidência-executiva da Azul, passará a integrar o conselho de administração, em dois comitês específicos.
27 de agosto de 2012
Neelman será presidente da Azul Trip, após a conclusão da fusão
O fundador e presidente do Conselho de Administração da Azul Linhas Aéreas, David Neeleman, assumirá o cargo de CEO e presidente-executivo da empresa, informou a companhia aérea em comunicado nesta terça-feira.
Além disso, caso a fusão entre a Azul e a Trip Linhas Aéreas seja aprovada, Neeleman também assumirá a presidência da holding Azul Trip S/A, enquanto José Mario Caprioli, atual presidente da Trip, será presidente do Comitê Executivo e vice-presidente de operações.
Os cargos de vice-presidente financeiro e vice-presidente de receita serão ocupados por John Rodgerson e Trey Urbahn, respectivamente.
"Tais mudanças somente devem ser efetivadas após aprovação da associação pelos órgãos competentes. A escolha dessa nova estrutura se deu após profunda análise e buscou unir o melhor dos dois mundos e aproveitar ao máximo os talentos disponíveis nas duas empresas", afirmou a Azul.
Já Pedro Janot, que ocupava o cargo de presidente desde a criação da Azul, passa a integrar o Conselho de Administração da empresa, liderando o Comitê de Pessoas e Cultura, além de ser membro do Comitê de Relações Institucionais.
Janot sofreu um grave acidente em 2011, e dividia seu tempo entre a presidência da companhia e trabalhos de fisioterapia. "Desta forma, Pedro terá mais tempo para se dedicar à sua completa recuperação", afirmou a Azul.
Azul e Trip anunciaram um acordo de associação em 28 de maio, que ainda precisa de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômico (Cade) e da Agência Nacional de Aviação Civíl (Anac).
Após a aprovação, as empresas passarão a operar sob a holding Azul Trip S/A. Essa associação resultará em uma companhia aérea com cerca de 800 voos diários, 249 mercados atendidos e 99 destinos.
Além disso, caso a fusão entre a Azul e a Trip Linhas Aéreas seja aprovada, Neeleman também assumirá a presidência da holding Azul Trip S/A, enquanto José Mario Caprioli, atual presidente da Trip, será presidente do Comitê Executivo e vice-presidente de operações.
Os cargos de vice-presidente financeiro e vice-presidente de receita serão ocupados por John Rodgerson e Trey Urbahn, respectivamente.
"Tais mudanças somente devem ser efetivadas após aprovação da associação pelos órgãos competentes. A escolha dessa nova estrutura se deu após profunda análise e buscou unir o melhor dos dois mundos e aproveitar ao máximo os talentos disponíveis nas duas empresas", afirmou a Azul.
Já Pedro Janot, que ocupava o cargo de presidente desde a criação da Azul, passa a integrar o Conselho de Administração da empresa, liderando o Comitê de Pessoas e Cultura, além de ser membro do Comitê de Relações Institucionais.
Janot sofreu um grave acidente em 2011, e dividia seu tempo entre a presidência da companhia e trabalhos de fisioterapia. "Desta forma, Pedro terá mais tempo para se dedicar à sua completa recuperação", afirmou a Azul.
Azul e Trip anunciaram um acordo de associação em 28 de maio, que ainda precisa de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômico (Cade) e da Agência Nacional de Aviação Civíl (Anac).
Após a aprovação, as empresas passarão a operar sob a holding Azul Trip S/A. Essa associação resultará em uma companhia aérea com cerca de 800 voos diários, 249 mercados atendidos e 99 destinos.
22 de julho de 2012
Quem é que cancela mais?????
Os passageiros de voos entre Fortaleza (CE) e Manaus (AM) têm mais chances de ter sua viagem frustrada por cancelamentos. Pelo menos é isso que indica uma análise do Procon-SP sobre dados divulgados pela Agência Nacional de Regulação Civil (ANAC)relativos à operação das companhias aéreas brasileiras em maio.
Todas essas etapas foram operadas pela Gol/Varig, que também foi responsável pelos trechos que ficaram em quarto e quinto lugar em cancelamentos: de São Paulo (SP) a Ilhéus (BA), com 81%, e do Rio de Janeiro (RJ) a Campo Grande (MS), 77%. De acordo com o Procon, de todos os voos operados pela empresa em maio, 10% (2.601) sofreram cancelamentos.
Em números absolutos, a Gol/Varig ocupou o primeiro lugar em cancelamentos, mas, se considerada a porcentagem, é a Avianca que fica com o posto, com 13%, uma vez que possui um quadro de voos menor. São exatamente essas duas empresas que também lideram o quadro de rotas canceladas em 100%, que vão de Chapecó (SC) a Florianópolis (SC) e vice-versa. Em maio a Gol/Varig cortou 58 e a Avianca eliminou 62 voos em cada trajeto.
Na época, a pista de pousos e decolagens do aeroporto de Chapecó estava em obras e impedia os trabalhos, mas a ANAC não explicita as razões em suas planilhas, o que, segundo o Procon, dificulta a avaliação do serviço.
Confira a seguir as rotas que tiveram 100% de voos cancelados e as 20 que tiveram maior percentual de cancelamentos, inferior a 100%.
Excluindo-se as rotas que tiveram 100% dos voos cancelados, o trecho aparece em primeiro lugar na lista daquelas com maior percentual de cancelamento das etapas previstas, com 97%. Em segundo lugar na lista, aparece o caminho inverso, Manaus/Fortaleza, com 94%, seguido por Campo Grande (MS)/ Rio de Janeiro (RJ), com 87% de voos cancelados.

Todas essas etapas foram operadas pela Gol/Varig, que também foi responsável pelos trechos que ficaram em quarto e quinto lugar em cancelamentos: de São Paulo (SP) a Ilhéus (BA), com 81%, e do Rio de Janeiro (RJ) a Campo Grande (MS), 77%. De acordo com o Procon, de todos os voos operados pela empresa em maio, 10% (2.601) sofreram cancelamentos.
Em números absolutos, a Gol/Varig ocupou o primeiro lugar em cancelamentos, mas, se considerada a porcentagem, é a Avianca que fica com o posto, com 13%, uma vez que possui um quadro de voos menor. São exatamente essas duas empresas que também lideram o quadro de rotas canceladas em 100%, que vão de Chapecó (SC) a Florianópolis (SC) e vice-versa. Em maio a Gol/Varig cortou 58 e a Avianca eliminou 62 voos em cada trajeto.
Na época, a pista de pousos e decolagens do aeroporto de Chapecó estava em obras e impedia os trabalhos, mas a ANAC não explicita as razões em suas planilhas, o que, segundo o Procon, dificulta a avaliação do serviço.
Confira a seguir as rotas que tiveram 100% de voos cancelados e as 20 que tiveram maior percentual de cancelamentos, inferior a 100%.
| Origem | Destino | Voos Previstos | Empresas Aéreas |
|---|---|---|---|
| Chapecó (SC) | Florianópolis (SC) | 58 | Gol/Varig |
| Florianópolis (SC) | Chapecó (SC) | 58 | Gol/Varig |
| Campinas (SP) | Porto Alegre (RS) | 1 | Gol/Varig |
| Chapecó (SC) | Florianópolis (SC) | 62 | Avianca |
| Florianópolis (SC) | Chapecó (SC) | 62 | Avianca |
| Goiânia (GO) | Não Informado | 31 | Passaredo |
| Não Informada | Goiânia (GO) | 31 | Passaredo |
| Guarulhos (SP) | Ilhéus (BA) | 4 | TAM |
| Porto Alegre (RS) | Maceió (AL) | 8 | TAM |
| Cuiabá (MT) | S.J. Rio Preto (SP) | 1 | TRIP |
| Itaituba (PA) | Parintins (AM) | 4 | TRIP |
| S. J. Rio Preto (SP) | Marília (SP) | 1 | TRIP |
| Não Informada | Brasília (DF) | 4 | TRIP |
| Brasília (DF) | Não Informado | 4 | TRIP |
| Não Informada | Paraupebas (PA) | 4 | TRIP |
| Paraupebas (PA) | Não Informado | 4 | TRIP |
| Class. | Origem | Destino | % de cancel. | Voos Previstos | Nº de cancel. | Empresas Aéreas |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1º | Fortaleza (CE) | Manaus (AM) | 97% | 31 | 30 | Gol/Varig |
| 2º | Manaus (AM) | Fortaleza (CE) | 94% | 31 | 29 | Gol/Varig |
| 3º | Campo Grande (MS) | Rio de Janeiro (RJ) | 87% | 31 | 27 | Gol/Varig |
| 4º | São Paulo (SP) | Ilhéus (BA) | 81% | 31 | 25 | Gol/Varig |
| 5º | Rio de Janeiro (RJ) | Campo Grande (MS) | 77% | 31 | 24 | Gol/Varig |
| 6º | São Paulo (SP) | Resende (RJ) | 77% | 26 | 20 | TRIP |
| 7º | Juiz de Fora (MG) | Resende (RJ) | 77% | 26 | 20 | TRIP |
| 8º | Resende (RJ) | São Paulo (SP) | 77% | 26 | 20 | TRIP |
| 9º | Resende (RJ) | Juiz de Fora (MG) | 77% | 26 | 20 | TRIP |
| 10º | Belo Horizonte (MG) | Maceió (AL) | 75% | 4 | 3 | TAM |
| 11º | Cascavel (PR) | Campinas SP) | 74% | 58 | 43 | Azul |
| 12º | Campinas SP) | Cascavel (PR) | 74% | 58 | 43 | Azul |
| 13º | Curitiba (PR) | Campo Grande (MS) | 74% | 31 | 23 | Avianca |
| 14º | Campo Grande (MS) | Curitiba (PR) | 71% | 31 | 22 | Avianca |
| 15º | Campinas SP) | S. J. dos Campos (SP) | 69% | 58 | 40 | Azul |
| 16º | S. J. dos Campos (SP) | Campinas SP) | 69% | 58 | 40 | Azul |
| 17º | Campo Grande (MS) | Cuiabá (MT) | 68% | 62 | 42 | Avianca |
| 18º | Campinas SP) | Marília SP) | 67% | 27 | 18 | Azul |
| 19º | Cuiabá (MT) | Campo Grande (MS) | 66% | 62 | 41 | Avianca |
| 20º | Porto Alegre (RS) | Porto Seguro (BA) | 56% | 9 | 5 | TAM |
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