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Junto as saídas de emergência, não é permitida a acomodação de crianças ou colocação de bagagens.

Acomodem a bagagem de mão no compartimento acima ou embaixo da poltrona à sua frente.

Lembramos que os pertences de mão trazidos a bordo são de responsabilidade dos clientes.

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14 de julho de 2012

TAM MRO está certificada para realizar manutenção em aeronaves Embraer

A TAM MRO, unidade de negócios de MRO (Maintenance, Repair and Overhaul) da TAM S.A., já está certificada pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) para realizar manutenções e reparos nos jatos da família EMBRAER 170/190, conhecidos como E-Jets.
Dentre as opções de serviços estão os checks B1, B2 e B3 e também a substituição de motores e de trens de pouso. Para tornar-se apta a oferecer esses serviços, a TAM MRO enviou mecânicos a São José dos Campos para receberem, da própria fabricante, o treinamento necessário, além de ter adquirido materiais e ferramentas especiais para realizar os atendimentos em seu hangar, situado no município de São Carlos, interior paulista.

Os E-jets são adequados para rotas de média densidade e, por isso, são utilizados em rotas ponto a ponto e também regionais. Atualmente, 60 companhias aéreas em todo o mundo operam com esse tipo de aeronave, mas os potenciais clientes da TAM MRO são companhias brasileiras e das Américas do Sul e Central.

A nova certificação contribuirá para que a TAM MRO atinja sua meta de crescimento anual de 20%, para a qual o incremento dos serviços a terceiros tem contribuição fundamental. Segundo Luiz Gustavo Silva, diretor-executivo da unidade, “a prioridade é suprir as demandas do mercado latino-americano no que se refere a serviços de manutenção pesada e de componentes. A certificação para atender os jatos de médio porte da Embraer vai ao encontro dessa estratégia e é fundamental para que consigamos alavancar nossos negócios com outras companhias aéreas”.
A Embraer, por sua vez, acredita que ter a TAM MRO como uma opção de manutenção para os E-Jets vai facilitar a operação das companhias aéreas que já possuem essas aeronaves e pode também ser um incentivo a mais para que outras empresas da região passem a ter esses equipamentos em suas frotas.

26 de abril de 2012

SENAI reabre curso de Manutanção de Aeronaves em São Carlos, em parceria com a TAM

O deputado federal Newton Lima (PT-SP) e o prefeito de São Carlos Oswaldo Barba participaram na tarde desta segunda-feira (23) da aula magna que marcou o reinício oficial do curso técnico de Manutenção de Aeronaves da escola do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Além dos alunos, participaram da solenidade o vice-prefeito Emerson Leal, o diretor local do Senai Márcio Vieira Marinho, o representante da TAM Álvaro Augusto dos Santos e o palestrante Clecios Batista.
Ao abrir a cerimônia, Marinho levantou um histórico dos acontecimentos que culminaram na volta do curso para a unidade sãocarlense. O diretor local do Senai ressaltou o importante papel de Newton Lima, do prefeito Barba e da TAM no processo de reinstalação. “Lembro que no dia 12 de setembro recebi um telefonema informando que o Newton, o Barba e o Ruy Amparo [vice-presidente de Manutenção da TAM] estavam na sede da Fiesp negociando a retomada do curso com o Paulo Skaf. Poucos meses depois, aqui estamos”, contou Marinho.
Newton Lima lembrou que o curso de Manutenção de Aeronaves foi ministrado no Senai pela primeira vez no biênio 2006/2007. No entanto, com a crise na aviação mundial decorrente do 11 de setembro, a formação de mão de obra para o setor passou por um período de estagnação. “Mas o segmento não apenas retomou sua pujança como o Brasil vive um ótimo momento econômico, o que alavancou a atividade industrial no País. Precisamos agora de profissionais qualificados para preencher as vagas de emprego”, destacou o deputado.
O parlamentar também estimulou os alunos do curso a darem continuidade aos estudos na área, lembrando-os de que São Carlos é a única cidade do Brasil que oferece formação completa na cadeia aeronáutica. O município conta também com o curso superior de Tecnologia em Manutenção de Aeronaves, instituído neste ano pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP); com a graduação de Engenharia Aeronáutica da USP, que o deputado apoiou para São Carlos em 2002, na qualidade de prefeito; além de cursos de pós-graduação da USP na área. 

O prefeito Barba salientou aos alunos que o setor aeronáutico é a “bola da vez” e que a chance de saírem empregados após a realização do curso do Senai é grande. “O Centro de Manutenção de Aeronaves da TAM está crescendo a cada ano. Também estamos viabilizando a internacionalização do nosso aeroporto, o que irá demandar um número muito maior de profissionais para a manutenção de aeronaves”, pontuou o prefeito.
Os 32 alunos do curso, que é gratuito, foram escolhidos por meio de processo seletivo. As aulas práticas serão realizadas nos laboratórios do Centro de Manutenção de Aeronaves da TAM, conforme previsto no termo de cooperação técnica que estabelece a retomada do curso. 

O representante da empresa no evento revelou que, quando a modalidade foi realizada em 2006, a empresa contratou 80% dos alunos formados. “Com a fusão com a LAN, a perspectiva é triplicar as atividades na nossa unidade sãocarlense nos próximos cinco anos. Hoje, cerca de 850 profissionais trabalham com a manutenção”, finalizou Santos.
Após o pronunciamento das autoridades, o assessor técnico do Senai Clecios Batista fechou o evento com a aula magna "As Perspectivas de Crescimento da Aviação Civil Brasileira".

14 de abril de 2012

GOL recebe homologação da ANAC para manutenção de aeronaves

A Gol Linhas Aéreas Inteligentes S.A. informa que recebeu a homologação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para realizar trabalhos de pintura, convencional e eletrostática, pesagem e recálculo em aeronaves de outras empresas aéreas em seu Centro de Manutenção, localizado em Belo Horizonte/Confins. A autorização da agência, além de representar mais uma oportunidade de geração de receita, inclui aviões que sejam iguais aos da frota da GOL, Boeing 737-700 e 737-800 Next Generation, aeronaves Boeing 737-300 presentes na frota da Webjet, ou de outros modelos e fabricantes com dimensões adequadas ao hangar de pintura.

"Há mais de quatro anos iniciamos um projeto para internalizar os processos relacionados à manutenção. A possibilidade de oferecer serviços a outras companhias demonstra um grande avanço e maturidade no trabalho que realizamos em nosso Centro, além de uma oportunidade adicional de negócios", destaca Adalberto Bogsan, vice-presidente Técnico da GOL. "O objetivo é aprimorar cada vez mais as nossas técnicas, qualificar a mão de obra, otimizar custos e apresentar resultados com qualidade".

O Centro de Manutenção de Aeronaves da GOL foi ampliado em 2010 e, atualmente, tem capacidade para receber até 120 aviões por ano. O projeto de expansão recebeu investimentos de R$65 milhões para a realização de serviços de manutenção pesada e preventiva, pintura de aeronaves e configuração interna de toda a frota da companhia.

29 de novembro de 2011

Manutenção em avião da Air France falha e 'esquece' 30 parafusos

Um Airbus A340 da Air France teve de ser imobilizado em meados de novembro em Boston, nos Estados Unidos, depois que um mecânico da companhia constatou a falta de cerca de 30 parafusos num painel de revestimento do avião. O aparelho havia passado recentemente pela revisão anual feita em Xiamen, na China. A denúncia foi feita por um sindicato de funcionários da Air France.

O sindicato de pilotos e pessoal técnico Alter relatou o episódio num boletim interno, em tom irônico. "Os A340, assim como os Boeing 747, fazem sua principal revisão anual em Xiamen, na China, e o resultado fica à altura das ambições da nossa empresa", diz o texto assinado pela área técnica da companhia francesa. "Ultimamente, o aparelho F-GLZR retornou da China e voou durante alguns dias sem um terço dos parafusos de um painel de revestimento", informa o comunicado.

O A340 partiu da China no dia 10 de novembro com destino ao aeroporto Charles de Gaulle, na região parisiense. O problema só foi detectado no dia 15, depois que o painel de revestimento começou a se deslocar. O painel afetado pela falta de parafusos ficava entre a asa direita e a fuselagem, em uma zona não pressurizada, segundo a Air France.

Um porta-voz da companhia confirmou o incidente, acrescentando que a direção abriu uma investigação interna para apurar as responsabilidades. A Air France afirma, porém, que em nenhum momento a ausência dos parafusos colocou em risco a segurança dos voos.

A manutenção do Airbus A340 foi executada na China pela empresa Taeco, que também presta serviços de revisão para Lufthansa, British Airways, American Airlines, JAL, Emirates, entre outras. Há pelo menos 4 anos a Air France tem a Taeco entre seus fornecedores.

Um especialista em aeronáutica confirmou à agência de notícias France Presse (AFP) que o painel em questão de fato não era uma peça estrutural do avião. O especialista ponderou, no entanto, que "como se trata de uma peça bastante pesada, e pela sua localização, pode-se imaginar que em algumas circusntâncias precisas o painel poderia se desprender e se chocar contra outra peça importante" do aparelho.

O sindicato Alter deplorou a falha de manutenção, lembrando que no ano passado um Boeing 747-400 também precisou ser imobilizado depois de passar por uma revisão malfeita na China. Nesse caso, algumas paredes do avião tinham sido pintadas com tinta inflamável.

22 de maio de 2011

E190 da EMBRAER deve ter seu programa de manutenção reforçado

Após a realização de testes com jatos modelo 190 da Embraer, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) solicitou que a fabricante revise seu programa de manutenção dessas aeronaves. A companhia deve incluir novas inspeções ou diminuir o intervalo entre elas dentro do prazo de 90 dias a contar de 16 de junho.



Conforme a agência, durante a realização de testes de fadiga do avião, foram encontradas trincas em componentes estruturais, que afetariam a segurança de voo. "Essas trincas, se não endereçadas de maneira apropriada, podem afetar adversamente a integridade estrutural do avião", adverte o órgão.
Segundo a Anac, "falha em inspecionar estes componentes estruturais (...) pode impedir a detecção, a tempo, das trincas por fadiga".

A agência de aviação civil dos Estados Unidos também vai determinar que as companhias que utilizam o jato E-190, fabricado pela Embraer SA, reduzam os intervalos entre inspeções após testes da Agência Nacional de Aviação Civil identificarem possíveis falhas estruturais.



“Quando uma autoridade de aviação estrangeira emite uma DA que determina um intervalo de inspeções mais restrito, normalmente emitimos uma DA equivalente nos EUA”, disse Laura Brown, porta-voz da FAA, como é chamada a agência americana, se referindo a documentos conhecidos como diretrizes de aeronavegabilidade.



Segundo a Embraer, o risco sobre possíveis trincas foi verificado pela própria empresa durante os chamados testes de "estresse", que simulam o uso de aeronaves em situações limite. "O comunicado da Anac é apenas uma formalização de tudo o que a própria Embraer informou que implementará no seu processo de manutenção preventiva", afirmou a Embraer à Agência Estado. A companhia não informou, porém, a partir de quantas horas de voo foram detectados os riscos de trincas na estrutura do avião durante os testes.

Em nota, a Embraer comunica que “com relação às notícias divulgadas nos dias 19 e 20 de maio (quinta e sexta-feira),relacionadas ao assunto “ANAC pede mudança em manutenção em Embraer 190 para evitar riscos de falhas estruturais”, baseadas no documento AD EH 2011-05-04 divulgado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a Embraer esclarece que esta Diretriz de Aeronavegabilidade (DA) foi emitida para atender formalmente aos requisitos das autoridades e que não tem nenhum impacto nas operações e na segurança em voo das aeronaves.



A DA determina uma atualização no programa de manutenção e altera os intervalos de algumas inspeções estruturais, sendo baseada nos Requisitos do Teste de Fadiga em Escala Real (Full Scale Fatigue Test Requirements) para certificação de aeronaves, conforme determinações da ANAC, FAA (EUA), EASA (Europa) e TCCA (Canadá). Nenhuma inspeção estrutural não programada para o Embraer 190 está sendo solicitada por esta DA. A DA é uma atualização divulgada pelas autoridades de aeronavegabilidade, sendo um processo normal na indústria para atender a questionamentos posteriores ao processo de certificação da aeronave. Neste procedimento normal, as autoridades emitem Diretrizes de Aeronavegabilidade para comunicar tais questões a todos os operadores das aeronaves”.