Um avião de passageiros que viajava entre o Canadá e a Austrália ajudou a localizar um veleiro à deriva no Oceano Pacífico com a ajuda de binóculos emprestados por um passageiro.
O Boeing 777 da Air Canada, que saiu de Vancouver com destino a Sydney, fez um desvio de 400 km de sua rota original a pedido da Autoridade de Segurança Marítima Australiana (AMSA, na sigla em inglês) após um farol de emergência ser avistado no Mar da Tasmânia, entre a Austrália e a Nova Zelândia.
Os pilotos também reduziram a altitude da aeronave a 1,8 mil metros para ajudar na localização visual do barco. A altitude de cruzeiro de um voo de longa distância é de 11 mil metros.
O barco, com um único ocupante, foi encontrado cerca de 500 km a leste de Sydney.
O navegador havia deixado a área de Sydney havia duas semanas e estava à deriva por cerca de uma semana após perder seu mastro e ficar sem combustível.
Segundo a AMSA, o aviso luminoso de emergência do barco foi avistado por volta das 8h15 de terça-feira (18h15 de segunda-feira em Brasília).
O voo com 270 passageiros e 18 tripulantes a bordo, que já durava 12 horas e estava próximo ao seu destino, foi então desviado em busca do barco.
Segundo um porta-voz da Air Canada, a aeronave pousou com 90 minutos de atraso em Sydney.
"Estamos realmente satisfeitos de poder ter ajudado", afirmou o porta-voz Peter Fitzpatrick ao jornal canadense The Globe and Mail.
Posteriormente, um avião da Air New Zealand que viajava entre Auckland e Sydney também foi desviado, antes da chegada de uma aeronave de resgate australiana que lançou um bote salva-vidas e um telefone por satélite para o navegador à deriva.
Um navio mercante também protegeu o barco dos fortes ventos até a chegada de uma embarcação de resgate.
Um porta-voz da AMSA afirmou à rede Australian Broadcasting Corporation (ABC) que a ajuda dos aviões de passageiros foi necessária por causa da localização remota do veleiro. "A localização do sinal de emergência estava dentro da rota de voo, então precisávamos avaliar a situação, e o Boeing 777 era o mais próximo do local", afirmou o porta-voz Jo Meehan.
Segundo as autoridades, o navegador foi resgatado com segurança e passa bem.
Speech de boas vindas!
Senhoras e Senhores,
Bem vindos ao blog "aqui em cima".
Obeservem o número da poltrona no cartão de embarque.
Junto as saídas de emergência, não é permitida a acomodação de crianças ou colocação de bagagens.
Acomodem a bagagem de mão no compartimento acima ou embaixo da poltrona à sua frente.
Lembramos que os pertences de mão trazidos a bordo são de responsabilidade dos clientes.
Obrigado.
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18 de outubro de 2012
18 de setembro de 2011
Série Uniformes: Air New Zealand

A Air New Zealand é a principal linha aérea da Nova Zelândia. E, atualmente é a única companhia aérea a ter o serviço de "volta ao mundo" em aviões próprios através da rota: Auckland - Hong Kong - Londres - Los Angeles - Auckland.

A história da "Air New Zealand" começa em Abril de 1940, quando a Tasman Empire Airways (TEAL) foi incorporada. A TEAL tinha começado seu primeiro serviço Trans-tasmânico em aviões aquáticos, que ao longo dos anos foi se estendendo até o serviço internacional. Em outubro de 1953, os governos da Austrália e Nova Zelândia assumiram a direção da empresa, para em 1961 o governo neozelandês a dirigir por completo.

Juntamente com a TEAL, o governo da Nova Zelândia criou a "NZ National Airways Corporation" (NAC) em 1947, que operava os vôos domésticos entre os maiores centros do país e as capitais das províncias. As duas formariam a base da atual companhia. Em 1965, a TEAL foi renomeada "Air New Zealand" operando somente rotas internacionais.
Trinta anos depois, a NAC foi incorporada, fazendo desta forma que a empresa operasse tanto para doméstico como internacional. Em 1989, ela foi privatizada e comprada pelo consórcio entre Brierley Investiments e as companhias aéreas Qantas, Japan Airlines(JAL) e American Airlines. Em março de 1999, ela se torna membro da Star Alliance.


Em 2006, a Air New Zealand iniciou um processo de modernização de sua marca, incluindo nisso, um novo logo, um novo esquema de cores e um uniforme desenhado por Zambesi.

Esses uniformes apresentavam uma paleta de cores que espelhava o greenstone, tons de xisto, teal, ardósia, o céu e o mar. O uniforme era confeccionado em lã merino, mas como foi muito criticado pelos funcionários e clientes da companhia, em 2009, houve uma nova mudança no uniforme, desta vez realizada de acordo com a necessidade dos funcionários, sendo as peças desenvolvidas a bordo das aeronaves.
No mesmo ano, a empresa lançou a campanha "Nothing to Hide"(na tradução livre: Nada a esconder); a campanha contou com nada menos que noventa colaboradores da própria Air New Zealand, sendo que oito deles trocaram seus uniformes reais por uma versão do mesmo pintado nos corpos, sendo que até mesmo o chefe executivoRob Fyfe fez uma apariçãocom o corpo todo pintado.

A campanha foi concebida para diferenciar Air New Zealand de concorrentes de baixo custo que cobram encargos adicionais, caso o passageiro leve consigo uma bagagem ou queira tomar uma bebida. Air New Zealand tem passagens aéreas que incluem franquia de bagagem e refrescos.
O comercial de TV foi acompanhado por um vídeo de segurança usando o mesmo tema. O vídeo de segurança, intitulado Essentials Bare, é mostrado em todos os Boeings 737-300 da companhia. O vídeo possui um piloto e quatro comissários de voo; uma outra versão foi lançada mais tarde, desta vez para o Airbus A320. O anúncio de TV e em voo de vídeo de segurança usam a faixa "Under My Skin" interpretada pela cantora Gin Wigmore.
(vídeo de segurança Nothing to Hide)
Ambos os vídeos podem ser visualizados no site da campanha Nada a esconder, no YouTube o comercial de TV atraiu quase 4 milhões de visualizações e do vídeo de segurança de vôo-in reuniu mais de 4,5 milhões, se tornando um gigantesco sucesso internacional.
Na mesma época dessa campanha publicitária, a Air New Zealand resolveu pintar uma de suas aeronaves em homenagem à seleção de Rugby toda de preto e branco, como mostra o vídeo abaixo:
E, como é tradição na Air New Zealand, essa aeronave também tem um vídeo de segurança todo personalizado e muito bem feito!
No ínicio de 2011, a companhia recebeu seu 1º Boeing 777, e, para comemorar esse marco na história da companhia, a Air New Zealand chamou a estilista Tressile Cooper, que desenhou a nova proposta de uniforme baseada no interior da nova aeronave.


Porta-voz da companhia aérea, Ed Sims, disse que o uniforme será usado por mais de 5000 funcionários; baseado em temas da Nova Zelândia que ainda permite a escolha individual, abordando tipo de corpo e preferências de personalidade.

"Nós também temos trabalhado em estreita colaboração com Trelise para garantir a harmonia da paleta de cores dos uniformes com o novo interior do 777", disse ele.


Jack Yan, editora de moda da revista Lucire, disse que os padrões escolhidos condizem com a herança da Air New Zealand, mas questionou a escolha da cor. "Eu sei companhias aéreas querem encontrar diferenciação, o que é muito importante hoje em dia, mas tenho algumas dúvidas sobre se rosa transmite quaisquer valores nacionais(neo-zeolandezes)".
(vídeo de lançamento dos novos uniformes)
Juntamente com os novos uniformes, a Air New Zealand criou o "Clothes Hangar"(Hangar das roupas, na tradução literal), uma espécie de loja inspirada nos temas dos uniformes (inspirada no departamento de uniformes da TAM), onde todos os uniformes, de todos os tamanhos, ficam expostos esperando o colaborador vir retirar o seu.








31 de janeiro de 2011
A320neo e mais algumas coisinhas da Airbus...
A Airbus minimizou as expectativas a respeitos das encomendas do A320neo, depois que um analista de Wall Street divulgou a previssão de vendas de até 1000 unidades até junho. Morgan Stanley citou em reportagens na última quinta-feira, que a fabricante europeia poderia vender de 500 a 1000 unidades do avião antes da Paris Air Show.

O diretor de vendas da Airbus, John Leahy, classificou o número como "excessivamente otimista", mas reiterou que a empresa espera vender "muitas centenas" de unidades durante o período. O executivo disse ainda que teve conversas preliminares com a Air Lease Corp sobre o avião.
E, por falar em empresas de leasing, a GE Capital Aviation Services (GECAS), a divisão financeira e arrendadora de aviões comerciais da General Electric assinou uma encomenda firme de mais 12 aeronaves de longo alcance A330-300, aumentando para 32 o número total de A330 adquiridos pela GECAS.
“Esta encomenda aumenta o nosso atual portfólio de aviões A330”, disse Norman C.T. Liu, Presidente e CEO da GECAS. “Uma parte fundamental da nossa estratégia é expandir a oferta de produtos wide body da companhia, para satisfazer a demanda dos nossos clientes”.
“Esta nova encomenda da GECAS ressalta a crescente popularidade do A330 e destaca a forte demanda do mercado, especialmente para o A330-300”, declarou John Leahy, Diretor de Operações com os Clientes da Airbus. “A imbatível eficiência econômica e o comprovado apelo desse avião fazem dele a escolha perfeita no mercado atual para as rotas de média capacidade”.

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A companhia de leasing e financiadora de aviões Air Lease Corporation (ALC) recebeu seu primeiro A320 direto da fábrica, encomendado a Airbus para ser arrendado e operado pela Air New Zealand. A companhia deve receber mais 13 aeronaves nos próximos cinco anos.

A Air New Zealand criou uma decoração única para o novo avião, como parte de sua campanha Crazy About Rugby (Loucos por Rugby, em português) com a cor da equipe nacional de rugby da Nova Zelândia, a mundialmente famosa, All Blacks.

Este é o primeiro A320 entregue à ALC equipado com motores IAE e operado pela Air New Zealand. "Estamos muito satisfeitos por entregar o primeiro A320 da encomenda feita à Airbus pela Air New Zealand. O arrojado esquema de pintura todo preto, reflete o sucesso da empresa como das companhias aéreas líderes e mais inovadoras do mundo", disse Steven F. Udvar-Hazy, Presidente e CEO da ALC.
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E, para fechar este post, A Airbus considerou nesta terça-feira que o relatório final da Organização Mundial do Comércio sobre a subvenção dos Estados Unidos à Boeing demonstrará que a concorrente recebeu importantes ajudas legais, e que a Europa poderá reclamar 45 bilhões de dólares a título de indenização.
O relatório final da OMC será entregue na próxima segunda-feira em sua sede de Genebra aos representantes das duas partes, Europa e Estados Unidos.
"Confirmará que a Boeing receberá importantes somas de ajudas ilegais", declarou Maggie Bergsma, porta-voz da Airbus. "Consideramos que uma cifra de pelo menos 45 bilhões de dólares poderá ser reclamado por conceito de indenização", acrescentou.

O diretor de vendas da Airbus, John Leahy, classificou o número como "excessivamente otimista", mas reiterou que a empresa espera vender "muitas centenas" de unidades durante o período. O executivo disse ainda que teve conversas preliminares com a Air Lease Corp sobre o avião.
E, por falar em empresas de leasing, a GE Capital Aviation Services (GECAS), a divisão financeira e arrendadora de aviões comerciais da General Electric assinou uma encomenda firme de mais 12 aeronaves de longo alcance A330-300, aumentando para 32 o número total de A330 adquiridos pela GECAS.
“Esta encomenda aumenta o nosso atual portfólio de aviões A330”, disse Norman C.T. Liu, Presidente e CEO da GECAS. “Uma parte fundamental da nossa estratégia é expandir a oferta de produtos wide body da companhia, para satisfazer a demanda dos nossos clientes”.
“Esta nova encomenda da GECAS ressalta a crescente popularidade do A330 e destaca a forte demanda do mercado, especialmente para o A330-300”, declarou John Leahy, Diretor de Operações com os Clientes da Airbus. “A imbatível eficiência econômica e o comprovado apelo desse avião fazem dele a escolha perfeita no mercado atual para as rotas de média capacidade”.

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A companhia de leasing e financiadora de aviões Air Lease Corporation (ALC) recebeu seu primeiro A320 direto da fábrica, encomendado a Airbus para ser arrendado e operado pela Air New Zealand. A companhia deve receber mais 13 aeronaves nos próximos cinco anos.

A Air New Zealand criou uma decoração única para o novo avião, como parte de sua campanha Crazy About Rugby (Loucos por Rugby, em português) com a cor da equipe nacional de rugby da Nova Zelândia, a mundialmente famosa, All Blacks.

Este é o primeiro A320 entregue à ALC equipado com motores IAE e operado pela Air New Zealand. "Estamos muito satisfeitos por entregar o primeiro A320 da encomenda feita à Airbus pela Air New Zealand. O arrojado esquema de pintura todo preto, reflete o sucesso da empresa como das companhias aéreas líderes e mais inovadoras do mundo", disse Steven F. Udvar-Hazy, Presidente e CEO da ALC.
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E, para fechar este post, A Airbus considerou nesta terça-feira que o relatório final da Organização Mundial do Comércio sobre a subvenção dos Estados Unidos à Boeing demonstrará que a concorrente recebeu importantes ajudas legais, e que a Europa poderá reclamar 45 bilhões de dólares a título de indenização.
O relatório final da OMC será entregue na próxima segunda-feira em sua sede de Genebra aos representantes das duas partes, Europa e Estados Unidos.
"Confirmará que a Boeing receberá importantes somas de ajudas ilegais", declarou Maggie Bergsma, porta-voz da Airbus. "Consideramos que uma cifra de pelo menos 45 bilhões de dólares poderá ser reclamado por conceito de indenização", acrescentou.
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