Speech de boas vindas!

Senhoras e Senhores,

Bem vindos ao blog "aqui em cima".

Obeservem o número da poltrona no cartão de embarque.

Junto as saídas de emergência, não é permitida a acomodação de crianças ou colocação de bagagens.

Acomodem a bagagem de mão no compartimento acima ou embaixo da poltrona à sua frente.

Lembramos que os pertences de mão trazidos a bordo são de responsabilidade dos clientes.

Obrigado.
Mostrando postagens com marcador Air BP. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Air BP. Mostrar todas as postagens

24 de março de 2012

Três gigantes da aviação em prol do meio ambiente

A Boeing, a Airbus e a Embraer assinaram no dia 22 de março (quinta-feira), um memorando de entendimento para trabalharem juntas no desenvolvimento de biocombustíveis de aviação acessíveis. As três principais fabricantes na indústria aeroespacial concordaram em buscar oportunidades para colaboração e diálogo conjunto entre governo, produtores de biocombustíveis e outras partes interessadas em apoiar, promover e acelerar a disponibilidade de fontes sustentáveis de novos combustíveis para aviação.

O presidente e CEO da Boeing Commercial Airplanes, Jim Albaugh, o presidente e CEO da Airbus, Tom Enders, e o presidente da Embraer Aviação Comercial, Paulo César Silva, assinaram o acordo na cúpula de Aviação e Meio Ambiente da ATAG (Air Transport Action Group), em Genebra.

"Há momentos para competir e há momentos para cooperar", afirma Jim Albaugh. "Duas das maiores ameaças à nossa indústria são o preço do petróleo e o impacto da aviação comercial no nosso ambiente. Ao trabalhar com a Airbus e Embraer na questão dos biocombustíveis sustentáveis, podemos acelerar a sua disponibilidade e reduzir os impactos da nossa indústria sobre o planeta que partilhamos".

"Nós conseguimos muito nos últimos dez anos ao reduzir a pegada de CO2 da nossa indústria – um crescimento no tráfego de 45%, mas com o consumo de combustível subindo apenas 3%", afirma Tom Enders. "A produção e utilização de quantidades sustentáveis ??de biocombustíveis de aviação são essenciais para o cumprimento das metas ambiciosas de redução na emissão de CO2 da nossa indústria. Nossa contribuição para isso se dá por meio de pesquisa e tecnologia, da expansão de nossa rede mundial de cadeia de valor e do suporte ao objetivo da comissão europeia que é de ter 4% de biocombustíveis na aviação até 2020”, conclui Enders.

"Estamos todos empenhados em assumir um papel de liderança no desenvolvimento de programas de tecnologia que irão facilitar o desenvolvimento e a real aplicação dos biocombustíveis na aviação de forma mais rápida do que se estivéssemos fazendo isso de forma separada", afirma o representante da indústria brasileira, Paulo César Silva. "Poucas pessoas sabem que o programa brasileiro de biocombustíveis automotivo começou dentro da nossa comunidade de pesquisa aeronáutica, durante a década de Setenta, e vamos continuar a fazer história".

O acordo de colaboração apoia a abordagem da indústria multifacetada continuamente reduzir as emissões de carbono da indústria. A inovação contínua, estimulada pela dinâmica do mercado competitivo que impulsiona cada fabricante para melhorar continuamente o desempenho do produto e do ar, pela modernização do tráfego, são outros elementos essenciais para a obtenção de carbono neutro, o crescimento para além de 2020 e reduzir pela metade as emissões da indústria em 2050 com base em níveis de 2005.

"Ver estes três líderes da aviação deixando de lado suas diferenças competitivas e trabalhando juntos em prol do desenvolvimento dos biocombustíveis, ressalta a importância e foco que a indústria está colocando em práticas sustentáveis", disse o diretor executivo da ATAG, Paul Steele. "Através desses tipos de acordos de colaboração da indústria, a aviação está fazendo todo o possível para conduzir reduções mensuráveis nas emissões de carbono, enquanto continua a fornecer forte valor econômico e social globalmente".

As três empresas são membros associados do Grupo de Usuários de Combustíveis Sustentáveis na Aviação (www.safug.org), que inclui 23 companhias aéreas responsáveis por aproximadamente 25% do consumo anual de combustível para a aviação. A Boeing e a Embraer já estão colaborando para estabelecer uma indústria de biocombustíveis sustentáveis de aviação no Brasil e explorando novos caminhos tecnológicos para ampliar seu fornecimento e disponibilidade. A Airbus, juntamente com a AirBP e a TAM também trabalham em São Carlos para consolidar o bioquerosene de pinhão manso. A Boeing e a Airbus também agem de forma ativa em todo o mundo para ajudar a estabelecer cadeias de suprimento regionais, enquanto os três fabricantes disponibilizam voos com biocombustíveis - desde que órgãos regulatórios globais os aprovaram para uso comercial em 2011.

2 de março de 2011

Xiiiiiiiiiii, abre o olho e o bolso também!!!!!!!!

A Petrobras reajustou nesta terça-feira o querosene de aviação em 6,52%. O combustível subiu pela terceira vez neste ano e já acumula alta de 16,08%, segundo o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias.



A estatal confirmou o aumento, que sempre ocorre no primeiro dia de cada mês. Mas não informou o percentual de reajuste, dizendo se tratar de uma informação comercial e estratégica. O combustível é a principal fonte de despesa das companhias aéreas e chega a representar de 30% a 35% do custo total das companhias.

No caso do querosene de aviação e de outros produtos de uso industrial e comercial (nafta, óleo combustível e outros), a Petrobras corrige os preços todos os meses --para cima ou para baixo, de acordo com as condições de preço do mercado externo. É levada em conta a variação do próprio produto refinado e também do petróleo, cuja cotação subiu com a revolta na Líbia e as tensões em outros países árabes.




O comportamento do câmbio também é considerada na fórmula de reajuste, já que as cotações são convertidas para o real --que tem se mantido mais ou menos estável desde o início do ano.



O mecanismo usado para o querosene é diferente do adotado para gasolina e diesel, para os quais a Petrobras segura repasses imediatos de altas e quedas do petróleo e os alinha ao mercado externo no longo prazo. Nesses produtos, a Petrobras já está com seus preços defasados.

8 de dezembro de 2010

Mais novidades no segmento de bioquerosene

A TAM, a Ecodiesel e a Curcas anunciaram que se uniram para analisar a viabilidade da produção sustentável do bioquerosene a partir do pinhão manso no Brasil.

"Estamos trabalhando de forma colaborativa com empresas do segmento de aviação e biocombustíveis para desenvolver um projeto totalmente integrado, desde a produção agrícola até a distribuição do combustível nos aeroportos. Nesta fase inicial, serão feitos os estudos necessários para a comprovação da sustentabilidade e da viabilidade econômica da produção. Esperamos iniciar a produção comercial em 2013", afirmou o diretor executivo da Curcas, Rafael Abud.

Os estudos de sustentabilidade serão realizados pela Universidade de Yale, dos Estados Unidos, e serão patrocinados pela Airbus. O grupo ainda conta com a colaboração da Air BP, distribuidora de combustíveis aeronáuticos.

O grupo ainda informa que o bioquerosene está em estágio avançado de homologação pela ASTM International, entidade internacional que formula os padrões para diversos segmentos industriais, afim de que o bioquerosene seja adicionado ao querosene comum em até 50% nos voos comerciais.

Ou seja, a aviação verde vem aí com tudo!!!!!!!