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Senhoras e Senhores,

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Obeservem o número da poltrona no cartão de embarque.

Junto as saídas de emergência, não é permitida a acomodação de crianças ou colocação de bagagens.

Acomodem a bagagem de mão no compartimento acima ou embaixo da poltrona à sua frente.

Lembramos que os pertences de mão trazidos a bordo são de responsabilidade dos clientes.

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28 de novembro de 2012

787-10 pode vir por aí...

A Boeing afirmou nesta segunda-feira que estava avançando com planos para uma versão maior de seu modelo 787 Dreamliner, mas acrescentou que é necessário mais trabalho antes que obtenha a aprovação para um lançamento oficial.
A Boeing disse que tem conversado com companhias aéreas e empresas de leasing para definir as especificações para o 787-10, uma versão maior dessa linha e um concorrente poderoso para o A350, da Airbus.

"Nós temos muito apoio dentro da empresa, incluindo o Conselho de Administração", disse o vice-presidente e gerente geral do programa 787, Larry Loftis, sobre o 787-10 durante uma conferência com investidores organizada pela RBC Capital Markets, nesta segunda-feira.

"Nós ainda temos mais algum trabalho a fazer antes de estarmos prontos para iniciar o programa e/ou ter autorização para lançar o programa", Loftis acrescentou.

A esperada versão maior do 787 teria como interessadas as companhias aéreas para viagens de longo curso.
Loftis disse que a carteira de encomendas do 787 atualmente estava dividida em cerca de 60 por cento para o modelo 787-8, que pode transportar 210-250 passageiros, e 40 por cento para o 787-9, uma versão ligeiramente maior projetada para acomodar até 290 assentos.

A Boeing disse que a montagem final da versão 787-9 começará provavelmente no final da primavera ou início do verão do próximo ano no hemisfério Norte, com a primeira entrega prevista para o início de 2014.

Em busca do voo silencioso

Nasa e Boeing estão desenvolvendo um avião com design inovador. As pesquisas pretendem construir um modelo de aeronave para transporte de passageiros mais eficiente. Uma das preocupações dos engenheiros envolvidos no projeto X-48 é criar um avião que seja muito mais silencioso, poupando vizinhos de aeroportos do incômodo provocado pelo ruído dos aviões.
Projetar o avião do futuro também envolve criar soluções que aumentem a eficiência no consumo de combustível e a segurança. Para melhorar o desempenho da aeronave, as empresas apostaram num desenho que foge completamente do tradicional: em vez de asas transversais e uma fuselagem longa, o X-48 foi proposto para usar o conceito de asas curvas (blended wings, no inglês).
Essa proposta oferece melhor desempenho aerodinâmico para o avião, o que diminui a necessidade de consumo de combustível: se a aeronave tem melhor capacidade de perfurar o ar e gerar sustentação, menos combustível os motores irão consumir para mantê-la voando.
Em termos de diminuição de ruído, a equipe de projeto decidiu equipar os protótipos com turbinas menores e cuidadosamente isoladas. A ideia é garantir que a aeronave seja mais silenciosa do ponto de vista das pessoas na terra, seja nas manobras no aeroporto, ou nos primeiros quilômetros após a decolagem ou antes da aterrissagem, que perturbam consideravelmente as vizinhanças dos aeroportos.
Não há data prevista para a Boeing lançar comercialmente o primeiro modelo baseado nas concepções do X-48. Entretanto, as diversas versões e protótipos do projeto, juntas, já somam 100 voos bem sucedidos. A Boeing pretende realizar ainda 20 outras missões com os protótipos antes de considerar o programa de desenvolvimento como concluído.

Airbus assina acordo para produção de bioquerosene de alga

A Airbus assinou nesta quarta-feira um acordo com o fabricante chinês de biocombustível, ENN, para explorar conjuntamente um combustível alternativo para a indústria de aviação.
Junto com sua companhia matriz EADS Innovation Works, a Airbus assinou o Memorando de Entendimento (ME) com a ENN, um dos fabricantes mais avançados da China, para desenvolver o combustível feito de óleo de alga.

O acordo foi feito no âmbito da 9ª Exposição Internacional de Aviação e Aeroespaço da China em Zhuhai, Província de Guangdong, sul do país.

O óleo de alga, extraído, processado e refinado a partir de alguns tipos de alga, é considerado uma das maneiras mais promissoras para a produção de biocombustível na indústria de aviação.

Segundo o ME, um voo teste com o biocombustível está programado para 2013 na China, depois da finalização de um estudo de viabilidade sobre o biocombustível entre a China e os Estados Unidos.

Os parceiros também concordaram em avaliar os impactos ambientais, econômicos e sociais do uso de biocombustível na aviação, e promover seu marketing na China.

A ENN, que tem equipamentos de extração de óleo de micro-alga, pode fabricar mais de 10 toneladas do produto anualmente. A partir de 2013, a companhia aumentará sua capacidade para satisfazer a demanda de voos que usam biocombustível.

Guerra, doce guerra... Airbus e Boeing trocam farpas publicamente

A Airbus e a Boeing travaram uma verdadeira discussão em público sobre o desempenho dos mais recentes modelos, em meio à briga por mercado com base em aviões que prometem eficiência de combustível às endividadas companhias aéreas.

A briga está chegando às principais publicações especializadas com uma série de anúncios carregados na tinta em que as fabricantes tentam manter o espaço no mercado de aviões comerciais, que movimenta 100 bilhões de dólares por ano.
Na mais recente capítulo dessa troca de farpas, a Airbus publicou um anúncio na revista Aviation Week em que acusa a rival de "exagerar as capacidades" dos modelos 737 e 747.

O anúncio trazia a imagem de um Boeing com nariz de Pinóquio e a seguinte frase: "Por que nosso concorrente está distorcendo a verdade?".

O diretor de vendas da Airbus, John Leahy, disse que a fabricante europeia recorreu ao Pinóquio em resposta às recentes propagandas em que a Boeing apresentava seus modelos como muito melhores que os da rival.

"Eles estão deturpando a verdade em termos de magnitude", afirmou Leahy à Reuters.

A Boeing explicou o anuncio: "Acreditamos - e a História tem mostrado isso - no desempenho superior de nossos produtos e serviços. Nós nos baseamos em números", disse o porta-voz da Boeing, Marc Birtel.

TAM inaugurou rota Rio Montevideo

Os passageiros do primeiro voo da TAM Linhas Aéreas entre Montevidéu e Rio de Janeiro, realizado no último dia 14, foram surpreendidos com ações especiais, realizadas em parceria com a Riotur e com o Rio Convention & Visitors Bureau.
Quando chegaram para o embarque rumo à Cidade Maravilhosa, os clientes foram convidados para tirar uma foto ao lado de uma modelo com uma fantasia típica do carnaval brasileiro. A foto foi utilizada para confeccionar cartões postais, enviados por e-mail para uma pessoa indicada pelo cliente.

Ao desembarcar no Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão, os passageiros do voo inaugural ainda receberam um mapa da Cidade Maravilhosa e uma mochila. Além de presentear os turistas, a ação teve como objetivo divulgar o destino Rio de Janeiro, já que a mochila faz menção à cidade.
A ligação entre as cidades sul-americanas é feita diariamente, sem escalas, por um Airbus A320. O voo JJ 8039 decola da capital uruguaia às 18h30 (horário local) e chega ao Rio de Janeiro às 21h07. O caminho inverso é feito pelo voo JJ 8038, que deixa a cidade fluminense às 7h45, pousando às 10h50 no Aeroporto Internacional de Carrasco.

CADE aprova AzulTrip, mas pede fim do code-share com TAM

A Superintendência do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sugeriu nesta quinta-feira (22) a aprovação da associação entre as companhias aéreas Trip e Azul Linhas Aéreas, porém com restrições.
Em nota, o Cade afirmou que a operação é pró-competitiva, porém a aprovação do ato de concentração deve ser condicionada à extinção gradativa, em até dois anos, do acordo de codeshare (compartilhamento de voos) entre TAM e Trip.

O acordo, de 2004, é anterior à fusão Azul Trip e permitia a complementaridade da atuação das duas empresas, já que a TAM atua principalmente em rotas entre cidades maiores enquanto a Trip opera em rotas regionais.

No entanto, com a associação entre as duas empresas, a manutenção deste acordo poderia desestimular a concorrência no setor aéreo.
Além disso, a Superintendência Geral do Cade identificou que Azul e Trip atuam nos segmentos de transporte aéreo de passageiros e também de cargas, ambos os casos em âmbito nacional.

No transporte de cargas, as duas empresas têm atuação pouco expressiva, porém no segmento de transporte de passageiros em menos de 10% do total de trechos operados por Azul Trip foi identificada a atuação das duas empresas.

"A baixa concentração de rotas comuns entre as aéreas indica a complementaridade de suas malhas. Assim, a fusão poderá resultar em uma nova empresa com maior capacidade de competir no setor de aviação civil nacional. Entre outros benefícios, a operação pode gerar uma malha ampla e interligada, com grande inserção regional", diz o Cade, em nota.
Ainda segundo o Conselho, em um cenário nacional, a empresa fusionada teria participação de mercado de 14%, bastante inferior a das rivais líderes, Gol e TAM, que possuem participações individuais superiores a 40%.

AZUL recebe seu primeiro avião com a nova marca


A Azul Linhas Aéreas acaba de receber uma aeronave especial. Vindo da fabricante em Toulouse, na França, um ATR 600, de matrícula PR-AQB, é a primeira aeronave que ostenta a nova identidade visual da empresa resultante da união entre a Azul Linhas Aéreas e a Trip Linhas Aéreas após aprovação das autoridades governamentais. O turboélice será operado pela Trip e deve entrar em sua malha no dia 5 de dezembro.
A nova identidade visual traz a letra “U” na palavra “Azul” grafada em uma tonalidade diferente, fazendo alusão à marca da Trip, além de simbolizar a união das duas companhias. Há ainda outra mudança: as expressões “Linhas Aéreas Brasileiras” e “Brazilian Airlines”, que hoje fazem parte da marca, deixam de existir, uma vez que a empresa já se consolidou como uma companhia aérea e brasileira.
Os novos aviões, encomendados pelas duas aéreas, já sairão de fábrica com a nova identidade unificada. Quanto aos aviões já existentes nas malhas das empresas, esses receberão gradativamente a nova identidade unificada quando do cumprimento dos trabalhos de manutenção e repintura, programados para acontecer ao longo dos próximos anos. A expectativa é de que em dois anos toda a frota esteja sob a nova marca.



Governo se mexe e resolve intervir no fim da webjet

O ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Wagner Bittencourt, vai se reunir nesta quarta-feira, às 9h, com representantes da Gol Linhas para tratar do encerramento das operações da Webjet, anunciado na última sexta-feira. A decisão da Gol resultou na demissão de 850 funcionários, entre tripulação técnica, tripulação comercial e manutenção de aeronaves.
Também participarão da reunião o diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Marcelo Guaranys, e o secretário-executivo da SAC, Guilherme Ramalho. Pela companhia, estarão presentes o presidente da Gol, Paulo Sergio Kakinoff, e o presidente do conselho de administração da Gol, Constantino Júnior.

Ex-funcionários da Webjet anunciaram na segunda-feira que deverão entrar com um pedido no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para que o órgão revise a decisão sobre a fusão entre Gol e Webjet, julgada no mês passado.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) também pretende intermediar um acordo entre a companhia aérea Gol e os funcionários da Webjet a respeito das demissões, segundo informou hoje o secretário de Relações do Trabalho do ministério, Manoel Messias. O encontro entre representantes das empresas e dos funcionários, como sindicatos, ainda não tem data prevista.

Todo esse bafafá e movimentação do governo em torno da GOL/Webjet se deve ao fato de que em 2013, haverá a desoneração da folha de pagamento das companhias aéreas, benefício tardio que o governo criou para aquecer a economia e reverter os consecutivos prejuízos amargados pelas companhias esse ano. O único detalhe que foi esquecido, é a garantia do empregos por parte das companhias.

Esse benefício, vem nos mesmos moldes da redução do IPI para as montadoras de automóveis, mas não há a clausula que obriga as empresas aéreas a manterem os cargos já existentes; e agora, a Secretaria de Aviação Civil tenta consertar esse erro negociando com a GOL.