Um avião da TAM que saiu de Aracaju com destino a Guarulhos (SP) na noite desta sexta-feira (26) foi interceptado por um caça F5 da Força Aérea Brasileira. Segundo a FAB, o voo do Airbus A-320 mudou a rota que estava programada.
A Força Aérea desconfiou que o airbus tinha sido sequestrado, já que estava há 50 minutos sem estabelecer contato. O caça seguiu o avião comercial de perto sem que o piloto e os passageiros percebessem a aproximação.
O voo chegou sem atraso ao Aeroporto de Guarulhos. Oficialmente a operação foi descrita pela FAB como procedimento de socorro em voo.
A assessoria de imprensa da TAM confirmou a falha na comunicação e afirmou que em nenhum momento houve risco à segurança. Informou ainda que a aeronave esteve todo o tempo identificada nas telas dos radares de Vigilância do Sistema Aéreo, voando em uma rota prevista nas cartas de navegação.
Speech de boas vindas!
Senhoras e Senhores,
Bem vindos ao blog "aqui em cima".
Obeservem o número da poltrona no cartão de embarque.
Junto as saídas de emergência, não é permitida a acomodação de crianças ou colocação de bagagens.
Acomodem a bagagem de mão no compartimento acima ou embaixo da poltrona à sua frente.
Lembramos que os pertences de mão trazidos a bordo são de responsabilidade dos clientes.
Obrigado.
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30 de outubro de 2012
15 de julho de 2012
Boeing amplia pacote dos caças que pretende vender ao Brasil
O pacote de transferência de tecnologia dos caças F18 Super Hornet ao Brasil poderá ser "ampliado" na medida em que seja aprofundada a cooperação e a confiança entre os governos dos Estados Unidos e do Brasil e entre as companhias dos dois lados envolvidas no projeto. Segundo o vice-presidente do Programa Boeing F/A-18, Mike Gibbons, o mesmo o tratamento foi dado pela companhia aos seus atuais clientes desse segmento de defesa.
"O Brasil e os EUA precisam um do outro. Os EUA precisam do Brasil para estar seguro. Por isso, se o Brasil comprar os F18 Super Hornet e tornar-se um aliado dos EUA, a parceria a confiança mútua vai se expandir, e a transferência tecnológica será estendida para um potencial adicional", afirmou Gibbons ao Estado. "A transferência tecnológica para os nossos atuais clientes está em contínua ampliação, na medida em que aumenta a parceria e a confiança dos dois lados", completou. Desde o ano passado, a Boeing tem demonstrado seu especial interesse na ampliação de negócios com o Brasil. Abriu um escritório em São Paulo, enviou como sua representante a ex-embaixadora americana em Brasília Donna Hrinak e, recentemente, fechou acordos com a Embraer para o aperfeiçoamento do A-29 Super Tucano e para apoio nas vendas do cargueiro KC-390 aos EUA e a outros países.
A Boeing também fechou parceria com a AEL, subsidiária no Brasil da israelense Elbit Systems, para o fornecimento de novas telas do painel de controle (como as de um vídeo game de última linha) para os seus caças, inclusive os eventuais F18 a serem entregues ao Brasil. A companhia americana faz dessas parcerias com a Embraer e a AEL exemplos da cooperação que pretende manter com outras empresas brasileiras, seja como fornecedoras de peças e partes ou como parceiras na concepção de futuros aviões. "O Brasil tem a opção de construir o seu próprio caça. Mas oferecemos uma melhor oportunidade para suas empresas que vierem a construir componentes, já em fase de desenho, para os novos Super Hornet e outros projetos futuros da Boeing", afirmou Gibbons. "Esse é um trabalho de alta qualidade e mais durável. Além dessa vantagem em curto prazo, queremos oferecer melhor valor agregado para o desenvolvimento de novas aeronaves."
A rigor, a promessa de transferência tecnológica americana não traz o adjetivo "irrestrito", presente na oferta da concorrente francesa, a Dassault, com seus caças Rafale. A qualificação pesou na disposição do então presidente Luis Inácio Lula da Silva de dar preferência nesse negócio à França, em 2009.
O compromisso americano está escudado sobretudo na palavra do presidente dos EUA, Barack Obama, que concorre à reeleição em novembro. Em visita ao Brasil, em abril passado, o secretário da Defesa, Leon Panetta, garantiu a ampla transferência tecnológica, inclusive nas áreas sensíveis, se o governo Dilma Rousseff optar pelos Super Hornet. Mas a palavra final sobre tal questão pertence ao Senado americano. O Senado, na opinião de Gibbons, não teria como recuar. A Boeing, salientou ele, estaria preparada para iniciar a produção assim que fosse fechado o pacote de produção industrial. "Estamos prontos este ano, se for preciso", afirmou Gibbons, sem deixar transparecer o desapontamento da Boeing com a nova postergação, desta vez para o final de dezembro, da decisão do governo brasileiro sobre o FX2. A expectativa criada pelo próprio ministro da Defesa, Celso Amorim, era de anúncio do vencedor em junho.
No mês passado, o ex-chanceler Amorim extraiu dos três concorrentes do FX2 - a americana Boeing, a francesa Dassault e a sueca Saab - a promessa de congelar suas ofertas de venda até 31 de dezembro. O anúncio deve ser feito antes dessa data.
Esse processo de compras vem se arrastando desde 1998, quando o governo Fernando Henrique Cardoso lançou o programa FX para substituir os Mirage 3 da Força Aérea Brasileira (FAB) com 16 novos caças. A gestão de Lula continuou o processo até 2005, quando o enterrou. Dois anos depois, foi lançado em Brasília o FX2, para a compra de 36 caças.
Segundo o vice-presidente do programa F18 Super Hornet, a Boeing entende ser essa uma decisão que extrapola a aquisição de um produto de defesa. Envolve também a escolha de um país como forte aliado em matéria de segurança e de uma companhia como parceira das empresas brasileiras. "Não estamos frustrados com o novo adiamento. O Brasil será capaz de tomar uma decisão em médio prazo." Desde 2007, a Boeing sintetiza sua oferta ao público como a de melhor custo benefício. Os caças F18 Super Hornet já foram testados inúmeras vezes em combate. O preço é um dos segredos da oferta. Mas cada unidade da mesma aeronave vendida para a Marinha americana custou US$ 60 milhões. Dependendo dos requisitos a serem agregados ou descartados pela FAB, custará mais ou menos esse mesmo valor.
"O Brasil e os EUA precisam um do outro. Os EUA precisam do Brasil para estar seguro. Por isso, se o Brasil comprar os F18 Super Hornet e tornar-se um aliado dos EUA, a parceria a confiança mútua vai se expandir, e a transferência tecnológica será estendida para um potencial adicional", afirmou Gibbons ao Estado. "A transferência tecnológica para os nossos atuais clientes está em contínua ampliação, na medida em que aumenta a parceria e a confiança dos dois lados", completou. Desde o ano passado, a Boeing tem demonstrado seu especial interesse na ampliação de negócios com o Brasil. Abriu um escritório em São Paulo, enviou como sua representante a ex-embaixadora americana em Brasília Donna Hrinak e, recentemente, fechou acordos com a Embraer para o aperfeiçoamento do A-29 Super Tucano e para apoio nas vendas do cargueiro KC-390 aos EUA e a outros países.
A Boeing também fechou parceria com a AEL, subsidiária no Brasil da israelense Elbit Systems, para o fornecimento de novas telas do painel de controle (como as de um vídeo game de última linha) para os seus caças, inclusive os eventuais F18 a serem entregues ao Brasil. A companhia americana faz dessas parcerias com a Embraer e a AEL exemplos da cooperação que pretende manter com outras empresas brasileiras, seja como fornecedoras de peças e partes ou como parceiras na concepção de futuros aviões. "O Brasil tem a opção de construir o seu próprio caça. Mas oferecemos uma melhor oportunidade para suas empresas que vierem a construir componentes, já em fase de desenho, para os novos Super Hornet e outros projetos futuros da Boeing", afirmou Gibbons. "Esse é um trabalho de alta qualidade e mais durável. Além dessa vantagem em curto prazo, queremos oferecer melhor valor agregado para o desenvolvimento de novas aeronaves."
A rigor, a promessa de transferência tecnológica americana não traz o adjetivo "irrestrito", presente na oferta da concorrente francesa, a Dassault, com seus caças Rafale. A qualificação pesou na disposição do então presidente Luis Inácio Lula da Silva de dar preferência nesse negócio à França, em 2009.
O compromisso americano está escudado sobretudo na palavra do presidente dos EUA, Barack Obama, que concorre à reeleição em novembro. Em visita ao Brasil, em abril passado, o secretário da Defesa, Leon Panetta, garantiu a ampla transferência tecnológica, inclusive nas áreas sensíveis, se o governo Dilma Rousseff optar pelos Super Hornet. Mas a palavra final sobre tal questão pertence ao Senado americano. O Senado, na opinião de Gibbons, não teria como recuar. A Boeing, salientou ele, estaria preparada para iniciar a produção assim que fosse fechado o pacote de produção industrial. "Estamos prontos este ano, se for preciso", afirmou Gibbons, sem deixar transparecer o desapontamento da Boeing com a nova postergação, desta vez para o final de dezembro, da decisão do governo brasileiro sobre o FX2. A expectativa criada pelo próprio ministro da Defesa, Celso Amorim, era de anúncio do vencedor em junho.
No mês passado, o ex-chanceler Amorim extraiu dos três concorrentes do FX2 - a americana Boeing, a francesa Dassault e a sueca Saab - a promessa de congelar suas ofertas de venda até 31 de dezembro. O anúncio deve ser feito antes dessa data.
Esse processo de compras vem se arrastando desde 1998, quando o governo Fernando Henrique Cardoso lançou o programa FX para substituir os Mirage 3 da Força Aérea Brasileira (FAB) com 16 novos caças. A gestão de Lula continuou o processo até 2005, quando o enterrou. Dois anos depois, foi lançado em Brasília o FX2, para a compra de 36 caças.
Segundo o vice-presidente do programa F18 Super Hornet, a Boeing entende ser essa uma decisão que extrapola a aquisição de um produto de defesa. Envolve também a escolha de um país como forte aliado em matéria de segurança e de uma companhia como parceira das empresas brasileiras. "Não estamos frustrados com o novo adiamento. O Brasil será capaz de tomar uma decisão em médio prazo." Desde 2007, a Boeing sintetiza sua oferta ao público como a de melhor custo benefício. Os caças F18 Super Hornet já foram testados inúmeras vezes em combate. O preço é um dos segredos da oferta. Mas cada unidade da mesma aeronave vendida para a Marinha americana custou US$ 60 milhões. Dependendo dos requisitos a serem agregados ou descartados pela FAB, custará mais ou menos esse mesmo valor.
6 de março de 2012
Boeing teme revés após decisão da Força Aérea Americana
Preocupada com possíveis prejuízos na licitação para compra de caças da Força Aérea Brasileira (FAB), a norte-americana Boeing escalou três de seus executivos para transmitir ao comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, a ideia de que a suspensão da compra pela Força Aérea dos EUA de aviões Super Tucano não tem relação com a qualidade da proposta da Embraer.
Em uma 'mesa-redonda' com a imprensa depois da reunião na FAB, o embaixador norte-americano no Brasil, Thomas Shannon, explicou que o governo americano 'permanece interessado' nos Super Tucanos. Tanto o diplomata quanto os executivos norte-americanos elogiaram o processo brasileiro de licitação, com adjetivos como 'soberbo' e 'transparente'.
A visita ocorre quatro dias depois que o Ministério das Relações Exteriores divulgou nota afirmando que a decisão da Força Aérea dos Estados Unidos 'não contribui para o aprofundamento das relações entre os dois países em matéria de defesa'.
Alegando problemas de documentação, os militares norte-americanos suspenderam a compra de 20 aeronaves, avaliadas em US$ 355 milhões, na terça-feira passada, em meio a protestos da concorrente Hawker Beechcraft, que previa perda de empregos para o Brasil caso o negócio fosse em frente.
Caças. Parceira da Embraer no projeto FX-2 (para a compra de novos caças), a Boeing informou ainda que conversou com a fabricante brasileira de aviões e ficou decidido que ela não fará lobby pela Embraer nos EUA.
Segundo Chris Chadwick, presidente da Boeing Military Aircraft, a empresa americana já cortou preços de seu avião e aceita construir parte dos caças no Brasil caso vença a licitação. 'Os dias de exportação pura ficaram para trás, hoje a questão é relacionamento', afirmou.
Além de Chadwick, participaram do encontro a ex-embaixadora norte-americana no Brasil e atual presidente da Boeing no País, Donna Hrinak, e Chris Raymond, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios e Estratégias da empresa. Os executivos reiteraram que tanto o governo quanto o Congresso norte-americano já deram aval formal para transferência de tecnologia, mas declinaram de comentar aspectos específicos.
De acordo com Shannon, que não forneceu detalhes, os presidentes Dilma e Obama vão conversar sobre 'temas de defesa e segurança' quando se encontrarem em Washington em abril.
Tecnologia. A Boeing também divulgou ontem que assinou um memorando de entendimento para transferência e desenvolvimento de tecnologias aviônicas, que podem beneficiar uma empresa brasileira.
A empresa assinou o documento com a israelense Elbit Systems para desenvolvimento de parte dos F/A-18E/F Super Hornet, que compete na licitação da FAB, e F-15. A Elbit, por sua vez, prometeu investir em sua subsidiária no Brasil, a AEL Sistemas S.A., sediada em Porto Alegre (RS).
O memorando prevê que a AEL desenvolva a tela dos aviões, conhecida como Large Area Display. O visor tem 27,9 cm por 48,2 cm e contém todos os dados relativos ao voo, a missão e os sistemas.
A Boeing espera que o conhecimento obtido com o trabalho seja usado para desenvolvimento de um centro de tecnologia de aviônica avançada. 'As atividades propostas para a AEL fazem parte da oferta de participação industrial da Boeing no programa FX-2', informou a empresa em comunicado distribuído ontem.
Em uma 'mesa-redonda' com a imprensa depois da reunião na FAB, o embaixador norte-americano no Brasil, Thomas Shannon, explicou que o governo americano 'permanece interessado' nos Super Tucanos. Tanto o diplomata quanto os executivos norte-americanos elogiaram o processo brasileiro de licitação, com adjetivos como 'soberbo' e 'transparente'.
A visita ocorre quatro dias depois que o Ministério das Relações Exteriores divulgou nota afirmando que a decisão da Força Aérea dos Estados Unidos 'não contribui para o aprofundamento das relações entre os dois países em matéria de defesa'.
Alegando problemas de documentação, os militares norte-americanos suspenderam a compra de 20 aeronaves, avaliadas em US$ 355 milhões, na terça-feira passada, em meio a protestos da concorrente Hawker Beechcraft, que previa perda de empregos para o Brasil caso o negócio fosse em frente.
Caças. Parceira da Embraer no projeto FX-2 (para a compra de novos caças), a Boeing informou ainda que conversou com a fabricante brasileira de aviões e ficou decidido que ela não fará lobby pela Embraer nos EUA.
Segundo Chris Chadwick, presidente da Boeing Military Aircraft, a empresa americana já cortou preços de seu avião e aceita construir parte dos caças no Brasil caso vença a licitação. 'Os dias de exportação pura ficaram para trás, hoje a questão é relacionamento', afirmou.
Além de Chadwick, participaram do encontro a ex-embaixadora norte-americana no Brasil e atual presidente da Boeing no País, Donna Hrinak, e Chris Raymond, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios e Estratégias da empresa. Os executivos reiteraram que tanto o governo quanto o Congresso norte-americano já deram aval formal para transferência de tecnologia, mas declinaram de comentar aspectos específicos.
De acordo com Shannon, que não forneceu detalhes, os presidentes Dilma e Obama vão conversar sobre 'temas de defesa e segurança' quando se encontrarem em Washington em abril.
Tecnologia. A Boeing também divulgou ontem que assinou um memorando de entendimento para transferência e desenvolvimento de tecnologias aviônicas, que podem beneficiar uma empresa brasileira.
A empresa assinou o documento com a israelense Elbit Systems para desenvolvimento de parte dos F/A-18E/F Super Hornet, que compete na licitação da FAB, e F-15. A Elbit, por sua vez, prometeu investir em sua subsidiária no Brasil, a AEL Sistemas S.A., sediada em Porto Alegre (RS).
O memorando prevê que a AEL desenvolva a tela dos aviões, conhecida como Large Area Display. O visor tem 27,9 cm por 48,2 cm e contém todos os dados relativos ao voo, a missão e os sistemas.
A Boeing espera que o conhecimento obtido com o trabalho seja usado para desenvolvimento de um centro de tecnologia de aviônica avançada. 'As atividades propostas para a AEL fazem parte da oferta de participação industrial da Boeing no programa FX-2', informou a empresa em comunicado distribuído ontem.
17 de agosto de 2011
Boeing ataca com tudo
Nesta quinta-feira, dia 18, o CEO da divisão de Defesa da Boeing, Dennis Muilenburg, deve participar da primeira sessão de uma série de audiências públicas do Senado com as empresas finalistas para fornecer um novo caça à Força Aérea Brasileira.
Os rivais da Boeing são a francesa Dassault, que fabrica o Raffale, e a sueca Saab, que tenta vender o Super Gripen.
Em sua passagem por Brasília e São Paulo, Muilenburg deve martelar na tecla de que o caça Super Hornet 18 é a melhor opção para o país, seja em termos de preço ou tecnologia.
Mas o desafio da Boeing é convencer o governo e a opinião pública brasileira de que o governo americano está sinceramente disposto a permitir a transferência de tecnologia da Boeing para a Embraer, parceira do vencedor da disputa na fabricação do caça no país.
Além dos argumentos de Muilenburg, a Boeing também ataca no marketing.
A partir de hoje, a empresa deve expor no saguão do Congresso um simulador de voo capaz de demonstrar as manobras e poder de fogo do Super Hornet.
O simulador, que já foi mostrado recentemente na feira LAAD (Latin America Aéreo and Defense), do Rio, ficará disponível ao público até esta sexta-feira, dia 19.
Os rivais da Boeing são a francesa Dassault, que fabrica o Raffale, e a sueca Saab, que tenta vender o Super Gripen.
Em sua passagem por Brasília e São Paulo, Muilenburg deve martelar na tecla de que o caça Super Hornet 18 é a melhor opção para o país, seja em termos de preço ou tecnologia.
Mas o desafio da Boeing é convencer o governo e a opinião pública brasileira de que o governo americano está sinceramente disposto a permitir a transferência de tecnologia da Boeing para a Embraer, parceira do vencedor da disputa na fabricação do caça no país.
Além dos argumentos de Muilenburg, a Boeing também ataca no marketing.
A partir de hoje, a empresa deve expor no saguão do Congresso um simulador de voo capaz de demonstrar as manobras e poder de fogo do Super Hornet.
O simulador, que já foi mostrado recentemente na feira LAAD (Latin America Aéreo and Defense), do Rio, ficará disponível ao público até esta sexta-feira, dia 19.
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