Tudo começou quando um passageiro em voo para Gana saindo do Aeroporto Internacional Washington Dulles, nos EUA, decidiu reclinar o seu assento.
Isso (obviamente?) é um motivo muito bom para irritar o passageiro atrás dele, levando a uma troca de palavras impublicáveis entre os homens, e ao passageiro que reclinou sua poltrona levando um tapa na cabeça.
Isso mesmo: o próprio ato que você já sonhou inúmeras vezes, mas nunca ousou realmente fazer porque é um ser humano civilizado e não louco, ocorreu naquele voo.
Mas alguma vez você já se perguntou o que poderia acontecer se você batesse em seu companheiro de viagem na cabeça depois da decolagem de um voo longo?
Veja o que acontece: primeiro, uma aeromoça e um outro passageiro “pularam no meio da briga” para tentar apartá-la. Alertado da situação, o piloto decidiu voltar o Boeing 767 para o aeroporto, para deixar que as autoridades resolvessem o problema, em vez de arriscar um voo transatlântico para Gana com dois passageiros voláteis e potencialmente violentos.
Pequeno problema: o jato tinha 63.198 litros de combustível, o que pesa 57 toneladas. Isso é muito combustível – não se pode pousar um avião com esse tanto de combustível nele. Assim, o controle de tráfego aéreo instruiu o piloto a voar por meia hora e queimar o excesso de peso.
Foi quando a Força Aérea americana se envolveu. As transmissões de áudio indicavam que dois aviões de caça da Força Aérea estavam indo de encontro, assim que o avião reentrasse o espaço aéreo de Washington. Cinco minutos depois, dois caças de escolta tomaram posição cerca de 300 metros acima do avião enquanto ele se dirigia para o aeroporto.
O avião finalmente pousou, e a polícia estava o esperando no portão. Após uma investigação, os passageiros foram dispensados e nenhuma acusação foi feita. O voo, entretanto, foi adiado para a manhã seguinte.
Ninguém sabe se os mesmos passageiros estavam no voo, e em caso afirmativo, onde se sentaram. Mas seria um reencontro muito constrangedor, não? Eu chuto que, mesmo se eles não brigassem de novo, apanhariam de todos os outros passageiros do voo!!! Comente sua opinião a respeito!
Speech de boas vindas!
Senhoras e Senhores,
Bem vindos ao blog "aqui em cima".
Obeservem o número da poltrona no cartão de embarque.
Junto as saídas de emergência, não é permitida a acomodação de crianças ou colocação de bagagens.
Acomodem a bagagem de mão no compartimento acima ou embaixo da poltrona à sua frente.
Lembramos que os pertences de mão trazidos a bordo são de responsabilidade dos clientes.
Obrigado.
2 de junho de 2011
Bem vinda Air Amazônia!
Na semana passada, a HRT anunciou o início das operações de sua companhia aérea: Air Amazônia. A estratégia de criar um braço de aviação dentro da petrolífera é, em um primeiro momento, para atender as necessidades internas da companhia, mas, no futuro, a HRT quer voar mais alto e atuar também no mercado doméstico.

“Queremos atender o público em geral e outras empresas. Aproveitar os assentos livres para otimizar nosso negócio e com preços mais atrativos, o que será nosso diferencial”, disse Márcio Mello, presidente da HRT. A companhia criou a Air Amazônia depois que constatou que terceirizar o serviço seria inviável por conta do preço excessivamente alto e a falta de disponibilidade empresas de aviação. “Chegamos a participar de licitações, mas o processo atrasaria nossos negócios na região do Amazonas”, disse.
A frota, composta por 11 helicópteros e três aeronaves Embraer 120 (EMB-120), será utilizada para transportar profissionais da petrolífera do Rio de Janeiro para Manaus, no Amazonas, além dos voos regionais no Norte do país. Na região, a HRT possui 21 blocos de exploração.
Segundo Mello, até o final deste ano, o número de helicópteros vai dobrar e até o final do próximo ano, a quantidade de aviões também será duplicada. “Já estamos conversando com a Embraer para a compra de aeronaves modelo Embraer 170, com capacidade de até 80 assentos.
A HRT investiu na Air Amazônia cerca de 60 milhões de dólares, incluindo a compra, à vista, de todas as aeronaves. “Mas já registramos uma redução de custos de pelo menos 100 milhões de reais neste primeiro momento. Em longo prazo, nosso capex e opex também tendem a diminuir ”, afirmou Mello.
“Queremos atender o público em geral e outras empresas. Aproveitar os assentos livres para otimizar nosso negócio e com preços mais atrativos, o que será nosso diferencial”, disse Márcio Mello, presidente da HRT. A companhia criou a Air Amazônia depois que constatou que terceirizar o serviço seria inviável por conta do preço excessivamente alto e a falta de disponibilidade empresas de aviação. “Chegamos a participar de licitações, mas o processo atrasaria nossos negócios na região do Amazonas”, disse.
A frota, composta por 11 helicópteros e três aeronaves Embraer 120 (EMB-120), será utilizada para transportar profissionais da petrolífera do Rio de Janeiro para Manaus, no Amazonas, além dos voos regionais no Norte do país. Na região, a HRT possui 21 blocos de exploração.
Segundo Mello, até o final deste ano, o número de helicópteros vai dobrar e até o final do próximo ano, a quantidade de aviões também será duplicada. “Já estamos conversando com a Embraer para a compra de aeronaves modelo Embraer 170, com capacidade de até 80 assentos.
A HRT investiu na Air Amazônia cerca de 60 milhões de dólares, incluindo a compra, à vista, de todas as aeronaves. “Mas já registramos uma redução de custos de pelo menos 100 milhões de reais neste primeiro momento. Em longo prazo, nosso capex e opex também tendem a diminuir ”, afirmou Mello.
ANAC exige antidoping de tripulantes
Pilotos, comissários, mecânicos e outros profissionais de atividades de risco operacional na aviação deverão passar por exames "antidoping", conforme resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) publicada ontem no Diário Oficial da União. Entre as medidas previstas está a realização de exames toxicológicos para verificar o uso de substâncias psicoativas, como álcool, cocaína e anfetaminas. O objetivo do governo é intensificar a fiscalização e atuar preventivamente.
Muitas companhias aéreas já fazem os exames de acordo com suas políticas internas, mas com a resolução da Anac a prática se torna obrigatória e padronizada. Empregados que desempenham atuação de risco operacional deverão ser submetidos a um exame toxicológico antes da contratação.
As empresas também deverão fazer testes aleatórios em uma porcentagem mínima de empregados - o valor varia de 7% a 50%, dependendo do número de funcionários de atividade de risco em cada uma delas.
As companhias terão um prazo máximo de dois anos para se adaptar as novas exigências quanto aos exames toxicológicos e de um ano para elaborar um programa de educação, que deve explicar aos funcionários os procedimentos dos testes e informações sobre as consequências em caso de resultado positivo. As despesas ficarão por conta das próprias empresas, informou a Anac.
A cada teste realizado, o empregado deverá assinar um termo de consentimento: caso se recuse a fazê-lo, ficará proibido de exercer suas atividades - quando o texto seguiu para consulta pública, há um ano, previa-se a suspensão da licença por um ano, mas o texto definitivo não estipula esse tempo.
Os exames também serão exigidos dos empregados quando houver "acidente, incidente ou ocorrência do dolo". A Anac prevê ainda a utilização de bafômetros, assim como ocorre em outros países. A agência é uma das primeiras a seguir as orientações da Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci) sobre o tema, a exemplo dos Estados Unidos e da Austrália.
"Logicamente, tudo isso representa um custo, mas é um custo-benefício que vale a pena", comenta o comandante Ronaldo Jenkins, diretor do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea). "Como somos operadores de máquina de grande precisão, é natural que se faça essas exigências, tanto que isso já era feito há pelo menos dez anos no Brasil."
Para o comandante Carlos Camacho, secretário de Segurança de Voo do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), a determinação da Anac é um direito do passageiro. "A verificação da situação de um aeronauta no que se refere a consumo de drogas psicoativas é um direito do usuário. É um direito dele saber que aquela tripulação está dentro do que preconiza a lei", afirma.
De acordo com o comandante, o uso de substâncias psicoativas por parte desses profissionais é um "suicídio profissional". Mas ainda representaria um pequeno número de casos. "Ninguém quer perder seu emprego, ninguém arrisca. A recolocação no mercado com um rótulo desses é literalmente um suicídio profissional. O maior fiscal não é a Anac, somos nós mesmos."
Pela determinação da Anac, a empresa também poderá solicitar exame toxicológico, em caso de "suspeita justificada" - poderá haver um supervisor treinado para identificar possíveis empregados envolvidos. No caso de afastamento de funcionários por problemas com drogas, por exemplo, o teste também será obrigatório no retorno às funções.
A resolução reforça que é proibido para os empregados de atividade de risco operacional o uso de substâncias psicoativas durante o trabalho. E determina que "toda empresa responsável deverá tomar as providências necessárias", conforme a legislação e o regulamento aprovado.
Sindicato das empresas aéreas aprova medida. Segundo o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), a medida da Anac não traz novidade para o cotidiano das companhias, mas é importante para regulamentar uma prática que já é feita de forma independente pelas empresas.
"Cada companhia tem sua forma de fazer a fiscalização antidoping da tripulação. A diferença é que agora vai ter que obedecer a certos padrões, uma periodicidade mais rigorosa", afirma o diretor técnico do Snea, o comandante Ronaldo Jenkins.
O sindicato diz não saber afirmar de que maneira os testes são feitos nos pilotos atualmente. "É algo de caráter confidencial, não existem estatísticas a respeito."
Jenkins revela, no entato, que as companhias custeiam o tratamento de funcionários que já tiveram algum tipo de problema com drogas. "O que se pode dizer é que existem, sim, casas de pessoas em recuperação nas companhias."
Muitas companhias aéreas já fazem os exames de acordo com suas políticas internas, mas com a resolução da Anac a prática se torna obrigatória e padronizada. Empregados que desempenham atuação de risco operacional deverão ser submetidos a um exame toxicológico antes da contratação.
As empresas também deverão fazer testes aleatórios em uma porcentagem mínima de empregados - o valor varia de 7% a 50%, dependendo do número de funcionários de atividade de risco em cada uma delas.
As companhias terão um prazo máximo de dois anos para se adaptar as novas exigências quanto aos exames toxicológicos e de um ano para elaborar um programa de educação, que deve explicar aos funcionários os procedimentos dos testes e informações sobre as consequências em caso de resultado positivo. As despesas ficarão por conta das próprias empresas, informou a Anac.
A cada teste realizado, o empregado deverá assinar um termo de consentimento: caso se recuse a fazê-lo, ficará proibido de exercer suas atividades - quando o texto seguiu para consulta pública, há um ano, previa-se a suspensão da licença por um ano, mas o texto definitivo não estipula esse tempo.
Os exames também serão exigidos dos empregados quando houver "acidente, incidente ou ocorrência do dolo". A Anac prevê ainda a utilização de bafômetros, assim como ocorre em outros países. A agência é uma das primeiras a seguir as orientações da Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci) sobre o tema, a exemplo dos Estados Unidos e da Austrália.
"Logicamente, tudo isso representa um custo, mas é um custo-benefício que vale a pena", comenta o comandante Ronaldo Jenkins, diretor do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea). "Como somos operadores de máquina de grande precisão, é natural que se faça essas exigências, tanto que isso já era feito há pelo menos dez anos no Brasil."
Para o comandante Carlos Camacho, secretário de Segurança de Voo do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), a determinação da Anac é um direito do passageiro. "A verificação da situação de um aeronauta no que se refere a consumo de drogas psicoativas é um direito do usuário. É um direito dele saber que aquela tripulação está dentro do que preconiza a lei", afirma.
De acordo com o comandante, o uso de substâncias psicoativas por parte desses profissionais é um "suicídio profissional". Mas ainda representaria um pequeno número de casos. "Ninguém quer perder seu emprego, ninguém arrisca. A recolocação no mercado com um rótulo desses é literalmente um suicídio profissional. O maior fiscal não é a Anac, somos nós mesmos."
Pela determinação da Anac, a empresa também poderá solicitar exame toxicológico, em caso de "suspeita justificada" - poderá haver um supervisor treinado para identificar possíveis empregados envolvidos. No caso de afastamento de funcionários por problemas com drogas, por exemplo, o teste também será obrigatório no retorno às funções.
A resolução reforça que é proibido para os empregados de atividade de risco operacional o uso de substâncias psicoativas durante o trabalho. E determina que "toda empresa responsável deverá tomar as providências necessárias", conforme a legislação e o regulamento aprovado.
Sindicato das empresas aéreas aprova medida. Segundo o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), a medida da Anac não traz novidade para o cotidiano das companhias, mas é importante para regulamentar uma prática que já é feita de forma independente pelas empresas.
"Cada companhia tem sua forma de fazer a fiscalização antidoping da tripulação. A diferença é que agora vai ter que obedecer a certos padrões, uma periodicidade mais rigorosa", afirma o diretor técnico do Snea, o comandante Ronaldo Jenkins.
O sindicato diz não saber afirmar de que maneira os testes são feitos nos pilotos atualmente. "É algo de caráter confidencial, não existem estatísticas a respeito."
Jenkins revela, no entato, que as companhias custeiam o tratamento de funcionários que já tiveram algum tipo de problema com drogas. "O que se pode dizer é que existem, sim, casas de pessoas em recuperação nas companhias."
Gol Linhas aéreas vai participar da Parada Gay
Um dos principais e mais numerosos eventos do calendário de São Paulo ganha mais uma importante adesão em sua faixa promocional. A GOL Linhas Aéreas Inteligentes e a São Paulo Turismo acordaram uma parceria para potencializar a divulgação do evento e da cidade por meio do projeto São Paulo Meu Destino. O foco da ação conjunta será o segmento LGBT, com a sua famosa Parada, dia 26 de junho.
Dez jornalistas da Argentina, Bolívia, Paraguai e Venezuela virão a São Paulo pela GOL e Varig para a cobertura do evento e, terão a oportunidade de conhecer as particularidades culturais da capital paulista. "Como uma das maiores transportadoras da América Latina, a GOL tem grande satisfação de colaborar para o fortalecimento do turismo de São Paulo", diz Hélio Muniz, diretor de Comunicação e Sustentabilidade da empresa aérea. "A GOL vai reforçar a divulgação da Parada Gay, pois esse evento, assim como nossa empresa, é aberto, democrático e alto astral".
A cidade de São Paulo recebe cerca de 11,7 milhões de turistas por ano, sendo 1,6 milhão de estrangeiros. O turismo gera mais de 400 mil empregos diretos e indiretos e R$ 9,6 bilhões de faturamento. A GOL é a maior companhia aérea de low cost, low fare da América Latina, com cerca de 900 voos diários para 63 destinos em 11 países.
Dez jornalistas da Argentina, Bolívia, Paraguai e Venezuela virão a São Paulo pela GOL e Varig para a cobertura do evento e, terão a oportunidade de conhecer as particularidades culturais da capital paulista. "Como uma das maiores transportadoras da América Latina, a GOL tem grande satisfação de colaborar para o fortalecimento do turismo de São Paulo", diz Hélio Muniz, diretor de Comunicação e Sustentabilidade da empresa aérea. "A GOL vai reforçar a divulgação da Parada Gay, pois esse evento, assim como nossa empresa, é aberto, democrático e alto astral".
A cidade de São Paulo recebe cerca de 11,7 milhões de turistas por ano, sendo 1,6 milhão de estrangeiros. O turismo gera mais de 400 mil empregos diretos e indiretos e R$ 9,6 bilhões de faturamento. A GOL é a maior companhia aérea de low cost, low fare da América Latina, com cerca de 900 voos diários para 63 destinos em 11 países.
Quem sabe???
O Ministério da Fazenda confirmou na última terça-feira (31) a aprovação dos estudos para a implantação de um escritório aduaneiro no aeroporto de São Carlos. O início de um serviço da Receita Federal no aeroporto Mário Pereira Lopes é uma reivindicação antiga da TAM, que opera no local o seu centro de manutenção de aeronaves.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, durante reunião com o prefeito de São Carlos, Oswaldo Barba (PT), e o deputado federal Newton Lima (PT), confirmou que a Receita dará procedimento aos estudos para a implantação de uma alfândega no local.
O funcionamento do serviço federal vai facilitar as operações da TAM, que hoje é obrigada a pousar aeronaves internacionais para manutenção em outros aeroportos com alfândega antes de vir para São Carlos. Os passageiros também são obrigados a desembarcar em outros aeroportos antes de seguirem para o terminal aéreo de São Carlos.
"Esta era uma antiga reivindicação da TAM que possibilitará a transformação das suas oficinas no maior centro da América Latina para manutenção de aeronaves. Isto vai facilitar as operações da empresa", explicou o deputado.
Lima disse que, a médio prazo, a medida poderá beneficiar outras empresas da cidade e da região.
A assessoria de imprensa do Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo) informou nesta quarta-feira (1º) que não existe nenhum estudo do órgão para pedir a internacionalização do aeroporto Mário Pereira Lopes, de São Carlos.
De acordo com o departamento, também não existe projeto de ampliação da pista ou reforma das estruturas do aeroporto de São Carlos previstas para serem executadas neste ano. A assessoria de imprensa disse que não foi informada do projeto da companhia aérea TAM de solicitação para implantação de alfândega no aeroporto.
O deputado Newton Lima (PT) disse que novos investimentos no aeroporto de São Carlos vão depender de acordo entre a TAM e o Daesp.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, durante reunião com o prefeito de São Carlos, Oswaldo Barba (PT), e o deputado federal Newton Lima (PT), confirmou que a Receita dará procedimento aos estudos para a implantação de uma alfândega no local.
O funcionamento do serviço federal vai facilitar as operações da TAM, que hoje é obrigada a pousar aeronaves internacionais para manutenção em outros aeroportos com alfândega antes de vir para São Carlos. Os passageiros também são obrigados a desembarcar em outros aeroportos antes de seguirem para o terminal aéreo de São Carlos.
"Esta era uma antiga reivindicação da TAM que possibilitará a transformação das suas oficinas no maior centro da América Latina para manutenção de aeronaves. Isto vai facilitar as operações da empresa", explicou o deputado.
Lima disse que, a médio prazo, a medida poderá beneficiar outras empresas da cidade e da região.
A assessoria de imprensa do Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo) informou nesta quarta-feira (1º) que não existe nenhum estudo do órgão para pedir a internacionalização do aeroporto Mário Pereira Lopes, de São Carlos.
De acordo com o departamento, também não existe projeto de ampliação da pista ou reforma das estruturas do aeroporto de São Carlos previstas para serem executadas neste ano. A assessoria de imprensa disse que não foi informada do projeto da companhia aérea TAM de solicitação para implantação de alfândega no aeroporto.
O deputado Newton Lima (PT) disse que novos investimentos no aeroporto de São Carlos vão depender de acordo entre a TAM e o Daesp.
1 de junho de 2011
Certificação do Dreamliner está perto de ocorrer.
A Boeing e a ANA anunciaram como as duas empresas trabalharão em conjunto para ajudar a comprovar a capacidade técnica do 787 Dreamliner antes da aeronave entrar em serviço, em sua base comercial. Utilizando-se da segunda aeronave de testes de voo, conhecida como ZA002, eles irão simular operações em serviço para verificar a aptidão técnica em vários aeroportos do Japão. A validação está prevista para ocorrer na semana de 4 de julho. O programa incluirá voos entre as cidades-pares, incluindo o aeroporto de Haneda, em Tóquio, e os aeroportos em Osaka (Itami e Kansai), Okayama e Hiroshima.
Está será a primeira aparição do Boeing 787 no Japão. A ANA vai lançar a aeronave no país e tem um pedido de 55 Dreamliners. O 787, que será implantado em todas as rotas da ANA, é parte integrante da estratégia da empresa em fortalecer sua posição e apoiar seu crescimento e seus planos de expansão.
“A ANA está ansiosa em lançar o inovador 787 Dreamliner no Japão”, explica Shinichiro Ito, presidente e CEO da ANA. “Dar aos nossos funcionários a oportunidade de ganhar experiência com o avião, irá ajudar a garantir uma melhor entrada em serviço ainda este ano”, completa.
“Nós implantamos na aeronave um rigoroso programa de voos-testes”, informa Scott Fancher, vice-presidente e gerente-geral do programa 787. “Agora, nos aproximando da primeira entrega, vamos provar sua capacidade e confiabilidade em geração de receitas sustentáveis.”

Os funcionários da ANA irão treinar a manutenção e reparos no Boeing 787 durante a validação, que inclui atividades típicas de manutenção em solo, verificação de ajuste de tomadas de avião padrões de manutenção nos hangares, reboque e reabastecimento do avião entre outras operações de rotina. Assista ao vídeo para ver como a Boeing e a ANA estão planejando esta validação.
Validações semelhantes para a entrada em serviço já foram realizadas com sucesso em programas anteriores da Boeing, incluindo o 777, o 737NG e o 757-300.
A Boeing planeja entregar o primeiro 787 à ANA entre agosto e setembro deste ano.
Está será a primeira aparição do Boeing 787 no Japão. A ANA vai lançar a aeronave no país e tem um pedido de 55 Dreamliners. O 787, que será implantado em todas as rotas da ANA, é parte integrante da estratégia da empresa em fortalecer sua posição e apoiar seu crescimento e seus planos de expansão.
“A ANA está ansiosa em lançar o inovador 787 Dreamliner no Japão”, explica Shinichiro Ito, presidente e CEO da ANA. “Dar aos nossos funcionários a oportunidade de ganhar experiência com o avião, irá ajudar a garantir uma melhor entrada em serviço ainda este ano”, completa.
“Nós implantamos na aeronave um rigoroso programa de voos-testes”, informa Scott Fancher, vice-presidente e gerente-geral do programa 787. “Agora, nos aproximando da primeira entrega, vamos provar sua capacidade e confiabilidade em geração de receitas sustentáveis.”
Os funcionários da ANA irão treinar a manutenção e reparos no Boeing 787 durante a validação, que inclui atividades típicas de manutenção em solo, verificação de ajuste de tomadas de avião padrões de manutenção nos hangares, reboque e reabastecimento do avião entre outras operações de rotina. Assista ao vídeo para ver como a Boeing e a ANA estão planejando esta validação.
Validações semelhantes para a entrada em serviço já foram realizadas com sucesso em programas anteriores da Boeing, incluindo o 777, o 737NG e o 757-300.
A Boeing planeja entregar o primeiro 787 à ANA entre agosto e setembro deste ano.
Avianca investe pesado no nordeste!!!
Com um investimento de R$ 1,5 bilhão a ser aplicados ao longo de 2011, a companhia aérea Avianca anunciou a aplicação no Nordeste a partir da instalação de duas novas bases: uma em João Pessoa (PB) e outra em Natal (RN); e o aumento da densidade da malha aeroviária da empresa, que contemplará os destinos já cobertos com a criação de mais voos.

“Nós vamos para onde já estamos próximos”, ressaltou o presidente da companhia, José Efromovich, a respeito da estratégia de expansão arquitetada pela Avianca que decidiu sobre a construção das novas bases. Com elas, a empresa passará a cobrir oito cidades nordestinas, em seis estados: Bahia, Ceará, Pernambuco, Sergipe e, agora, Paraíba e rio Grande do Norte.
“A partir disso, com certeza, Fortaleza terá um incremento considerável em chegadas”, garantiu Efromovich. A certeza, segundo ele, deve-se, principalmente, à esta maior densidade que a malha de cobertura da Avianca terá.

Sem saber mensurar quanto a Capital cearense representa nos voos da companhia, “por conta do grande fluxo de passageiros e destinos”, Efromovich conta que, a partir da nova estratégia, “uma cidade que só tinha um voo, a partir de agora, terá dois ou mais”. Em cerca de 35 dias, a nova malha da empresa aérea será anunciada, de acordo com o presidente da companhia aérea.
Para dar sustentação às implementações anunciadas, o plano de expansão da Avianca também prevê aplicar parte dos R$ 1,5 bilhão em infraestrutura, na construção de um centro de treinamento de funcionários próprio e na compra de novas aeronaves, além da manutenção das existentes. Ao todo, foram 15 aeronaves Airbus A318 contratadas em lotes de cinco por ano, a partir de 2011. De acordo com Efromovich, um dos aviões já encontra-se em operação e as outras quatro previstas para este ano chegaram até dezembro.

“Nós não somos os mais caros e nem os mais baratos, mas cobramos um preço justo, o que faz valer a pena pelo nosso serviço”, argumentou o presidente da Avianca sobre o conforto que os passageiros da empresa dispõem nos voos. A empresa foi a primeira a receber da Agência Nacional de Aviação Civil a classificação A na avaliação dimensional, por conta do espaço maior de 73 centímetros entre as poltronas de cada aeronave da empresa. “Nós temos entre 76,4 e 78,6cm entre cada assento, sem falar que somos a única companhia a servir refeições quentes entre todos os trechos”, ressaltou o executivo.
“Nós vamos para onde já estamos próximos”, ressaltou o presidente da companhia, José Efromovich, a respeito da estratégia de expansão arquitetada pela Avianca que decidiu sobre a construção das novas bases. Com elas, a empresa passará a cobrir oito cidades nordestinas, em seis estados: Bahia, Ceará, Pernambuco, Sergipe e, agora, Paraíba e rio Grande do Norte.
“A partir disso, com certeza, Fortaleza terá um incremento considerável em chegadas”, garantiu Efromovich. A certeza, segundo ele, deve-se, principalmente, à esta maior densidade que a malha de cobertura da Avianca terá.
Sem saber mensurar quanto a Capital cearense representa nos voos da companhia, “por conta do grande fluxo de passageiros e destinos”, Efromovich conta que, a partir da nova estratégia, “uma cidade que só tinha um voo, a partir de agora, terá dois ou mais”. Em cerca de 35 dias, a nova malha da empresa aérea será anunciada, de acordo com o presidente da companhia aérea.
Para dar sustentação às implementações anunciadas, o plano de expansão da Avianca também prevê aplicar parte dos R$ 1,5 bilhão em infraestrutura, na construção de um centro de treinamento de funcionários próprio e na compra de novas aeronaves, além da manutenção das existentes. Ao todo, foram 15 aeronaves Airbus A318 contratadas em lotes de cinco por ano, a partir de 2011. De acordo com Efromovich, um dos aviões já encontra-se em operação e as outras quatro previstas para este ano chegaram até dezembro.
“Nós não somos os mais caros e nem os mais baratos, mas cobramos um preço justo, o que faz valer a pena pelo nosso serviço”, argumentou o presidente da Avianca sobre o conforto que os passageiros da empresa dispõem nos voos. A empresa foi a primeira a receber da Agência Nacional de Aviação Civil a classificação A na avaliação dimensional, por conta do espaço maior de 73 centímetros entre as poltronas de cada aeronave da empresa. “Nós temos entre 76,4 e 78,6cm entre cada assento, sem falar que somos a única companhia a servir refeições quentes entre todos os trechos”, ressaltou o executivo.
Seria uma reviravolta na fusão LAN-TAM, ou uma manobra para pressionar o tribunal????
A companhia aérea chilena LAN Airlines afirmou hoje que abandonará seu plano de fusão com a brasileira TAM ou apelará da decisão que o Tribunal Antitruste do Chile divulgará nos próximos 60 dias, caso as medidas de mitigação impostas pela Corte se tornarem demasiadamente caras. A informação foi dada pelo diretor operacional da companhia, Ignacio Cueto, segundo o jornal Diario Financiero.
O Tribunal Antitruste do Chile, conhecido localmente por TDLC, abriu uma audiência pública na última quinta-feira para avaliar a petição de um grupo de direitos dos consumidores para suspender a fusão. "Se as medidas de mitigação tornarem inviável a operação de fusão, vamos encerrá-la ou recorrer", declarou Cueto.
O executivo acrescentou que a fusão com a TAM é uma oportunidade histórica para a LAN e que, se a operação fracassar, a companhia irá procurar outro parceiro. Se a fusão for completada, a companhia resultante da transação, denominada Latam, pretende ingressar no mercado asiático, disse Cueto.
"Ao final (se for reprovado), vamos procurar um 'second best'. Podemos ir falar com a Gol, que não sei se estará disponível, mas que sua internacionalização não se compara com a da TAM", disse o gerente-geral da LAN, Ignacio Cueto, em entrevista publicada pelo jornal chileno El Mercurio.
"Também procuraremos por opções que não sejam deste tipo (fusão)", acrescentou.
Um representante legal da TAM disse durante a audiência que a companhia iria procurar outro parceiro, se a operação não avançasse.Segundo analistas, a alternativa mais vantajosa seria uma união com a portuguesa TAP.
A operação entre TAM e TAP traria benefícios para ambas as empresas. Para a brasileira, a união seria uma nova porta de entrada para o mercado europeu por meio de Portugal – onde a TAM não opera regionalmente. “A TAM teria mais distribuição na Europa com estrutura de vendas. A parte de malha não seria preciso aumentar, por conta do codeshare”, avalia o consultor André Castellini.
Com maior força no mercado europeu, a brasileira poderia reforçar sua presença também no mercado doméstico. A TAP opera em nove cidades do Brasil para a Europa. Em 2010, transportou 1,4 milhão de passageiros. “A TAP faz de Lisboa um hub importante de lazer para passageiros que querem voar para o nordeste brasileiro”, aponta Castellini. A portuguesa opera em 65 cidades de 31 países da Europa, África, América do Sul e do Norte.
A compra da TAP também blindaria a Latam de eventuais investidas de outras companhias aéreas. “Como o mercado internacional da TAP é o Brasil, há empresas do Oriente Médio, como Emirate e Qatar, que tentariam comprar a portuguesa para reforçar a presença por aqui”, avalia o consultor Respício Espírito Santo. “Grosso modo a TAP seria uma subsidiária da Latam.”
Para Castellini, porém, a TAM enfrentaria uma dura competição. “Operar na Europa é um desafio. A TAM passaria a concorrer com grandes grupos, além de esbarrar nos sindicatos locais que tem regras diferentes do Brasil”, diz Castellini. Dele discorda Respício: “Com a associação, a TAM ganharia mais proximidade com as autoridades regulatórias, mais força na Star Alliance e possibilitaria um intercâmbio de aeronaves entre as empresas”.
No entanto, Cueto considerou que os argumentos apresentados ao Tribunal da Concorrência são "fortes" para permitir a união das empresas.
As companhias esperam obter sinergias de 400 milhões de dólares anualmente com seus planos.
O Tribunal Antitruste do Chile, conhecido localmente por TDLC, abriu uma audiência pública na última quinta-feira para avaliar a petição de um grupo de direitos dos consumidores para suspender a fusão. "Se as medidas de mitigação tornarem inviável a operação de fusão, vamos encerrá-la ou recorrer", declarou Cueto.
O executivo acrescentou que a fusão com a TAM é uma oportunidade histórica para a LAN e que, se a operação fracassar, a companhia irá procurar outro parceiro. Se a fusão for completada, a companhia resultante da transação, denominada Latam, pretende ingressar no mercado asiático, disse Cueto.
"Ao final (se for reprovado), vamos procurar um 'second best'. Podemos ir falar com a Gol, que não sei se estará disponível, mas que sua internacionalização não se compara com a da TAM", disse o gerente-geral da LAN, Ignacio Cueto, em entrevista publicada pelo jornal chileno El Mercurio.
"Também procuraremos por opções que não sejam deste tipo (fusão)", acrescentou.
Um representante legal da TAM disse durante a audiência que a companhia iria procurar outro parceiro, se a operação não avançasse.Segundo analistas, a alternativa mais vantajosa seria uma união com a portuguesa TAP.
A operação entre TAM e TAP traria benefícios para ambas as empresas. Para a brasileira, a união seria uma nova porta de entrada para o mercado europeu por meio de Portugal – onde a TAM não opera regionalmente. “A TAM teria mais distribuição na Europa com estrutura de vendas. A parte de malha não seria preciso aumentar, por conta do codeshare”, avalia o consultor André Castellini.
Com maior força no mercado europeu, a brasileira poderia reforçar sua presença também no mercado doméstico. A TAP opera em nove cidades do Brasil para a Europa. Em 2010, transportou 1,4 milhão de passageiros. “A TAP faz de Lisboa um hub importante de lazer para passageiros que querem voar para o nordeste brasileiro”, aponta Castellini. A portuguesa opera em 65 cidades de 31 países da Europa, África, América do Sul e do Norte.
A compra da TAP também blindaria a Latam de eventuais investidas de outras companhias aéreas. “Como o mercado internacional da TAP é o Brasil, há empresas do Oriente Médio, como Emirate e Qatar, que tentariam comprar a portuguesa para reforçar a presença por aqui”, avalia o consultor Respício Espírito Santo. “Grosso modo a TAP seria uma subsidiária da Latam.”
Para Castellini, porém, a TAM enfrentaria uma dura competição. “Operar na Europa é um desafio. A TAM passaria a concorrer com grandes grupos, além de esbarrar nos sindicatos locais que tem regras diferentes do Brasil”, diz Castellini. Dele discorda Respício: “Com a associação, a TAM ganharia mais proximidade com as autoridades regulatórias, mais força na Star Alliance e possibilitaria um intercâmbio de aeronaves entre as empresas”.
No entanto, Cueto considerou que os argumentos apresentados ao Tribunal da Concorrência são "fortes" para permitir a união das empresas.
As companhias esperam obter sinergias de 400 milhões de dólares anualmente com seus planos.
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