Speech de boas vindas!

Senhoras e Senhores,

Bem vindos ao blog "aqui em cima".

Obeservem o número da poltrona no cartão de embarque.

Junto as saídas de emergência, não é permitida a acomodação de crianças ou colocação de bagagens.

Acomodem a bagagem de mão no compartimento acima ou embaixo da poltrona à sua frente.

Lembramos que os pertences de mão trazidos a bordo são de responsabilidade dos clientes.

Obrigado.

10 de junho de 2012

IATA começa, amanhã, a 68ª Assembleia Geral Mundial

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA, sigla em inglês) anunciou que a 68ª Assembleia-Geral Mundial e a Reunião Mundial de Transporte Aéreo serão abertas em Pequim, na China, na segunda-feira, 11 de junho. O evento reunirá aproximadamente 650 líderes da indústria de aviação, durante dois dias de intensas discussões sobre os assuntos mais importantes do setor. 

“O preço do combustível está alto, embora relativamente moderado se comparado aos recentes picos, o débito da crise europeia ainda não está resolvido e estamos presenciando sinais de que ele está começando a afetar as economias asiáticas baseadas na exportação”, diz Tony Tyler, diretor-geral e CEO da IATA. Segundo ele, grande parte do desemprego causado pela crise financeira global de 2008 está se recuperando em um “ritmo glacial”. “A demanda dos passageiros é alta, o transporte de carga está em baixa e o lucro da indústria se mantém em uma margem pequena.”

Em março, a IATA anunciou a perspectiva de lucro para a indústria de US$ 3 bilhões e uma receita de US$ 633 bilhões, com margem de 0,5%. Na segunda-feira, a associação vai revisar essa previsão, levando em consideração a volatilidade do setor nos últimos meses.

Dois painéis de discussão destacarão as atividades durante o primeiro dia do evento:

O Fórum de CEOs contará com a presença de: Akbar Al Baker, da Qatar Airways; Piyasvasti Amranand, Thai Airways; Bronwyn Curtis, HSBC; Alex Dichter, McKinsey & Company; Alan Joyce, Qantas Airways, e John Slosar, Cathay Pacific Airways;

Fazendo negócios na China terá: Tim Clissold, Peony Capital; Liu Shaoyong, China Eastern Airlines; Christian Murck, Câmara Americana de Comércio da República Popular da China, e Helen Wong, Banco HSBC (China).

Na terça-feira [12 de junho], haverá quatro discussões: Mídias Sociais e o Transporte Aéreo, O Valor da Aviação, Comercialização de Biocombustíveis e o Futuro da Distribuição Aérea.

“Pequim é o local ideal para a AGM deste ano”, diz Tyler. “É a casa da IATA no norte da Ásia, onde está localizado nosso maior escritório regional, com maior faturamento e liquidez.” De acordo com ele, só em 2011 foram emitidos 132 milhões de passagens e, mais importante, a China tem uma grande história de sucesso da aviação. “A estratégia do governo de utilizar a aviação para guiar o crescimento econômico fez com que o país emergisse como uma potência do setor.”

Metade dos lucros agregados da indústria em 2011 veio de linhas aéreas chinesas e três dos dez maiores membros da IATA em número de passageiros estão sediados no país. A China é o segundo maior mercado aéreo do mundo, com 300 milhões de passageiros. Os lucros da indústria foram de US$ 57,6 milhões no último ano. Para dar suporte a esse crescimento serão construídos 70 novos aeroportos entre 2011 e 2015, e até 2020 serão 97 novos aeroportos.

A IATA tem longa e próspera história de parceria no desenvolvimento da aviação chinesa. A associação estabeleceu presença na China em 1994. Atualmente, 19 companhias aéreas chinesas estão entre os 242 membros da IATA, das quais 11 possuem sede no continente asiático. Adicionalmente, uma das rotas internacionais mais populares do país é conhecida informalmente como IATA-1, em homenagem à associação e sua cooperação com as autoridades chinesas para estabelecê-la. Além disso, a China foi o primeiro país a alcançar o mandato da IATA de 100% de venda de passagens online.

A Air China será a anfitriã do evento em 2012. Esta é a segunda vez que a AGM será realizada na China. A primeira foi em 2002, em Xangai, a convite da China Eastern Airlines.

6 de junho de 2012

Faltam 362 dias...

A Etihad Airways, companhia aérea nacional dos Emirados Árabes Unidos, tinha estudos planejados, autorização da Anac, mas por um bom tempo protelou o anúncio oficial do inicio de suas operações para o Brasil. O comunicado finalmente chegou nesta primeira semana de junho confirmando que o Brasil será o primeiro país da América do Sul a receber voos da companhia.
   
 “A abertura da linha para o Brasil é um passo lógico para nós”, afirmou James Hogan, Presidente e CEO da companhia desde 2006, Contudo, os voos diários entre Abu Dhabi e São Paulo começarão apenas no dia 3 de junho de 2013 - dentro de um ano, portanto. 

Considerada uma das maiores empresas aéreas em expansão na aviação internacional, a empresa de Adu Dhabi tem frota atual de 66 aviões entre modelos Airbus e Boeing e voa diretamente para 87 destinos no Oriente Médio, África, Europa, Ásia, Austrália e América do Norte. 

Em seu projeto de expansão, tem mais de uma centena de aeronaves encomendadas, inclusive 10 Airbus A380 e outros 10 Boeing 787-9 Dreamliner.
  
 A direção da Etihad confirmou 41 pedidos deste avião da Boeing e tem opção para outros 25, sendo que espera receber o primeiro 787-9 em 2014 e a relação completa até 2019. Fundada em 2003, a Etihad Airways transportou 8,3 milhões de passageiros no ano passado.

Atende a 239 destinos se consideradas as parcerias operacionais, com os 34 acordos de code-share que tem na atualidade. A empresa é dona de 29% da Air berlin, a segunda maior da Alemanha e sexta companhia aérea da Europa, e de 40% da Air Seychelles. Apontada como Líder mundial por três anos, teve entre os prêmios mais recentes o World Travel Awards e de Melhor Primeira Classe Mundial em 2011.
 
O Conselho de Administração da Etihad é presidido pelo Sheik Hamed bin Zayed Al Nahyan, conta com oito mil funcionários e entre atividades paralelas conta com uma grande operadora de viagens, a Etihad Holidays. Em 24 destinos pelo mundo, a empresa disponibiliza limousines para atendimento dos clientes Vips.

Embraer apostará com tudo no mercado militar

A fabricante brasileira de aeronaves Embraer anunciou nesta terça-feira sua desistência na fabricação de aviões civis de pequeno porte para concorrer com a Airbus e Boeing, mas ressaltou sua ambição no setor da defesa.
 
Terceira maior fabricante mundial, a Embraer estudou durante dois anos um projeto de aeronaves domésticas de 130 a 160 lugares (sua produção atual para em 120 assentos), que rivalizaria com os menores aviões de corredor único da europeia Airbus e da americana Boeing. 

"Não temos planos para desenvolver esta aeronave", declarou o presidente da divisão de aviação comercial, Paulo Cesar Silva, à imprensa em Paris. "Fizemos alguns estudos de mercado, conversamos com muitos clientes... e não vemos justificativa econômica para este projeto". 

Airbus e Boeing já garantiram grande parte do mercado ao lançar suas versões remotorizadas das aeronaves de corredor único A320 e 737, o Neo e o Max, e a canadense Bombardier já tem tido dificuldades para ganhar espaço neste segmento com seu CSeries, argumentou. 

No entanto, "vamos remotorizar a gama de E-Jets, a fim de manter a nossa posição de liderança no segmento de aeronaves de 70 a 120 assentos", disse César Silva. 

Os primeiros modelos batizados G2, redesenhados e remotorizados para consumir menos, devem entrar em serviço em 2018, segundo ele. Os novos reatores serão escolhidos até ao final do ano. 

A Embraer oferece quatro modelos de aeronaves domésticas (E170, E175, E190 e E195). Ela entregou 823 em oito anos, e ainda tem 240 encomendadas. 

A aviação comercial representa 65% das vendas da fabricante brasileira e continuará a ser a maior parte de sua atividade, à frente da produção para empresas, acrescentou Cesar Silva. A Embraer também criou uma divisão de defesa em 2010, que representa 7% do seu volume de negócios. 

Esta percentagem deverá atingir 16% em 2012, anunciou o chefe da divisão de segurança e defesa, Luiz Carlos Aguiar, que tem como meta alcançar 25% até 2020. A companhia já é conhecida por seu turboélice de ataque leve e treinamento avançado Super Tucano. Com 182 exemplares encomendados por uma dúzia de países, venceu em 2011 uma licitação da Força Aérea dos Estados Unidos. 

A Arenonáutica americana, contudo, cancelou o contrato em fevereiro, após os protestos da concorrente americana infeliz Hawker Beechcraft, mas abriu um novo concurso, informou Carlos Aguiar, que não quis comentar sobre suas chances. 

A Embraer também se lançou no mercado de aeronaves de transporte militar e propõe um sucessor para o C-130 da Lockheed Martin. O KC-390, capaz de transportar uma carga de 23 toneladas, deve fazer seu primeiro voo em 2014 e entrar em serviço em 2016. 

A Embraer busca de 16 a 18% de um mercado global estimado em 700 aeronaves, um total de 50 bilhões de dólares. Suas ambições não param por aí. A fabricante está envolvida em dois projetos governamentais de grande porte: o primeiro satélite de comunicações fabricado no Brasil e na implantação de um sistema de vigilância das fronteiras. 

Para obter uma quota do mercado de satélites, avaliado em 400 milhões de dólares, a Embraer criou uma sociedade com a empresa de telecomunicações Telebrás. O satélite que terá dupla função, civil e militar, deve ser lançado no final de 2015, disse Carlos Aguiar. 

O Brasil tem 17.000 quilômetros de fronteiras. Seu monitoramento exigirá comunicações por satélite, radar, aeronaves não tripuladas, sistemas de comando e veículos blindados, um projeto estimado em quatro bilhões de dólares em dez anos.

Azul, Webjet e Avianca são multadas pelo PROCON-SP

Na tarde de desta segunda-feira, equipes da Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP) fiscalizaram companhias aéreas no Aeroporto de Congonhas para verificar o cumprimento da nova resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que manda informar os consumidores, no momento da compra da passagem, o índice de atrasos e cancelamentos de voos. As empresas Avianca, Azul e Webjet foram autuadas por não disponibilizarem, nos balcões de vendas do aeroporto, tabela com os históricos.
As companhias aéreas tiveram prazo de 90 dias para se adequarem ao cumprimento Resolução 218/2012, cuja fiscalização iniciou nesta segunda-feira.
  
De acordo com a norma, as companhias aéreas devem informar em seus canais de compra o índice de atrasos e cancelamentos de voos registrados no mês anterior. No caso de venda por telefone ou pessoalmente, as informações devem ser prestadas mediante solicitação do consumidor. O Procon-SP também monitorou os sites das empresas e localizou a tabela, porém em ícones pouco acessados pelo usuário na hora de compra, como "serviços" ou "detalhes".
 
- O primeiro dia após a entrada em vigor dessa importante medida em favor do consumidor demonstrou que as empresas procuraram adequar seus sites, mas não empregaram os mesmos esforços no atendimento presencial em um dos aeroportos de maior movimento do país, o que resultou na falta de informação ao consumidor - afirma.
 
As empresas serão chamadas, pelo Procon-SP, para apresentarem propostas de melhoria nas informações prestadas em seus sites.
 
Esses percentuais de atrasos e cancelamentos dos voos domésticos e internacionais são apurados mensalmente pela Anac para cada etapa de voo, independentemente dos motivos que os ocasionaram, e também estão disponíveis no site da agência. São informados os percentuais de atraso iguais ou superiores a 30 minutos e iguais ou superiores a 60 minutos.
 
A Anac informou que iniciou o monitoramento sobre o cumprimento da norma e que está em contato direto com as empresas para apuração da situação de cada uma delas, seja para constatar o descumprimento da norma ou seu cumprimento insatisfatório. Segundo a Anac, não haverá nenhuma operação especial para fiscalização da norma. As empresas que descumprirem a norma, segundo a Anac, poderão ser multadas entre R$ 4 mil e R$ 10 mil. 
Em  nota, "A Azul Linhas Aéreas informa que a companhia está se adequando o mais rápido possível para atender à Resolução 218 da Anac em todos os seus canais de vendas", informou a empresa, por nota.

Azul+Verde

A Azul Linhas Aéreas uniu-se à Amyris, Inc., Embraer e GE para anunciar nesta segunda-feira (4) que foram concluídos com sucesso os testes necessários para que um combustível renovável e inovador para jatos produzido pela Amyris a partir da cana-de-açúcar brasileira seja utilizado em voo de demonstração por um jato Embraer 195 da Azul equipado com motores CF34-10E da GE. O voo “Azul+Verde” será realizado no Brasil em 19 de junho, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável Rio +20.
   
O combustível renovável para jatos da Amyris foi desenvolvido para atender às especificações de combustíveis Jet A/A-1 e proporcionar desempenho equivalente aos combustíveis convencionais derivados de petróleo em uma série de parâmetros, entre eles propriedades de adequação à finalidade específica e potencial de redução da emissão dos gases que causam o efeito estufa. A matéria prima para o combustível renovável é a cana-de-açúcar, biomassa que pode ser produzida em grande escala e de maneira sustentável no Brasil e em outros países dos trópicos.
   
As empresas fornecerão informações adicionais sobre os planos do voo em breve, após autorização da Agencia Nacional de Aviação Civil (ANAC).
 

4 de junho de 2012

Avião MD-83 cai na Nigéria e mata 153 pessoas

A queda de um avião de passageiros em um bairro residencial da maior cidade da Nigéria, Lagos, matou todos os 153 tripulantes e passageiros a bordo e deixou um número incerto de vítimas em terra, no pior desastre aéreo do país em quase duas décadas.
Equipes de investigação e de resgate trabalham no local do desastre, mas não conseguem controlar uma multidão de curiosos que chegaram a andar pelos destroços da asa e do motor para tirar fotos. 

O diretor-geral da Autoridades da Aviação Civil da Nigéria, Harold Demuren, disse que todos os passageiros e tripulantes morreram na queda. Pelo menos quatro chineses estão entre os mortos, de acordo com a agência estatal chinesa, a Xinhua.

A causa do acidente com o avião da Dana Air, um McDonnell Douglas MD-83 (DC-9-83), são desconhecidas, mas a caixa-preta foi encontrada e entregue à polícia. Pouco antes do acidente, que aconteceu próximo ao aeroporto, o piloto comunicou um problema no motor, segundo um militar que não quis ser identificado.
O avião, que decolou em Abuja, a capital, em direção a Lagos, colidiu com vários prédios, arrancou pedaços de telhados e bateu em uma árvore.
Três horas depois do acidente, bombeiros ainda tentavam controlar o fogo, lutando contra a falta d’água.
Um morador da região, Praise Richard, disse que estava assistindo a um filme quando ouviu uma forte explosão que parecia a de uma bomba.
Quando saiu de sua casa, viu uma enorme quantidade de fumaça. “Não acho que alguém sobreviveu”, afirmou. “Seria preciso um milagre.”
O presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, decretou três dias de luto nacional por causa do acidente. Em comunicado, ele disse que cancelou todos os compromissos públicos previstos para a segunda-feira e ordenou uma investigação completa.
Jonathan acrescentou que “rezará para que Deus dê coragem às famílias das vítimas para que consigam aguentar essa perda irreparável”.

O aeroporto internacional de Lagos, de onde o avião decolou, é um dos mais importantes da África. Em 2009, quando a última estatística foi feita, 2,3 milhões de passageiros passaram por ele, de acordo com o governo.

O acidente deste domingo é o pior desde setembro de 1992, quando um avião militar caiu pouco depois do pouso em Lagos, deixando 163 mortos.
Trata-se do segundo acidente de um avião nigeriano em menos de 24 horas. Neste sábado, uma aeronave de carga da Allied Air saiu da pista ao tentar aterrissar em Acra (Gana) e se chocou contra um ônibus, causando 10 mortes.

Desde 1992, ano em que ocorreu um acidente com um avião de transporte militar nigeriano perto de Lagos, causando a morte de 158 pessoas, o país sofreu seis catástrofes aéreas, que deixaram de 100 a 150 mortos cada uma.
A Dana Air é uma companhia doméstica, que iniciou suas operações em novembro de 2008 e é hoje uma das principais companhias nigerianas, com uma frota composta por aviões MD83, de acordo com o site da empresa.

Os aviões da companhia fazem diariamente a ligação entre as cidades de Abuja, Calabar, Lagos, Port Harcourt e Uyo. A Dana Airline divulgou uma lista prévia com o nome dos passageiros e confirmou que Ehime Aikhomu, filho do ex-vice presidente da Nigéria estaria entre os mortos.

Um alto almirante das forças armadas do país também estaria entre as vítimas, assim Levi Ajuonuma, gerente geral da Corporação Nacional de Petróleo da Nigéria.

1 de junho de 2012

GOL continua demitindo tripulantes

A Gol Linhas Aéreas demitiu 190 tripulantes nesta sexta-feira, com objetivo de "manter seu plano de negócios disciplinado e a sustentabilidade de sua operação", informou a companhia em nota.
A empresa não informou onde estavam baseados os tripulantes, o tempo de trabalho nem outros detalhes sobre as demissões.

A Gol afirmou que o desligamento faz parte do processo de adequação à nova realidade do mercado e salientou "que manterá o atendimento aos 63 destinos nacionais e 13 internacionais que compõem sua malha".

No início de abril, a empresa já havia informado a efetivação da demissão de 131 funcionários, além de 46 adesões a um programa de licença não-remunerada e 238 pedidos de desligamento voluntário.

A Gol tem adotado importantes medidas de redução de custos buscando elevar sua rentabilidade, como a redução de 80 a 100 voos diários, além das demissões.
Em abril, a companhia reportou recuperação tanto na demanda quanto no yield -indicador do preço de tarifas-, com aumentos de, respectivamente, 4,7 por cento e 1,5 por cento em relação ao mesmo período do ano passado.

A redução na oferta ocorreu nos segmentos doméstico e internacional, com recuos de 5,4 e 4,9 por cento, respectivamente, sobre março.

A companhia aérea, segunda maior do país em participação de mercado de acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), afirmou ainda que está em constante diálogo com o Sindicato Nacional dos Aeronautas.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o sindicato informou que sempre busca evitar demissões no setor, e que é de interesse da entidade que elas sejam revertidas.
Além disso, o sindicato afirmou que há pouco mais de uma semana cerca de 150 tripulantes não receberam suas escalas de voo, o que já sinalizava as posteriores demissões. 

Na semana passada, o sindicato conseguiu reverter a demissão de 11 tripulantes diante da alegação de que teriam sido ilegais por não obedecerem convenções coletivas de trabalho. 

As ações da Gol iniciaram a sessão desta sexta-feira em queda, mas reverteram a tendência e operavam em alta de 2,49 por cento, a 8,24 reais às 12h53, enquanto o Ibovespa cedia 0,94 por cento no mesmo horário.

747-8 Intercontinental da Lufthansa faz seu 1º voo comercial

"O maior avião do mundo", o Boeing 747-8 ou Novo Jumbo, como vem sendo chamado com orgulho pela companhia aérea alemã Lufthansa, fez seu primeiro voo comercial na manhã desta sexta-feira. O voo seguiu sem escalas para Washington, nos Estados Unidos.
A aeronave, apresentada na tarde desta quinta-feira em Frankfurt, na Alemanha, é uma versão remodelada do clássico avião - ele é construído com materiais compostos, mais leves e resistentes - , que manteve o recorde de capacidade de transporte de passageiros por 37 anos, de 1970 a 2007, quando entrou em operação o A380, da concorrente Airbus. 

Saído do forno, o Novo Jumbo custou US$ 317,5 milhões. São quase 69m (68,7) de asa a asa, o que o transforma no mais largo avião que existe. Com a altura não é diferente, ele mede 19,4 metros, o equivalente a um prédio de seis andares, e tem capacidade de transportar 362 passageiros. 

Mas a grandeza da aeronave não para por ai. "Entre as qualidades estão o menor consumo de combustível e a consequente menor emissão de gases tóxicos. Além disso, a chave do sucesso é oferecer qualidade, segurança e conforto durante o voo. Nossos funcionários são especialmente treinados para seguir esses três princípios e fazem a diferença", disse o CEO da Lufthansa German Airlines, Carsten Spohr. 

A Lufthansa ficou tão satisfeita com as qualidades do modelo que já encomendou mais 19. Serão entregues cinco por ano, até 2015. Até o final do ano, voarão mais quatro Novos Jumbos e as rotas já estão fechadas: Nova Deli e Bangalore, na Índia, e Chicago e Los Angeles, nos Estados Unidos. "Estamos orgulhosos e convencidos de que será uma ótima parceria", afirmou Spohr. 

Existe a expectativa de que um dos novos Boeings assuma rotas para Rio de Janeiro, São Paulo, Buenos Aires (Argentina) e Cidade do México, já que são os destinos mais requisitados na América Latina.