Speech de boas vindas!

Senhoras e Senhores,

Bem vindos ao blog "aqui em cima".

Obeservem o número da poltrona no cartão de embarque.

Junto as saídas de emergência, não é permitida a acomodação de crianças ou colocação de bagagens.

Acomodem a bagagem de mão no compartimento acima ou embaixo da poltrona à sua frente.

Lembramos que os pertences de mão trazidos a bordo são de responsabilidade dos clientes.

Obrigado.
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1 de outubro de 2012

TAM fecha parceria com Medaire

A Tam anuncia que fechou contrato com a empresa americana de aconselhamento médico remoto, Medaire, que visa garantir mais segurança aos passageiros e tripulantes de voos internacionais, que agora poderão contar com apoio e orientação, em português, de profissionais especializados em medicina aeroespacial 24 horas por dia, posicionando-se, desta forma, como a única empresa na América Latina a contar com esse tipo de suporte.
Assim, quando for constatado que algum passageiro necessita de auxílio médico durante o voo, o comissário acionará o piloto, que entrará em contato com a empresa. Com base nos sintomas descritos, o médico indicará os procedimentos que deverão ser tomados. Caso entenda que o paciente precisa de atendimento hospitalar, poderá aconselhar, inclusive, que a aeronave pouse no aeroporto mais próximo.

Além do apoio remoto em voo, o contrato da Tam com a Medaire prevê treinamento para tripulação e para o gerenciamento de passageiros com necessidades especiais, avaliação médica pré-voo, ativação de equipe médica na chegada da aeronave, verificação de recursos médicos no destino e follow-up do caso.
“Este acordo com a Medaire demonstra nossa preocupação com o bem-estar do passageiro, pois, com o auxílio de profissionais extremamente capacitados, podemos atender a situações médicas simples e complexas de forma mais eficiente”, afirma Marco Cantero, obstetra e gerente de saúde, segurança do trabalho e meio ambiente da Tam. “Em cerca de 80% dos voos, há médicos voluntários quando algum passageiro não está se sentindo bem. No entanto, esses profissionais podem não estar acostumados com os efeitos provocados no corpo humano pelo ambiente hipopressurizado e com menor pressão de oxigênio de uma aeronave”, completa.
O projeto prevê também a aquisição de desfibriladores, ainda este ano, para todas as aeronaves que fazem voos internacionais. A Tam informa que essas rotas foram escolhidas porque a maior incidência de complicações de saúde mais graves ocorrem em viagens com mais de quatro horas de duração.

30 de agosto de 2012

TAM investe pesado na segurança de seu site

A TAM Linhas Aéreas acaba de obter o selo Website Protegido, da REDE SEGURA TECNOLOGIA, empresa especializada em segurança de aplicações web. A certificação é resultado do esforço da companhia para adotar as melhores práticas de segurança em seus canais de venda online. Exibido no canto inferior direito da home page da TAM (www.tam.com.br), o selo atesta que o site está mais protegido de vulnerabilidades provocadas por ataques de agentes maliciosos (hackers ilegais e crackers).

A busca pela solução em segurança foi motivada pelo aumento de tráfego no website da companhia. Em julho, no comparativo com o mesmo mês em 2011, foi registrado um crescimento de 45% na audiência. Neste ano, o site também já bateu os seus recordes mensais de visitas (em junho) e de transações (em abril).

“É importante garantir e transmitir esta segurança ao cliente. O nosso site é responsável por uma parcela representativa das vendas e já se consolidou como um dos principais portais de e-commerce do Brasil. Hoje, ele está ainda mais preparado para atender qualquer aumento de tráfego”, afirma Rodrigo Trevizan, diretor de Vendas Diretas da TAM.

Os primeiros resultados da iniciativa já são percebidos. Após cinco dias de exibição do selo Website Protegido, a taxa de abandono do site diminuiu. Ao mesmo tempo, houve um considerável incremento do número de visitantes que continuaram navegando pelas páginas do site e, eventualmente, adquiriram a sua passagem. Vale lembrar, o selo só é exibido quando nenhuma vulnerabilidade de alto e médio risco é identificada.

O projeto da companhia aérea com a REDE SEGURA TECNOLOGIA teve início há seis meses, quando se implantou o Sistema RedeSegura (uma espécie de auditoria nas aplicações web do portal da TAM) para identificar os ajustes a serem feitos.

Até hoje, o sistema realiza testes diários de avaliação de segurança dos aplicativos do site, além de testes de varredura (Black Box Scanning) que simulam ataques externos para identificar vulnerabilidades. Para reforçar estas avaliações, uma base de dados fornece até 39 mil assinaturas de ataques já praticados por agentes maliciosos.

“O Sistema RedeSegura, que alia a tecnologia N-Stalker a serviços de especialistas em segurança, realiza varreduras para testar o ambiente das aplicações web, desde as entregas do desenvolvimento até o monitoramento do risco de ataques durante seu uso, indicando melhorias”, explica Thiago Zaninotti, CTO da REDE SEGURA TECNOLOGIA.

A partir dos ajustes sugeridos pelo Sistema RedeSegura, a TAM tem encaminhado para os desenvolvedores de seu site as orientações de como proceder para evitar determinadas vulnerabilidades. Além disso, todos os novos serviços ou aplicativos do portal passam por validação antes de serem lançados.

“Nosso desafio é conciliar estes ajustes com outros processos para não causar interferência nas diversas atividades do portal”, lembra Marcos Roberto Teixeira, diretor de Tecnologia da Informação da TAM Linhas Aéreas. “Sem dúvida, estas ações de melhoria contínua permitem que nos antecipemos aos riscos em nosso ambiente online”.

30 de dezembro de 2011

2011, um ano seguro!

Companhias aéreas devem registrar recorde: apenas uma morte para cada 7,1 milhões de passageiros no mundo.

Este ano está a caminho de se tornar o mais seguro da história da aviação comercial, com apenas uma morte para cada 7,1 milhões de passageiros aéreos no mundo, embora as autoridades da aviação civil alertem que melhorias nas estatísticas de acidentes costumam mascarar perigos persistentes.

Segundo matéria do Wall Street Journal, faltando poucos dias para terminar o ano, 2011 está prestes a ultrapassar o recorde mais recente de baixo número de óbitos em acidentes aéreos desde 1945, o de 2004, quando houve uma morte para cada 6,4 milhões de passageiros, segundo a Ascend, uma consultoria de Londres.

O ano também aparentemente terá um dos menores números de mortes de passageiros, em 401 até quarta-feira, apesar da forte expansão mundial no número de vôos e passageiros no mundo. Morreram 344 passageiros em acidentes com vôos comerciais em 2004, mas o setor transportou um número 30% menor de passageiros em muito menos vôos, segundo a Ascend. Os números não levam em conta atentados terroristas.

"A segurança está melhorando, e mais rápido do que a expansão do próprio setor", disse Paul Hayes, diretor de segurança da Ascend.

O histórico de acidentes das empresas que operam aviões fabricados em países ocidentais é melhor. Essas empresas tiveram este ano apenas um acidente grave para cada três milhões de vôos no mundo, quase 49% melhor que em 2010 e cerca de três vezes melhor que em 2001, segundo a Associação Internacional do Transporte Aéreo, conhecida pela sigla em inglês Iata.

O número representa o melhor desempenho do setor desde que a Iata começou a compilar os dados sobre acidentes aéreos, na década de 40. Se levados em conta os aviões de fabricação russa e de outros países, o índice mundial de acidentes cai levemente, para cerca de duas aeronaves destruídas para cada milhão de vôos, ou sete vezes a proporção dos aviões fabricados em países ocidentais, como os da Airbus — filial da European Aeronautics Defence and Space Co. — a Boeing Co., a Bombardier Inc. e a Embraer SA.

O ano também está chegando ao fim com outro recorde notável: o maior período na aviação moderna sem um único acidente fatal, segundo Harro Ranter, presidente da Rede de Segurança da Aviação, uma organização sem fins lucrativos que monitora acidentes e incidentes. Desde 13 de outubro, quando um avião movido a hélice caiu na Papua Nova Guiné com 28 passageiros, que ninguém morre num vôo comercial, geralmente definido como um avião de companhia aérea que leve 14 passageiros ou mais. O período mais longo até então tinha sido de 61 dias, em 1985, segundo Ranter.

5 de março de 2011

Vá ao banheiro do avião, mas não demore!!!!!!!

O banheiro de avião é algo engraçado... Quase todos têm a fantasia de uma relação num banheiro de avião (suponho eu que seja mais pelo risco de ser pego em flagra do que qualquer outro motivo), mas é melhor não demorar muito em um desses, pois desde fevereiro, as aeronaves não têm mais as máscaras de oxigênio dentro dos toaletes... Isso porque, em sigilo, a FAA (agência de aviação americana) determinou a retirada do suprimento e das máscaras de oxigênio do banheiro dos aviões comerciais de passageiros nos Estados Unidos. Por recomendação da agência, o Brasil também seguiu a medida.

A agência e a inteligência do governo americano identificaram ameaça de o dispositivo ser usado como explosivo por terroristas, já que o oxigênio é altamente inflamável.

O FAA não quis dar detalhes. Mas a informação chegada à imprensa diz que a agência norte-americana orientou o Brasil, a Comunidade Europeia e outros países. A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) tem um convênio com a FAA que obriga o Brasil a seguir as medidas tomadas pelos Estados Unidos no setor. A Icao (sigla em inglês da Organização Internacional de Aviação Civil) informou, na terça-feira, que não tinha conhecimento da determinação.

Cerca de 6 mil aviões americanos foram submetidos à mudança nas últimas semanas. No Brasil, a instrução foi repassada na primeira quinzena de fevereiro e afeta cerca de 400 aeronaves de todas as companhias de transporte regular de passageiros - TAM, Gol, Avianca, Azul e Webjet, entre outras. Segundo a Anac, o prazo de 21 dias para para que as companhias se adequassem à determinação de retirada das máscaras dos banheiros das aeronaves no Brasil termina hoje.



Com a medida, os aviões não terão mais máscaras de oxigênio nos banheiros. Assim, se um passageiro estiver no lavatório durante uma despressurização, comissários terão de abrir o banheiro e socorrê-lo. A possibilidade de que isso ocorra é rara, segundo a FAA e a Anac. Em altitudes de cruzeiro, cerca de 12 mil metros, há risco de morte caso o passageiro fique sem a máscara por muito tempo. As agências sustentam que os pilotos são instruídos, em casos assim, a abaixar a altura da aeronave imediatamente.

O comandante Carlos Camacho, diretor de Segurança de Voo do Sindicato Nacional dos Aeronautas, concorda com a resolução da Anac, mas questiona a atuação de algumas empresas aéreas. "A partir do momento que elas colocam o buy on board, aquele sistema de vendas a bordo, ela indisponibiliza o comissário e se houver uma despressurização, como é que eles poderão, com carrinhos no meio da passarela, atender à demanda?", questiona. Camacho explica que atualmente as aeronaves voam muito alto, a cerca de 41 mil pés. "As condições normais de pressão estão a 14 mil pés, cerca de 4,5 mil metros", explica o comandante. Ele afirma que chegar à altitude segura é rápido e, com o sistema funcionando corretamente, "o tempo é mais que suficiente" para manter a segurança dos passageiros.

Outro problema apontado pelo comandante Carlos Camacho é o descaso dos passageiros com as instruções de segurança. "Cerca de 95% dos passageiros não prestam atenção aos procedimentos explicados pelos comissários antes do voo" - aquele em que a tripulação faz mímica de como colocar as máscaras de oxigênio.

Camacho afirma ainda que mais de 90% dos passageiros também não leem os cartões com as condutas de segurança presentes à frente ou nas laterais das poltronas.