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28 de novembro de 2012

Aruba passará a operar no Brasil

A Aruba Airlines vai inaugurar, no dia 14 de dezembro, voos diretos charter entre São Paulo e Oranjestad, capital de Aruba, e começará a operar voos regulares entre as duas cidades a partir de fevereiro de 2013, informou a companhia aérea nesta terça-feira.
A frequência inicial será semanal, com saída de Oranjestad às sextas-feiras às 19h30 de Aruba (21h30 de Brasília) e chegada às 3h25 de sábado no aeroporto de Guarulhos. Já as partidas à ilha acontecerão uma hora depois do pouso.

Segundo um comunicado da Autoridade de Turismo de Aruba divulgado em São Paulo, a companhia, começará a oferecer em fevereiro próximo dois voos semanais regulares.

Aruba Airlines utilizará em seus voos ao Brasil um Airbus A320-300 com capacidade para 132 passageiros, sendo 120 para a classe turística e 12 para a executiva.
O voo direto tem caráter estratégico, já que parte da política de turismo de Aruba está focada nos clientes da América Latina, especialmente os brasileiros, disse a empresa em nota oficial.

"O voo direto Aruba-São Paulo estreitará os laços comerciais, culturais e turísticos e, principalmente, criará novas oportunidades de negócios entre arubanos e brasileiros", disse o ministro de Turismo, Transporte e Trabalho de Aruba, Otmar E. Oduber, citado no comunicado.

30 de outubro de 2012

caça da FAB acompanha voo da TAM

Um avião da TAM que saiu de Aracaju com destino a Guarulhos (SP) na noite desta sexta-feira (26) foi interceptado por um caça F5 da Força Aérea Brasileira. Segundo a FAB, o voo do Airbus A-320 mudou a rota que estava programada.
A Força Aérea desconfiou que o airbus tinha sido sequestrado, já que estava há 50 minutos sem estabelecer contato. O caça seguiu o avião comercial de perto sem que o piloto e os passageiros percebessem a aproximação.

O voo chegou sem atraso ao Aeroporto de Guarulhos. Oficialmente a operação foi descrita pela FAB como procedimento de socorro em voo.
A assessoria de imprensa da TAM confirmou a falha na comunicação e afirmou que em nenhum momento houve risco à segurança. Informou ainda que a aeronave esteve todo o tempo identificada nas telas dos radares de Vigilância do Sistema Aéreo, voando em uma rota prevista nas cartas de navegação.

27 de julho de 2012

Airbus fabricará nas terras da Boeing

A fabricante de aviões europeia Airbus anunciou que planeja construir uma linha de montagem para jatos pequenos na cidade de Mobile, no Estado do Alabama, nos Estados Unidos. A unidade será a primeira grande instalação da empresa no país da sua maior concorrente, a Boeing. A informação sobre a construção da fábrica veio a público dois meses após a Airbus anunciar uma redução temporária na produção do super jumbo A380.

De acordo com a European Aeronautic Defence & Space (EADS), controladora da Airbus , a empresa investirá 600 mihões de dólares na nova fábrica.
"O momento é ideal para a Airbus se expandir na América", afirmou o executivo-chefe da Airbus, Fabrice Bergier. A previsão da empresa é de que as companhias aéreas dos EUA precisarão de 4,6 mil jatos comerciais durante os próximos vinte anos para ampliação de frota e substituição de aeronaves antigas que consomem muito combustível.

A Airbus informou que, a partir de 2015, produzirá na nova fábrica jatos da família A320 de apenas um corredor. Até 2018 a nova fábrica entregará de 40 a 50 aviões por ano. Cerca de 1 mil pessoas serão empregadas pela fábrica, sem incluir empregos que serão criados em fornecedores locais e estrangeiros, segundo uma fonte. A construção da linha de montagem começará dentro de um ano e as primeiras entregas deverão ser feitas em 2016.

"Esta linha de montagem nos deixa mais próximos de nossos clientes", afirma.

A Airbus também possui fábricas na Alemanha e na China.

A Boeing, por sua vez, constrói nos Estados Unidos em sua sede de Seattle (noroeste), no Estado de Washington, e em Charleston, na Carolina do Sul.

O anúncio da Airbus foi elogiado pelos legisladores do Alabama e também de Mississipi e Flórida, estados vizinhos, assim como de Ohio (norte). A Airbus emprega mais de 1.000 pessoas nos Estados Unidos, em particular nos centros de engenharia. Em 2011, suas compras de provedores norte-americanos alcançaram 12 bilhões de dólares.

Os detalhes financeiros da operação não foram divulgados até o momento.



21 de julho de 2012

A320 já transportou o mundo

Desde que o início de suas operações, em 1998, o A320 já transportou em torno de 7 bilhões de passageiros – o equivalente à atual população mundial. O A320 voa em todos os lugares do mundo, em todos os continentes, incluindo destinos exóticos como o Butão e a Antártida, onde a aeronave aterrissa em uma pista de gelo azul durante o verão.
Esta incrível e confiável família de aeronaves (confiabilidade operacional de 99,7%) nunca parou de evoluir, permanecendo no topo no quesito tecnologia e custo benefício. A Airbus gasta 300 milhões de euros por ano em desenvolvimento para a Família A320.
Os clientes da Família A320 agora terão novos Sharklets que economizará e cortará a queima de combustível em 3,5% a partir do final deste ano. O desejado modelo “neo” poupará 15% graças aos novos motores e os Sharklets.
A Airbus já vendeu mais de 8.500 aeronaves da Família A320 e entregou mais de 5.100 a 365 clientes e operadores. Devido a forte demanda, a empresa, que produz 40 modelos desta aeronave por mês, aumentará para 42 até o fim deste ano – a maior taxa de produção já vista para um avião comercial em todos os tempos. A fabricante entrega aviões com alto padrão de qualidade; alcançando 95% no índice de satisfação do cliente.
Os aviões da Família A320 já totalizaram 120 milhões de horas de voo. Atualmente, um deles decola ou aterrissa a cada 2,5 segundos em algum lugar do mundo.

14 de julho de 2012

TAM será a primeira companhia aérea a oferecer banheiros para pessoas com mobilidade reduzida

Com uma encomenda da TAM Linhas Aéreas, a Airbus lançou oficialmente o banheiro Space-Flex PRM (Pessoas com Mobilidade Reduzida) como uma opção para os operadores da família A320. A TAM se tornará o primeiro cliente da Airbus a se beneficiar com o Space-Flex, a nova opção que oferece mais conforto aos passageiros e já está disponível na família A320.
O pedido da TAM é para a Airbus adicionar o Space-Flex nas 39 novas aeronaves que serão entregues a partir do 4º trimestre de 2013. Fazendo um uso mais eficiente do espaço na parte de trás da cabine, dois lavatórios mais uma galeria poderão ser eficientemente acomodados neste espaço, gerando as seguintes vantagens para a TAM: 

-Liberando esta área para mais comodidade aos passageiros, o espaço da cabine será ampliado;

-Oferecendo dois banheiros, cada um do tamanho comparável aos existentes dos A320s, ou seja, maior do que os lavabos dos concorrentes;

-O banheiro PRM é um auxílio ao progresso através de um processo de conversão simples: dois lavabos Space-Flex são convertíveis em um espaço para pessoas de mobilidade reduzida, de forma semelhante às apresentadas em aeronaves Airbus de fuselagem larga.
"O Space-Flex otimiza o espaço da cabine e, portanto, nos dá mais flexibilidade em nossas novas aeronaves Airbus da família A320", disse José Maluf, vice-presidente de Suprimentos e Contratos da TAM Linhas Aéreas. "No futuro, poderíamos facilmente adaptar-nos à demanda do mercado e melhorar custos de assento-milha adicionando seis lugares sem comprometer o conforto."

Antes deste lançamento pela TAM, o conceito do Space-Flex havia sido revisto e testado com numerosas companhias aéreas, e a representação foi apresentada nas recentes feiras, incluindo a Aircraft Interiors Expo, em Hamburgo

28 de maio de 2012

Airbus engaveta planos de aumentar a produção do A320

A Airbus engavetou o plano de aumentar a produção do seu jato de um corredor A320, que é um sucesso de vendas, num sinal de que as incertezas mundiais começam a afetar a indústria aeronáutica. 

Ontem, executivos da Airbus se disseram preocupados com a situação da economia mundial, o poder das companhias aéreas de financiar compras e a capacidade das fabricantes de peças.
A meta atual da Airbus é de produzir 42 A320 por mês, e ela vinha planejando aumentar essa média para 44 até 2014. A companhia, uma subsidiária da European Aeronautic Defence & Space Co., fabrica hoje 40 A320 por mês, um recorde do setor na produção de jatos comerciais. A decisão de recuar nos planos indica que a fase de crescimento contínuo do setor pode estar chegando ao fim.

Com uma carteira de pedidos que soma 3.290 A320 para fabricação e entrega ao longo dos próximos dez anos, a Airbus tinha cogitado elevar a produção para ainda além de 44 jatos por mês por vários anos. Essa ideia está suspensa por tempo intedeterminado. O avião, para rotas de curta e média distância, é muito utilizado em vôos transcontinentais.

"No momento, estamos dizendo que 42 é suficiente e que [...] vamos dar uma pausa", disse Tom Williams, vice-presidente executivo de programas da Airbus. "Vamos esperar para ver como o mercado evolui". 

Enquanto isso, a rival americana Boeing Co. vai aumentar a produção mensal do 737, outro avião com um só corredor, para 42 unidades.

Tanto a Airbus quanto a Boeing registraram uma demanda inédita nos últimos anos, apesar da turbulência econômica e política em todo o mundo. O motivo? O crescimento econômico de certas regiões e a necessidade de reposição da frota em mercados menos dinâmicos.
Agora, executivos da Airbus dizem estar mais preocupados com o apetite de companhias aéreas por novos aviões e com o acesso delas a financiamentos para pagar pelas aeronaves já encomendadas.

"O mercado definitivamente piorou este ano", disse John Leahy, diretor de operações para clientes da Airbus. Embora a demanda continue forte o suficiente para sustentar o atual cronograma de produção, a Airbus está constantemente avaliando a capacidade da clientela de pagar, disse. "Precisamos ver o que acontece na economia mundial".

Vários dos grandes clientes da Airbus e da Boeing, incluindo a australiana Qantas Airways Ltd. e a americana Southwest Airlines Inc., há pouco pediram o adiamento da entrega de aviões já encomendados. Outras aéreas teriam tomado decisão parecida sem anunciá-la, dizem executivos do setor.

A Boeing e a Airbus estão mantendo os planos atuais de aumento da produção, em vez de reduzi-los, porque muitas companhias aéreas no mundo todo ainda querem aviões novos, que são mais econômicos. Só que as aéreas estão sofrendo com a alta dos preços do combustível e algumas começam a reconsiderar a abertura de novas rotas que já não fariam sentido em termos econômicos, disse Williams, o vice-presidente de programas.

E até as que querem jatos novos para gastar menos com combustível podem ter dificuldade para financiar a compra. 

"O crédito está ficando mais caro, mais escasso", disse recentemente Michael O'Leary, diretor-presidente da companhia aérea irlandesa Ryanair Holdings PLC., cliente da Boeing.

Além de lidar com o crédito mais rarefeito nos bancos, compradores de aviões da Boeing e da Airbus em breve terão de pagar mais pela garantia pública de empréstimos, como reza um acordo internacional. 

Williams observou que instituições de crédito no Japão e em outras praças estão cada vez mais interessadas no financiamento de aeronaves. Ainda que isso destrave um pouco o crédito, Airbus e Boeing ainda poderiam ser obrigadas a conceder, elas mesmas, mais crédito à clientela para compensar a oferta menor no resto do mercado. 

A escassez de peças e componentes é outro problema, disse Williams, agora que Airbus, Boeing e rivais menores elevaram a produção.

Segundo ele, embora aumentos anteriores na produção do A320 tenham transcorrido normalmente, "cruzamos uma espécie de barreira do som" com o salto recente para 40 aviões por mês. "A cadeia de suprimento demorou um pouco mais para se estabilizar".
A Airbus despachou engenheiros e outros profissionais da casa para ajudar fornecedores a aumentar a produção de componentes — de peças de metal a banheiros, contou. Isso significa que o aumento recente da produção "exigiu mais tempo e esforço da nossa parte". 

Apesar das nuvens no horizonte, a Airbus ainda pretende aumentar a produção geral este ano. Segundo Leahy, a empresa planeja entregar o recorde de 570 aviões no ano, mais que os 534 no ano passado. O executivo espera que o número de pedidos este ano — "na faixa dos 600", disse — supere o de entregas. Isso incluiria 30 pedidos do A380, o superjumbo da Airbus, disse. 

Airbus e Boeing andaram trocando farpas sobre táticas para crescer no mercado. Executivos da Boeing recentemente acusaram a Airbus de dar grandes descontos em uma nova versão da linha A320, ainda na prancheta. Leahy, em troca, acusou a Boeing de iniciar uma guerra de preços.

26 de abril de 2012

A320 com Sharklets está pronto

A Airbus finalizou a produção do primeiro A320 equipado com Sharklets. Descrito aqui em seu roll-out em Toulouse, MSN 5098 será um de vários aviões da família A320 que farão os voos testes para a certificação da aeronave, voos estes que devem iniciar em maio deste ano e devem consumir pelo menos 600 horas. Esses sharklets seguem o mesmo modelo do que foi usado nos primeiros voos com o A320 MSN 001, que, diferente do MSN 5098, foi adaptado para usar os sharklets.
No total, serão construídos sete novos A320 equipados com motores CFM56 e V2500 para testar a produção padrão dos Sharklets. Os resultados desses testes levarão a certificação desses equipamentos de redução de consumo de combustível em cada combinação de modelo da aeronave e seleção de motores. O primeiro membro da família a entrar em serviço com os Sharklets será um A320 equipado com motores CFM56, a partir do quarto trimeste de 2012.

Os Sharklets, que foram especialmente desenhados para a família A320, irão reduzir o consumo em 3,5%, gerando uma redução na emissão anual de CO2 em torno de 700 toneladas por aeronave. Esse montante equivale a produção de CO2 de 200 carros anualmente. Os Sharklets agora são oferecidos como opicional nas novas aeronaves A320, e são padrão na nova família A320neo.

1 de fevereiro de 2012

TAM reduz frota para 2012

A TAM espera que o segmento de aviação comercial continue aquecido em 2012, em decorrência da expansão do PIB e da entrada de novos passageiros. Mas a empresa estima um crescimento entre 8% e 11% na demanda por voos domésticos no mercado brasileiro em 2012 - valores inferiores à expectativa feita para 2011, que esperava aumento entre 15% e 18%.

O crescimento estimado da oferta é bem menor: entre zero e 2% nos voos dentro do país e entre 1% e 3% nas rotas para o exterior. Em 2011, a previsão ficava entre 10% e 14% no doméstico e 10% no internacional.

A previsão da TAM é encerrar o ano com uma taxa de ocupação (load fator) entre 72% e 74% no segmento doméstico e entre 83% e 85% no internacional. A estimativa doméstica supera a de 2011, que esperava uma ocupação entre 67,5% e 70% no doméstico e 83% no internacional.

A empresa pretende dar continuidade a seu plano de recuperação de yield (preco pago por passageiro por quilômetro voado) iniciado no segundo semestre do ano passado. A TAM não prevê a abertura de novas rotas em 2012, mas pretende aumentar a produtividade dos voos que já existem e aumentar as frequências para alguns destinos internacionais.

A aérea vai encerrar o ano de 2011 com 157 aeronaves, ao invés de 159. A frota doméstica será renovada em 10% com a chegada de 13 novos Airbus da família A320. Para atender o segmento internacional, a empresa vai receber quatro Boeing 777 e continuar com um Airbus A330 que seria devolvido em 2012.

30 de dezembro de 2011

TAM recebe mais dois A320

A TAM incorporou à sua frota duas novas aeronaves A320, vindas da fábrica da Airbus em Hamburgo (Alemanha). Ambas estão configuradas com 174 assentos e eram as últimas unidades aguardadas pela companhia em 2011. Com isso, a TAM encerra o ano com 156 aeronaves.

As novas unidades da Airbus recebidas pela empresa neste mês serão alocadas na operação doméstica no início de 2012. Hoje, a frota da TAM tem idade média entre 6 e 7 anos. A previsão, de acordo com o plano da companhia, é chegar a 179 aeronaves até o fim de 2015.

Os dois novos A320 já vêm da fábrica equipados com o sistema OnAir de conectividade a bordo, baseado na tecnologia SwiftBroadband (SBB) da Inmarsat. Com ele, os passageiros podem usar seus telefones celulares para fazer ligações, enviar e receber mensagens ou dados, possibilitando o acesso à internet e às redes sociais em smartphones.

Após a incorporação, a TAM somará 31 aeronaves com os serviços OnAir. Nos próximos anos, 80 aviões da companhia serão equipados com o sistema, que será instalado na frota internacional a partir do segundo semestre de 2012. A decisão pela expansão foi anunciada em julho deste ano.

2 de dezembro de 2011

1º A320 da Avianca é entregue


O presidente da Avianca Brasil, José Efromovich, recebeu hoje convidados e colaboradores da empresa para incorporar o primeiro Airbus 320, do total de quatro encomendados, na frota da companhia. O evento foi realizado no Hangar Aviação Executiva, no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

Efromovich conduziu toda a apresentação do avião, se comunicando com os convidados por meio de speeches, como os dos comissários de bordo. Ele mostrou in loco todas as novidades presentes na aquisição e com destaque para a demonstração do sistema de entretenimento de bordo, que conta com telas individuais em todas suas 162 poltronas.

Para o executivo, a chegada desses aviões representa a consolidação da estratégia de negócios da Avianca, cujo crescimento ficará acima da média do mercado em 2012. “Com o sistema de entretenimento, o maior espaço entre as poltronas e um serviço de bordo diferenciado, que conta com lanches quentes e wrap (até o fim de dezembro), fica evidente que priorizamos o atendimento e o conforto dos passageiros”, disse.

18 de novembro de 2011

Novidades na Avianca

Apontada por pesquisas do Instituto Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC) como a companhia aérea que melhor atende o passageiro no Brasil, por dois anos consecutivos, a Avianca lança “Wrap & Ice Day” e diversifica cardápio nos voos RJ-SP.

Símbolo de alimentação saudável, o wrap - servido com sorvetes - é a mais nova opção no cardápio da ponte aérea da Avianca. A partir do dia 21, “Wrap & Ice Day” será oferecido em todos os voos saindo de Congonhas e Santos Dumont e vice-versa, a partir de 11 horas, até final de dezembro.

A novidade se soma às outras opções oferecidas aos passageiros da ponte aérea como sanduíches frios e frutas no café da manhã. “Numa época em que se cortam ao máximo os gastos no atendimento ao passageiro, a Avianca aposta em oferecer sempre um ‘algo a mais’ em nosso serviço de bordo”, afirma o presidente da Avianca, José Efromovich.

Os voos Avianca na ponte aérea são operados por jatos Airbus A319 equipados com avançado sistema de entretenimento individual – um dos mais avançados do mercado.

E, no dia 9 de dezembro, a Avianca realizará o voo inaugural do primeiro Airbus A320, de um total de 4 novas aeronaves que a Avianca receberá até o final deste ano, com saída do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, com destino a Recife e escalas em Guarulhos (SP) e Brasília.

“Nosso crescimento será superior a 70% em passageiros transportados a partir de janeiro de 2012 em relação a janeiro de 2011. Esse é o resultado da aceitação pelo mercado de aviação do modelo bem-sucedido de negócios adotado pela Avianca", disse o vice-presidente comercial e de Marketing da aérea, Tarcísio Gargioni.

20 de outubro de 2011

Mais Airbus para Avianca e, quem sabe, finalmente o lucro no ano que vem

O empresário boliviano naturalizado brasileiro José Efromovich, de 56 anos, dono da Avianca, a sexta maior companhia aérea do país com um faturamento de 557 milhões de reais, interrompe a entrevista em seu escritório com vista para o aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, para observar o Airbus 319 da empresa que taxiava no local.

De pé em frente à janela, ele solta um efusivo “the best, nós somos the best” enquanto aplaude, sozinho, a aeronave. Efromovich então sorri, pede desculpas pela empolgação e retoma a conversa.

Muito embora esteja se referindo a uma companhia que detém menos de 3% do mercado brasileiro e que nunca, desde sua fundação, em fevereiro de 2002, como OceanAir, registrou um só ano de lucro, Efromovich tem lá seus motivos para ficar entusiasmado.

O “engenheiro”, como é conhecido entre os 2 437 funcionários (ele é formado em engenharia civil), conseguiu tirar a Avianca de um estado de quase falência em 2008 e colocá-la de volta na rota de crescimento — o faturamento previsto para 2011 é de 840 milhões de reais, 51% mais do que no ano passado.

Embora ainda opere no vermelho, o buraco da companhia diminuiu — em 2010, seu prejuízo foi de pouco mais de 60 milhões de reais, um terço do registrado dois anos antes e inferior às perdas da concorrente Azul, de 87 milhões de reais, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil. “Neste ano devemos finalmente equilibrar as contas”, diz Efromovich.

Há três anos, quando José assumiu o comando, sucedendo ao irmão German, lucro era uma palavra muito distante do vocabulário da Avianca.

Naquela época, a companhia acumulava um prejuízo de quase 600 milhões de reais, havia deixado de pagar fornecedores e contava com uma estrutura de custos até seis vezes maior do que a média do setor.

Para não ver o negócio sucumbir, Efromovich foi obrigado a reestruturar, radicalmente, a companhia. Injetou 200 milhões de reais na operação, demitiu metade dos 1 200 funcionários e reduziu de 34 para 14 o número de aeronaves. Tudo isso num momento em que o mercado de aviação crescia 60%.

“Não tivemos escolha”, diz ele. “Sem isso teríamos mais seis meses de vida.” Ciente de que não conseguiria bancar uma guerra tarifária com as concorrentes, maiores e mais poderosas que a OceanAir, ele decidiu centrar esforços na melhoria da qualidade do que havia restado da companhia.

Para isso, trouxe uma equipe de dez executivos da Avianca na Colômbia (uma operação que os dois irmãos haviam comprado em 2004 durante um processo de recuperação judicial) para comandar áreas-chaves da OceanAir, como operação de voos, comercial e atendimento ao cliente.

Uma das primeiras medidas do novo time foi substituir o call center terceirizado por uma estrutura própria, com 80% dos atendentes com nível universitário. Antes de começar a trabalhar, todos são obrigados a fazer pelo menos um voo de Avianca para entender o funcionamento do negócio.

Os aviões foram padronizados para modelos Airbus (restam apenas 14 do tipo Fokker 100, que serão aposentados em 2015) e ganharam benefícios, como espaço maior entre as poltronas, tomadas para carregar laptops, apoio para bolsas e refeição quente inclusive na ponte aérea Rio-São Paulo.

Em abril do ano passado, José adotou o nome Avianca em referência à bem-sucedida operação colombiana — e, com isso, tenta apagar da memória dos consumidores os estragos causados pela OceanAir.

As medidas permitiram que a Avianca retomasse a participação de mercado dos anos pré-crise, de 2,8%, e — mais importante — ampliasse sua presença no lucrativo mercado corporativo.

Segundo dados da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas, a Avianca vendeu mais de 60 milhões de reais em passagens para empresas no primeiro semestre, 41% mais do que no mesmo período de 2010. Foi a segunda maior alta depois da Azul, com 133%.

Para efeito de comparação, TAM e Gol aumentaram sua participação em 12% cada. Para seguir crescendo, Efromovich anunciou recentemente que investirá 1,5 bilhão de dólares na aquisição de 18 aeronaves, que chegarão até 2015. Sem poder bancar investimentos maciços em marketing, ele tem confiado basicamente no boca a boca para seguir crescendo.

Mesmo com dois jatinhos da empresa à sua disposição, Efromovich tem feito todas as suas viagens de Avianca. Ele chega sempre 1 hora e meia antes dos voos para ver o movimento e auxiliar os funcionários no check-in.

“Dessa forma, conseguimos resolver eventuais problemas mais depressa. Para os passageiros, faz diferença ver a cara do dono na operação. Já cheguei até a despachar malas”, diz.

Sócios desde a época da faculdade, José e German Efromovich entraram no negócio de aviação meio por acaso. Desde 1977, eles tocavam juntos o que é hoje o grupo Synergy, composto de uma empresa de inspeção industrial e outra de equipamentos de diagnóstico.

Em 1998, para não levar calote de um cliente, eles aceitaram receber como pagamento de uma dívida dois aviões turboélice e passaram a usá-los no transporte de seus funcionários em cidades não atendidas pelas grandes companhias aéreas, como Macaé, no Rio de Janeiro.

A rota alternativa logo despertou o interesse de outras empresas, como Petrobras e Odebrecht, que queriam utilizar o serviço. Quatro anos mais tarde, os Efromovich decidiram comprar as quatro aeronaves da extinta Rio Sul, antiga companhia de aviação regional da Varig. Nascia a OceanAir.

German assumiu o comando da nova companhia aérea e José ficou responsável pelos demais negócios. Tudo parecia correr bem, até que em novembro de 2007 o clima azedou.

Na época, German anunciou que a OceanAir assumiria os 70 000 passageiros da BRA, que acabara de suspender suas atividades, assim como seus cinco aviões.

José foi contra, com o argumento de que a OceanAir nem sequer conseguia equilibrar suas próprias contas — a empresa fecharia 2007 com um prejuízo de 153 milhões de reais.

Seis meses depois, ficou claro quem venceu o embate. Os irmãos Efromovich decidiram devolver as aeronaves, as rotas e os passageiros da BRA.

Internamente, o conselho de administração da OceanAir apoiou José na disputa. Após meses de discussões, os dois finalmente chegaram a um acordo: German se afastaria da operação brasileira (ele hoje toca a Avianca na Colômbia) e José assumiria a companhia.

“Na OceanAir, o German, que era mais agressivo, saía atirando, e José corria para consertar os estragos”, diz um ex-executivo da empresa.

Como essa não é a primeira vez que os irmãos Efromovich ameaçam tomar de assalto o mercado brasileiro — em 2007, é bom lembrar, German chegou a dizer que a então OceanAir seria a terceira maior do setor em apenas quatro anos, com uma participação de 17% —, analistas e especialistas em aviação têm encarado os planos da Avianca com certo ceticismo.

“A empresa não possui uma identidade clara, não mostrou a que veio”, diz Respício Espírito Santo, professor do departamento de engenharia de transportes da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Seu maior trunfo hoje são os 24 intervalos diários de pouso e decolagem (ou slots, no jargão do setor) no aeroporto de Congonhas, o mais movimentado do país — atrás apenas de Gol e TAM.

“Esses slots são disputados a tapa pelas empresas aéreas, o que faz da Avianca um alvo de futuras aquisições”, diz Sérgio João Galhardo Junior, consultor especializado em aviação.

O mais provável, no entanto, é que a Avianca acabe finalmente se unindo à operação colombiana — a integração entre as duas empresas tem sido tema recorrente nas conversas entre José e German. “São planos para daqui a dois anos”, diz Efromovich. Antes disso, ele tem um desafio mais urgente: fazer a Avianca no Brasil, enfim, dar dinheiro.

Depois de ter recebido este ano cinco A318 a Avianca Brasil recebe outros 10 modelos até 2013, sendo que cinco deles em 2012. Além deles a companhia recebe em dezembro mais três A320 e um quarto em janeiro. A ampliação da frota totalizando 26 aeronaves faz parte da estratégia da companhia de voltar a investir no mercado brasileiro após dois anos de consolidação como parte da estratégia comercial. As novidades foram apresentadas hoje por José Efromovich, presidente da Avianca. "Estamos a partir de agora iniciando nosso programa de expansão e isso inclui novos aviões e novas rotas", explicou.

Entre as novidades está a rota Bogotá/ Rio de Janeiro que começa a ser operada em novembro. No mercado nacional existem projetos para 2012 entre elas as operações para Maceió e mais uma a ser definida. "Nós estamos focando medidas para trazer mais frequências onde já operamos e aumentar nossa capacidade trocando equipamento com os novos Airbus".

Em relação a redes sociais a Avianca pretende investir neste mercado, bem como num novo portal que entra no ar já em novembro permitindo aos usuários maiores informações e ações interativas. "A ideia é focar o atendimento ao cliente e lembro que nos últimos anos fomos escolhidos por uma pesquisa publicada pela Exame como a empresa número um". A companhia deve fechar o ano com 3,4 milhões de passageiros transportados e comemora a marca de 1 milhão de clientes fidelizados.

19 de agosto de 2011

Airbus aposta em A320 e família para driblar crise

A Airbus estima que a produção de aeronaves fique estável ou aumente ligeiramente no caso de outra crise atingir a economia mundial, apoiada na maior demanda por jatos de médio porte na Ásia, que vem ajudando a companhia europeia a superar a rival Boeing.

O diretor de vendas da Airbus, John Leahy, alertou nesta terça-feira que uma nova recessão representa uma possibilidade, mas afirmou que, caso isso aconteça, a fabricante de aviões irá administrar seus pedidos aos moldes do período de 2008-2010, quando as entregas foram reformuladas para atender as mudanças na demanda.

"Eu não ficaria surpreso em ver certa fraqueza na economia. Não estou certo quanto a uma repetição de 2008, mas acho que uma forte recessão é definitivamente uma possibilidade", disse ele a jornalistas por telefone, quando questionado sobre as perspectivas para a economia global.

"Acho que a Airbus vai manter a produção pelo menos estável, se não aumentar, durante este período por conta da demanda de mercados como Ásia, Índia e de companhias aéreas de baixo custo em todo o mundo", acrescentou.

17 de agosto de 2011

E, por falar em Qantas...

A empresa de aviação australiana, Qantas, anunciou nesta terça-feira passada que irá comprar 110 aeronaves Airbus A320 com o intuito de renovar a frota de acordo com as projeções de crescimento para os próximos 10-15 anos. A companhia disse que irá, ao mesmo tempo, adiar a entrega de 6 Airbus A380 em até seis anos.



Segundo a Qantas, a compra é a primeira etapa de uma nova estratégia: "construir uma verdadeiramente moderna empresa de negócios em aviação com foco no cliente e de competitividade global".

"O investimento inteligente é parte do plano de cinco anos do Qantas Group, que tem por objetivo tornar a empresa ainda mais competitiva", disse.

11 de junho de 2011

Airbus desiste de A320 Freighter



A Airbus, A EADS EFW e seus parceiros russos, a United Aircraft Corporation (UAC) e a IRKUT, decidiram em conjunto interromper o programa de desenvolvimento para a conversão das aeronaves A320/A321 de passageiros para cargueiro (P2F) por razões econômicas e, portanto, iniciar os procedimentos legais necessários para o encerramento da joint-venture “Airbus Freighter Conversion GmbH (AFC)”.



A recente evolução do mercado, incluindo o sucesso do vindouro A320neo, resultou em maior demanda para aeronaves de passageiro A320 e menor demanda para versões cargueiras nessa categoria de aeronaves. Além disso, o forte e crescente tráfego de passageiros resulta em demanda mais alta para aeronaves usadas da Família A320 reduzindo, então, a quantidade de aeronaves disponíveis para conversão.

Contra o pano de fundo dessas mudanças no mercado e a crescente pressão sobre o caso de negócios P2F, os parceiros decidiram interromper e congelar o programa P2F.



A joint-venture “Airbus Freighter Conversion GmbH (AFC)” foi criada entre a EADS EFW, a Airbus e as companhias russas UAC, IRKUT, em abril de 2007. Com sede em Dresden, na Alemanha, a AFC era igualmente dividida entre a Rússia (UAC e IRKUT com 25% cada) e a EADS/Airbus (EADS EFW com 32%, Airbus com 18%). Os parceiros decidiram dissolver a AFC.



A cooperação colegial e profissional nessa joint-venture ao longo dos últimos quatro anos criada pelas Airbus/EADS EFW, UAC e IRKUT, fortaleceu a parceria entre a indústria aeronáutica Europeia e Russa. A IRKUT e a Airbus continuarão sua parceria na fabricação de components para o programa Corredor Único (Single Aisle).

9 de junho de 2011

Você conhece a SPICE?

Uma das coisas que mais atrai os olhares no avião é a famosa Galley!!! (ou a cozinha, como dizem alguns clientes... huauhahuuha). O lugar é cheio de trolleys(carrinhos), caixas, gavetas, fornos e um monte de aparatos, que, para quem é comissário, é algo normal.



Mas, a galley é bem pesada, pois todo esse material foi desenvolvido há pelo menos 40 anos, numa época em que os materiais não eram os mesmos que hoje temos a disposição. Num mundo eco-eficiente, como o de hoje em dia, temos de pensar em inovações para resolver esse "problema" de peso. A Airbus fez isso e nos apresenta SPICE.



Quem/o que é SPICE?? SPace Innovate Catering Equipment, é a solução que a Airbus apresenta para a galley ser mais leve, ergonômica e eficiente.

A galley SPICE é mais alta que a atual, mas ela possui um elevador para que a tripulação não precise carregar peso. Na SPICE, os trolleys são substituídos por caixas e folding trolleys(carrinhos dobráveis) de materiais eco-eficientes e muito mais leves. Cada caixa vazia pesa 6Kg, e, num Airbus A330, são necessárias apenas 8 caixas, ao invés do 40, ou 50 trolleys (dependendo da companhia aérea e do tipo de serviço de bordo), que embarcam atualmente. Essa simples substituição ocasiona uma economia de 550Kg de carga, ou, num A380, a economia chega a 1000Kg!!!!!



Além da economia de peso, a SPICE também proporciona uma economia de espaço muito boa, sendo que num A330, sem nenhuma modificação na cabine de pssageiros, cabem mais 3 assentos, ou num A380, cabem mais 10 assentos.




Segundo os economistas, a nova galley da Airbus oferece muitas outras vantagens , através da solução de vários problemas que hoje têm muitas limitações devido ao desenho atual das galleys, entre eles:

- A possibilidades da instalação de equipamentos para separação do lixo, possibilitando a reciclagem;



- Melhora no espaço e no ambiente de trabalho da tripulação. Nas galleys de hoje a tripulação têm de carregar vários tipos de caixa de metal, algumas com mais de 1,5m, e essas caixas serverm para guardar diversos equipamentos como bebidas, pratarias e afins, que podem ser pesadas. Trabalhar com esses equipamentos manualmente pode causar fadiga nos tripulantes. Na SPICE, existe a "Transfer Table", que server como uma espécie de elevador que se move tanto vertical, como horizontalmente, fazendo assim todo o trabalho de esforço para carregar o peso;



- Equipamentos Plug & Play: Tudo o que está instalado nas galleys de hoje, foi pensando para ser colocado lá permanentemente, só sendo retirado de lá para as devidas manutenções. Na SPICE, isso é diferente, tudo é padronizado com as mesmas medidas, peso e intérface, o que permite a economia de espaço, e a troca dos equipamentos muito mais facilmente. Essa flexibilidade dos equipamentos da galley permite que as empresas aéreas ofereçam menus específicos em determinadas rotas, alterando os equipamentos embarcados sem causar grandes modificações na galley.

(vídeo de demonstração do uso da SPICE)

Até o momento, a SPICE foi pensada para equipar aeronave wide-body, como o A330, A380 e o A350, sendo que este último deve ser o "lançador" desse modelo de galley. Para as aeronaves narow-bdoy, a Airbus está planejando realizar algumas alterações na SPICE para que ela se adapte à família A320.

8 de junho de 2011

Airbus entrega prêmio de Excelência Operacional à TAM


A TAM conquistou o Prêmio de Excelência Operacional nas Américas na categoria “companhia de grande porte”, pelo desempenho que obtém com as aeronaves da família Airbus A320. A cerimônia de premiação foi realizada em Toronto, durante o simpósio bienal que a fabricante tradicionalmente realiza com as empresas que utilizam os modelos A319, A320 e A321 em todo o mundo.

Esta é a quinta vez consecutiva que a companhia é reconhecida pela Airbus. Nas edições de anteriores, a companhia havia sido homenageada pelo histórico de serviços com as mesmas aeronaves, sendo eleita a melhor operadora da Família A320 da América Latina.



- Estamos orgulhosos por esse reconhecimento, que demonstra novamente a competência operacional da Tam. Empenhamos nossos melhores esforços para assegurar a confiabilidade técnica de nossa operação com a Família A320, que reúne alguns dos mais eficientes e seguros jatos comerciais da história da aviação mundial - afirma Ruy Amparo, vice-presidente de Operações e Manutenção.

A escolha dos vencedores pela Airbus é baseada na utilização média e na performance operacional das aeronaves A319, A320 e A321 nos últimos dois anos, levando em consideração as características da malha, da região atendida e da operação de cada companhia aérea. Com isso, a métrica utilizada pela fabricante é capaz de aferir, por exemplo, a qualidade de operações com diferentes graus de intensidade.



A Tam registrou em 2010 cerca de 13 horas de utilização diária dessas aeronaves (com média de 10,4 horas de vôo por dia com cada avião). A companhia, que já acumula mais de 1,8 milhão de vôos com esses modelos, alcançou quase 290 mil vôos em aeronaves da Família A320 no ano passado - uma média de 7,3 por dia com cada avião. No mesmo período, a média mundial da frota foi de 4,4 vôos por dia, com utilização diária em torno de 9,6 horas para cada aeronave (média de 8,3 horas de vôo).



A companhia é o maior cliente da Airbus na América Latina, com 143 modelos da fabricante. Só da Família A320, são 120 unidades, a maior frota da série no Hemisfério Sul.

Sendo assim, nada melhor que comemorar esse prêmio, recebendo mais uma aeronave A319, que chegou ontem(07/06) e deve entrar em operação dentro de mais alguns dias. O A319 que chegou já tem como matrícula PR-MYL, sendo que seu número de série é 4734, e realizou seu primeiro voo teste no dia 25/05/2011, na Alemanha, na planta de produção de Hamburgo. Essa aeronave é equipada com dois motores CFMI, modelo CFM56-5B6/3.

Ainda em junho, a TAM deve receber mais uma aeronave A319, o PR-MYM, e até o final de julho deve receber outra, o PT-TMG, sendo que mais um A319 deve ser incorporado à frota, no entanto este ainda não tem data de entrega.

26 de abril de 2011

Quem foi que disse que o Blu não sabe voar???



Todo bom aeronauta que se preze já deveria ter assistido esse filme, mas agora a TAM, que é patrocinadora do filme, decidiu dar asas, litelamente, ao personagem Blu e fazê-lo voar!



A Tam Linhas Aéreas caracterizou um Airbus A320 de sua frota como Blu, a arara-azul protagonista da animação Rio, a ação é resultado de uma parceria entre a companhia área e a 20th Century Fox.



A aeronave poderá ser vista a partir desta terça-feira (26/4) em voos domésticos da Tam que partem ou chegam aos aeroportos do Rio de Janeiro (Tom Jobim/Galeão e Santos Dumont) e ao aeroporto de São Paulo/Guarulhos, assim como em voos de/para Buenos Aires e Santiago do Chile. O A320 temático ficará por 14 meses na malha da companhia. Os cabeçotes de poltrona também foram personalizados, assim como as janelas e os bins (compartimentos superiores para acomodação de bagagens de mão). No serviço de bordo, os sanduíches receberão uma cinta com a arte do filme.



Ainda nesta semana, em um dos voos com chegada no Galeão, os passageiros serão recebidos no desembarque pelos personagens Blu, Nico e Pedro, em tapete caracterizado como o calçadão da praia de Copacabana, em substituição à tradicional peça vermelha da Tam.



Até 29 de abril, a companhia receberá inscrições para dois concursos culturais que têm a animação como tema. O concurso "Venha ver o Rio" premiará três pessoas com um pacote da Tam Viagens para o Rio de Janeiro, com três noites de hospedagem e direito a acompanhante.

9 de abril de 2011

Memorial 17 de Julho (Praça do JJ3054)

Quase quatro anos após o acidente com o avião da TAM no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, a Prefeitura começa a desenvolver o projeto para construção do Memorial 17 de Julho no terreno onde a aeronave caiu. O acidente ocorreu em frente ao terminal, causando a morte de 199 pessoas, em 17 de julho de 2007. O terreno está cercado por tapumes azuis onde os parentes das vítimas colocam faixas e cartazes lembrando a tragédia.



A SP Obras publicou aviso no Diário Oficial, no dia 6 de abril, sobre convite para seleção de empresas especializadas para o desenvolvimento do projeto básico para a implantação da praça. As empresas terão prazo até 13 de abril para retirada do convite e os envelopes deverão ser abertos no dia 14.

O presidente da Associação dos Familiares das Vítimas da TAM (Afavitam), Dario Scott, diz que havia expectativa de que o projeto estivesse concluído em julho deste ano, mas considera positivo que o projeto pelo menos tenha sido iniciado.

"A ideia é que tenhamos neste ano o projeto básico em estado avançado. Solicitamos alguns ajustes. Não sei se vai ser possível estar pronto", afirma. "Caso não esteja pronto, pelo menos vamos ter alguma coisa acontecendo no local do acidente."

Scott afirma que deverá ser construída no local uma praça memorial. Os familiares das vítimas também pediram à Prefeitura a construção de uma escola técnica de aviação, que deverá ser feita em outro local. A Prefeitura já havia estudado dois projetos para o memorial - em 2007, o governo chegou a anunciar a construção da "Praça dos Ipês Amarelos", que nunca saiu do papel.

2 de março de 2011

TAM anuncia crescimento de frota e algumas coisinhas mais...

A TAM anunciou ontem uma encomenda de 34 novos aviões, que devem começar a ser entregues em 2014. O valor do negócio é estimado em US$ 3,2 bilhões. Serão 32 aviões da Airbus - da família A320 (sendo que 22 aeronaves serão do modelo renovado do A320, o A320neo) - e dois da Boeing (777-300ER). Segundo a empresa, o investimento leva em conta estimativas de que a demanda do setor continuará aquecida nos próximos 20 anos, com um crescimento médio de 9% ao ano.

De acordo com a TAM, os novos aviões serão usados para expandir e também renovar sua frota. A empresa informou que prevê chegar ao final de 2015 com 182 aviões em operação, mas não detalhou qual será o volume para os anos seguintes. A empresa fechou 2010 com uma frota de 151 aviões e deve elevar o número para 156 aviões ainda neste ano. No fim do ano passado, a rival Gol também havia anunciado uma encomenda de 30 aviões da Boeing, em um acordo de US$ 2,7 bilhões.

O presidente da TAM, Líbano Barroso, disse que a empresa tem flexibilidade para rever seu plano de frota caso o crescimento estimado para a demanda não se realize. "Temos uma projeção líquida da frota, consideramos a entrada e saída de aeronaves. Como somos clientes preferenciais da Airbus e da Boeing, podemos antecipar ou postergar os leasings existentes", afirmou, durante teleconferência com analistas.



Segundo o presidente da holding TAM, Marco Antonio Bologna, esse aumento da frota independe do anúncio de fusão com a chilena LAN. Ele lembrou ainda que, além das autoridades regulatórias, a fusão entre as duas companhias depende da concordância dos acionistas não controladores da empresa brasileira, uma vez que o capital da companhia será fechado e suas ações deixarão de ser negociadas na Bolsa brasileira.

O aumento das tarifas aeroportuárias, previstas para este mês, deverá ter um impacto entre R$ 45 milhões e R$ 50 milhões para a TAM no prazo de 12 meses, segundo estimativa feita por Líbano Barroso. As novas tarifas entram em vigor no próximo dia 14 de março.

A medida da Infraero pretende deslocar parte dos voos para horários que não sejam de pico. Apesar da perspectiva de aumento nessa linha de custos, o executivo ressaltou, no entanto, que a empresa está focada em reduzir suas despesas, seja pela melhora de eficiência das operações, seja em corte de gastos.

Dentro dessa linha, a empresa também anunciou ontem que espera ampliar em meia hora o uso diário dos seus aviões. No quarto trimestre, a média diária de uso foi de 13,1 horas, uma alta de 8,3% em relação ao mesmo período de 2009. Ao longo de todo o ano passado, a média foi de 12,9 horas, 3,2% acima de 2009.

Segundo Barroso, o uso dos aviões por mais horas será uma das estratégias para atingir a meta de redução de 5% nas despesas operacionais. Para 2010, a TAM esperava uma redução de 6% nos custos operacionais assento-quilômetro voado, excluindo os combustíveis, mas registrou de fato uma redução de 2,9%.




A empresa aérea registrou um lucro líquido de R$ 637,4 milhões em 2010, queda de 48,9% em relação a 2009. Obteve lucro operacional (EBIT) de R$ 977 milhões do ano de 2010, com aumento de 365,5% em relação a 2009, e equivalente à margem operacional de 8,6%. A receita operacional bruta foi de R$ 11,8 bilhões e cresceu 16,4% na mesma comparação.

“Além do bom desempenho nos campos econômico-financeiro e operacional, 2010 foi um ano de grandes conquistas para nossa companhia, que enfrentou e superou desafios. Graças ao empenho de nossos 28 mil funcionários, construímos os alicerces para um novo período de crescimento”, afirma o presidente da holding TAM S.A. Marco Antonio Bologna.