Speech de boas vindas!

Senhoras e Senhores,

Bem vindos ao blog "aqui em cima".

Obeservem o número da poltrona no cartão de embarque.

Junto as saídas de emergência, não é permitida a acomodação de crianças ou colocação de bagagens.

Acomodem a bagagem de mão no compartimento acima ou embaixo da poltrona à sua frente.

Lembramos que os pertences de mão trazidos a bordo são de responsabilidade dos clientes.

Obrigado.

6 de novembro de 2012

Refugiado no aeroporto

Um refugiado da Eritreia, país no nordeste da África, vive há cinco dias no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos. Eseyas Tesfu Habtemar, de 20 anos, aguarda decisão das autoridades brasileiras sobre pedido de refúgio no País. Ele partiu de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, com a irmã Kibramariam Tesfu Habtemar, de 22, que foi obrigada a voltar ao Oriente Médio, e um parente, Meseret Habtegebriel, de 28, que está detido por lesão corporal.

Os três seriam desertores do serviço militar obrigatório da Eritreia. Segundo relatos de religiosos eritreus, o serviço, que também recruta mulheres, desde 2010 não tem prazo para terminar. Ainda haveria casos de perseguição religiosa no país.

Os três chegaram ao Brasil na madrugada de quarta-feira (24) e seguiriam para a Colômbia - onde têm parentes e buscariam refúgio. A companhia aérea que os levaria ao país vizinho, porém, não permitiu que eles embarcassem. Como não tinham autorização para permanecer em território brasileiro, os problemas começaram.

Kibramariam foi acomodada no mesmo dia em um voo de volta a Dubai. Meseret, por sua vez, se envolveu em uma confusão com policiais por causa do impedimento de viajar à Colômbia e continua detido por lesão corporal. A Justiça Federal já determinou sua repatriação, mas, como ele fez um pedido de refúgio para permanecer no País, o caso ainda será analisado. Já Eseyas conseguiu embarcar para a Colômbia porque a empresa aérea voltou atrás em sua decisão após a confusão com Meseret. Chegando lá, porém, a imigração colombiana recusou seu ingresso e ele teve de retornar a Guarulhos. Antes de ser enviado para Dubai, ele também formulou um pedido de refúgio no Brasil.

Segundo a Polícia Federal, Meseret está à disposição da Justiça Federal, que analisa em qual condição ele permanecerá no Brasil. A legislação brasileira determina que, ao declarar a intenção de refúgio, o estrangeiro tenha o direito de permanecer no País até que seu caso seja analisado. O caso dos eritreus mobilizou religiosos e políticos brasileiros. Para o deputado estadual Adriano Diogo (PT), "o problema é enorme". "E ninguém nos informa nada com precisão", disse.

Refugiados nos Estados Unidos, parentes dos eritreus estão apreensivos. Até a segunda-feira (29) não havia notícias de Kibramariam. "Na Eritreia, desertores são punidos com a morte", disse uma pessoa que acompanha o caso e pediu para não ser identificada.

Os nomes dos três detidos em Cumbica foram revelados com autorização de seus familiares que moram nos Estados Unidos. Como já há histórico de casos de execução por deserção, eles acreditam que, quanto mais o caso for divulgado, menos riscos os três eritreus correrão. Segundo parentes, o governo eritreu já teria a lista de todos os que abandonaram o país.

Panther chega ao Brasil na metade de novembro

Fabricado na Áustria e com valor de R$ 3 milhões, equipamento é utilizado em mais de 80 países, entre eles Alemanha, Austrália, Estados Unidos, Inglaterra e Japão.
Seguindo os planos de investimentos em segurança, a Concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos adquiriu um veículo de combate a incêndios – o Panther, um dos mais modernos do mundo e utilizado em mais de 80 aeroportos, entre eles o de Sydney (Austrália), Schiphol (Amsterdã), Dusseldorf (Alemanha), Gatwick e Stansted (Inglaterra). Com um custo de cerca de R$ 3 milhões, o equipamento deve chegar ao Brasil na segunda quinzena de novembro.
O Panther é fabricado na Áustria, pela Rosenbauer, líder mundial nesse setor, e é reconhecido pelos seus atributos em operações de emergência. Os para-brisas, por exemplo, são panorâmicos, propiciando um grande ângulo de visão ao motorista. Em situações de pouca visibilidade ou mesmo de visibilidade zero, como neblina ou fumaça intensa, o veículo dispõe de um sistema de câmera térmica capaz de traçar o caminho por meio da medição do calor em diferentes áreas.
Outro diferencial do equipamento é o braço mecânico perfurador (stinger piercing). O dispositivo consegue, por meio de uma lança, perfurar a fuselagem das aeronaves e jogar água no seu interior. Com um tanque de 12,5 mil litros, o Panther permite lançar água a uma distância de 90 metros. Além da água, o veículo tem capacidade para armazenar 2,5 mil quilos de pó-químico e 1,5 mil litros de espuma (LGE), agentes extintores bastante utilizados em incêndios. O Panther consegue atingir uma velocidade de 80 km/h em apenas 30 segundos – 10 segundos mais rápido do que exige a legislação da Anac.

Guarulhos terá monotrilho interno

A concessionária responsável pela administração do aeroporto internacional de Guarulhos, planeja construir um monotrilho para viabilizar o transporte dentro do complexo aeroportuário sem que nenhum passageiro precise gastar mais de dez minutos entre uma e outra parada. O sistema elevado sobre trilhos, que tem uma estimativa preliminar de custo de US$ 40 milhões, deve estar em operação até 2016.

De acordo com Antônio Miguel Marques, presidente da concessionária, o planejamento foi feito com paradas interligando os dois terminais de passageiros existentes (T1 e T2), o novo terminal em construção (T3) e o terminal remoto (T4) que está a dois quilômetros da estrutura principal. Tem ainda extensões previstas para a área reservada a um centro de convenções e para o setor que abrigará futuras estações da CPTM e do trem de alta velocidade Rio-São Paulo-Campinas.

"É um projeto factível, mas intimamente ligado à chegada do sistema ferroviário ao aeroporto", afirmou Marques, reconhecendo que as distâncias entre cada um desses pontos são difíceis de vencer a pé, o que indica a necessidade do monotrilho. Segundo ele, a população permanente do aeroporto (basicamente funcionários) é de 30 mil pessoas e deve chegar a 50 mil com a plena operação do TPS3 e do novo terminal de cargas, o que reforça essa necessidade. A população flutuante (passageiros e acompanhantes) já alcança 300 mil pessoas por dia, completa Marques.

O governo estadual promete desengavetar, a partir do ano que vem, um ramal de 11,5 quilômetros da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). É a chamada Linha 13-Jade, tem capacidade prevista para 120 mil passageiros por dia e ligação prevista com a estação Engenheiro Goulart, na zona leste de São Paulo. Paralelamente, o governo federal pretende colocar um trem-bala em operação até 2020, com paradas nos aeroportos de Viracopos, de Guarulhos e do Galeão.

Empenhado em desfazer a impressão de que a Invepar fez uma proposta ousada demais pela concessão de Guarulhos, com um desembolso anual de aproximadamente R$ 800 milhões em outorga à União, Marques insiste na atratividade do plano comercial da concessionária, elaborado pela austríaca ACV. Hoje a receita do maior aeroporto do país fica perto de R$ 1 bilhão por ano. "Achamos possível quadruplicar esse valor no horizonte de dez anos."

A concessionária, liderada pela Invepar e com participação minoritária da sul-africana ACSA, anunciou recentemente o projeto de instalação de dois hotéis no novo T3. Um deles ficará no espaço alfandegado do aeroporto, dedicado a passageiros em conexão, que não precisam sair da área de embarque para se hospedar. Outro será na área externa.

Agora, o executivo diz que já iniciou as tratativas para viabilizar dois outros hotéis, dentro da área de concessão do aeroporto: um três estrelas no novo terminal de cargas e mais um cinco estrelas, que estará ao lado de um centro de convenções. Para atrair investidores, no entanto, Marques está convencido de que precisa oferecer um prazo de exploração entre 25 e 30 anos para eventuais interessados. O problema é que esse prazo supera o período de concessão do aeroporto em si, que é de 20 anos. Para resolver o que ele considera uma trava, pediu ao governo que aceite um compromisso de honrar - após o término da concessão - o contrato com esses investidores.

Por enquanto, a Infraero ainda gere o aeroporto e toma as decisões, com acompanhamento da nova concessionária privada. A partir de 14 de novembro, os papéis de invertem, às vésperas de um feriado que juntará a Proclamação da República com o Dia da Consciência Negra. A concessionária preparou um "plano de contingência" para o feriadão, que se estenderá até o fim das férias escolares, incluindo o Natal e o Ano Novo. "Haverá reforço de pessoal e de equipamentos."

Uma novidade, além da anunciada troca na sinalização visual dos terminais, será a dispensa de leitura ótica dos cartões para permitir o acesso dos passageiros às áreas de embarque. Parece um detalhe, segundo ele, mas são segundos adicionais que podem se transformar em longas filas quando o aeroporto está cheio.

A concessionária fechou com Maria Fernanda Coelho, ex-presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), para cuidar da parte de relações institucionais. Maria Fernanda, que esteve à frente do banco estatal durante o segundo mandato do ex-presidente Lula, passou um período na Venezuela, onde participava da Gran Misión Vivienda, versão chavista do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida

Aeroporto de Guarulhos já garantiu a verba para as suas obras

Privatizado em fevereiro deste ano, o Aeroporto Internacional de Guarulhos, no bairro de Cumbica, no estado de São Paulo, receberá R$ 1,2 bilhão para reformas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Entre os três terminais concedidos pelo governo à administração da iniciativa privada, Guarulhos é o primeiro a receber recursos públicos para obras.

O dinheiro será liberado em parcelas pelo BNDES, que anunciou aprovação do montante para construção de terminais de passageiros e de cargas, mais modernização da estrutura atual. O processo de liberação é chamado empréstimo-ponte, porque vai aportar os primeiros recursos no aeroporto, “antes que a análise do financiamento de longo prazo seja concluída”, afirma nota do banco.

Também está prevista no projeto de reforma do Aeroporto Internacional de Guarulhos aprovado pelo BNDES a ampliação do pátio e pistas para aeronaves, de áreas para estacionamento de veículos, além de um novo heliporto. O objetivo é adequar o terminal ao crescimento da demanda prevista para os próximos anos e “aos padrões esperados no contrato de concessão”, que vigorará entre 2014 e 2022.

O empréstimo está em nome da Concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos e Sociedade de Propósito Específico (SPE), que reúne o consórcio vencedor do leilão do terminal, formado pelas empresas Investimentos e Participações em Infraestrutura (Invepar), Airports Company South Africa (ACSA), da África do Sul, e Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

Também foram privatizados, no início do ano, os aeroportos Juscelino Kubitschek (Brasília) e Viracopos (Campinas). Os aeroportos de Brasília e de Guarulhos têm o maior fluxo de passageiros do país e o de Campinas, o maior fluxo de cargas. O próximo a ser privatizado deve ser o Aeroporto Internacional do Galeão - Antonio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro.

Boeing lança site no Brasil

A Boeing anunciou a abertura de um novo canal de comunicação com o Brasil. O site www.boeing.com.br, com conteúdo em português, foi lançado com o objetivo de estreitar o diálogo da empresa com o mercado brasileiro.

Além do institucional, com informações sobre a empresa, o usuário também encontrará dados sobre as divisões Boeing Aviação Comercial, Boeing Defesa, Espaço e Segurança, Pesquisa e Tecnologia, Satélites, Biocombustíveis e Parcerias.

As novidades em vídeos, imagens, notícias e informações completas sobre os lançamentos de aviões no mundo também podem ser conferidas pelos usuários.

“Nosso objetivo é oferecer um espaço de fácil navegação e no idioma local, e assim democratizar a informação possibilitando aos brasileiros o acesso aos conteúdos divulgados por nós não só nos Estados Unidos, como em outros países”, diz Ana Paula Ferreira, diretora de Comunicação da Boeing Brasil.

DELTA está de mudança para São Paulo

A Delta Air Lines vai transferir sua sede comercial para a América Latina e Caribe, de Atlanta, nos Estados Unidos, para São Paulo, em janeiro de 2013. Segundo o vice-presidente sênior de vendas globais, Steve Sear, a iniciativa tem como objetivo se aproximar do mercado latino e é fundamental para o fortalecimento das alianças locais, o que inclui a participação de 3% na brasileira Gol Linhas Aéreas – em uma transação que envolveu US$ 100 milhões no final de 2011.
Além de se aproximar da Gol, a Delta vai aproveitar o escritório na capital paulista para afinar parcerias com empresas como Aeroméxico e Aerolíneas Argentinas, e também vai controlar de perto um acordo de joint-venture com a Air France-KLM, no México.

Nicolas Ferri, vice-presidente para América Latina e Caribe será responsável pelo escritório local, o primeiro de uma companhia aérea americana a se instalar no país. O executivo tem o respaldo da chefia porque fez a receita da Delta na América Latina e no Caribe crescer 20% nos últimos dois anos.
Quando se olha para o Brasil, a evolução da empresa é ainda maior. Nos últimos cinco anos acumulou um crescimento de 56% na receita e um aumento de 62% no número de passageiros. Atualmente a Delta tem 35 voos semanais entre Brasil e Estados Unidos e a parceria com a Gol possibilita que a companhia abocanhe 40% do mercado brasileiro, operando em 21 cidades.
A América Latina é um dos pilares da estratégia da Delta para obter crescimento em 2012. Neste ano, a empresa introduziu uma série de melhorias para as classes BusinessElite e Econômica na região. Entre elas, estão o menu gastronômico e a seleção de vinhos com toques regionais e um canal no Facebook em Português. “Estamos convencidos que ter a sede regional trará um foco maior, e mais benefícios aos nossos clientes, parceiros e funcionários em toda América Latina e Caribe", diz Nicolas Ferri.

Etihad encomenda mais dois A330

A Etihad Airways anuncia a compra de mais dois aviões de passageiros Airbus A330-200 em um negócio no valor de US$418 milhões no preço atual de tabela. A companhia aérea dos Emirados Árabes Unidos também converteu sete dos seus A320 já encomendados para o modelo maior A321 da Airbus. As novas aeronaves Airbus A330 estão programadas para entrega em janeiro e março de 2014, respectivamente.

“O Airbus A330-200, confiável e altamente versátil, tem sido uma parte integral de nosso sucesso com passageiros e cargas. À medida que nossas operações e rede continuam a crescer em escala, nós sentimos que o A330-200 é o tipo de frota correto para a expansão”, afirma o Presidente e CEO da Etihad, James Hogan.

Os novos Airbus A330-200 da companhia serão configurados com 22 camas totalmente reclináveis para a Pearl Business Class e 240 assentos Coral Economy. A aeronave utilizará motores Rolls Royce Trent 700, o suficiente para gerar mais de 70 mil libras de propulsão e dar a aeronave um alcance de 14 mil quilômetros.

A Etihad opera seus atuais A330-200 em rotas para: Bruxelas, Dublin, Frankfurt, Manchester, Munique, Milão, Casablanca, Joanesburgo, Lagos, Trípoli, Brisbane, Cingapura, Chengdu, Dhaka, Katmandu, Nagoya, Tóquio e Pequim.

"Nossa decisão de converter sete de nossas encomendas do A320 para o A321 é reflexo do incremento de demanda que vemos em diferentes rotas. Estamos ansiosos para receber nossa primeira aeronave em novembro de 2013”, acrescentou Hogan.
"A conquista da quinta encomenda consecutiva da Etihad Airways do A330 é, sem dúvida, um forte endosso da combinação única da aeronave entre versatilidade e eficiência de combustível”, comenta o CEO da Airbus, John Leahy.

"Em resposta à demanda contínua e forte, estamos aprimorando o A330 cada vez mais com, por exemplo, novas variantes de maior peso que oferecem aos nossos clientes mais capacidade de carga útil com a mesma alta confiabilidade operacional", complementa ainda Leahy.

30 de outubro de 2012

Airbus inaugura a fábrica dos A350-XWB

O primeiro-ministro francês, Jean Marc-Ayrault, inaugurou nesta terça-feira, 23 de outubro de 2012, uma nova unidade da Airbus em Colomiers, região sudoeste da França. A nova linha de montagem do fabricante europeu vai produzir o Airbus A350 XWB que será comercializado a partir de 2014 e visa acabar com o domínio da rival Boeing no mercado de aviões para trajetos intercontinentais.

Ao inaugurar a nova unidade, o premiê francês disse que a Airbus “simboliza a Europa dinâmica, capaz de vencer no mercado internacional." A nova linha de montagem custou 400 milhões de reais.
O projeto foi elaborado respeitando conceitos de economia verde. As instalações de 74 mil metros quadrados têm calefação a lenha e 55% da eletricidade consumida pelos imensos galpões são geradas por painéis de energia solar.
O Airbus A350 XWB será o avião mais econômico e ecológico de sua categoria. Entre outras inovações, ele vai utilizar 50% de materiais compostos mais leves na fuselagem, nas asas, no sistema de proteção contra raios.
Em dezembro, o primeiro avião de testes deve estar pronto, outros quatro aparelhos vão completar a frota de testes ao longo do ano que vem. O A350 é o grande rival do 787 Dreamliner da Boeing, que ficou pronto em 2011 com três anos de atraso. Ele terá capacidade para transportar entre 270 a 350 passageiros.
Segundo o presidente da Airbus, Fabrice Brégier, o A350 vai garantir ao construtor europeu 50% do mercado de aviões para distâncias intercontinentais. A fabricante europeia já domina o mercado de aviões para distâncias médias.