Speech de boas vindas!

Senhoras e Senhores,

Bem vindos ao blog "aqui em cima".

Obeservem o número da poltrona no cartão de embarque.

Junto as saídas de emergência, não é permitida a acomodação de crianças ou colocação de bagagens.

Acomodem a bagagem de mão no compartimento acima ou embaixo da poltrona à sua frente.

Lembramos que os pertences de mão trazidos a bordo são de responsabilidade dos clientes.

Obrigado.

25 de março de 2012

ATR da Passaredo é flagrado em Toulouse

Após alguns anos, a Passaredo Linhas Aéreas volta a operar os ATR, porem dessa vez, serão do modelo ATR 72 das séries 500 e 600.

O primeiro ATR72-600 da Passaredo foi flagrado na fábrica da ATR em Toulouse Blagnac (LFBO), França. A aeronave, ostentando a matrícula de testes F-WWLP (cn 1022), já está nas cores completas da companhia. A Passaredo encomendou 4 ATR's em novembro de 2011.

Os Tripulantes da Passaredo que irão comandar os ATR já iniciaram os treinamentos de adaptação com a aeronave que esta prevista para ser entregue no mês de Maio.

O bebê do Peter


Como um piloto altamente experiente, Peter Chandler já voou para dúzias de aeroportos, mas no dia 23 de março ele voou para o Rio de Janeiro pela primeiríssima vez - e como piloto do A380!!!!


Peter é um piloto de teste da Airbus, e chegar ao Rio no cockpit de um A380, fez dessa primeira vez algo muito mais que especial. Ao comentar sobre o pouso no Rio, Peter declarou: "Você sempre pode dizar qual é o gate que o A380 vai encostar, pois sempre há uma multidão lá".

Com o foco voltado ao Brasil na Tour de visita do A380, Peter alcançou o status de celebridade por aqui, particularmente devido à sua aparição em um grande jornal da televisão brasileira como O piloto do A380. Depois de retornar do Rio, Peter comentou que "até mesmo o motorista do ônibus que nos levou ao aeroporto em São Paulo disse 'eu te vi na televisão ontem a noite'".

Peter entende o amor das pessoas pelo A380 mais do que qualquer um, pois ele esteve envolvido diretamente no deselvolvimento e no design do cockpit para o A380. Aeronave essa que ele chama carinhosamente de bebê.

24 de março de 2012

Boeing diz que honrará as entregas do 787 neste ano

O presidente-executivo da unidade de aviões comerciais da Boeing reafirmou nesta quarta-feira que a fabricante pode corrigir o problema na produção do 787 Dreamliner e cumprir as metas de entregas deste ano.

O cronograma do avião de estrutura de carbono já tem um atraso de três anos. Em fevereiro, a fabricante anunciou sinais de "delaminação" na fuselagem traseira de alguns 787s, o que levantou dúvidas sobre o plano de construir dez desses aviões por mês até o fim deste ano.

"Não vejo nada até hoje que me faça acreditar que não entregaremos todos os 787s que planejanos para este ano", declarou Jim Albaugh em conferência do JP Morgan sobre o setor aéreo, que foi transmitida pela Internet.

A delaminação -separação de materiais sob estresse- foi resultado de um problema na fabricação que aconteceu na fábrica da Carolina do Sul.

A fabricante disse que o problema pode afetar os primeiros 55 Dreamliners e que o conserto de cada avião demora de 10 a 14 dias. A Boeing ressaltou que os reparos podem atrasar as entregas no primeiro semestre deste ano, porém não a longo prazo.

Muitos especialistas duvidam que a Boeing será capaz de cumprir a meta de dez Dreamliners por mês. A atual taxa é de 3,5 aviões por mês.

Apesar dos atrasos, o Dreamliner é sucesso entre os clientes, que já encomendaram 870 unidades. A primeira entrega do 787 foi no ano passado.

A concorrente da Airbus está aumentando a produção de todos os aviões comerciais para atender à crescente demanda.

Rolls-Royce Trent1000 bate recorde de confiabilidade

A Rolls-Royce acaba de atingir mais um marco no mercado de Aviação Civil. Os motores Trent 1000, que impulsionam aeronaves Boeing 787 Dreamliner, completaram 4.000 horas de voo, alcançando um recorde de 99,9% de entrega de confiabilidade. Isso significa que menos de um em cada 1.000 voos operados pela All Nippon Airways (ANA), detentora desses aviões, apresentou atrasos na decolagem por um problema no motor. Um registro excepcional considerando-se que essa é a maior companhia aérea do Japão.

“Esses são os melhores números de confiabilidade já alcançados pela Rolls-Royce na história dos motores Trent em operação no setor aéreo”, afirmou o diretor de Engenharia & Tecnologia da divisão de Aviação Civil, Peter Price. “Essa conquista demonstra a maturidade que procuramos imprimir no desempenho operacional dos motores Trent 1000 desde o começo do programa e que foi comprovada por um longo processo de testes e certificações que completamos no ano passado”, explicou o executivo.

O Trent 1000 impulsionou o primeiro voo do Boeing 787 Dreamliner em dezembro de 2009 e entrou em operação com a All Nippon Airways no dia 26 de outubro de 2011. Desde então, as aeronaves apresentaram excelente desempenho, como afirma o vice-presidente executivo sênior da divisão de Operações de Voo da companhia aérea, Mitsuo Morimoto. “Os técnicos da ANA e da Rolls-Royce trabalharam juntos de forma harmoniosa nos últimos meses. O comprometimento que a companhia britânica demonstrou no desenvolvimento e manutenção dos motores Trent 1000 nos dá bastante confiança no sucesso de longo prazo da frota 787 Dreamliner”, completou o executivo.

Os motores Trent 1000, que foram colocados em operação pela primeira vez em 2006, receberam certificação concedida pela Autoridade Federal de Aviação (FAA) em agosto de 2007. A Rolls-Royce também ganhou aprovação para Operações de Alcance Prolongado com Aviões Bimotores (ETOPS), em maio de 2011. O Trent 1000 assegurou uma aprovação da ETOPS de 330 minutos (isto significa que o Boeing 787 vai sair com certificação para voar até 5,5 horas monomotor!), que permite mais rotas diretas, tempos de voo mais curtos e reduz o consumo de combustível e a emissão de gases poluentes ( .

O motor, considerado o mais eficiente e moderno do mercado para a linha 787 Dreamliner, foi escolhido em oito das últimas nove encomendas de motores da série e conta atualmente com um total de 24 clientes.

A380 e o dilema das micro-rachaduras, capítulo 5

A companhia aérea australiana Qantas descobriu novas fissuras em dois dos seus aviões A380, depois de as autoridades europeias terem ordenado em Fevereiro a inspeção, a nível mundial, de toda a frota daqueles aparelhos da Airbus.

“Até agora inspecionamos dois aviões e encontramos evidências limitadas de fissuras. Os dois aparelhos já foram reparados”, disse o porta-voz da Qantas, citado pela imprensa local.

A companhia australiana avalia a possibilidade de pedir à Airbus uma indenização pelos problemas causados pelas inspeções e reparações das aeronaves, de acordo com o portal do diário Sydney Morning Herald.

“Estamos discutindo com a Airbus os custos das inspeções e reparações”, acrescentou o porta-voz da Qantas, ao explicar que as “fissuras não representam um risco para a segurança dos A380 e as inspeções prevêem a resposta apropriada ao problema”.

EADS prevê melhora no lucro operacional em 2012

O grupo europeu EADS previu uma melhora "significante" no lucro operacional em 2012 uma vez que registrou lucros em 2011 melhores do que os esperados, à luz da vigorosa demanda por jatos para passageiros da Aribus e progresso no controle de custos no superjumbo A380.

A maior fabricante de jatos do mundo disse que aumentará a produção do popular A330 para 11 ao mês no segundo trimestre de 2014, se uma recente mudança das regras de emissão de poluentes da União Europeia não afetar os pedidos de aeronaves.

Tal medida representa um recorde para a produção de aviões de dois corredores, ultrapassando os planos da Boeing de elevar a produção do novo 787 Dreamliner para 10 ao mês no fim de 2013, mas o alerta sobre as novas regras forneceram um lembrete sobre as tensões que rodeiam a Airbus.

A China ameaçou retaliação aos planos de cobrança às companhias aéreas através de um esquema de emissões da União Europeia.

A EADS, que também teve problemas com autoridades alemãs recentemente por conta da localização de alguns de seus 100 mil postos de trabalho, pediu que Berlim acelerasse as decisões sobre fornecimento de equipamento de defesa, o que deixou uma lacuna no portfólio da divisão de defesa da EADS.

A EADS teve um crescimento de 38 por cento no lucro operacional de 2011, para 1,696 bilhão de euros, e a receita cresceu 7 por cento, para 49,13 bilhões de euros.

O lucro líquido avançou 87 por cento, para 1,03 bilhão de euros, disse a EADS nesta quinta-feira.

Analistas esperavam, em média, lucro operacional de 1,3 bilhão de euros, receita de 48,14 bilhões de euros e lucro líquido de 687 milhões de euros

Três gigantes da aviação em prol do meio ambiente

A Boeing, a Airbus e a Embraer assinaram no dia 22 de março (quinta-feira), um memorando de entendimento para trabalharem juntas no desenvolvimento de biocombustíveis de aviação acessíveis. As três principais fabricantes na indústria aeroespacial concordaram em buscar oportunidades para colaboração e diálogo conjunto entre governo, produtores de biocombustíveis e outras partes interessadas em apoiar, promover e acelerar a disponibilidade de fontes sustentáveis de novos combustíveis para aviação.

O presidente e CEO da Boeing Commercial Airplanes, Jim Albaugh, o presidente e CEO da Airbus, Tom Enders, e o presidente da Embraer Aviação Comercial, Paulo César Silva, assinaram o acordo na cúpula de Aviação e Meio Ambiente da ATAG (Air Transport Action Group), em Genebra.

"Há momentos para competir e há momentos para cooperar", afirma Jim Albaugh. "Duas das maiores ameaças à nossa indústria são o preço do petróleo e o impacto da aviação comercial no nosso ambiente. Ao trabalhar com a Airbus e Embraer na questão dos biocombustíveis sustentáveis, podemos acelerar a sua disponibilidade e reduzir os impactos da nossa indústria sobre o planeta que partilhamos".

"Nós conseguimos muito nos últimos dez anos ao reduzir a pegada de CO2 da nossa indústria – um crescimento no tráfego de 45%, mas com o consumo de combustível subindo apenas 3%", afirma Tom Enders. "A produção e utilização de quantidades sustentáveis ??de biocombustíveis de aviação são essenciais para o cumprimento das metas ambiciosas de redução na emissão de CO2 da nossa indústria. Nossa contribuição para isso se dá por meio de pesquisa e tecnologia, da expansão de nossa rede mundial de cadeia de valor e do suporte ao objetivo da comissão europeia que é de ter 4% de biocombustíveis na aviação até 2020”, conclui Enders.

"Estamos todos empenhados em assumir um papel de liderança no desenvolvimento de programas de tecnologia que irão facilitar o desenvolvimento e a real aplicação dos biocombustíveis na aviação de forma mais rápida do que se estivéssemos fazendo isso de forma separada", afirma o representante da indústria brasileira, Paulo César Silva. "Poucas pessoas sabem que o programa brasileiro de biocombustíveis automotivo começou dentro da nossa comunidade de pesquisa aeronáutica, durante a década de Setenta, e vamos continuar a fazer história".

O acordo de colaboração apoia a abordagem da indústria multifacetada continuamente reduzir as emissões de carbono da indústria. A inovação contínua, estimulada pela dinâmica do mercado competitivo que impulsiona cada fabricante para melhorar continuamente o desempenho do produto e do ar, pela modernização do tráfego, são outros elementos essenciais para a obtenção de carbono neutro, o crescimento para além de 2020 e reduzir pela metade as emissões da indústria em 2050 com base em níveis de 2005.

"Ver estes três líderes da aviação deixando de lado suas diferenças competitivas e trabalhando juntos em prol do desenvolvimento dos biocombustíveis, ressalta a importância e foco que a indústria está colocando em práticas sustentáveis", disse o diretor executivo da ATAG, Paul Steele. "Através desses tipos de acordos de colaboração da indústria, a aviação está fazendo todo o possível para conduzir reduções mensuráveis nas emissões de carbono, enquanto continua a fornecer forte valor econômico e social globalmente".

As três empresas são membros associados do Grupo de Usuários de Combustíveis Sustentáveis na Aviação (www.safug.org), que inclui 23 companhias aéreas responsáveis por aproximadamente 25% do consumo anual de combustível para a aviação. A Boeing e a Embraer já estão colaborando para estabelecer uma indústria de biocombustíveis sustentáveis de aviação no Brasil e explorando novos caminhos tecnológicos para ampliar seu fornecimento e disponibilidade. A Airbus, juntamente com a AirBP e a TAM também trabalham em São Carlos para consolidar o bioquerosene de pinhão manso. A Boeing e a Airbus também agem de forma ativa em todo o mundo para ajudar a estabelecer cadeias de suprimento regionais, enquanto os três fabricantes disponibilizam voos com biocombustíveis - desde que órgãos regulatórios globais os aprovaram para uso comercial em 2011.

Taxação europeia sobre o CO2 emitido por aviões consegue unir duas arqui-rivais

A Boeing juntou-se à Airbus no debate sobre a redução de emissões de companhias aéreas europeias, nesta quinta-feira, ao mesmo tempo em que se recusou a negociar um acordo com a sua arquirrival sobre subsídios de aeronaves.

O presidente-executivo da Boeing juntou-se a um coro de críticas, liderado pela Airbus, contra o Esquema de Comercialização de Emissões da União Europeia (ETS, na sigla em inglês), que vai cobrar das companhias aéreas pelas emissões, algo que Bruxelas acredita ser necessário para ajudar a reverter mudanças climáticas.

"Não se trata de Boeing e Airbus, é sobre o que é melhor para nossos clientes e como estamos seguindo para envolver toda a indústria a fim de reduzir sua pegada ambiental", destacou Jim Albaugh à Reuters.

Albaugh disse que a Boeing não tinha se beneficiado do que a Airbus descreveu como atraso na aprovação do governo chinês para comprar seus aviões, como resultado da redução de emissões, mas afirmou que a Boeing espera vender um número significativo de 737 MAX e outros modelos para a China.

Ele rejeitou sugestões europeias de que os governos apóiem a Airbus e que a Boeing deveria negociar um acordo sobre subsídios de aeronaves, a maior disputa comercial do mundo, na Organização Mundial do Comércio, que já dura oito anos.

"Não estou certo de que estamos interessados em negociar um acordo, o que nos interessa é que todas as partes atuem sob as mesmas regras da OMC", disse.